Ceará apresenta péssimos índices de saneamento básico - Noticias


Ceará apresenta péssimos índices de saneamento básico

Pesquisa foi realizada pelo Ipea, entre 2004 e 2009

Por Joao Lobo em Ceará

17 de junho de 2011 às 09:21

Há 8 anos

Pesquisa realizada pelo Ipea, compreendida no período de cinco anos (entre 2004 e 2009), mostrou que o estado do Ceará apresenta um desempenho muito fraco no serviço de abastecimento de água tratada e tratamento de esgoto, ficando atrás não apenas em relação à média brasileira, mas também em comparação a outros estado da região Nordeste.

Em todo o Brasil, o crescimento do acesso ao saneamento básico para quem vive com até R$ 70 per capita no País, no intervalo mencionado, passou de 32% para 39%, sendo 61% dos brasileiros neste perfil que não têm acesso a esses serviços essenciais. Já no Ceará, o avanço foi de apenas 17% para 23%, sendo 77% de moradores que vivem em estado de miséria, sem água encanada e esgotamento sanitário.

O desempenho foi inferior até que o da média do Nordeste, onde 72% dos extremamente pobres não conhecem esses serviços, pois o aumento, em similar período, foi somente de 23% para 28%.

Com informações do Diário do Nordeste

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Ceará apresenta péssimos índices de saneamento básico

Pesquisa foi realizada pelo Ipea, entre 2004 e 2009

Por Joao Lobo em Ceará

17 de junho de 2011 às 09:21

Há 8 anos

Pesquisa realizada pelo Ipea, compreendida no período de cinco anos (entre 2004 e 2009), mostrou que o estado do Ceará apresenta um desempenho muito fraco no serviço de abastecimento de água tratada e tratamento de esgoto, ficando atrás não apenas em relação à média brasileira, mas também em comparação a outros estado da região Nordeste.

Em todo o Brasil, o crescimento do acesso ao saneamento básico para quem vive com até R$ 70 per capita no País, no intervalo mencionado, passou de 32% para 39%, sendo 61% dos brasileiros neste perfil que não têm acesso a esses serviços essenciais. Já no Ceará, o avanço foi de apenas 17% para 23%, sendo 77% de moradores que vivem em estado de miséria, sem água encanada e esgotamento sanitário.

O desempenho foi inferior até que o da média do Nordeste, onde 72% dos extremamente pobres não conhecem esses serviços, pois o aumento, em similar período, foi somente de 23% para 28%.

Com informações do Diário do Nordeste