Professoras cearenses ganham prêmio por iniciativas que buscam o fim do bullying e brigas no recreio


Professoras cearenses ganham prêmio por iniciativas que buscam o fim do bullying e brigas no recreio

As ações se estenderam para fora da sala de aula do 5º ano, contagiando diretores, coordenadores e outros alunos

Por Tribuna do Ceará em Educação

13 de dezembro de 2015 às 07:00

Há 4 anos

O Instituto TIM promoveu nesta sexta-feira (11), em Fortaleza, a cerimônia de entrega do Prêmio TIM Faz Ciência, que homenageou professores que se destacaram durante o ano de 2015 dentro do programa de mesmo nome.

Na solenidade, realizada no Teatro Celina Queiroz da Universidade de Fortaleza (Unifor), foram premiadas as professoras Elisângela Oliveira Pereira, do 5º ano da EMEF José Ferreira da Costa, em Aquiraz, e Nilza Maria Morais Cunha, do 5º ano da EM Quintino Cunha, na capital. Os demais homenageados foram os profissionais Suelen de Araújo Santos de São Bernardo do Campo (SP), Alires Jakobowski de Massaranduba (SC) e Ednéia Patrícia Dias de Florianópolis (SC).

 

Professor Nilza Cunha comemora premiação com alunos (FOTO: Divulgação)

Professor Nilza Cunha comemora premiação com alunos (FOTO: Divulgação)

As professoras cearenses destacaram-se com iniciativas que buscam o fim do bullying e brigas no recreio entre colegas, por meio de conversas e brincadeiras saudáveis, proporcionando assim uma melhor convivência entre os alunos. As ações se estenderam para fora da sala de aula do 5º ano, contagiando diretores, coordenadores e outros alunos, resultando numa melhora para toda a escola.

“Sem a colaboração de toda uma equipe, que acreditou no Tim Faz Ciência nós não estaríamos aqui, foi um trabalho conjunto dos profissionais do colégio e dos alunos. Com essa experiência, eu tenho a certeza que a vida dos meus alunos nunca mais será a mesma”, falou a professora Nilza Cunha, que levou toda a turma do 5º ano a entrega do prêmio. Elisângela Pereira do município de Aquiraz também falou emocionada sobre a homenagem: “O conhecimento que adquirimos nessa experiência ninguém vai tirar da gente, é algo que vamos levar para a vida toda”, finalizou a professora.

Sobre o evento

O TIM Faz Ciência é uma iniciativa do Instituto TIM que convida professores e estudantes de 4º e 5º anos de ensino fundamental, a explorar operações intelectuais próprias à produção de conhecimento científico: observar, verificar, classificar, questionar, definir, aplicar e generalizar.

O programa foi elaborado a partir da afirmação de um dos pensadores mais importantes do século XX, Neil Postman, que dedicou sua vida a pensar a educação moderna, a escola, a sociedade, a tecnologia. Ele diz que todo o conhecimento que produzimos é resultado de operações intelectuais.

Essas operações se tornaram os sete procedimentos usados pelos cientistas para produzir e validar o conhecimento científico. E o TIM Faz Ciência está organizado sobre essa ideia. Todas as aulas, histórias, textos e atividades do programa foram elaborados para que as crianças participantes não só realizem essas operações, mas, principalmente, aprendam a reconhecer, a aprimorar, a falar sobre cada uma delas. Realizado desde 2014, o programa envolve mais de 120 mil estudantes e cerca de 3.500 professores de escolas públicas de 232 municípios pelo Brasil.

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As ações se estenderam para fora da sala de aula do 5º ano, contagiando diretores, coordenadores e outros alunos

Por Tribuna do Ceará em Educação

13 de dezembro de 2015 às 07:00

Há 4 anos

O Instituto TIM promoveu nesta sexta-feira (11), em Fortaleza, a cerimônia de entrega do Prêmio TIM Faz Ciência, que homenageou professores que se destacaram durante o ano de 2015 dentro do programa de mesmo nome.

Na solenidade, realizada no Teatro Celina Queiroz da Universidade de Fortaleza (Unifor), foram premiadas as professoras Elisângela Oliveira Pereira, do 5º ano da EMEF José Ferreira da Costa, em Aquiraz, e Nilza Maria Morais Cunha, do 5º ano da EM Quintino Cunha, na capital. Os demais homenageados foram os profissionais Suelen de Araújo Santos de São Bernardo do Campo (SP), Alires Jakobowski de Massaranduba (SC) e Ednéia Patrícia Dias de Florianópolis (SC).

 

Professor Nilza Cunha comemora premiação com alunos (FOTO: Divulgação)

Professor Nilza Cunha comemora premiação com alunos (FOTO: Divulgação)

As professoras cearenses destacaram-se com iniciativas que buscam o fim do bullying e brigas no recreio entre colegas, por meio de conversas e brincadeiras saudáveis, proporcionando assim uma melhor convivência entre os alunos. As ações se estenderam para fora da sala de aula do 5º ano, contagiando diretores, coordenadores e outros alunos, resultando numa melhora para toda a escola.

“Sem a colaboração de toda uma equipe, que acreditou no Tim Faz Ciência nós não estaríamos aqui, foi um trabalho conjunto dos profissionais do colégio e dos alunos. Com essa experiência, eu tenho a certeza que a vida dos meus alunos nunca mais será a mesma”, falou a professora Nilza Cunha, que levou toda a turma do 5º ano a entrega do prêmio. Elisângela Pereira do município de Aquiraz também falou emocionada sobre a homenagem: “O conhecimento que adquirimos nessa experiência ninguém vai tirar da gente, é algo que vamos levar para a vida toda”, finalizou a professora.

Sobre o evento

O TIM Faz Ciência é uma iniciativa do Instituto TIM que convida professores e estudantes de 4º e 5º anos de ensino fundamental, a explorar operações intelectuais próprias à produção de conhecimento científico: observar, verificar, classificar, questionar, definir, aplicar e generalizar.

O programa foi elaborado a partir da afirmação de um dos pensadores mais importantes do século XX, Neil Postman, que dedicou sua vida a pensar a educação moderna, a escola, a sociedade, a tecnologia. Ele diz que todo o conhecimento que produzimos é resultado de operações intelectuais.

Essas operações se tornaram os sete procedimentos usados pelos cientistas para produzir e validar o conhecimento científico. E o TIM Faz Ciência está organizado sobre essa ideia. Todas as aulas, histórias, textos e atividades do programa foram elaborados para que as crianças participantes não só realizem essas operações, mas, principalmente, aprendam a reconhecer, a aprimorar, a falar sobre cada uma delas. Realizado desde 2014, o programa envolve mais de 120 mil estudantes e cerca de 3.500 professores de escolas públicas de 232 municípios pelo Brasil.