Passado 1 ano do desaparecimento de frentista, PMs suspeitos estão soltos

INVESTIGAÇÃO

Passado 1 ano do desaparecimento de frentista, PMs suspeitos estão soltos

João Paulo Sousa Rodrigues desapareceu no dia 30 de setembro de 2015, em Fortaleza, e o processo segue sem resolução

Por Ana Clara Jovino em Segurança Pública

30 de setembro de 2016 às 11:01

Há 3 anos
Mãe de João Paulo pede justiça sobre o caso (FOTO: Reprodução Barra Pesada / TV Jangadeiro)

Mãe de João Paulo pede justiça sobre o caso (FOTO: Reprodução Barra Pesada / TV Jangadeiro)

Exatamente um ano atrás, o frentista João Paulo Rodrigues foi visto pela última vez. O fato aconteceu no dia 30 de setembro de 2015, na avenida Cônego de Castro, no bairro Parque Santa Rosa, em Fortaleza. Após esse ano do ocorrido, o processo segue em andamento na 5ª Vara Criminal de Fortaleza. No dia 21 de setembro, a Justiça deferiu o pedido de relaxamento de prisão dos quatro policiais acusados.

Nesta quinta-feira (29), a juíza Adriana Aguiar Magalhães, titular da 5ª Vara Criminal, concedeu liberdade provisória, com monitoramento eletrônico, para os policiais suspeitos pelo sumiço de João Paulo.

Os policiais são Francisco Vanderlei Alves da Silva, Antônio Ferreira Barbosa Júnior, Elidson Barbosa Valentim e Haroldo Cardoso da Silva. Dias após o desaparecimento do frentista, os policiais militares foram afastados de suas funções

Como aconteceu

O frentista utilizava uma moto para ir ao trabalho. Quando estava a caminho, quatro policiais militares obrigaram o frentista a entrar em um veículo preto.  Uma câmera de vigilância de um departamento comercial flagrou o momento.

No dia 8 de outubro de 2015, Francisco Vanderlei Alves da Silva,  Antônio Ferreira Barbosa Júnior e Elidson Barbosa Valentim foram presos. Já Haroldo Cardoso da Silva foi preso no dia 10 de novembro de 2015.

Em abril deste ano, os quatro policiais foram interrogados. A audiência foi presidida pela juíza Adriana Aguiar Magalhães, titular da 5ª Vara Criminal do Fórum Clóvis Beviláqua. O processo seguiu em tramitação. Até o momento, não foi designada nova audiência para oitiva de mais testemunhas.

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INVESTIGAÇÃO

Passado 1 ano do desaparecimento de frentista, PMs suspeitos estão soltos

João Paulo Sousa Rodrigues desapareceu no dia 30 de setembro de 2015, em Fortaleza, e o processo segue sem resolução

Por Ana Clara Jovino em Segurança Pública

30 de setembro de 2016 às 11:01

Há 3 anos
Mãe de João Paulo pede justiça sobre o caso (FOTO: Reprodução Barra Pesada / TV Jangadeiro)

Mãe de João Paulo pede justiça sobre o caso (FOTO: Reprodução Barra Pesada / TV Jangadeiro)

Exatamente um ano atrás, o frentista João Paulo Rodrigues foi visto pela última vez. O fato aconteceu no dia 30 de setembro de 2015, na avenida Cônego de Castro, no bairro Parque Santa Rosa, em Fortaleza. Após esse ano do ocorrido, o processo segue em andamento na 5ª Vara Criminal de Fortaleza. No dia 21 de setembro, a Justiça deferiu o pedido de relaxamento de prisão dos quatro policiais acusados.

Nesta quinta-feira (29), a juíza Adriana Aguiar Magalhães, titular da 5ª Vara Criminal, concedeu liberdade provisória, com monitoramento eletrônico, para os policiais suspeitos pelo sumiço de João Paulo.

Os policiais são Francisco Vanderlei Alves da Silva, Antônio Ferreira Barbosa Júnior, Elidson Barbosa Valentim e Haroldo Cardoso da Silva. Dias após o desaparecimento do frentista, os policiais militares foram afastados de suas funções

Como aconteceu

O frentista utilizava uma moto para ir ao trabalho. Quando estava a caminho, quatro policiais militares obrigaram o frentista a entrar em um veículo preto.  Uma câmera de vigilância de um departamento comercial flagrou o momento.

No dia 8 de outubro de 2015, Francisco Vanderlei Alves da Silva,  Antônio Ferreira Barbosa Júnior e Elidson Barbosa Valentim foram presos. Já Haroldo Cardoso da Silva foi preso no dia 10 de novembro de 2015.

Em abril deste ano, os quatro policiais foram interrogados. A audiência foi presidida pela juíza Adriana Aguiar Magalhães, titular da 5ª Vara Criminal do Fórum Clóvis Beviláqua. O processo seguiu em tramitação. Até o momento, não foi designada nova audiência para oitiva de mais testemunhas.