Atletas de projeto social de Fortaleza treinam ginástica rítmica na Rússia

OPORTUNIDADE

Atletas de projeto social de Fortaleza treinam ginástica rítmica na Rússia

As meninas de 9 e 10 anos estão conhecendo uma das maiores potência da modalidade do mundo

Por Lyvia Rocha em Outros Esportes

15 de janeiro de 2017 às 07:15

Há 2 anos
ginastas-russia

As meninas comemoram a chance de conhecer a Rússia (FOTO: Bárbara Agostini)

As ginastas cearenses Thábita Lima e Laíssa Sousa estão em Ivanovo, na Rússia, treinando ginástica rítmica durante 20 dias. A oportunidade aconteceu após o convite de uma treinadora russa.

As meninas, que têm 9 e 10 anos, respectivamente, representam um projeto social do Centro Universitário Estácio do Ceará e terão a oportunidade de aprender um pouco do que acontece no país considerado a maior potência do esporte no mundo.

Após conquistarem o Campeonato Cearense e o Norte-Nordeste em categorias diferentes, o objetivo agora é a conquista do Brasileiro. Obtendo êxito, elas disputarão o Sul-Americano.

As atletas estão acompanhadas da professora da Estácio e coordenadora do projeto, Bárbara Agostini. Para a treinadora das meninas, doutora em Educação Física, o objetivo é que elas acompanhem mais de perto o que acontece em alto nível na ginástica mundial.

“Essas meninas são de comunidades carentes, e o esporte vem ampliando os horizontes delas, evidenciando que o lugar delas no mundo é aonde elas quiserem”, afirma.

A chance de participar de um treinamento bem distante do lugar onde moram é uma grande oportunidade, como afirma Laíssa Sousa. “É uma experiência bem especial, bem importante, porque é do outro lado do mundo”, conta.

Já para a Thabita, além de novas colegas no mundo esportivo, ela verá neve pela primeira vez. “Está sendo uma experiência muito legal ver as ginastas, o centro de treinamento, e também conhecer a neve”, revela.

As garotas devem retornar a Fortaleza no próximo dia 22, e com certeza na bagagem, apesar de serem bem jovens, elas trarão vivências de ginastas bem experientes. “A ginástica não é apenas treino. É cultura e concentração, elas estão observando tudo, incluindo alimentação e também comportamento”, finaliza Bárbara Agostini.

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Atletas de projeto social de Fortaleza treinam ginástica rítmica na Rússia

As meninas de 9 e 10 anos estão conhecendo uma das maiores potência da modalidade do mundo

Por Lyvia Rocha em Outros Esportes

15 de janeiro de 2017 às 07:15

Há 2 anos
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As meninas comemoram a chance de conhecer a Rússia (FOTO: Bárbara Agostini)

As ginastas cearenses Thábita Lima e Laíssa Sousa estão em Ivanovo, na Rússia, treinando ginástica rítmica durante 20 dias. A oportunidade aconteceu após o convite de uma treinadora russa.

As meninas, que têm 9 e 10 anos, respectivamente, representam um projeto social do Centro Universitário Estácio do Ceará e terão a oportunidade de aprender um pouco do que acontece no país considerado a maior potência do esporte no mundo.

Após conquistarem o Campeonato Cearense e o Norte-Nordeste em categorias diferentes, o objetivo agora é a conquista do Brasileiro. Obtendo êxito, elas disputarão o Sul-Americano.

As atletas estão acompanhadas da professora da Estácio e coordenadora do projeto, Bárbara Agostini. Para a treinadora das meninas, doutora em Educação Física, o objetivo é que elas acompanhem mais de perto o que acontece em alto nível na ginástica mundial.

“Essas meninas são de comunidades carentes, e o esporte vem ampliando os horizontes delas, evidenciando que o lugar delas no mundo é aonde elas quiserem”, afirma.

A chance de participar de um treinamento bem distante do lugar onde moram é uma grande oportunidade, como afirma Laíssa Sousa. “É uma experiência bem especial, bem importante, porque é do outro lado do mundo”, conta.

Já para a Thabita, além de novas colegas no mundo esportivo, ela verá neve pela primeira vez. “Está sendo uma experiência muito legal ver as ginastas, o centro de treinamento, e também conhecer a neve”, revela.

As garotas devem retornar a Fortaleza no próximo dia 22, e com certeza na bagagem, apesar de serem bem jovens, elas trarão vivências de ginastas bem experientes. “A ginástica não é apenas treino. É cultura e concentração, elas estão observando tudo, incluindo alimentação e também comportamento”, finaliza Bárbara Agostini.