ONG reúne estudantes de engenharia para ajudar comunidades carentes - Noticias

BOAS AÇÕES

ONG reúne estudantes de engenharia para ajudar comunidades carentes

Voluntários desenvolvem tecnologias alternativas a fim de minimizar a pobreza e as desigualdades sociais

Por Roberta Tavares em Educação

14 de junho de 2016 às 06:30

Há 3 anos
ONG atua em Fortaleza desde 2014 (FOTO: Divulgação)

ONG atua em Fortaleza desde 2014 (FOTO: Divulgação)

Ao acreditar na importância da engenharia para a transformação social, a ONG internacional Engenheiros Sem Fronteiras (ESF) atua em comunidades carentes, levando conhecimentos e técnicas para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Em Fortaleza, 20 profissionais e estudantes de engenharia de diversas faculdades se reúnem na Universidade Federal do Ceará (UFC), campus do Pici, para definir projetos de atuação da ONG na cidade.

Estephano Bessa, de 21 anos, é acadêmico de Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade de Fortaleza (Unifor), e vice-diretor da ESF no Ceará. De acordo com ele, os voluntários já atuaram nos Bairros Sapiranga e Serviluz, além da praia de Jericoacoara, a 295 quilômetros da capital.

“Aplicamos o projeto horta solidária na Sapiranga, trabalhamos com educação ambiental, elaboramos projeto de construção das plantas elétrica, civil e hidráulica em uma associação no Serviluz, também demos duas oficinas em Jericoacoara, uma de sabão ecológico e outra da horta solidária”, aponta.

Os voluntários têm o papel de agentes da transformação tanto em comunidades carentes, como em escolas públicas e em outras instituições não-governamentais. Em Fortaleza, os jovens participantes são, em sua maioria, da Unifor, Fanor, UFC e IFCE. Eles realizam estudos, pesquisas e cursos de capacitação para a comunidade, além de desenvolver tecnologias alternativas a fim de minimizar a pobreza e as desigualdades sociais na região em que atuam.

“Fazemos as visitas e analisamos os problemas encontrados no local, ouvimos as pessoas envolvidas e conhecemos a história da comunidade. Depois, vamos com a equipe técnica pegar dados e começar a fazer o planejamento dos projetos, podendo ser um ou mais, dependendo da situação. Por fim, aplicamos os projetos e vamos acompanhando o desenvolvimento”, explica Estephano.

Os primeiros Engenheiros Sem Fronteiras surgiram na França, nos anos 80. A ideia se espalhou e, nos anos 90, Espanha e Itália participaram do processo. No final dos anos 90, o Canadá também criou o grupo, que logo auxiliou no desenvolvimento de um no Reino Unido. Há, atualmente, mais de 60 grupos em diversos países: Jordânia, Iraque, Gana, Burundi, Camboja, Uganda e até Serra Leoa, um dos mais pobres do mundo.

No Brasil, a organização é recente. Atualmente conta com 35 núcleos, espalhados em 10 estados, com quase 800 membros. A sede nacional do ESF Brasil localiza-se em Viçosa, Minas Gerais. Em Fortaleza, o grupo foi desenvolvido em outubro de 2014 e conta com o apoio da prefeitura municipal; do grupo de trabalho criado para aproximar os estudantes ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, chamado Creajr; do Masterfocus; e da Unifor.

“Somos independentes, não somos associados a qualquer partido ou estado, e desenvolvemos projetos baseados em engenharia com finalidade social”, conclui o vice-diretor, acrescentando que, quando há necessidade de voluntários, as vagas são divulgadas nas redes sociais da ONG. Contatos também podem ser feitos pelo e-mail: fortaleza@esf-brasil.org.

ONG ENGENHEIROS SEM FRONTEIRAS
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(FOTO: Divulgação)

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Voluntários desenvolvem tecnologias alternativas a fim de minimizar a pobreza e as desigualdades sociais

Por Roberta Tavares em Educação

14 de junho de 2016 às 06:30

Há 3 anos
ONG atua em Fortaleza desde 2014 (FOTO: Divulgação)

ONG atua em Fortaleza desde 2014 (FOTO: Divulgação)

Ao acreditar na importância da engenharia para a transformação social, a ONG internacional Engenheiros Sem Fronteiras (ESF) atua em comunidades carentes, levando conhecimentos e técnicas para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Em Fortaleza, 20 profissionais e estudantes de engenharia de diversas faculdades se reúnem na Universidade Federal do Ceará (UFC), campus do Pici, para definir projetos de atuação da ONG na cidade.

Estephano Bessa, de 21 anos, é acadêmico de Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade de Fortaleza (Unifor), e vice-diretor da ESF no Ceará. De acordo com ele, os voluntários já atuaram nos Bairros Sapiranga e Serviluz, além da praia de Jericoacoara, a 295 quilômetros da capital.

“Aplicamos o projeto horta solidária na Sapiranga, trabalhamos com educação ambiental, elaboramos projeto de construção das plantas elétrica, civil e hidráulica em uma associação no Serviluz, também demos duas oficinas em Jericoacoara, uma de sabão ecológico e outra da horta solidária”, aponta.

Os voluntários têm o papel de agentes da transformação tanto em comunidades carentes, como em escolas públicas e em outras instituições não-governamentais. Em Fortaleza, os jovens participantes são, em sua maioria, da Unifor, Fanor, UFC e IFCE. Eles realizam estudos, pesquisas e cursos de capacitação para a comunidade, além de desenvolver tecnologias alternativas a fim de minimizar a pobreza e as desigualdades sociais na região em que atuam.

“Fazemos as visitas e analisamos os problemas encontrados no local, ouvimos as pessoas envolvidas e conhecemos a história da comunidade. Depois, vamos com a equipe técnica pegar dados e começar a fazer o planejamento dos projetos, podendo ser um ou mais, dependendo da situação. Por fim, aplicamos os projetos e vamos acompanhando o desenvolvimento”, explica Estephano.

Os primeiros Engenheiros Sem Fronteiras surgiram na França, nos anos 80. A ideia se espalhou e, nos anos 90, Espanha e Itália participaram do processo. No final dos anos 90, o Canadá também criou o grupo, que logo auxiliou no desenvolvimento de um no Reino Unido. Há, atualmente, mais de 60 grupos em diversos países: Jordânia, Iraque, Gana, Burundi, Camboja, Uganda e até Serra Leoa, um dos mais pobres do mundo.

No Brasil, a organização é recente. Atualmente conta com 35 núcleos, espalhados em 10 estados, com quase 800 membros. A sede nacional do ESF Brasil localiza-se em Viçosa, Minas Gerais. Em Fortaleza, o grupo foi desenvolvido em outubro de 2014 e conta com o apoio da prefeitura municipal; do grupo de trabalho criado para aproximar os estudantes ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, chamado Creajr; do Masterfocus; e da Unifor.

“Somos independentes, não somos associados a qualquer partido ou estado, e desenvolvemos projetos baseados em engenharia com finalidade social”, conclui o vice-diretor, acrescentando que, quando há necessidade de voluntários, as vagas são divulgadas nas redes sociais da ONG. Contatos também podem ser feitos pelo e-mail: fortaleza@esf-brasil.org.

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