Audiência de conciliação entre Ciro Gomes e militares termina sem acordo


Audiência de conciliação entre Ciro Gomes e militares termina sem acordo

O ex-parlamentar está sendo acusado de difamação e injúria, por haver chamado policiais e bombeiros grevistas de “marginais fardados”

Por Tribuna do Ceará em Polícia

30 de outubro de 2012 às 18:01

Há 7 anos

A audiência entre o ex-deputado federal Ciro Gomes e representantes da Associação dos Profissionais de Segurança Pública do Ceará (Aspropec), realizada nesta terça-feira (30), no 3º Juizado Especial Cível e Criminal (JECC) de Fortaleza, terminou sem acordo. O ex-parlamentar está sendo acusado de difamação e injúria, por haver chamado policiais e bombeiros grevistas de “marginais fardados”.

Por se tratar de audiência preliminar, a sessão foi conduzida pelo promotor de Justiça Antônio Edvando Elias de França. Foi proposto que Ciro Gomes se retratasse ou pagasse multa de cinco salários mínimos a cada um dos 30 militares que entraram com a ação. O ex-deputado, no entanto, não aceitou.

O processo agora será encaminhado à titular do 3º JECC, juíza Maria Cristiane Costa Nogueira, que dará início à fase de instrução.

Paralisação

A greve dos bombeiros e policiais militares foi deflagrada em 29 de dezembro de 2011 e chegou ao fim no dia 4 de janeiro deste ano, após acordo com o Governo do Estado. A categoria reivindicava incorporação de gratificação e redução na jornada de trabalho.

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Audiência de conciliação entre Ciro Gomes e militares termina sem acordo

O ex-parlamentar está sendo acusado de difamação e injúria, por haver chamado policiais e bombeiros grevistas de “marginais fardados”

Por Tribuna do Ceará em Polícia

30 de outubro de 2012 às 18:01

Há 7 anos

A audiência entre o ex-deputado federal Ciro Gomes e representantes da Associação dos Profissionais de Segurança Pública do Ceará (Aspropec), realizada nesta terça-feira (30), no 3º Juizado Especial Cível e Criminal (JECC) de Fortaleza, terminou sem acordo. O ex-parlamentar está sendo acusado de difamação e injúria, por haver chamado policiais e bombeiros grevistas de “marginais fardados”.

Por se tratar de audiência preliminar, a sessão foi conduzida pelo promotor de Justiça Antônio Edvando Elias de França. Foi proposto que Ciro Gomes se retratasse ou pagasse multa de cinco salários mínimos a cada um dos 30 militares que entraram com a ação. O ex-deputado, no entanto, não aceitou.

O processo agora será encaminhado à titular do 3º JECC, juíza Maria Cristiane Costa Nogueira, que dará início à fase de instrução.

Paralisação

A greve dos bombeiros e policiais militares foi deflagrada em 29 de dezembro de 2011 e chegou ao fim no dia 4 de janeiro deste ano, após acordo com o Governo do Estado. A categoria reivindicava incorporação de gratificação e redução na jornada de trabalho.