Veneno estava em mamadeira do filho morto de subtenente


Em entrevista exclusiva, subtenente revela que veneno estava em mamadeira do filho morto

Francilewdo Bezerra ressaltou que um dentista orientou que não deveriam mais dar leite na mamadeira aos filhos, mas a mãe não seguiu essa orientação

Por Hayanne Narlla em Segurança Pública

12 de janeiro de 2015 às 19:15

Há 5 anos
Subtenente deu entrevista exclusiva ao Barra Pesada, da TV Jangadeiro (FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Subtenente deu entrevista exclusiva ao Barra Pesada, da TV Jangadeiro (FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Selo Subtenente

O veneno que provocou a morte do filho mais velho do subtenente o Francilewdo Bezerra e de Cristiane Coelho foi colocado na mamadeira. A informação enfatiza que o crime foi planejado. Em entrevista exclusiva à TV Jangadeiro, o subtenente ressaltou que um dentista orientou que não deveriam mais dar leite na mamadeira aos filhos, mas que a mãe não seguiu a orientação.

Ainda em recuperação, Francilewdo Bezerra revela que ainda não consegue utilizar seu sistema digestivo por completo. Além disso, ainda acrescentou que guarda a mágoa de ter sido acusado de assassino, enquanto estava em coma. Na entrevista, ele ressalta o que lembra no dia em que entrou em coma e relembra as revelações feitas em seu momento de melhora.

Assista a entrevista na íntegra:

[uol video=”http://mais.uol.com.br/view/15338143″]

[uol video=”http://mais.uol.com.br/view/15338144″]

Esposa

Cristiane Coelho, até então esposa do subtenente, está sendo investigada sob suspeita de matar o filho e envenenar o marido. Sobre ela, Francilewdo enfatiza que havia queixas de depressão. “Levei ao psiquiatra e disseram que ela tinha depressão. Isso foi lá em Recife”.

A partir daí, ele buscou se mudar para Fortaleza, onde há uma escola parceira do exército que daria melhor suporte aos dois filhos autistas do casal. A partir da mudança, Cristiane teria se queixado ainda mais da depressão. Devido a esse problema, o casamento esfriou.

“Essa depressão era uma armação. Eu nunca bati nela. Tenho seguro de vida, que todo militar tem, de R$ 150 mil e ela ganharia livre sem imposto nenhum. Fora a pensão de R$ 5 mil pro resto da vida”, conclui.

Sobre a morte do filho, ele supõe que ela tenha escolhido o mais novo por ser mais calmo. “Ela nunca demonstrou ser capaz de fazer isso. Qualquer pessoa pode ter feito isso, mas não a mãe da criança. Me assustei bastante”.

Lembranças

Sobre o dia, Francilewdo voltou a afirmar que não lembra do que aconteceu, nem do que comeu. No dia, não havia expediente no quartel devido a um evento. Por isso, ele deixou os filhos no colégio, fez exercícios físicos e voltou para buscá-los. Fez as compras básicas para a casa, voltou para casa e se deitou numa rede para assistir jogo de futebol americano. Depois tudo se apaga.

Antes de se deitar, teve um pequeno conflito com a mulher. “Ela disse que ia passar a noite no hospital. Ela saiu para rua e ela queria ir no carro, mas eu segurei a chave do carro porque vi que ela não tinha condição de ir. Eu falei que ia chamar alguém da minha família para ficar em casa e eu levaria ela, mas ela disse: Não quero ninguém da sua família aqui. De repente ela desmaiou. Eu disse para ela tomar seu remédio e ela ficou no quarto. E eu deitei na rede lá na sala. Acordei cinco ou seis dias depois”.

Quando se acordou, ninguém comentou sobre os acontecimentos. O subtenente ainda ficou seis dias sem comentarem no assunto. Segundo ele, a informação era de que ele tinha um problema de infecção alimentar e não envenenamento. Ainda chegou a perguntar pela esposa, mas desconversaram. “Só depois que eu melhorei mesmo, me deram a notícia. Estavam três médicos, uma enfermeira, minha irmã e meu cunhado. Foi o pior dia da minha vida, quando falaram do meu filho…”.

