Qualidade de vida: nunca é tarde para combater a obesidade


Qualidade de vida: nunca é tarde para combater a obesidade

Exercícios físicos e alimentação saudável estimulam a perda calórica e pode devolver a qualidade de vida

Por Hayanne Narlla em Saúde

21 de janeiro de 2015 às 18:44

Há 5 anos
Tanto o sobrepeso como a obesidade colocam o coração numa situação de verdadeira 'pressão' (FOTO: Reprodução)

Tanto o sobrepeso como a obesidade colocam o coração numa situação de verdadeira ‘pressão’ (FOTO: Reprodução)

Massas, doces e fast-food. Normal “meter o pé na jaca” depois de um dia difícil no trabalho ou quando há dor de cotovelo. Porém o exagero pode trazer péssimas consequências, como a obesidade.

A obesidade é simplesmente o acúmulo de gordura no corpo, que acontece quando a ingestão alimentar é maior que o gasto energético correspondente. O problema pode ser estético, quando o obeso tem baixa autoestima, entretanto a gravidade está quando surgem as doenças cardiovasculares, que podem levar à morte.

“Obesidade tem alta taxa de mortalidade no mundo inteiro e tem aumentado drasticamente graças à má alimentação a ao sedentarismo. No Brasil, uma de cada quatro pessoas [ou seja, 25%] apresentam o problema”, explica a endocrinologista do Hapvida Aline Garcia.

Causas

Mas obesidade não é causada só pela alimentação ou falta de exercícios físicos. Histórico familiar, uso de medicamentos e até procedimentos cirúrgicos podem favorecer o acúmulo de gordura. Além disso, algumas doenças hormonais, que produzem muito cortisol podem influenciar também. Em falar no metabolismo, que pode ser bem lento.

“Quando fazemos uma análise clínica e detectamos o problema, podemos tratar com a medicação e atividade física adequada. Cada paciente tem o exercício mais indicado. Nem todo mundo deve fazer musculação ou corrida, mas ressaltamos que é necessário não ficar parado”.

Cirurgia

A médica enfatiza que, para realizar a cirurgia bariátrica, é necessário uma análise clínica de um endocrinologista, pois, caso haja algum problema hormonal, não haverá perda de peso. “A cirurgia é realizada quando o índice de massa corpórea está acima de 40”, detalhada

Outros problemas

Insatisfação com o peso e doenças derivados desse fator pode acarretar a problemas psicológicos, como bulimia ou anorexia. A busca e o prazer por estar magro pode gerar danos tão maléficos quando o excesso de gordura.

Mas Aline Garcia acredita que esse é um problema quase superado, já que não existe uma constância pelo menos em casos de ex-obesas. “Há 15 anos, isso era bem mais frequente, mas agora há uma conscientização [por quem busca acompanhamento médico para emagrecer] sobre essas possíveis doenças”.

Mais difícil que perder o peso é mantê-lo. Por isso, é necessário continuar insistindo em uma dieta balanceada e em exercícios físicos.

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Qualidade de vida: nunca é tarde para combater a obesidade

Exercícios físicos e alimentação saudável estimulam a perda calórica e pode devolver a qualidade de vida

Por Hayanne Narlla em Saúde

21 de janeiro de 2015 às 18:44

Há 5 anos
Tanto o sobrepeso como a obesidade colocam o coração numa situação de verdadeira 'pressão' (FOTO: Reprodução)

Tanto o sobrepeso como a obesidade colocam o coração numa situação de verdadeira ‘pressão’ (FOTO: Reprodução)

Massas, doces e fast-food. Normal “meter o pé na jaca” depois de um dia difícil no trabalho ou quando há dor de cotovelo. Porém o exagero pode trazer péssimas consequências, como a obesidade.

A obesidade é simplesmente o acúmulo de gordura no corpo, que acontece quando a ingestão alimentar é maior que o gasto energético correspondente. O problema pode ser estético, quando o obeso tem baixa autoestima, entretanto a gravidade está quando surgem as doenças cardiovasculares, que podem levar à morte.

“Obesidade tem alta taxa de mortalidade no mundo inteiro e tem aumentado drasticamente graças à má alimentação a ao sedentarismo. No Brasil, uma de cada quatro pessoas [ou seja, 25%] apresentam o problema”, explica a endocrinologista do Hapvida Aline Garcia.

Causas

Mas obesidade não é causada só pela alimentação ou falta de exercícios físicos. Histórico familiar, uso de medicamentos e até procedimentos cirúrgicos podem favorecer o acúmulo de gordura. Além disso, algumas doenças hormonais, que produzem muito cortisol podem influenciar também. Em falar no metabolismo, que pode ser bem lento.

“Quando fazemos uma análise clínica e detectamos o problema, podemos tratar com a medicação e atividade física adequada. Cada paciente tem o exercício mais indicado. Nem todo mundo deve fazer musculação ou corrida, mas ressaltamos que é necessário não ficar parado”.

Cirurgia

A médica enfatiza que, para realizar a cirurgia bariátrica, é necessário uma análise clínica de um endocrinologista, pois, caso haja algum problema hormonal, não haverá perda de peso. “A cirurgia é realizada quando o índice de massa corpórea está acima de 40”, detalhada

Outros problemas

Insatisfação com o peso e doenças derivados desse fator pode acarretar a problemas psicológicos, como bulimia ou anorexia. A busca e o prazer por estar magro pode gerar danos tão maléficos quando o excesso de gordura.

Mas Aline Garcia acredita que esse é um problema quase superado, já que não existe uma constância pelo menos em casos de ex-obesas. “Há 15 anos, isso era bem mais frequente, mas agora há uma conscientização [por quem busca acompanhamento médico para emagrecer] sobre essas possíveis doenças”.

Mais difícil que perder o peso é mantê-lo. Por isso, é necessário continuar insistindo em uma dieta balanceada e em exercícios físicos.