Disputa interna: Justiça obriga coligação de Camilo a exibir propaganda de Luizianne


Disputa interna: Justiça obriga coligação de Camilo a exibir propaganda de Luizianne

Desde o início da propaganda eleitoral eletrônica, a não exibição dos programas de Luizianne vinha gerando polêmica

Por Tribuna do Ceará em Política

13 de setembro de 2014 às 15:08

Há 5 anos
Desde o início da propaganda eleitoral eletrônica,  a não exibição dos programas de Luizianne vinha gerando polêmica (FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK)

Desde o início da propaganda eleitoral eletrônica, a não exibição dos programas de Luizianne vinha gerando polêmica (FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK)

O juiz coordenador da Propaganda, Carlos Henrique Oliveira, concedeu liminar à candidata ao cargo de deputada federal, Luizianne Lins (PT), obrigando a Coligação Proporcional Federal (PRB/PP/PDT/PT/PTB/PSL/PHS/PSD/PcdoB/SD/PROS) a exibir a propaganda da candidata através de inserções no Horário Eleitoral, no rádio e na televisão, “sob pena de desobediência e aplicação de multa, nos termos aventados na sentença”.

Na Reclamação da candidata (nº 152203), o juiz já havia determinado “que a Coligação reclamada exiba, já a partir do próximo dia 26 de agosto de 2014, a propaganda eleitoral dos agravantes da maneira como foram produzidas e entregues, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

Disputa interna

Desde o início da propaganda eleitoral eletrônica,  a não exibição dos programas de Luizianne vinha gerando polêmica. Ela, que concorre a vaga de deputada federal, não teria produzido programas adequados a um padrão estético estabelecido pela coordenação da campanha do candidato a governador Camilo Santana (PT).

Em nota divulgada no início da campanha, a equipe da ex-prefeita de Fortaleza classificou o gesto como “autoritário” e “antidemocrático” e atribuiu a “censura” à influência do governador Cid Gomes (Pros). A petista chegou a acionar a Justiça para ter os programas exibidos imediatamente, mas teve o pedido rejeitado.

“Está lá divulgado o nome da presidente Dilma e o nome do candidato a governador. Para mim, foi uma grande surpresa, e até desnecessário esse desgaste que houve, porque nós cumprimos o que estava determinado. […] As vezes você faz um programa externo, usando imagens anteriores, e fica muito mais bonito do que aquela coisa chapada. E está lá, nos nossos programas, a logomarca do candidato a governador, o Camilo” , afirmou o suplente de deputado Antônio Carlos, candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa, em entrevista a Tribuna Band News FM.

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Disputa interna: Justiça obriga coligação de Camilo a exibir propaganda de Luizianne

Desde o início da propaganda eleitoral eletrônica, a não exibição dos programas de Luizianne vinha gerando polêmica

Por Tribuna do Ceará em Política

13 de setembro de 2014 às 15:08

Há 5 anos
Desde o início da propaganda eleitoral eletrônica,  a não exibição dos programas de Luizianne vinha gerando polêmica (FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK)

Desde o início da propaganda eleitoral eletrônica, a não exibição dos programas de Luizianne vinha gerando polêmica (FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK)

O juiz coordenador da Propaganda, Carlos Henrique Oliveira, concedeu liminar à candidata ao cargo de deputada federal, Luizianne Lins (PT), obrigando a Coligação Proporcional Federal (PRB/PP/PDT/PT/PTB/PSL/PHS/PSD/PcdoB/SD/PROS) a exibir a propaganda da candidata através de inserções no Horário Eleitoral, no rádio e na televisão, “sob pena de desobediência e aplicação de multa, nos termos aventados na sentença”.

Na Reclamação da candidata (nº 152203), o juiz já havia determinado “que a Coligação reclamada exiba, já a partir do próximo dia 26 de agosto de 2014, a propaganda eleitoral dos agravantes da maneira como foram produzidas e entregues, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

Disputa interna

Desde o início da propaganda eleitoral eletrônica,  a não exibição dos programas de Luizianne vinha gerando polêmica. Ela, que concorre a vaga de deputada federal, não teria produzido programas adequados a um padrão estético estabelecido pela coordenação da campanha do candidato a governador Camilo Santana (PT).

Em nota divulgada no início da campanha, a equipe da ex-prefeita de Fortaleza classificou o gesto como “autoritário” e “antidemocrático” e atribuiu a “censura” à influência do governador Cid Gomes (Pros). A petista chegou a acionar a Justiça para ter os programas exibidos imediatamente, mas teve o pedido rejeitado.

“Está lá divulgado o nome da presidente Dilma e o nome do candidato a governador. Para mim, foi uma grande surpresa, e até desnecessário esse desgaste que houve, porque nós cumprimos o que estava determinado. […] As vezes você faz um programa externo, usando imagens anteriores, e fica muito mais bonito do que aquela coisa chapada. E está lá, nos nossos programas, a logomarca do candidato a governador, o Camilo” , afirmou o suplente de deputado Antônio Carlos, candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa, em entrevista a Tribuna Band News FM.