Mãe de paciente mais jovem a receber coração comemora a recuperação da filha

ANO NOVO

Mãe de paciente mais jovem a receber coração comemora a recuperação da filha

Ariele Vitória fez um transplante de coração com apenas 3 meses de vida

Por Lyvia Rocha em Cotidiano

26 de dezembro de 2016 às 07:15

Há 3 anos
Ariele Vitória recebeu um novo coração com 3 meses (FOTO: Divulgação)

Ariele Vitória recebeu um novo coração com 3 meses (FOTO: Divulgação)

As palavras milagre e vitória já existiam no dicionário de Miriam da Silva Rocha, mas hoje elas resumem sentimentos de toda uma família em um natal diferente. Ariele Vitória nasceu em julho deste ano com a síndrome do coração hipoplástico.

A garotinha precisava de um transplante. Miriam chegou ao Ceará com a filha, com a então 15 dias de vida, trazendo na mala esperança, é o que conta a matéria da Tribuna Band News FM.

“A diferença é que eu tenho um milagre para contar. O ano passado eu estava grávida dela e nessa eu estou com ela essa história. Na capital de lá estava de greve, fechado e Deus providenciou essa vinda para cá”, conta Miriam.

Dois meses na fila e o momento mais esperado chegou: em outubro Vitória ganhou um coração novo, no hospital de Messejana. “Ficamos 3 dias só na expectativa, quando a doutora chegou e disse que a família doou. Quando ela disse que tinha dado certo e não consigo nem explicar”, fala emocionada.

Agora, Miriam quer trazer do Rio Grande do Norte a outra filha, irmão gêmea de Vitória e com a família reunida recomeçar em 2017.

Relembre o caso

Ariele é de Paraú, Rio Grande do Norte, e chegou ao Hospital de Messejana com apenas 15 dias de vida. Aos dois meses, ela foi incluída na fila de espera pelo transplante de coração, segundo a Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa).

“Ela nasceu com a síndrome do coração esquerdo hipoplásico e o tratamento convencional não apresentaria resultado. Assim, foi indicada ao transplante”, explica o cirurgião cardíaco Valdester Cavalcante, que realizou o transplante da criança.

Valdester ressaltou a importância de todos estarem atentos a possíveis doadores, principalmente em casos de doações de órgãos para crianças. Nesses casos, a compatibilidade do doador com o receptor pode ser mais restrita devido a fatores como peso e fator sanguíneo. “Agradecemos à família que foi sensível mesmo na dor e doou o coração para salvar a vida de Ariele”, destacou o cirurgião.

Ouça mais na matéria do repórter de Jack de Carvalho, da Tribuna Band News FM:

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Ariele Vitória fez um transplante de coração com apenas 3 meses de vida

Por Lyvia Rocha em Cotidiano

26 de dezembro de 2016 às 07:15

Há 3 anos
Ariele Vitória recebeu um novo coração com 3 meses (FOTO: Divulgação)

Ariele Vitória recebeu um novo coração com 3 meses (FOTO: Divulgação)

As palavras milagre e vitória já existiam no dicionário de Miriam da Silva Rocha, mas hoje elas resumem sentimentos de toda uma família em um natal diferente. Ariele Vitória nasceu em julho deste ano com a síndrome do coração hipoplástico.

A garotinha precisava de um transplante. Miriam chegou ao Ceará com a filha, com a então 15 dias de vida, trazendo na mala esperança, é o que conta a matéria da Tribuna Band News FM.

“A diferença é que eu tenho um milagre para contar. O ano passado eu estava grávida dela e nessa eu estou com ela essa história. Na capital de lá estava de greve, fechado e Deus providenciou essa vinda para cá”, conta Miriam.

Dois meses na fila e o momento mais esperado chegou: em outubro Vitória ganhou um coração novo, no hospital de Messejana. “Ficamos 3 dias só na expectativa, quando a doutora chegou e disse que a família doou. Quando ela disse que tinha dado certo e não consigo nem explicar”, fala emocionada.

Agora, Miriam quer trazer do Rio Grande do Norte a outra filha, irmão gêmea de Vitória e com a família reunida recomeçar em 2017.

Relembre o caso

Ariele é de Paraú, Rio Grande do Norte, e chegou ao Hospital de Messejana com apenas 15 dias de vida. Aos dois meses, ela foi incluída na fila de espera pelo transplante de coração, segundo a Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa).

“Ela nasceu com a síndrome do coração esquerdo hipoplásico e o tratamento convencional não apresentaria resultado. Assim, foi indicada ao transplante”, explica o cirurgião cardíaco Valdester Cavalcante, que realizou o transplante da criança.

Valdester ressaltou a importância de todos estarem atentos a possíveis doadores, principalmente em casos de doações de órgãos para crianças. Nesses casos, a compatibilidade do doador com o receptor pode ser mais restrita devido a fatores como peso e fator sanguíneo. “Agradecemos à família que foi sensível mesmo na dor e doou o coração para salvar a vida de Ariele”, destacou o cirurgião.

Ouça mais na matéria do repórter de Jack de Carvalho, da Tribuna Band News FM: