Funcionários da Companhia de Gás do Ceará paralisam atividades


Funcionários da Companhia de Gás do Ceará paralisam atividades

A categoria reivindica a equiparação dos salários aos dos trabalhadores terceirizados

Por Roberta Tavares em Ceará

10 de abril de 2013 às 10:49

Há 6 anos
Os trabalhadores da Companhia de Gás do Ceará (Cegás) paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira (10).

Os funcionários reivindicam melhores salários e mais segurança no trabalho (Foto: Sindipetro/Divulgação)

Os trabalhadores da Companhia de Gás do Ceará (Cegás) paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira (10). A categoria reivindica melhores condições de salários, de benefícios e de segurança, além da equiparação dos salários aos dos trabalhadores terceirizados.

De acordo com o diretor do Sindicato dos Petroleiros do Ceará (Sindipetro), Irazer Lima, em 2007, foi criado um Plano de Empregos, Cargos e Salários, e até o momento ainda não foi implantado.

“As diferenças salariais entre um concursado e um trabalhador terceirizado é enorme. Eu me sinto muito prejudicado. Trabalho na Cegás há cinco anos, sou concursado, e ganho menos que um terceirizado, que está na empresa há dois anos, por exemplo”.

As condições de trabalho são perigosas, segundo o diretor do Sindipetro. “ Nossa empresa tem risco 4, ou seja, é comparada a uma plataforma de petróleo, mas mesmo assim, desde janeiro nós não temos nem CIPA [Comissão Interna de Prevenção de Acidentes] constituída”, conta.

Os funcionários, que devem fazer paralisações até que as reivindicações sejam cumpridas, fazem parte da área administrativa e técnica operacional da empresa

Propostas

Como resposta, o presidente da Cegás, Antônio Cambraia, informou que a paralisação é parcial. “A paralisação se refere às reivindicações salarias do acordo coletivo, que ainda está em negociação. Já tivemos quatro reuniões, mas não chegamos a um denominador comum”.

A Companhia informou ainda que o processo de negociação continua em andamento. “Até estranhamos essa paralisação dos funcionários, mas vamos chegar a um acordo”, finaliza.

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Funcionários da Companhia de Gás do Ceará paralisam atividades

A categoria reivindica a equiparação dos salários aos dos trabalhadores terceirizados

Por Roberta Tavares em Ceará

10 de abril de 2013 às 10:49

Há 6 anos
Os trabalhadores da Companhia de Gás do Ceará (Cegás) paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira (10).

Os funcionários reivindicam melhores salários e mais segurança no trabalho (Foto: Sindipetro/Divulgação)

Os trabalhadores da Companhia de Gás do Ceará (Cegás) paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira (10). A categoria reivindica melhores condições de salários, de benefícios e de segurança, além da equiparação dos salários aos dos trabalhadores terceirizados.

De acordo com o diretor do Sindicato dos Petroleiros do Ceará (Sindipetro), Irazer Lima, em 2007, foi criado um Plano de Empregos, Cargos e Salários, e até o momento ainda não foi implantado.

“As diferenças salariais entre um concursado e um trabalhador terceirizado é enorme. Eu me sinto muito prejudicado. Trabalho na Cegás há cinco anos, sou concursado, e ganho menos que um terceirizado, que está na empresa há dois anos, por exemplo”.

As condições de trabalho são perigosas, segundo o diretor do Sindipetro. “ Nossa empresa tem risco 4, ou seja, é comparada a uma plataforma de petróleo, mas mesmo assim, desde janeiro nós não temos nem CIPA [Comissão Interna de Prevenção de Acidentes] constituída”, conta.

Os funcionários, que devem fazer paralisações até que as reivindicações sejam cumpridas, fazem parte da área administrativa e técnica operacional da empresa

Propostas

Como resposta, o presidente da Cegás, Antônio Cambraia, informou que a paralisação é parcial. “A paralisação se refere às reivindicações salarias do acordo coletivo, que ainda está em negociação. Já tivemos quatro reuniões, mas não chegamos a um denominador comum”.

A Companhia informou ainda que o processo de negociação continua em andamento. “Até estranhamos essa paralisação dos funcionários, mas vamos chegar a um acordo”, finaliza.