Sócio de empresa de turismo em Fortaleza é denunciado por estelionato

JPE TURISMO

Sócio de empresa de turismo em Fortaleza é denunciado por estelionato

A agência teria vendido pacotes e não entregava os vouchers com as passagens para os clientes

Por Tribuna do Ceará em Segurança Pública

16 de maio de 2019 às 18:52

Há 1 mês
(FOTO: Reprodução/ TV Jangadeiro)

Prédio da agência de viagens está fechado em Fortaleza. (FOTO: Reprodução/ TV Jangadeiro)

O Ministério Público apresentou denúncia nesta quinta-feira (16) contra o empresário João Paulo Brito Guimarães, da agência de viagens JPE Turismo, pelo crime de estelionato

A denuncia está relacionada a um dos casos em que a empresa é acusada de lesar os consumidores. Na prática, a agência teria vendido pacotes e não entregava os vouchers com as passagens para que os clientes embarcassem.

Em outro processo, a Polícia Civil apresentou um pedido de prisão preventiva contra o empresário. Até o início de maio, pelo menos 100 vítimas já teriam registrado queixa contra a empresa, localizada no bairro Dionísio Torres, por ter vendido pacotes de viagens que não foram realizadas. Quem comprou franquias da marca pela capital, cidades do interior e outras capitais do país, também teve prejuízo.

O calote pode chegar a mais de meio milhão de reais. A agência foi criada em 2015 com intuito de oferecer pacotes de viagens com pagamento através de boletos bancários. O local está fechado.

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Sócio de empresa de turismo em Fortaleza é denunciado por estelionato

A agência teria vendido pacotes e não entregava os vouchers com as passagens para os clientes

Por Tribuna do Ceará em Segurança Pública

16 de maio de 2019 às 18:52

Há 1 mês
(FOTO: Reprodução/ TV Jangadeiro)

Prédio da agência de viagens está fechado em Fortaleza. (FOTO: Reprodução/ TV Jangadeiro)

O Ministério Público apresentou denúncia nesta quinta-feira (16) contra o empresário João Paulo Brito Guimarães, da agência de viagens JPE Turismo, pelo crime de estelionato

A denuncia está relacionada a um dos casos em que a empresa é acusada de lesar os consumidores. Na prática, a agência teria vendido pacotes e não entregava os vouchers com as passagens para que os clientes embarcassem.

Em outro processo, a Polícia Civil apresentou um pedido de prisão preventiva contra o empresário. Até o início de maio, pelo menos 100 vítimas já teriam registrado queixa contra a empresa, localizada no bairro Dionísio Torres, por ter vendido pacotes de viagens que não foram realizadas. Quem comprou franquias da marca pela capital, cidades do interior e outras capitais do país, também teve prejuízo.

O calote pode chegar a mais de meio milhão de reais. A agência foi criada em 2015 com intuito de oferecer pacotes de viagens com pagamento através de boletos bancários. O local está fechado.