MP denuncia superfaturamento em obra da Prefeitura de Iguatu - Noticias


MP denuncia superfaturamento em obra da Prefeitura de Iguatu

Segundo laudo da Polícia Federal (PF), houve um aumento artificial dos valores dos itens empregados na obra do aterro sanitário da cidade e o material utilizado foi inferior ao licitado

Por Felipe Lima e Thamiris Treigher em Ceará

15 de março de 2011 às 10:15

Há 8 anos

O Ministério Público Federal denunciou o superfaturamento da obra do aterro sanitário de Iguatu, calculado em R$ 390 mil. Segundo o órgão, com base no laudo da Polícia Federal (PF), houve um aumento artificial dos valores dos itens empregados na obra e o material utilizado foi inferior ao solicitado na licitação. Foram denunciadas também supostas fraudes na licitação e na liberação dos recursos da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para a obra.

De acordo com o engenheiro responsável pelo convênio na Funasa, Mauro Façanha, ele não tem como tomar conhecimento de supostos sobrepreços, pois a responsabilidade de fiscalizar a obra é a Prefeitura. Sua análise é feita com base no projeto entregue pela administração municipal.

Ao tomar conhecimento do laudo da PF, o prefeito de Iguatu, Agenor Neto (PMDB), informou que já solicitou nova perícia na obra. Segundo ele, o documento apresentaria uma série de contradições na análise e na metodologia utilizada. O prefeito informou ainda que está tudo regular e que as informações vão ser comprovadas.

Operação Fumaça

A denúncia do Ministério Público Federal à 16ª Vara da Justiça Federal foi feita com base em investigações da Operação Fumaça, realizada pela Polícia Federal. A investigação teve início em 2009 e apontou indícios de um possível esquema de desvio de recursos da Funasa, que teria causado prejuízo de até R$ 6,2 milhões.

O rombo teria se originado em fraudes no repasse da verba da fundação federal para mais de 50 prefeituras cearenses.

Redação Jangadeiro Online, com informações do O Povo

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MP denuncia superfaturamento em obra da Prefeitura de Iguatu

Segundo laudo da Polícia Federal (PF), houve um aumento artificial dos valores dos itens empregados na obra do aterro sanitário da cidade e o material utilizado foi inferior ao licitado

Por Felipe Lima e Thamiris Treigher em Ceará

15 de março de 2011 às 10:15

Há 8 anos

O Ministério Público Federal denunciou o superfaturamento da obra do aterro sanitário de Iguatu, calculado em R$ 390 mil. Segundo o órgão, com base no laudo da Polícia Federal (PF), houve um aumento artificial dos valores dos itens empregados na obra e o material utilizado foi inferior ao solicitado na licitação. Foram denunciadas também supostas fraudes na licitação e na liberação dos recursos da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para a obra.

De acordo com o engenheiro responsável pelo convênio na Funasa, Mauro Façanha, ele não tem como tomar conhecimento de supostos sobrepreços, pois a responsabilidade de fiscalizar a obra é a Prefeitura. Sua análise é feita com base no projeto entregue pela administração municipal.

Ao tomar conhecimento do laudo da PF, o prefeito de Iguatu, Agenor Neto (PMDB), informou que já solicitou nova perícia na obra. Segundo ele, o documento apresentaria uma série de contradições na análise e na metodologia utilizada. O prefeito informou ainda que está tudo regular e que as informações vão ser comprovadas.

Operação Fumaça

A denúncia do Ministério Público Federal à 16ª Vara da Justiça Federal foi feita com base em investigações da Operação Fumaça, realizada pela Polícia Federal. A investigação teve início em 2009 e apontou indícios de um possível esquema de desvio de recursos da Funasa, que teria causado prejuízo de até R$ 6,2 milhões.

O rombo teria se originado em fraudes no repasse da verba da fundação federal para mais de 50 prefeituras cearenses.

Redação Jangadeiro Online, com informações do O Povo