Cid Gomes pede nova licença do cargo para se dedicar à campanha de seu aliado político


Cid Gomes pede nova licença do cargo para se dedicar à campanha de seu aliado político

Esta é a segunda licença em um mês do governador Cid Gomes, que lançou a candidatura de Camilo Santana (PT)

Por Hayanne Narlla em Política

21 de outubro de 2014 às 19:26

Há 5 anos
Cid se ausentará novamente do governo para se dedicar na campanha de Camilo (FOTO: Divulgação)

Cid se ausentará novamente do governo para se dedicar na campanha de Camilo (FOTO: Divulgação)

O governador do Ceará, Cid Gomes (Pros), anunciou nesta terça-feira (21) que vai pedir novamente licença do cargo. O motivo é o mesmo da última vez que se afastou do governo, no mês passado: para se dedicar à campanha a governador de seu aliado político Camilo Santana (PT).

O anúncio foi realizado no município de Missão Velha, a 535 quilômetros de Fortaleza, na Região do Cariri, onde Cid participou da assinatura de ordem de serviço para obras da Ferrovia Transnordestina. A licença será concedida assim que o governador voltar à capital cearense.

Quem deve assumir o governo é o presidente da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque (Pros), já eleito novamente parlamentar nas últimas eleições.

Primeiro turno

Durante o primeiro turno, Cid já havia solicitado licença para se dedicar à campanha de Camilo. A decisão do governador aconteceu após revelação de que a campanha do petista estava em ritmo mais lento de crescimento, em relação às fases iniciais da campanha eleitoral.

Enquanto esteve afastado das funções, o estado teve como governador o presidente do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), desembargador Luiz Gerardo de Pontes Brígido. Ele assumiu o posto, pois o estado não tem vice-governador, devido à renúncia de Domingos Filho. O primeiro sucessor seria Zezinho Albuquerque, mas ele era candidato e não podia exercer a função sob pena de se tornar inelegível.

Após o fim da votação e a vitória de Camilo nas urnas, Cid anunciou que no outro dia já estaria reassumindo o cargo para investigar supostas milícias na Polícia Militar que agiram contra a campanha de seu aliado. Decisão que durou duas semanas.

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Cid Gomes pede nova licença do cargo para se dedicar à campanha de seu aliado político

Esta é a segunda licença em um mês do governador Cid Gomes, que lançou a candidatura de Camilo Santana (PT)

Por Hayanne Narlla em Política

21 de outubro de 2014 às 19:26

Há 5 anos
Cid se ausentará novamente do governo para se dedicar na campanha de Camilo (FOTO: Divulgação)

Cid se ausentará novamente do governo para se dedicar na campanha de Camilo (FOTO: Divulgação)

O governador do Ceará, Cid Gomes (Pros), anunciou nesta terça-feira (21) que vai pedir novamente licença do cargo. O motivo é o mesmo da última vez que se afastou do governo, no mês passado: para se dedicar à campanha a governador de seu aliado político Camilo Santana (PT).

O anúncio foi realizado no município de Missão Velha, a 535 quilômetros de Fortaleza, na Região do Cariri, onde Cid participou da assinatura de ordem de serviço para obras da Ferrovia Transnordestina. A licença será concedida assim que o governador voltar à capital cearense.

Quem deve assumir o governo é o presidente da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque (Pros), já eleito novamente parlamentar nas últimas eleições.

Primeiro turno

Durante o primeiro turno, Cid já havia solicitado licença para se dedicar à campanha de Camilo. A decisão do governador aconteceu após revelação de que a campanha do petista estava em ritmo mais lento de crescimento, em relação às fases iniciais da campanha eleitoral.

Enquanto esteve afastado das funções, o estado teve como governador o presidente do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), desembargador Luiz Gerardo de Pontes Brígido. Ele assumiu o posto, pois o estado não tem vice-governador, devido à renúncia de Domingos Filho. O primeiro sucessor seria Zezinho Albuquerque, mas ele era candidato e não podia exercer a função sob pena de se tornar inelegível.

Após o fim da votação e a vitória de Camilo nas urnas, Cid anunciou que no outro dia já estaria reassumindo o cargo para investigar supostas milícias na Polícia Militar que agiram contra a campanha de seu aliado. Decisão que durou duas semanas.