Líder do PCC morto no Ceará era acusado de chefiar o tráfico de drogas no Paraguai

ALTA PERICULOSIDADE

Líder do PCC morto no Ceará era acusado de chefiar o tráfico de drogas no Paraguai

Rogério Geremias de Simone, de 41 anos, foi condenado a 47 anos de prisão, mas só cumpriu 10. Sua vida de crimes acabou em Aquiraz

Por Tribuna do Ceará em Segurança Pública

19 de fevereiro de 2018 às 15:03

Há 1 ano

Rogério era considerado o líder do PCC fora dos presídios (FOTO: SAP/Divulgação)

Um dos líderes da facção criminosa PCC morto nesta quinta (15) era considerado o chefe da facção criminosa fora dos presídios, segundo Ministério Público (MP). Rogério Geremias de Simone também era suspeito de ser o mandante da morte de outro traficante, chamado de Edilson Nogueira (o Biroska).

A execução aconteceu no mês de dezembro dentro de um presídio de São Paulo (SP). As informações são do SBT.

Geremias tinha 41 anos de idade e ficou preso por 10 anos na penitenciária da cidade de Presidente Venceslau, no interior paulista. Em 2017, foi concedido um habeas corpus ao líder do PCC dias antes de ser julgado.

Ele foi condenado a 47 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado e formação de quadrilha armada. Entretanto, não foi capturado.

Por esse motivo, desde o mês de abril, Geremias estava na lista dos mais procurados da Polícia Civil. Além de ser um dos líderes do PCC, era acusado de controlar o tráfico de drogas no Paraguai.

Além do corpo de Geremias, também foi encontrado o corpo de Fabiano Alves de Sousa Paca, que também era foragido da Justiça de São Paulo. Segundo o procurador da Justiça de São Paulo, Márcio Christino, “Paca seria um dos grandes responsáveis pelo fornecimento de cocaína do PCC no Brasil”.

Os corpos foram encontrados próximo a um lago na aldeia indígena no município de Aquiraz, a 30 km de Fortaleza. Os criminosos foram baleados no rosto e, nos seus olhos, havia perfurações de faca.

De acordo com testemunhas populares, uma aeronave foi usada na emboscada. A polícia acredita que o crime trata-se de uma disputa de poder dentro do grupo.

Desde a noite deste domingo (18), foi montado um forte esquema de segurança no prédio do Instituto Médico Legal (IML) de Fortaleza. O reforço com 20 homens do Batalhão de Choque foi realizado por conta de informações sobre ameaças de invasão ao local para o resgate dos corpos dos dois integrantes do PCC. Familiares dos criminosos chegaram por volta das 22h30 deste domingo para o reconhecimento e liberação dos corpos.

Rodeados por viaturas e policiais descaracterizados, os parentes de “Gegê do Mangue” e de “Paca” demoraram cerca de meia hora para reconhecer os corpos. O esquema de segurança permanece no local nesta segunda-feira (19). Todas as pessoas com atitude suspeita estão sendo abordadas e revistadas no prédio.

Veja a matéria do SBT:

http://mais.uol.com.br/view/16397473

Acompanhe o caso

19/2 – IML recebe esquema de segurança para evitar sequestro de corpos de líderes do PCC

19/2 – “Quem conquistar o Ceará conquista o Nordeste”, alerta ministro da Justiça sobre o crime organizado

18/2 – Governo Federal envia força-tarefa policial ao Ceará

18/2 – Lideranças do PCC teriam sido mortas em área indígena do Ceará

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Líder do PCC morto no Ceará era acusado de chefiar o tráfico de drogas no Paraguai

Rogério Geremias de Simone, de 41 anos, foi condenado a 47 anos de prisão, mas só cumpriu 10. Sua vida de crimes acabou em Aquiraz

Por Tribuna do Ceará em Segurança Pública

19 de fevereiro de 2018 às 15:03

Há 1 ano

Rogério era considerado o líder do PCC fora dos presídios (FOTO: SAP/Divulgação)

Um dos líderes da facção criminosa PCC morto nesta quinta (15) era considerado o chefe da facção criminosa fora dos presídios, segundo Ministério Público (MP). Rogério Geremias de Simone também era suspeito de ser o mandante da morte de outro traficante, chamado de Edilson Nogueira (o Biroska).

A execução aconteceu no mês de dezembro dentro de um presídio de São Paulo (SP). As informações são do SBT.

Geremias tinha 41 anos de idade e ficou preso por 10 anos na penitenciária da cidade de Presidente Venceslau, no interior paulista. Em 2017, foi concedido um habeas corpus ao líder do PCC dias antes de ser julgado.

Ele foi condenado a 47 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado e formação de quadrilha armada. Entretanto, não foi capturado.

Por esse motivo, desde o mês de abril, Geremias estava na lista dos mais procurados da Polícia Civil. Além de ser um dos líderes do PCC, era acusado de controlar o tráfico de drogas no Paraguai.

Além do corpo de Geremias, também foi encontrado o corpo de Fabiano Alves de Sousa Paca, que também era foragido da Justiça de São Paulo. Segundo o procurador da Justiça de São Paulo, Márcio Christino, “Paca seria um dos grandes responsáveis pelo fornecimento de cocaína do PCC no Brasil”.

Os corpos foram encontrados próximo a um lago na aldeia indígena no município de Aquiraz, a 30 km de Fortaleza. Os criminosos foram baleados no rosto e, nos seus olhos, havia perfurações de faca.

De acordo com testemunhas populares, uma aeronave foi usada na emboscada. A polícia acredita que o crime trata-se de uma disputa de poder dentro do grupo.

Desde a noite deste domingo (18), foi montado um forte esquema de segurança no prédio do Instituto Médico Legal (IML) de Fortaleza. O reforço com 20 homens do Batalhão de Choque foi realizado por conta de informações sobre ameaças de invasão ao local para o resgate dos corpos dos dois integrantes do PCC. Familiares dos criminosos chegaram por volta das 22h30 deste domingo para o reconhecimento e liberação dos corpos.

Rodeados por viaturas e policiais descaracterizados, os parentes de “Gegê do Mangue” e de “Paca” demoraram cerca de meia hora para reconhecer os corpos. O esquema de segurança permanece no local nesta segunda-feira (19). Todas as pessoas com atitude suspeita estão sendo abordadas e revistadas no prédio.

Veja a matéria do SBT:

http://mais.uol.com.br/view/16397473

Acompanhe o caso

19/2 – IML recebe esquema de segurança para evitar sequestro de corpos de líderes do PCC

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