Estudantes do Ceará criam cartilha alertando sobre riscos da automedicação

SAÚDE

Estudantes do Ceará criam cartilha alertando sobre riscos da automedicação

De acordo com os estudantes de Farmácia, a faixa etária que mais pode mais pode sofrer as consequências da automedicação são os idosos

Por Lya Cardoso em Educação

28 de janeiro de 2019 às 07:00

Há 7 meses
O trabalho foi feito de forma voluntária como forma de alerta para população (FOTO: Arquivo Pessoal)

O trabalho foi feito de forma voluntária como forma de alerta para população (FOTO: Arquivo Pessoal)

O ato de ingerir medicamento sem orientação de um profissional pode causar diversos riscos à saúde. Pensando em alertar a população, os estudantes do curso de Farmácia da Universidade de Fortaleza (Unifor) Igor Gomes e Débora Rodrigues criaram uma cartilha sobre os riscos da automedicação para pessoas idosas.

O documento, feito na Liga Acadêmica de Toxicologia (Latox), ainda fala da importância do farmacêutico para tirar dúvidas sobre medicamentos, exames e doenças.

Durante a pesquisa, o estudante entrevistou 100 pacientes idosos, entre 60 e 90 anos, questionando sobre o consumo de medicamentos. Segundo ele, a faixa etária que mais pode mais pode sofrer as consequências da automedicação são os idosos. “Eles tem menos proteínas plasmáticas e outros problemas de saúde”. 

Algumas das perguntas abordavam qual a influencia que a pessoa teve para utilizar o medicamento sem uma prescrição médica, e, segundo ele, a resposta mais comum era a influencia de terceiros. “Um amigo ou um vizinho indica um medicamento e acaba causando impactos a saúde”.

Igor explica que os riscos de intoxicação por medicamentos tem grandes números no Ceará. “Eu tive a oportunidade de participar do estágio no Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox), do Instituto Dr. José Frota (IJF), a gente trabalhava com intoxicação por medicamentos e lá era fácil receber um paciente intoxicado por medicamento”. Para ele, é necessário que o assunto seja debatido e realizadas companhas de promoção de saúde voltado para o assunto.

Confira cartilha: 

automedicacao
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(FOTO: Divulgação)

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(FOTO: Divulgação)

(FOTO: Divulgação)

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Estudantes do Ceará criam cartilha alertando sobre riscos da automedicação

De acordo com os estudantes de Farmácia, a faixa etária que mais pode mais pode sofrer as consequências da automedicação são os idosos

Por Lya Cardoso em Educação

28 de janeiro de 2019 às 07:00

Há 7 meses
O trabalho foi feito de forma voluntária como forma de alerta para população (FOTO: Arquivo Pessoal)

O trabalho foi feito de forma voluntária como forma de alerta para população (FOTO: Arquivo Pessoal)

O ato de ingerir medicamento sem orientação de um profissional pode causar diversos riscos à saúde. Pensando em alertar a população, os estudantes do curso de Farmácia da Universidade de Fortaleza (Unifor) Igor Gomes e Débora Rodrigues criaram uma cartilha sobre os riscos da automedicação para pessoas idosas.

O documento, feito na Liga Acadêmica de Toxicologia (Latox), ainda fala da importância do farmacêutico para tirar dúvidas sobre medicamentos, exames e doenças.

Durante a pesquisa, o estudante entrevistou 100 pacientes idosos, entre 60 e 90 anos, questionando sobre o consumo de medicamentos. Segundo ele, a faixa etária que mais pode mais pode sofrer as consequências da automedicação são os idosos. “Eles tem menos proteínas plasmáticas e outros problemas de saúde”. 

Algumas das perguntas abordavam qual a influencia que a pessoa teve para utilizar o medicamento sem uma prescrição médica, e, segundo ele, a resposta mais comum era a influencia de terceiros. “Um amigo ou um vizinho indica um medicamento e acaba causando impactos a saúde”.

Igor explica que os riscos de intoxicação por medicamentos tem grandes números no Ceará. “Eu tive a oportunidade de participar do estágio no Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox), do Instituto Dr. José Frota (IJF), a gente trabalhava com intoxicação por medicamentos e lá era fácil receber um paciente intoxicado por medicamento”. Para ele, é necessário que o assunto seja debatido e realizadas companhas de promoção de saúde voltado para o assunto.

Confira cartilha: 

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(FOTO: Divulgação)

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