Mães e bebês internados em hospital de Fortaleza são fotografados em clima de Natal

QUE FOFURA!

Mães e bebês internados em hospital de Fortaleza são fotografados em clima de Natal

Casal de fotógrafos realizou a sessão com mães e bebês que estão internados no Hospital Albert Sabin

Por Tribuna do Ceará em Fotografia

20 de dezembro de 2018 às 07:00

Há 6 meses
bebe

Mães e bebês são fotografados em UTI de hospital de Fortaleza. (FOTO: Reprodução/Clécio e Dayane Albuquerque)

Registrar esperança e alegria. Um casal de fotógrafos aceitou a missão fofa de registrar bebês internados no Hospital Albert Sabin, em Fortaleza. O convite veio de uma equipe de residentes da UTI de médio risco. A ideia é mostrar a rotina das mães e dos pequenos e clicar esses momentos com o tema natalino como inspiração.

As fotos serão entregues de presente a elas, com forma de alento em um momento difícil.

A sessão foi realizada no último dia 12. Mães e filhos foram clicados pelos fotógrafos Clécio e Dayane Albuquerque. A ideia foi inspirada em outros trabalhos parecidos, também feitos em hospitais estaduais do Ceará.

“Nós [grupo da residência multidisciplinar] conversamos sobre fazer e começamos a ver como seria possível. Foi quando eu estava olhando o Instagram e encontrei esses fotógrafos. Mandamos o convite e eles já aceitaram de prontidão. Daí em diante, foi organizar, conseguir as permissões. Marcamos a data e este é o resultado”, disse a farmacêutica Maria Aline Prazeres, uma das idealizadoras do projeto.

O fotógrafo lembra a delicadeza do momento e o quanto esse tipo de trabalho engrandece de forma profissional e pessoal.

“Tenho cinco filhos e quando surgiu essa proposta de fotografar, eu vi como uma oportunidade de poder proporcionar, em poder participar de um momento especial, profissional e pessoal. Muitas mães não têm condições de contratar algo assim, e a oportunidade que estão nos dando de vir aqui e proporcionar esse momento, nesta situação tão delicada, é única”, avaliou Clécio Albuquerque.

bebe

Mães e bebês são fotografados em UTI de hospital de Fortaleza. (FOTO: Reprodução/Clécio e Dayane Albuquerque)

As mamães, claro, aprovaram. Ter uma perspectiva mais colorida, mais feliz, diante da angústia de ver os filhos internados em uma UTI, traz mais leveza aos dias. A técnica de enfermagem, Lidiana Alves Brasil, se diz ansiosa. Aos 38 anos, ela teve Maria Aurora, que está com apenas uma semana de vida.

“Eu amei a ideia das fotos, é um presente. Até porque ela foi uma criança muito desejada, muito esperada, foram 15 anos esperando por ela. Por isso é ainda mais difícil estar aqui. As fotos nos animam”, ressaltou.

Para a equipe de residência multidisciplinar, formada por profissionais de enfermagem, farmácia, psicologia, terapia ocupacional, assistência social e odontologia, a sessão é um exemplo de prática da humanização no atendimento.

“Como residentes nós passamos por todos os setores do hospital e a neonatologia é nosso cenário atual. A gente vê que as mães ficam muito abaladas por não poderem dar assistência total aos filhos. Então, nossa intenção era transformar esse momento doloroso, trazendo um pouco do Natal. Isso faz parte do nosso programa disciplinar, a humanização”, explicou Maria Aline.

* Com informações da comunicação do Hospital Albert Sabin.

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Mães e bebês internados em hospital de Fortaleza são fotografados em clima de Natal

Casal de fotógrafos realizou a sessão com mães e bebês que estão internados no Hospital Albert Sabin

Por Tribuna do Ceará em Fotografia

20 de dezembro de 2018 às 07:00

Há 6 meses
bebe

Mães e bebês são fotografados em UTI de hospital de Fortaleza. (FOTO: Reprodução/Clécio e Dayane Albuquerque)

Registrar esperança e alegria. Um casal de fotógrafos aceitou a missão fofa de registrar bebês internados no Hospital Albert Sabin, em Fortaleza. O convite veio de uma equipe de residentes da UTI de médio risco. A ideia é mostrar a rotina das mães e dos pequenos e clicar esses momentos com o tema natalino como inspiração.

As fotos serão entregues de presente a elas, com forma de alento em um momento difícil.

A sessão foi realizada no último dia 12. Mães e filhos foram clicados pelos fotógrafos Clécio e Dayane Albuquerque. A ideia foi inspirada em outros trabalhos parecidos, também feitos em hospitais estaduais do Ceará.

“Nós [grupo da residência multidisciplinar] conversamos sobre fazer e começamos a ver como seria possível. Foi quando eu estava olhando o Instagram e encontrei esses fotógrafos. Mandamos o convite e eles já aceitaram de prontidão. Daí em diante, foi organizar, conseguir as permissões. Marcamos a data e este é o resultado”, disse a farmacêutica Maria Aline Prazeres, uma das idealizadoras do projeto.

O fotógrafo lembra a delicadeza do momento e o quanto esse tipo de trabalho engrandece de forma profissional e pessoal.

“Tenho cinco filhos e quando surgiu essa proposta de fotografar, eu vi como uma oportunidade de poder proporcionar, em poder participar de um momento especial, profissional e pessoal. Muitas mães não têm condições de contratar algo assim, e a oportunidade que estão nos dando de vir aqui e proporcionar esse momento, nesta situação tão delicada, é única”, avaliou Clécio Albuquerque.

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Mães e bebês são fotografados em UTI de hospital de Fortaleza. (FOTO: Reprodução/Clécio e Dayane Albuquerque)

As mamães, claro, aprovaram. Ter uma perspectiva mais colorida, mais feliz, diante da angústia de ver os filhos internados em uma UTI, traz mais leveza aos dias. A técnica de enfermagem, Lidiana Alves Brasil, se diz ansiosa. Aos 38 anos, ela teve Maria Aurora, que está com apenas uma semana de vida.

“Eu amei a ideia das fotos, é um presente. Até porque ela foi uma criança muito desejada, muito esperada, foram 15 anos esperando por ela. Por isso é ainda mais difícil estar aqui. As fotos nos animam”, ressaltou.

Para a equipe de residência multidisciplinar, formada por profissionais de enfermagem, farmácia, psicologia, terapia ocupacional, assistência social e odontologia, a sessão é um exemplo de prática da humanização no atendimento.

“Como residentes nós passamos por todos os setores do hospital e a neonatologia é nosso cenário atual. A gente vê que as mães ficam muito abaladas por não poderem dar assistência total aos filhos. Então, nossa intenção era transformar esse momento doloroso, trazendo um pouco do Natal. Isso faz parte do nosso programa disciplinar, a humanização”, explicou Maria Aline.

* Com informações da comunicação do Hospital Albert Sabin.