Pedala, Fortaleza! Saiba qual a bicicleta ideal para o seu estilo de vida


Pedala, Fortaleza! Saiba qual a bicicleta ideal para o seu estilo de vida

Tribuna do Ceará falou com alguns praticantes do ciclismo urbano para elaborar uma lista com bicicletas para os mais diferentes objetivos

Por Daniel Herculano em Cotidiano

24 de janeiro de 2014 às 08:00

Há 5 anos

Nosso dia-a-dia é repleto de deslocamentos. Ir de casa para o trabalho ou apenas comprar o pãozinho na esquina. Da faculdade ou do colégio para casa, de casa para a academia. Mas será que alguns desses fluxos poderiam ser feitos de bicicletas? Pensando nisso, o portal Tribuna do Ceará falou com alguns praticantes do ciclismo urbano para elaborar uma lista com bicicletas para os mais diferentes objetivos. As dicas são para oferecer maior conforto, tornando o ato de pedalar um momento de prazer e diversão. Assim você saberá qual a bicicleta ideal para o seu estilo de vida.

Habitué das pedaladas no asfalto há oito anos, usando a bicicleta como transporte entre a casa e o trabalho, o publicitário e designer Daniel Mangualde, morava em Fortaleza até o final de 2013, mas por escolhas profissionais hoje mora em São Paulo, uma cidade que, segundo ele, “acolhe com mais naturalidade o ciclista”.

Lucas Landim presidente da Ciclovida, movimento que procura divulgar o uso das bicicletas como uma saída para o transporte em Fortaleza, pratica o ciclismo pelas ruas da cidade desde 2008, como transporte e lazer, pois diz que “é difícil não se divertir ao pedalar”.

Goldbery Capistrano é psicólogo, usa diariamente as ciclofaixas e ciclovias de Fortaleza, faz compras no supermercado e passeia com os amigos. E ressalta que “dirigir, só quando estou acompanhado ou não tenho estrutura mínima para guardar a bicicleta no meu destino”.

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Ciclofaixa Canuto de Aguiar

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Ciclofaixa Canuto de Aguiar

Ciclofaixa Canuto de Aguiar

Muitos já perguntaram à Mangualde qual a bicicleta que recomenda para o dia-a-dia na cidade, sua resposta acaba por se desdobrar em várias dicas. “Para quem nunca andou de bike o ideal é uma que tenha uma de aro 700, com pneu urbano e não precisa de suspensão nem freio a disco”, disse o publicitário ao recomendar a Caloi City ou Monark Tropical. Esses modelos têm o conforto do banco em ‘quick release’, que amortece as trepidações ao passar por terrenos irregulares, tem um aro de maior diâmetro, garfo rígido, bagageiro e muitas marchas, além de ser barata.

“Para a cidade eu recomendo as chamadas ‘Urbanas’ (que variam de R$ 2 a 5 mil), mas reclamam do preço… Daí eu indico uma ‘Barra Circular’ (BC), aí acham que é ‘bike’ de pobre. Sinceramente, uma BC para uso regular é lindo, é confortável, barata e tem bagageiro para carregar as coisas” explica. Goldbery também concorda, ao afirmar que a melhor escolha é uma ‘Urbana’, apensar do preço. “Na cidade Fortaleza eu acredito que o principal uso da bicicleta seria para passeios, transporte de curta distância, utilizando apenas ou principalmente o asfalto. Considerando esta finalidade, o tipo de bicicleta ideal seria a urbana, que já traz um desenho destinado ao maior conforto para o ciclista. No mundo do ciclismo, Fortaleza é uma cidade plana, que não impõe a necessidade do uso de tantas marchas”.

> LEIA MAIS:

Por usar uma ‘Fixa’, o publicitário admite que não é um ciclista modelo, pois essas bicicletas são originalmente de corrida, para se usar em velódromos. “São difíceis de pedalar para um principiante, mas eu acho ótimo”. O presidente do Ciclovida também concorda. “As fixas são, basicamente, bicicletas que não possuem o mecanismo que permite você pegar a famosa “banguela” ou parar de pedalar e raramente se usa freio. Portanto é recomendado a quem já é experiente”. As bicicletas ‘Fixas’ possuem variações também de ‘Speed’, que são bem mais caras e chegam até à R$ 25 mil.