Frente a frente com esposa

No dia 22 de dezembro, houve acareação. Os dois principais suspeitos ficaram frente a frente para falar sobre o que aconteceu no dia do crime. Para o subtenente, foi um momento muito triste e pesado, pois além de encarar a esposa, ainda teve que visitar a antiga casa para fazer a reconstituição.

“Durante a acareação, foi difícil ouvir ela falar coisas e mentiras descaradas na minha frente. Disse que eu era endividado. Eu não falei diretamente com ela e ela também não. Eu olhava para ela e ela não olhava para mim. Eu tentei ver se ela olhava para mim e nada”.

Sobre a reconstituição do crime, a pior parte para o subtenente foi entrar no quarto dos filhos e ver as fotos do primogênito já morto. Afastado do caçula, Francilewdo espera conseguir a guarda na Justiça.

Mensagem no Facebook
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Mensagem editada publicada no perfil de Francilewdo Bezerra. (FOTO: Grupo Justiça é o que se busca)

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Mensagem original publicada no perfil de Francilewdo Bezerra. (FOTO: Grupo Justiça é o que se busca)

Subtenente Francilewdo Bezerra
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Subtenente Francilewdo Bezerra

Militar foi acusado pela esposa de ter matado o filho de 9 anos envenenado com chumbinho (FOTO: Reprodução)

Hospital Geral do Exército
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Hospital Geral do Exército

Francilewdo Bezerra estava internado no apartamento do hospital militar, local em que trabalha (FOTO: Tribuna do Ceará/Rosana Romão)

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Uma das provas do crime é uma mensagem publicada no perfil do subtenente. A postagem foi editada quando o militar estava em coma, no hospital (FOTO: Reprodução/Facebook)

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Uma das provas do crime é uma mensagem publicada no perfil do subtenente. A postagem foi editada quando o militar estava em coma, no hospital (FOTO: Reprodução/Facebook)

Relembre o caso:

12 de novembro – Subtenente é suspeito de matar filho autista, agredir esposa e anunciar crimes no Facebook

13 de novembro – Subtenente suspeito de matar filho e agredir esposa continua em estado grave no hospital

15 de novembro – Polícia quer ouvir mulher de subtenente do Exército suspeito de matar o filho envenenado

19 de novembro – Filho autista de subtenente do Exército ingeriu “chumbinho”, aponta laudo

19 de novembro – Esposa de militar do Exército suspeito de matar o filho nega traição que seria estopim do caso

21 de novembro – Militar suspeito de matar filho sai do coma, mas ainda não tem condições de prestar depoimento

21 de novembro – Delegado quer saber quem comprou chumbinho usado para matar o filho de militar do Exército

24 de novembro – Amigo duvida que subtenente tenha sido o autor da morte do filho autista

24 de novembro – Com melhora de subtenente, delegado aguarda depoimento até o fim da semana

25 de novembro – Subtenente fica chocado ao acordar do coma e saber que é acusado do assassinato do filho

26 de novembro – Delegado estuda fazer reconstituição do caso de subtenente acusado pela mulher de matar o filho

27 de novembro – Delegado desconfia que uma terceira pessoa tenha assassinado filho de subtenente do Exército

28 de novembro – Subtenente suspeito de matar filho será ouvido pela polícia mesmo na UTI

29 de novembro – Subtenente nega acusações e seu advogado acusa esposa de assassinar o filho para culpar militar

2 de dezembro – Delegado considera esposa de subtenente uma “suspeita em potencial” da morte do filho

3 de dezembro – Subtenente vai de vilão a mocinho após 3 semanas de investigação por morte de filho envenenado

3 de dezembro – Subtenente suspeito de matar o filho tem prisão preventiva revogada pela Justiça

