No mesmo dia da morte de Cristiano Araújo, cearense capotou carro e foi salvo por cinto


No mesmo dia da morte de Cristiano Araújo, cearense capotou carro e foi salvo por cinto

Um carro colidiu com o táxi onde Diego Gregório estava na noite da quarta-feira (24), em Fortaleza. Ele foi salvo pelo cinto de segurança

Por Marianna Gomes em Cotidiano

26 de junho de 2015 às 15:30

Há 4 anos
Táxi em que o jornalista Diego Gregória estava foi atingido por outro veículo. A colisão fez o automóvel capotar duas vezes. (FOTO: Diego Gregório/ Arquivo Pessoal)

Táxi em que o jornalista Diego Gregória estava foi atingido por outro veículo. (FOTO: Diego Gregório/ Arquivo Pessoal)

Menos de 24 horas após o acidente de carro que vitimou o cantor sertanejo Cristiano Araújo e sua namorada, um cearense passou por situação semelhante em Fortaleza. Em ambos os casos, o carro capotou, mas graças ao cinto de segurança que o jornalista Diego Gregório usava no momento, o pior não aconteceu.

Na noite da última quarta-feira (24), Diego voltava de táxi para casa por volta das 22h30. Ao passar pela rua Senador Pompeu, no bairro Benfica, um carro dirigido por uma mulher bateu na lateral do veículo onde estava.

O forte impacto da colisão fez o automóvel capotar duas vezes. O jornalista estava no banco do carona. “Fiquei de cabeça pra baixo, preso pelo cinto. Tive muito medo”, conta. Ele saiu pela janela e sofreu apenas arranhões em um dos joelhos. Nada aconteceu ao motorista do táxi.

Segundo o jornalista, a motorista não prestou socorro. “Ela encostou em um carro antes e, para fugir, bateu no nosso, além não ter habilitação e estar sob efeito de algo. Os policiais do Ronda viram e não fizeram nada. Ela chamou a mãe, que assumiu a culpa e depois fugiu, instruída pelo pai advogado”, revela.

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Jornalista publicou relato de seu acidente. (FOTO: Reprodução)

Diego relata que tentou entrar em contato mais de dez vezes com a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), sem sucesso. “O juizado móvel só apareceu três da madrugada”. Ele conta que não prestou Boletim de Ocorrência pelo estado de choque que ficou.”Só queria ir pra casa”, desabafa.

O jornalista afirma que sempre usa o cinto de segurança quando está de carro, e isso salvou sua vida.“Por milagre de Deus nada aconteceu. Graças a ele e ao cinto de segurança, que foi a diferença entre a minha vida e a morte do cantor Cristiano Araújo”, finaliza.

Em seu perfil no Facebook, Diego relatou o que aconteceu, afirmando que nasceu novamente. “Chorei muito quando cheguei! Estou bem e vivo. Nasci novamente, no dia de São João Batista minha vida recomeçou”.

Cinto de segurança ainda é pouco utilizado

O cinto de segurança que salvou a vida de Diego pode não ter sido usado pelo cantor Cristiano e a namorada, é o que aponta a investigação do caso. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, (IBGE), divulgados no início do mês apontam que 79,4% das pessoas utilizam cinto de segurança no banco da frente e apenas 50,2% no banco de trás – onde estavam o cantor e a companheira.

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No mesmo dia da morte de Cristiano Araújo, cearense capotou carro e foi salvo por cinto

Um carro colidiu com o táxi onde Diego Gregório estava na noite da quarta-feira (24), em Fortaleza. Ele foi salvo pelo cinto de segurança

Por Marianna Gomes em Cotidiano

26 de junho de 2015 às 15:30

Há 4 anos
Táxi em que o jornalista Diego Gregória estava foi atingido por outro veículo. A colisão fez o automóvel capotar duas vezes. (FOTO: Diego Gregório/ Arquivo Pessoal)

Táxi em que o jornalista Diego Gregória estava foi atingido por outro veículo. (FOTO: Diego Gregório/ Arquivo Pessoal)

Menos de 24 horas após o acidente de carro que vitimou o cantor sertanejo Cristiano Araújo e sua namorada, um cearense passou por situação semelhante em Fortaleza. Em ambos os casos, o carro capotou, mas graças ao cinto de segurança que o jornalista Diego Gregório usava no momento, o pior não aconteceu.

Na noite da última quarta-feira (24), Diego voltava de táxi para casa por volta das 22h30. Ao passar pela rua Senador Pompeu, no bairro Benfica, um carro dirigido por uma mulher bateu na lateral do veículo onde estava.

O forte impacto da colisão fez o automóvel capotar duas vezes. O jornalista estava no banco do carona. “Fiquei de cabeça pra baixo, preso pelo cinto. Tive muito medo”, conta. Ele saiu pela janela e sofreu apenas arranhões em um dos joelhos. Nada aconteceu ao motorista do táxi.

Segundo o jornalista, a motorista não prestou socorro. “Ela encostou em um carro antes e, para fugir, bateu no nosso, além não ter habilitação e estar sob efeito de algo. Os policiais do Ronda viram e não fizeram nada. Ela chamou a mãe, que assumiu a culpa e depois fugiu, instruída pelo pai advogado”, revela.

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Jornalista publicou relato de seu acidente. (FOTO: Reprodução)

Diego relata que tentou entrar em contato mais de dez vezes com a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), sem sucesso. “O juizado móvel só apareceu três da madrugada”. Ele conta que não prestou Boletim de Ocorrência pelo estado de choque que ficou.”Só queria ir pra casa”, desabafa.

O jornalista afirma que sempre usa o cinto de segurança quando está de carro, e isso salvou sua vida.“Por milagre de Deus nada aconteceu. Graças a ele e ao cinto de segurança, que foi a diferença entre a minha vida e a morte do cantor Cristiano Araújo”, finaliza.

Em seu perfil no Facebook, Diego relatou o que aconteceu, afirmando que nasceu novamente. “Chorei muito quando cheguei! Estou bem e vivo. Nasci novamente, no dia de São João Batista minha vida recomeçou”.

Cinto de segurança ainda é pouco utilizado

O cinto de segurança que salvou a vida de Diego pode não ter sido usado pelo cantor Cristiano e a namorada, é o que aponta a investigação do caso. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, (IBGE), divulgados no início do mês apontam que 79,4% das pessoas utilizam cinto de segurança no banco da frente e apenas 50,2% no banco de trás – onde estavam o cantor e a companheira.