Faculdade é condenada por ofertar curso sem reconhecimento do MEC - Noticias


Faculdade é condenada por ofertar curso sem reconhecimento do MEC

A Justiça avaliou que a situação frustrou as expectativas de qualificação e ascensão profissional da estudante que entrou com ação judicial contra a instituição

Por Tribuna do Ceará em Ceará

15 de março de 2011 às 11:36

Há 8 anos

A justiça condenou a Educon – Sociedade de Educação Continuada (EADCON) a pagar R$ 5.100,00 à uma aluna, por ofertar curso não reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Foi determinado ainda o pagamento de R$ 2.444,57 referente às quantias pagas pela universitária à instituição de ensino.

A aluna estudava Serviço Social na modalidade a distância, com algumas aulas presenciais no Município do Crato. Por meio de notícias veiculadas na imprensa, ela tomou conhecimento de que o curso não era reconhecido pelo MEC. A estudante, ao saber disso, pediu transferência da faculdade, mas não obteve êxito. Ela trancou a matrícula e ingressou com ação judicial.

A Justiça avaliou que a situação frustrou as expectativas de qualificação e ascensão profissional da estudante e condenou a instituição de ensino a pagar indenização a título de reparação moral. Além disso, a faculdade terá que devolver o valor pago pela universitária e R$ 720,00 referentes às despesas com transporte que a aluna teve enquanto frequentou as aulas.

Redação Jangadeiro Online, com informações do TJCE

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Faculdade é condenada por ofertar curso sem reconhecimento do MEC

A Justiça avaliou que a situação frustrou as expectativas de qualificação e ascensão profissional da estudante que entrou com ação judicial contra a instituição

Por Tribuna do Ceará em Ceará

15 de março de 2011 às 11:36

Há 8 anos

A justiça condenou a Educon – Sociedade de Educação Continuada (EADCON) a pagar R$ 5.100,00 à uma aluna, por ofertar curso não reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Foi determinado ainda o pagamento de R$ 2.444,57 referente às quantias pagas pela universitária à instituição de ensino.

A aluna estudava Serviço Social na modalidade a distância, com algumas aulas presenciais no Município do Crato. Por meio de notícias veiculadas na imprensa, ela tomou conhecimento de que o curso não era reconhecido pelo MEC. A estudante, ao saber disso, pediu transferência da faculdade, mas não obteve êxito. Ela trancou a matrícula e ingressou com ação judicial.

A Justiça avaliou que a situação frustrou as expectativas de qualificação e ascensão profissional da estudante e condenou a instituição de ensino a pagar indenização a título de reparação moral. Além disso, a faculdade terá que devolver o valor pago pela universitária e R$ 720,00 referentes às despesas com transporte que a aluna teve enquanto frequentou as aulas.

Redação Jangadeiro Online, com informações do TJCE