Cearense com doença degenerativa pede doação de remédios e produtos de higiene


Cearense com doença degenerativa pede doação de remédios e produtos de higiene

Eubeana Ferreira, de 36 anos, teve convulsões e trombose nas duas pernas. Agora, perdeu os movimentos do corpo e a fala

Por Roberta Tavares em Cotidiano

14 de janeiro de 2016 às 06:00

Há 3 anos
Eubeana Ferreira foi diagnosticada com doença degenerativa em maio de 2015 e, desde então, aguarda consulta e exame na fila de espera (FOTO: Reprodução/Facebook)

Eubeana Ferreira foi diagnosticada com doença degenerativa em maio de 2015 e, desde então, aguarda consulta e exame na fila de espera (FOTO: Reprodução/Facebook)

A irmã de uma cearense com doença degenerativa ainda desconhecida pede doações de medicamentos e produtos de higiene no Facebook. Eubeana Ferreira da Silva, de 36 anos, moradora de Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza, foi diagnosticada com uma doença degenerativa em maio de 2015, após ter convulsões e trombose nas duas pernas.

Segundo a irmã, Adriana Ferreira, a doença ainda não foi identificada em razão da espera pela liberação de exame de ressonância e de uma consulta com cirurgião vascular no Hospital Geral de Fortaleza. “Ela era uma pessoa normal, trabalhava com vendas na feira. A doença iniciou com uma infecção intestinal. Depois, a gente falava, e ela ficava desligada. Agora, está na fila de espera desde julho”, explica.

Em uma ida à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Horizonte, de acordo com Adriana, a irmã surtou após perceber o sumiço do filho, de apenas cinco anos. “Ela tem dois filhos, um de 14 e um de 5. Quando o mais novo sumiu, ela surtou, teve convulsões, trombose nas duas pernas e passou 20 dias internada. Logo depois, a criança apareceu, estava apenas brincando no parquinho”, lembra.

Aos poucos, Eubeana parou de andar e de falar. “Ela não dobra as pernas nem os braços. A gente só se entende pelo olhar”. Os medicamentos prescritos pelos médicos, assim como as comidas, devem ser dissolvidos e colocados em uma seringa de 20 mL.

“Não tenho condições de cuidar dela sozinha, então minha outra irmã veio morar comigo para me ajudar. Precisamos segurar para dar banho, comida, ela não faz nada sozinha. Os médicos estão trabalhando no escuro, não sabem exatamente o que é, por isso receitaram apenas remédios para diminuir as convulsões e calmantes”.

Segundo Adriana, Eubeana não reconhece mais os filhos e não reage aos estímulos. “Um dia, ela caiu e quebrou o nariz. Foi bem perigoso, porque ela não conseguia respirar apenas pela boca”, lamenta.

Com o objetivo de ajudar a irmã, Adriana publicou pedido de ajuda no Facebook. A publicação tem mais de 90 compartilhamentos e promessas de doações financeiras e por meio de orações. “Recebemos ajuda de uma igreja de Fortaleza, onde conseguimos leite e fraldas”, comemora.

A família pede doações de comidas, como leites, frutas e verduras; fraldas; produtos de higiene; pomadas para assaduras; lençóis; rede; ventilador; medicamentos e óleo de girassol.

“Estou desempregada, sobrevivemos apenas com o salário do meu pai, que também mora com a gente e está acamado. A nossa esperança é que ela consiga uma vaga para o cirurgião vascular, para que a gente identifique a doença e possa cuidar da melhor forma possível”, conclui.

Para ajudar: (85) 986848549 ou 991233944
Como colaborar financeiramente:
Banco do Brasil
Agência: 4554- 3
Conta: 16867- X

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Cearense com doença degenerativa pede doação de remédios e produtos de higiene

Eubeana Ferreira, de 36 anos, teve convulsões e trombose nas duas pernas. Agora, perdeu os movimentos do corpo e a fala

Por Roberta Tavares em Cotidiano

14 de janeiro de 2016 às 06:00

Há 3 anos
Eubeana Ferreira foi diagnosticada com doença degenerativa em maio de 2015 e, desde então, aguarda consulta e exame na fila de espera (FOTO: Reprodução/Facebook)

Eubeana Ferreira foi diagnosticada com doença degenerativa em maio de 2015 e, desde então, aguarda consulta e exame na fila de espera (FOTO: Reprodução/Facebook)

A irmã de uma cearense com doença degenerativa ainda desconhecida pede doações de medicamentos e produtos de higiene no Facebook. Eubeana Ferreira da Silva, de 36 anos, moradora de Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza, foi diagnosticada com uma doença degenerativa em maio de 2015, após ter convulsões e trombose nas duas pernas.

Segundo a irmã, Adriana Ferreira, a doença ainda não foi identificada em razão da espera pela liberação de exame de ressonância e de uma consulta com cirurgião vascular no Hospital Geral de Fortaleza. “Ela era uma pessoa normal, trabalhava com vendas na feira. A doença iniciou com uma infecção intestinal. Depois, a gente falava, e ela ficava desligada. Agora, está na fila de espera desde julho”, explica.

Em uma ida à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Horizonte, de acordo com Adriana, a irmã surtou após perceber o sumiço do filho, de apenas cinco anos. “Ela tem dois filhos, um de 14 e um de 5. Quando o mais novo sumiu, ela surtou, teve convulsões, trombose nas duas pernas e passou 20 dias internada. Logo depois, a criança apareceu, estava apenas brincando no parquinho”, lembra.

Aos poucos, Eubeana parou de andar e de falar. “Ela não dobra as pernas nem os braços. A gente só se entende pelo olhar”. Os medicamentos prescritos pelos médicos, assim como as comidas, devem ser dissolvidos e colocados em uma seringa de 20 mL.

“Não tenho condições de cuidar dela sozinha, então minha outra irmã veio morar comigo para me ajudar. Precisamos segurar para dar banho, comida, ela não faz nada sozinha. Os médicos estão trabalhando no escuro, não sabem exatamente o que é, por isso receitaram apenas remédios para diminuir as convulsões e calmantes”.

Segundo Adriana, Eubeana não reconhece mais os filhos e não reage aos estímulos. “Um dia, ela caiu e quebrou o nariz. Foi bem perigoso, porque ela não conseguia respirar apenas pela boca”, lamenta.

Com o objetivo de ajudar a irmã, Adriana publicou pedido de ajuda no Facebook. A publicação tem mais de 90 compartilhamentos e promessas de doações financeiras e por meio de orações. “Recebemos ajuda de uma igreja de Fortaleza, onde conseguimos leite e fraldas”, comemora.

A família pede doações de comidas, como leites, frutas e verduras; fraldas; produtos de higiene; pomadas para assaduras; lençóis; rede; ventilador; medicamentos e óleo de girassol.

“Estou desempregada, sobrevivemos apenas com o salário do meu pai, que também mora com a gente e está acamado. A nossa esperança é que ela consiga uma vaga para o cirurgião vascular, para que a gente identifique a doença e possa cuidar da melhor forma possível”, conclui.

Para ajudar: (85) 986848549 ou 991233944
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Agência: 4554- 3
Conta: 16867- X