Operários de obra do Minha Casa, Minha Vida paralisam atividades em Fortaleza


Operários de obra do Minha Casa, Minha Vida paralisam atividades em Fortaleza

“Tem operário que trabalha até duas horas da manhã e não recebe hora extra”, diz diretor do Sindicato

Por Roberta Tavares em Fortaleza

24 de julho de 2013 às 08:04

Há 6 anos

Cerca de 400 trabalhadores paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira (24), no canteiro de obras do “Minha Casa, Minha Vida”, no Bairro José Walter, em Fortaleza. A paralisação iniciou às 7h30.

Os operários reivindicam melhores condições de trabalho. “Estamos parados com o objetivo de chamar a atenção para alguns problemas existentes na obra”, diz o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil da Região Metropolitana de Fortaleza (STICCRMF), Francisco Gonzaga.

Reivindicações

Segundo o Sindicato, os trabalhadores protestam contra a jornada de trabalho, o não-pagamento de hora extra, má alimentação e falta de água potável. “Tem operário que trabalha até duas horas da manhã e não recebe hora extra. Além disso, não temos equipamentos de segurança para podermos realizar os trabalhos”, explica Gonzaga.

Ainda não há previsão para a retomada das atividades. O Tribuna do Ceará tentou entrar em contato com a empresa responsável pela obra, mas as ligações não foram atendidas.

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Operários de obra do Minha Casa, Minha Vida paralisam atividades em Fortaleza

“Tem operário que trabalha até duas horas da manhã e não recebe hora extra”, diz diretor do Sindicato

Por Roberta Tavares em Fortaleza

24 de julho de 2013 às 08:04

Há 6 anos

Cerca de 400 trabalhadores paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira (24), no canteiro de obras do “Minha Casa, Minha Vida”, no Bairro José Walter, em Fortaleza. A paralisação iniciou às 7h30.

Os operários reivindicam melhores condições de trabalho. “Estamos parados com o objetivo de chamar a atenção para alguns problemas existentes na obra”, diz o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil da Região Metropolitana de Fortaleza (STICCRMF), Francisco Gonzaga.

Reivindicações

Segundo o Sindicato, os trabalhadores protestam contra a jornada de trabalho, o não-pagamento de hora extra, má alimentação e falta de água potável. “Tem operário que trabalha até duas horas da manhã e não recebe hora extra. Além disso, não temos equipamentos de segurança para podermos realizar os trabalhos”, explica Gonzaga.

Ainda não há previsão para a retomada das atividades. O Tribuna do Ceará tentou entrar em contato com a empresa responsável pela obra, mas as ligações não foram atendidas.