“As populares Mountain Bike (MTB) são bicicletas desenvolvidas para uso na terra, saltar pequenas alturas ou suportar pequenos buracos” diz o psicólogo, ao ressaltar que esse estilo de bicicleta é mais presente nos passeios noturnos, os populares night bikes. Já o designer não recomenda, pois esse tipo é para ser usado com o objetivo de fazer percursos com irregularidades. “Apesar de nossas vias não serem 100%, não é o caso de comprar uma. É o mesmo coisa desses caras que comprar um 4X4 enormes para andar na cidade, sem nexo”, arremata.

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Outra dica do publicitário são as bicicletas ‘Dobráveis’. “Para quem anda de ônibus ou metrô como complemento dos deslocamentos, ou não tem onde guarda a bike, compre uma dobrável, é muito prático”. Lucas também aprova a praticidade das ‘Dobráveis’, pois “são perfeitas para quem quer combinar vários modais, como bike e ônibus, bike e carro ou tem dificuldade para guardar a bicicleta, pois ela cabe até debaixo de uma mesa de escritório”. Já dentre as desvantagens, destaca as dificuldades para transpor certos tipos de buracos e por serem menos estáveis.

Sobre as ‘Elétricas’, o presidente da Ciclovida exalta que há uma grande discussão, em âmbito nacional sobre as bicicletas elétricas. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) informa que as bicicletas de pedal assistido (aquelas que o motor só funciona enquanto o usuário estiver pedalando) se equiparam às bicicletas convencionais, de propulsão humana, com potência máxima de 350 watts e velocidade máxima de 25km/h, enquanto que as equipadas com acelerador foram equiparadas aos ciclomotores e exigem habilitação.

“Deve-se tomar cuidado ao adquirir a bicicleta elétrica, pois sem pedal assistido não se pode trafegar por ciclovias e ciclofaixas”, explica. Segundo Landim, a bicicleta elétrica possui duas grandes desvantagens: o tempo de carga e o peso. “São bem mais pesadas que as bicicletas convencionais. Caso acabe a bateria no meio do percurso, o ato de pedalar, transportando o peso extra da bateria e do motor vai exigir um bom esforço do ciclista”, adverte.

Capistrano sugere ainda que, ao procure uma bike, vá à uma loja que você possa usar a bicicleta, que você possa subir nela e, se possível, até dar uma volta. “Não importa quantas dicas se dê, quem vai comprar a bicicleta é quem sabe do que e de como ele realmente gosta de pedalar”, finaliza. Lucas também concorda, pois o ideal é testar muitas bicicletas antes de optar por um modelo. “Muita gente acredita de que querem comprar uma MTB, uma speed e se apaixonam quando usam uma urbana, uma dobrável ou uma fixa”. E no fim, todos concordam que o que importa mesmo é que você tenha uma relação de conforto com a sua bicicleta, por que pedalar é preciso.

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Habitué das pedaladas no asfalto há oito anos, usando a bicicleta como transporte entre a casa e o trabalho, o publicitário e designer Daniel Mangualde, morava em Fortaleza até o final de 2013, mas por escolhas profissionais hoje mora em São Paulo, uma cidade que, segundo ele, “acolhe com mais naturalidade o ciclista”.

Lucas Landim presidente da Ciclovida, movimento que procura divulgar o uso das bicicletas como uma saída para o transporte em Fortaleza, pratica o ciclismo pelas ruas da cidade desde 2008, como transporte e lazer, pois diz que “é difícil não se divertir ao pedalar”.

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“Para a cidade eu recomendo as chamadas ‘Urbanas’ (que variam de R$ 2 a 5 mil), mas reclamam do preço… Daí eu indico uma ‘Barra Circular’ (BC), aí acham que é ‘bike’ de pobre. Sinceramente, uma BC para uso regular é lindo, é confortável, barata e tem bagageiro para carregar as coisas” explica. Goldbery também concorda, ao afirmar que a melhor escolha é uma ‘Urbana’, apensar do preço. “Na cidade Fortaleza eu acredito que o principal uso da bicicleta seria para passeios, transporte de curta distância, utilizando apenas ou principalmente o asfalto. Considerando esta finalidade, o tipo de bicicleta ideal seria a urbana, que já traz um desenho destinado ao maior conforto para o ciclista. No mundo do ciclismo, Fortaleza é uma cidade plana, que não impõe a necessidade do uso de tantas marchas”.

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