Visual merchandising é uma opção diferente para tornar lojas mais atrativas aos consumidores


Visual merchandising é uma opção diferente para tornar lojas mais atrativas aos consumidores

Especialista garante que ferramenta pode impulsionar o faturamento em até 35%, mas o cenário cearense é tímido na técnica e aposta mais em vitrines tradicionais

Por Wolney Batista em Moda

8 de setembro de 2014 às 12:00

Há 5 anos
Visual merchandising água de coco

Visual merchandising da Água de Coco está entre um dos trabalhos que chamam a atenção (Foto: arquivo pessoal)

Você já passou por uma vitrine impossível de desviar os olhos? E que ao entrar na loja sua decoração parece combinar com o clima da vitrine?

Esses são os principais objetivos do visual merchandising, uma espécie de evolução do vitrinismo tradicional. E essa nova profissão nova no mercado é um dos artifícios que as lojas têm usado para tornar a vitrine e a parte interna do ambiente mais atrativas para seus consumidores.

Marcas como a cearense Água de Coco e a multinacional C&A aderiram à ferramenta de marketing e reformularam seus espaços na Capital, porém, o movimento ainda é tímido em Fortaleza.

“Infelizmente as marcas regionais ainda exploram pouco as cenografias de vitrine, estando muito focadas no formato mais básico de divulgação: banner e adesivo”, apontou a diretora da Vimer Expirience Merchandising, Camila Salek, que esteve na cidade no final de agosto para realizar uma palestra sobre o tema.

Camila já desenvolveu mais de 500 projetos para 70 marcas diferentes e atualmente trabalha para a Centauro, Água de Coco, C&A, The Beauty Box, Quem Disse Berenice, Artex, Trousseau, dentre outras.

Lojas com visual merchandising
1/3

Lojas com visual merchandising

Lojas com visual merchandising

Lojas com visual merchandising
2/3

Lojas com visual merchandising

Lojas com visual merchandising

Lojas com visual merchandising
3/3

Lojas com visual merchandising

Lojas com visual merchandising

“Senti muita dificuldade em encontrar bons projetos executados em interior de loja em Fortaleza. Acho sim que poderíamos explorar muito mais esta ferramenta”, declara a especialista.

Um dos erros mais corriqueiros de lojistas é focar a estratégia apenas nas vitrines, quando a junção harmoniosa com o ambiente interno  gera melhor resultado, explica Camila. “Importante lembrar que visual merchandising não é só vitrine. A estória contada na vitrine é muito importante, mas o interior de loja deve estar muito relacionado com a vitrine e portanto dar continuidade a estória”.

Outro fator importante no processo de implementação visual é o trabalho estar aliado às outras etapas do processo de marketing da marca.  “Quando é uma grande readequação já tivemos resultados superiores a 35%”, expõe a diretora da Vimer.

Agora, quando você passar por uma vitrine envolvente e depois entrar na loja e se sentir no meio de todos aqueles produtos, perceba como o visual merchandising pode influenciar positivamente a sua interação com a marca, da exposição até a venda.

Publicidade

Dê sua opinião

Visual merchandising é uma opção diferente para tornar lojas mais atrativas aos consumidores

Especialista garante que ferramenta pode impulsionar o faturamento em até 35%, mas o cenário cearense é tímido na técnica e aposta mais em vitrines tradicionais

Por Wolney Batista em Moda

8 de setembro de 2014 às 12:00

Há 5 anos
Visual merchandising água de coco

Visual merchandising da Água de Coco está entre um dos trabalhos que chamam a atenção (Foto: arquivo pessoal)

Você já passou por uma vitrine impossível de desviar os olhos? E que ao entrar na loja sua decoração parece combinar com o clima da vitrine?

Esses são os principais objetivos do visual merchandising, uma espécie de evolução do vitrinismo tradicional. E essa nova profissão nova no mercado é um dos artifícios que as lojas têm usado para tornar a vitrine e a parte interna do ambiente mais atrativas para seus consumidores.

Marcas como a cearense Água de Coco e a multinacional C&A aderiram à ferramenta de marketing e reformularam seus espaços na Capital, porém, o movimento ainda é tímido em Fortaleza.

“Infelizmente as marcas regionais ainda exploram pouco as cenografias de vitrine, estando muito focadas no formato mais básico de divulgação: banner e adesivo”, apontou a diretora da Vimer Expirience Merchandising, Camila Salek, que esteve na cidade no final de agosto para realizar uma palestra sobre o tema.

Camila já desenvolveu mais de 500 projetos para 70 marcas diferentes e atualmente trabalha para a Centauro, Água de Coco, C&A, The Beauty Box, Quem Disse Berenice, Artex, Trousseau, dentre outras.

Lojas com visual merchandising
1/3

Lojas com visual merchandising

Lojas com visual merchandising

Lojas com visual merchandising
2/3

Lojas com visual merchandising

Lojas com visual merchandising

Lojas com visual merchandising
3/3

Lojas com visual merchandising

Lojas com visual merchandising

“Senti muita dificuldade em encontrar bons projetos executados em interior de loja em Fortaleza. Acho sim que poderíamos explorar muito mais esta ferramenta”, declara a especialista.

Um dos erros mais corriqueiros de lojistas é focar a estratégia apenas nas vitrines, quando a junção harmoniosa com o ambiente interno  gera melhor resultado, explica Camila. “Importante lembrar que visual merchandising não é só vitrine. A estória contada na vitrine é muito importante, mas o interior de loja deve estar muito relacionado com a vitrine e portanto dar continuidade a estória”.

Outro fator importante no processo de implementação visual é o trabalho estar aliado às outras etapas do processo de marketing da marca.  “Quando é uma grande readequação já tivemos resultados superiores a 35%”, expõe a diretora da Vimer.

Agora, quando você passar por uma vitrine envolvente e depois entrar na loja e se sentir no meio de todos aqueles produtos, perceba como o visual merchandising pode influenciar positivamente a sua interação com a marca, da exposição até a venda.