Pacientes fazem transplantes de coração e se apaixonam em hospital

NOVOS CORAÇÕES

Pacientes fazem transplantes de coração e se apaixonam em hospital

O amor surgiu quando cada um recebeu um transplante de coração na década de 1990

Por Lyvia Rocha em Cotidiano

19 de outubro de 2016 às 07:00

Há 3 anos
casal-apaixonado-transplantado

O casal é transplantado (FOTO: Reprodução/Nordestv)

Um casal que bate em um só ritmo. Aliás, toda história de amor deveria ser assim, mas esses dois tem algo bem mais especial do que um sentimento em comum: novos corações.

O comerciante José Milton e a costureira Marilac sofreram um problema de coração no final da década de 90. Ele conseguiu receber um novo coração primeiro. Dois anos depois, foi a vez da Marilac. Hoje, são saudáveis e felizes.

Eles se conheceram no Hospital do Coração, em Messejana. “Era difícil. Eu fiquei dois anos na fila e mudou tudo. Fiquei bom. Eu chorava de alegria”, diz José. Sobre o sentimento que nasceu entre eles, começou quando Marilac começou a trabalhar na cantina do hospital. Atualmente eles são “namoridos”.

Conhecido como “Peixinho”, o comerciante comemora a relação com a sua peixinha cantando: “Quem dera ser um peixe, para em teu límpido aquário mergulhar”, brinca.

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NOVOS CORAÇÕES

Pacientes fazem transplantes de coração e se apaixonam em hospital

O amor surgiu quando cada um recebeu um transplante de coração na década de 1990

Por Lyvia Rocha em Cotidiano

19 de outubro de 2016 às 07:00

Há 3 anos
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O casal é transplantado (FOTO: Reprodução/Nordestv)

Um casal que bate em um só ritmo. Aliás, toda história de amor deveria ser assim, mas esses dois tem algo bem mais especial do que um sentimento em comum: novos corações.

O comerciante José Milton e a costureira Marilac sofreram um problema de coração no final da década de 90. Ele conseguiu receber um novo coração primeiro. Dois anos depois, foi a vez da Marilac. Hoje, são saudáveis e felizes.

Eles se conheceram no Hospital do Coração, em Messejana. “Era difícil. Eu fiquei dois anos na fila e mudou tudo. Fiquei bom. Eu chorava de alegria”, diz José. Sobre o sentimento que nasceu entre eles, começou quando Marilac começou a trabalhar na cantina do hospital. Atualmente eles são “namoridos”.

Conhecido como “Peixinho”, o comerciante comemora a relação com a sua peixinha cantando: “Quem dera ser um peixe, para em teu límpido aquário mergulhar”, brinca.

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