CBTU é condenada a pagar indenização a passageiro que caiu de trem - Noticias


CBTU é condenada a pagar indenização a passageiro que caiu de trem

A Companhia Brasileira de de Trens Urbanos (CBTU) foi condenada a pagar indenização, no valor de de 100 salários mínimos, e pensão vitalícia a uma vítima de acidente. A decisão foi do juiz Raimundo Nonato Silva Santos, da 26ª Vara Cível. Os valores devem ser corrigidos com incidência de juros, a partir da data do acidente.

Por Tribuna do Ceará em Ceará

26 de agosto de 2011 às 18:38

Há 8 anos

A Companhia Brasileira de de Trens Urbanos (CBTU) foi condenada a pagar indenização, no valor de de 100 salários mínimos, e pensão vitalícia a uma vítima de acidente. A decisão foi do juiz Raimundo Nonato Silva Santos, da 26ª Vara Cível. Os valores devem ser corrigidos com incidência de juros, a partir da data do acidente.

O acidente ocorreu no dia 26 de dezembro de 1990, quando a vítima, então um estudante de 18 anos, viajava em um trem da CBTU. Devido à superlotação, o rapaz ficou pendurado na porta, juntamente com outras pessoas. Ao se aproximar da estação, o trem fez uma curva e o jovem caiu.

a CBTU encaminhou a vítima a um hospital particular. O jovem ficou muitos dias internado e precisou ser submetido à cirurgia para a retirada do rim direito. Além disso, teve convulsões provocadas por meningite bacteriana, decorrente de traumatismo cranioencefálico, além de perda auditiva e problemas na visão.

Devido ao agravamento das sequelas, o rapaz ingressou com ação na Justiça, 18 anos após o acidente. Ele requereu indenização superior a R$ 46 mil. CBTU alegou que a culpa pela queda foi exclusiva da vítima.

Na decisão, o juiz afirmou que os exames médicos comprovaram que o autor ficou claramente com sequelas advindas do acidente e que estas devem perdurar para sempre. “A responsabilidade no presente caso é da empresa, que deveria ter adotado procedimentos preventivos e eficazes no sentido de que a composição somente partisse da estação depois de verificado o fechamento das portas”, ressaltou.

Com informações do TJCE

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CBTU é condenada a pagar indenização a passageiro que caiu de trem

A Companhia Brasileira de de Trens Urbanos (CBTU) foi condenada a pagar indenização, no valor de de 100 salários mínimos, e pensão vitalícia a uma vítima de acidente. A decisão foi do juiz Raimundo Nonato Silva Santos, da 26ª Vara Cível. Os valores devem ser corrigidos com incidência de juros, a partir da data do acidente.

Por Tribuna do Ceará em Ceará

26 de agosto de 2011 às 18:38

Há 8 anos

A Companhia Brasileira de de Trens Urbanos (CBTU) foi condenada a pagar indenização, no valor de de 100 salários mínimos, e pensão vitalícia a uma vítima de acidente. A decisão foi do juiz Raimundo Nonato Silva Santos, da 26ª Vara Cível. Os valores devem ser corrigidos com incidência de juros, a partir da data do acidente.

O acidente ocorreu no dia 26 de dezembro de 1990, quando a vítima, então um estudante de 18 anos, viajava em um trem da CBTU. Devido à superlotação, o rapaz ficou pendurado na porta, juntamente com outras pessoas. Ao se aproximar da estação, o trem fez uma curva e o jovem caiu.

a CBTU encaminhou a vítima a um hospital particular. O jovem ficou muitos dias internado e precisou ser submetido à cirurgia para a retirada do rim direito. Além disso, teve convulsões provocadas por meningite bacteriana, decorrente de traumatismo cranioencefálico, além de perda auditiva e problemas na visão.

Devido ao agravamento das sequelas, o rapaz ingressou com ação na Justiça, 18 anos após o acidente. Ele requereu indenização superior a R$ 46 mil. CBTU alegou que a culpa pela queda foi exclusiva da vítima.

Na decisão, o juiz afirmou que os exames médicos comprovaram que o autor ficou claramente com sequelas advindas do acidente e que estas devem perdurar para sempre. “A responsabilidade no presente caso é da empresa, que deveria ter adotado procedimentos preventivos e eficazes no sentido de que a composição somente partisse da estação depois de verificado o fechamento das portas”, ressaltou.

Com informações do TJCE