Após médico ser baleado, Conselho de Medicina discute ações de segurança para categoria

REUNIÃO

Após médico ser baleado, Conselho de Medicina discute ações de segurança para categoria

Cremec deve discutir, na noite desta segunda-feira (18), a situação de insegurança nas unidades de saúde do estado

Por Tribuna do Ceará em Segurança Pública

18 de julho de 2016 às 18:43

Há 3 anos
Hospital de Cascavel foi cenário de violência (FOTO: Reprodução Google Maps)

Hospital de Cascavel foi cenário de violência (FOTO: Reprodução Google Maps)

O Conselho Regional de Medicina do Ceará (Cremec) deve discutir, na noite desta segunda-feira (18), a situação de insegurança nas unidades de saúde do estado. No último domingo (17), um homem foi assassinado e um médico baleado dentro do Hospital e Maternidade Nossa Senhora das Graças, em Cascavel, na Região Metropolitana de Fortaleza. As informações são da rádio Tribuna Bandnews FM.

Segundo a presidente do Sindicato dos Médicos no Ceará (Simec), Mayra Pinheiro, a categoria pediu que o hospital de Cascavel suspendesse o atendimento até que a segurança fosse reforçada, o que foi atendido pela Secretaria de Saúde. Mayra diz ainda que, nos últimos 12 meses, várias denúncias de profissionais de saúde tem sido feitas ao Simec.

Sobre o tiro que atingiu uma janela do segundo andar do Hospital Regional Norte, em Sobral, a assessoria do hospital informou que o disparo foi acidental e ocorreu em via pública. Ninguém ficou ferido.

Segundo o secretário do Cremec Lino Holanda, a reunião na sede do conselho vai discutir o problema. Após a reunião, deve ser elaborado e enviado um documento para o governador Camilo Santana, com um pedido de reforço.

As ações violentas contra os profissionais de saúde não acontecem apenas nos grandes centros de atendimento. Postos de saúde, por exemplo, são alvo de algum tipo de agressão diariamente, como explica a presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Ceará, Marta Brandão.

As secretarias de saúde do Município e do Estado informaram que não têm um levantamento de agressões contra profissionais de saúde.

Confira os áudios com entrevistas da Tribuna Bandnews FM:

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Após médico ser baleado, Conselho de Medicina discute ações de segurança para categoria

Cremec deve discutir, na noite desta segunda-feira (18), a situação de insegurança nas unidades de saúde do estado

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18 de julho de 2016 às 18:43

Há 3 anos
Hospital de Cascavel foi cenário de violência (FOTO: Reprodução Google Maps)

Hospital de Cascavel foi cenário de violência (FOTO: Reprodução Google Maps)

O Conselho Regional de Medicina do Ceará (Cremec) deve discutir, na noite desta segunda-feira (18), a situação de insegurança nas unidades de saúde do estado. No último domingo (17), um homem foi assassinado e um médico baleado dentro do Hospital e Maternidade Nossa Senhora das Graças, em Cascavel, na Região Metropolitana de Fortaleza. As informações são da rádio Tribuna Bandnews FM.

Segundo a presidente do Sindicato dos Médicos no Ceará (Simec), Mayra Pinheiro, a categoria pediu que o hospital de Cascavel suspendesse o atendimento até que a segurança fosse reforçada, o que foi atendido pela Secretaria de Saúde. Mayra diz ainda que, nos últimos 12 meses, várias denúncias de profissionais de saúde tem sido feitas ao Simec.

Sobre o tiro que atingiu uma janela do segundo andar do Hospital Regional Norte, em Sobral, a assessoria do hospital informou que o disparo foi acidental e ocorreu em via pública. Ninguém ficou ferido.

Segundo o secretário do Cremec Lino Holanda, a reunião na sede do conselho vai discutir o problema. Após a reunião, deve ser elaborado e enviado um documento para o governador Camilo Santana, com um pedido de reforço.

As ações violentas contra os profissionais de saúde não acontecem apenas nos grandes centros de atendimento. Postos de saúde, por exemplo, são alvo de algum tipo de agressão diariamente, como explica a presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Ceará, Marta Brandão.

As secretarias de saúde do Município e do Estado informaram que não têm um levantamento de agressões contra profissionais de saúde.

Confira os áudios com entrevistas da Tribuna Bandnews FM: