Polícia cogita realizar reconstituição do crime de universitária encontrada morta no porta-malas

INVESTIGAÇÃO

Polícia cogita realizar reconstituição do crime de universitária encontrada morta no porta-malas

A informação da possível reconstituição foi confirmada pelo advogado de defesa do empresário

Por Tribuna Bandnews FM em Segurança Pública

13 de setembro de 2016 às 13:14

Há 3 anos
universitaria-morta-yrna-castro

Yrna morreu em maio deste ano (FOTO: Reprodução/Facebook)

A Polícia Civil cogita fazer a reconstituição das circunstâncias da morte da estilista Yrna de Castro, encontrada em maio no porta-malas do carro do namorado, o empresário e jornalista Gregório Donizeti.

A informação da possível reconstituição foi confirmada pelo advogado de defesa do empresário, Leandro Vasques, em entrevista à Tribuna BandNews FM na manhã desta terça-feira (13).

Segundo disse, caso o procedimento seja realizado, Gregório não deve participar. O jovem prestou novo depoimento à policia na última segunda-feira (12)

“Ele se coloca à disposição de acompanhar a reconstituição, mas por orientação minha de advogado, e até a própria Constituição Federal não sugere que quem está sendo investigado de um crime participe de algum ato que gere uma auto-incriminação. Então, não orientaremos o Gregório a participar da reconstituição do fato, se acontecer”, explica o defensor.

Como ainda será decidido se a reconstituição vai ser feita, não há data prevista para a realização. O caso está sendo tratado em segredo de justiça, então a polícia não comenta os próximos passos.

Yrna teria feito uso de morfina junto ao namorado. Para a família, o empresário aplicou morfina na jovem e deveria ser responsabilizado pela morte. O advogado de acusação, João Victor Duarte, afirma que não há mais nada que possa acrescentar às investigações. Ele espera que o inquérito seja concluído com brevidade.

“Não há mais razão para que se demore. Tudo que já foi feito, espero realmente que seja relatado e encaminhado para o Ministério Público, que é quem sabe fazer a manifestação final do inquérito policial”, conclui João Victor.

Gregório Donizeti está internado em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos desde maio. Segundo a defesa, ele não lembra se aplicou morfina na jovem. Por não comunicar imediatamente sobre a morte da garota, ele foi indiciado por ocultação de cadáver.

Confira mais informações nas entrevistas concedidas ao repórter Jackson de Moura, da Tribuna BandNews FM:

Publicidade

Dê sua opinião

INVESTIGAÇÃO

Polícia cogita realizar reconstituição do crime de universitária encontrada morta no porta-malas

A informação da possível reconstituição foi confirmada pelo advogado de defesa do empresário

Por Tribuna Bandnews FM em Segurança Pública

13 de setembro de 2016 às 13:14

Há 3 anos
universitaria-morta-yrna-castro

Yrna morreu em maio deste ano (FOTO: Reprodução/Facebook)

A Polícia Civil cogita fazer a reconstituição das circunstâncias da morte da estilista Yrna de Castro, encontrada em maio no porta-malas do carro do namorado, o empresário e jornalista Gregório Donizeti.

A informação da possível reconstituição foi confirmada pelo advogado de defesa do empresário, Leandro Vasques, em entrevista à Tribuna BandNews FM na manhã desta terça-feira (13).

Segundo disse, caso o procedimento seja realizado, Gregório não deve participar. O jovem prestou novo depoimento à policia na última segunda-feira (12)

“Ele se coloca à disposição de acompanhar a reconstituição, mas por orientação minha de advogado, e até a própria Constituição Federal não sugere que quem está sendo investigado de um crime participe de algum ato que gere uma auto-incriminação. Então, não orientaremos o Gregório a participar da reconstituição do fato, se acontecer”, explica o defensor.

Como ainda será decidido se a reconstituição vai ser feita, não há data prevista para a realização. O caso está sendo tratado em segredo de justiça, então a polícia não comenta os próximos passos.

Yrna teria feito uso de morfina junto ao namorado. Para a família, o empresário aplicou morfina na jovem e deveria ser responsabilizado pela morte. O advogado de acusação, João Victor Duarte, afirma que não há mais nada que possa acrescentar às investigações. Ele espera que o inquérito seja concluído com brevidade.

“Não há mais razão para que se demore. Tudo que já foi feito, espero realmente que seja relatado e encaminhado para o Ministério Público, que é quem sabe fazer a manifestação final do inquérito policial”, conclui João Victor.

Gregório Donizeti está internado em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos desde maio. Segundo a defesa, ele não lembra se aplicou morfina na jovem. Por não comunicar imediatamente sobre a morte da garota, ele foi indiciado por ocultação de cadáver.

Confira mais informações nas entrevistas concedidas ao repórter Jackson de Moura, da Tribuna BandNews FM: