Morte em carreata pró-Haddad foi motivada por guerra de facções, anuncia a Polícia

SUSPEITOS PRESOS

Morte em carreata pró-Haddad foi motivada por guerra de facções, anuncia a Polícia

A investigação do assassinato de Charlione Lessa Albuquerque, de 23 anos, descartou motivação política no caso

Por Tribuna do Ceará em Segurança Pública

22 de novembro de 2018 às 13:50

Há 8 meses
Crime aconteceu em Pacajus (FOTO: Reprodução Tribuna do Ceará)

Crime aconteceu em Pacajus (FOTO: Reprodução Tribuna do Ceará)

Menos de um mês depois, dois homens e um adolescente foram presos, suspeitos de participação na morte de um jovem durante carreata pró-Haddad, então candidato à presidência do Brasil, na cidade de Pacajus, Região Metropolitana de Fortaleza. Charlione Lessa Albuquerque, de 23 anos, foi morto no dia 27 de outubro, um dia antes da votação de primeiro turno. A vítima chegou a ser socorrida, mas acabou não resistindo.

O menor, de 16 anos, foi apreendido três dias após a ação criminosa. Ao ser capturado, ele confessou ter disparado contra a vítima.

Seguindo nas investigações, a Polícia Civil chegou a outros dois envolvidos: Francisco Adailton Ferreira Freitas, de 26 anos, e Lucas Lima Girão, de 21. Os dois foram autuados por homicídio. Foram apreendidas munições e um revólver calibre 38, já encaminhado para a perícia. A motivação para o crime não foi política, mas disputa entre facções criminosas.

O crime ocorreu em Pacajus, na noite de 27 de outubro (sábado), durante uma carreata do candidato à presidência Fernando Haddad (PT). Em nota, à época, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE) informou que o criminoso se aproximou em um veículo Gol de cor branca e fugiu logo após efetuar os disparos de arma de fogo.

O ex-candidato à presidência, Fernando Haddad, chegou a se manifestar por meio das redes sociais sobre o caso. “É inadmissível o assassinato de um jovem, Charlione Lessa Albuqueruqe, que participava de carreata da minha campanha em Pacajus. Ele estava no carro com a mãe celebrando a democracia e acabou morto. É preciso apuração e punição rápida. À família, toda a minha solidariedade”.

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Morte em carreata pró-Haddad foi motivada por guerra de facções, anuncia a Polícia

A investigação do assassinato de Charlione Lessa Albuquerque, de 23 anos, descartou motivação política no caso

Por Tribuna do Ceará em Segurança Pública

22 de novembro de 2018 às 13:50

Há 8 meses
Crime aconteceu em Pacajus (FOTO: Reprodução Tribuna do Ceará)

Crime aconteceu em Pacajus (FOTO: Reprodução Tribuna do Ceará)

Menos de um mês depois, dois homens e um adolescente foram presos, suspeitos de participação na morte de um jovem durante carreata pró-Haddad, então candidato à presidência do Brasil, na cidade de Pacajus, Região Metropolitana de Fortaleza. Charlione Lessa Albuquerque, de 23 anos, foi morto no dia 27 de outubro, um dia antes da votação de primeiro turno. A vítima chegou a ser socorrida, mas acabou não resistindo.

O menor, de 16 anos, foi apreendido três dias após a ação criminosa. Ao ser capturado, ele confessou ter disparado contra a vítima.

Seguindo nas investigações, a Polícia Civil chegou a outros dois envolvidos: Francisco Adailton Ferreira Freitas, de 26 anos, e Lucas Lima Girão, de 21. Os dois foram autuados por homicídio. Foram apreendidas munições e um revólver calibre 38, já encaminhado para a perícia. A motivação para o crime não foi política, mas disputa entre facções criminosas.

O crime ocorreu em Pacajus, na noite de 27 de outubro (sábado), durante uma carreata do candidato à presidência Fernando Haddad (PT). Em nota, à época, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE) informou que o criminoso se aproximou em um veículo Gol de cor branca e fugiu logo após efetuar os disparos de arma de fogo.

O ex-candidato à presidência, Fernando Haddad, chegou a se manifestar por meio das redes sociais sobre o caso. “É inadmissível o assassinato de um jovem, Charlione Lessa Albuqueruqe, que participava de carreata da minha campanha em Pacajus. Ele estava no carro com a mãe celebrando a democracia e acabou morto. É preciso apuração e punição rápida. À família, toda a minha solidariedade”.