Tribuna Testou: A gente adorou o jogo que te faz largar o smartphone


Tribuna Testou: A gente adorou o jogo que te faz largar o smartphone

No Escape60′, recém-chegado a Fortaleza, você tem uma hora para sair de uma sala trancada usando nada além do que seus instintos

Por Juliana Teófilo em Check- In

26 de março de 2016 às 06:00

Há 3 anos

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“Há 12 anos, você foi preso injustamente por um assassinato que não cometeu e agora foi condenado à pena de morte. O carcereiro voltará em uma hora para levá-lo para a cadeira elétrica, mas você tem um plano para fugir”, explica o monitor responsável pela equipe do Tribuna do Ceará, que recebeu a missão de testar a nova opção de entretenimento de Fortaleza, o jogo em primeira pessoa Escape60’.

Desprovidos de qualquer ajuda externa, seja de aplicativos ou do alento do santo Google, os participantes são convidados a se entregarem à experiência da dedução natural. Em um grupo de no mínimo quatro e no máximo 16 pessoas, o objetivo é escapar de uma sala trancada em apenas 60 minutos.

A ideia de reunir grupos de pessoas em salas temáticas para resolver enigmas surgiu na Ásia. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

A ideia de reunir grupos de pessoas em salas temáticas para resolver enigmas surgiu na Ásia. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

Para isso, um complexo quebra cabeça espera espalhado por todo o cômodo. E uma vez confinados em uma das três salas da franquia do jogo em Fortaleza, é impossível não se deixar ser absorvido pela atmosfera do espaço. Imediatamente uma sensação de empolgação e ansiedade toma de conta do ar do ambiente.

De um lado da sala encontra-se o cronômetro que, em contagem regressiva, marca os minutos restantes para o fim da sessão. Com a história de seu personagem em mente, é fácil começar a resolver os enigmas, mas é importante não pular qualquer charada. O jogo é sequencial e isso pode lhe custar caro mais à frente.

À medida que o jogo avança, a identificação com o personagem e com a história proposta aumenta. A riqueza dos detalhes cenográficos da sala ajudam a entrar no tema, bem como as algemas que são adicionadas logo na entrada para dificultar um pouco mais a experiência. Pelo alto-falante ouve-se barulhos relacionados com o tema da sala e, eventualmente, uma voz robótica dá dicas genéricas que servem para dar ritmo e continuidade ao jogo.

Mas o verdadeiro objetivo da experiência não é decifrar as pistas espalhadas pela sala. Ao fim dos 60 minutos é possível entender que o Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo o que está ao redor. E é possível que o seu desejo de vencer o jogo seja proporcional à vontade de pesquisar uma das pistas em um site de busca.

Escape game
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Escape game

O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

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O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

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O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

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O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

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O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

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O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

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O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

Febre mundial

A ideia de reunir grupos de pessoas em salas temáticas para resolver enigmas surgiu na Ásia há quatro anos. A iniciativa conquistou o público oriental e rapidamente chegou à Europa graças ao apelo sensorial da experiência. Depois disso a conquista do público americano foi rápida e a chegada ao Brasil veio em seguida.

E foi justamente em uma viagem à Europa que os amigos e sócios cearenses Pedro Ximenes e Antônio Alberto Dias conheceram o modelo do escape game. “Jogamos e ficamos fascinados pelo jogo de fuga, realmente mexeu com a gente. Quando voltamos de viagem fomos pesquisar sobre o assunto e acabamos descobrindo que existia uma franquia desse tipo de jogo em São Paulo, a Escape60′. Era chegada a hora de realizarmos o sonho de trazer o jogo para a nossa cidade”, conta Pedro.

E, segundo Pedro, o sucesso não poderia ser maior. “Tivemos uma surpresa muito grande porque neste primeiro final de semana de funcionamento já tivemos casa cheia. Na semana, como não temos muito movimento para entretenimento e diversão, vamos usar esse tempo para fechar com a parte corporativa para recrutamento e seleção, desenvolvimento de liderança, dinâmica de grupo”, aponta.

Além da do entretenimento e da função corporativa, o Escape60’ pode ser usado, ainda, para treinar línguas estrangeiras. “Os participantes podem jogar em três idiomas diferentes: inglês, espanhol ou português. É uma oportunidade de oferecer aos alunos de curso de línguas uma aula de campo diferente e interativa. Além de desenvolver o raciocínio lógico, o trabalho de equipe, ainda desenvolve a língua que essas pessoas estão aprendendo”, finaliza Pedro.

Escape60’

Avenida Desembargador Moreira, 530
Horário de funcionamento: das 10h às 22h
Valores: De segunda à sexta até às 16h – R$ 59 por pessoa; a partir das 17h – R$ 69 por pessoa; sábados, domingos e feriados – R$ 69 por pessoa

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Tribuna Testou: A gente adorou o jogo que te faz largar o smartphone

No Escape60′, recém-chegado a Fortaleza, você tem uma hora para sair de uma sala trancada usando nada além do que seus instintos

Por Juliana Teófilo em Check- In

26 de março de 2016 às 06:00

Há 3 anos

/home/tribu/public html/wp content/uploads/sites/5/2016/03/selo tribuna testou 4

“Há 12 anos, você foi preso injustamente por um assassinato que não cometeu e agora foi condenado à pena de morte. O carcereiro voltará em uma hora para levá-lo para a cadeira elétrica, mas você tem um plano para fugir”, explica o monitor responsável pela equipe do Tribuna do Ceará, que recebeu a missão de testar a nova opção de entretenimento de Fortaleza, o jogo em primeira pessoa Escape60’.

Desprovidos de qualquer ajuda externa, seja de aplicativos ou do alento do santo Google, os participantes são convidados a se entregarem à experiência da dedução natural. Em um grupo de no mínimo quatro e no máximo 16 pessoas, o objetivo é escapar de uma sala trancada em apenas 60 minutos.

A ideia de reunir grupos de pessoas em salas temáticas para resolver enigmas surgiu na Ásia. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

A ideia de reunir grupos de pessoas em salas temáticas para resolver enigmas surgiu na Ásia. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

Para isso, um complexo quebra cabeça espera espalhado por todo o cômodo. E uma vez confinados em uma das três salas da franquia do jogo em Fortaleza, é impossível não se deixar ser absorvido pela atmosfera do espaço. Imediatamente uma sensação de empolgação e ansiedade toma de conta do ar do ambiente.

De um lado da sala encontra-se o cronômetro que, em contagem regressiva, marca os minutos restantes para o fim da sessão. Com a história de seu personagem em mente, é fácil começar a resolver os enigmas, mas é importante não pular qualquer charada. O jogo é sequencial e isso pode lhe custar caro mais à frente.

À medida que o jogo avança, a identificação com o personagem e com a história proposta aumenta. A riqueza dos detalhes cenográficos da sala ajudam a entrar no tema, bem como as algemas que são adicionadas logo na entrada para dificultar um pouco mais a experiência. Pelo alto-falante ouve-se barulhos relacionados com o tema da sala e, eventualmente, uma voz robótica dá dicas genéricas que servem para dar ritmo e continuidade ao jogo.

Mas o verdadeiro objetivo da experiência não é decifrar as pistas espalhadas pela sala. Ao fim dos 60 minutos é possível entender que o Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo o que está ao redor. E é possível que o seu desejo de vencer o jogo seja proporcional à vontade de pesquisar uma das pistas em um site de busca.

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O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

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O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

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O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

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O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

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O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

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O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

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O Escape60’ tem uma proposta simples, porém extremamente desafiadora: observar mais e por mais tempo. (FOTO: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará)

Febre mundial

A ideia de reunir grupos de pessoas em salas temáticas para resolver enigmas surgiu na Ásia há quatro anos. A iniciativa conquistou o público oriental e rapidamente chegou à Europa graças ao apelo sensorial da experiência. Depois disso a conquista do público americano foi rápida e a chegada ao Brasil veio em seguida.

E foi justamente em uma viagem à Europa que os amigos e sócios cearenses Pedro Ximenes e Antônio Alberto Dias conheceram o modelo do escape game. “Jogamos e ficamos fascinados pelo jogo de fuga, realmente mexeu com a gente. Quando voltamos de viagem fomos pesquisar sobre o assunto e acabamos descobrindo que existia uma franquia desse tipo de jogo em São Paulo, a Escape60′. Era chegada a hora de realizarmos o sonho de trazer o jogo para a nossa cidade”, conta Pedro.

E, segundo Pedro, o sucesso não poderia ser maior. “Tivemos uma surpresa muito grande porque neste primeiro final de semana de funcionamento já tivemos casa cheia. Na semana, como não temos muito movimento para entretenimento e diversão, vamos usar esse tempo para fechar com a parte corporativa para recrutamento e seleção, desenvolvimento de liderança, dinâmica de grupo”, aponta.

Além da do entretenimento e da função corporativa, o Escape60’ pode ser usado, ainda, para treinar línguas estrangeiras. “Os participantes podem jogar em três idiomas diferentes: inglês, espanhol ou português. É uma oportunidade de oferecer aos alunos de curso de línguas uma aula de campo diferente e interativa. Além de desenvolver o raciocínio lógico, o trabalho de equipe, ainda desenvolve a língua que essas pessoas estão aprendendo”, finaliza Pedro.

Escape60’

Avenida Desembargador Moreira, 530
Horário de funcionamento: das 10h às 22h
Valores: De segunda à sexta até às 16h – R$ 59 por pessoa; a partir das 17h – R$ 69 por pessoa; sábados, domingos e feriados – R$ 69 por pessoa