4 de dezembro – Caso Subtenente: pai e mãe ficarão frente a frente pela 1ª vez após morte do filho envenenado

4 de dezembro – Em 1ª entrevista após sair de UTI, subtenente revela que tem tatuagem com nome de filho morto

8 de dezembro – Esposa de subtenente suspeita de matar o filho contrata um dos juristas mais conhecidos do Ceará

11 de dezembro – Um mês após crime, vizinha diz que nunca acreditou na versão de que subtenente matou o filho

11 de dezembro – Polícia revela áudio que indica desespero da esposa de subtenente após crime

12 de dezembro – Sobrinha será investigada por acionar a polícia quando militar já havia sido socorrido

13 de dezembro – Subtenente recebe alta médica e deseja acareação com esposa sobre morte de filho envenenado

15 de dezembro – Subtenente e esposa participarão de acareação e reconstituição de crime até a próxima semana

16 de dezembro – Caso Subtenente: esposa e militar fazem acareação na próxima segunda-feira

22 de dezembro – Em acareação, subtenente e esposa se encontram pela primeira vez após morte do filho

22 de dezembro – Subtenente acusa publicamente sua mulher de matar filho e agora teme pela vida do mais novo

23 de dezembro – Subtenente tem seguro de vida que pagaria R$ 153 mil a esposa em caso de morte

23 de dezembro – Polícia investiga denúncia de que depósito teria vendido chumbinho a esposa de subtenente

24 de dezembro – Esposa de subtenente admitiu ao marido que tem um amante, no reencontro do casal em acareação

25 de dezembro – Confira o bilhete de brincadeira suspeita entre subtenente e esposa que intriga a polícia

26 de dezembro – Laudo aponta que esposa de subtenente teve lesões mais leves do que em fotos entregues à polícia

27 de dezembro – Polícia quer saber se amante teve participação na morte de filho de subtenente

29 de dezembro – Frieza de mulher de subtenente teria chamado a atenção de presentes em reconstituição de crime

1º de janeiro – Mensagem editada no Facebook de subtenente teve alteração no nome do amante da esposa

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Em entrevista exclusiva, subtenente revela que veneno estava em mamadeira do filho morto

Francilewdo Bezerra ressaltou que um dentista orientou que não deveriam mais dar leite na mamadeira aos filhos, mas a mãe não seguiu essa orientação

Por Hayanne Narlla em Segurança Pública

12 de janeiro de 2015 às 19:15

Há 5 anos
Subtenente deu entrevista exclusiva ao Barra Pesada, da TV Jangadeiro (FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Subtenente deu entrevista exclusiva ao Barra Pesada, da TV Jangadeiro (FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Selo Subtenente

O veneno que provocou a morte do filho mais velho do subtenente o Francilewdo Bezerra e de Cristiane Coelho foi colocado na mamadeira. A informação enfatiza que o crime foi planejado. Em entrevista exclusiva à TV Jangadeiro, o subtenente ressaltou que um dentista orientou que não deveriam mais dar leite na mamadeira aos filhos, mas que a mãe não seguiu a orientação.

Ainda em recuperação, Francilewdo Bezerra revela que ainda não consegue utilizar seu sistema digestivo por completo. Além disso, ainda acrescentou que guarda a mágoa de ter sido acusado de assassino, enquanto estava em coma. Na entrevista, ele ressalta o que lembra no dia em que entrou em coma e relembra as revelações feitas em seu momento de melhora.

Assista a entrevista na íntegra:

[uol video=”http://mais.uol.com.br/view/15338143″]

[uol video=”http://mais.uol.com.br/view/15338144″]

Esposa

Cristiane Coelho, até então esposa do subtenente, está sendo investigada sob suspeita de matar o filho e envenenar o marido. Sobre ela, Francilewdo enfatiza que havia queixas de depressão. “Levei ao psiquiatra e disseram que ela tinha depressão. Isso foi lá em Recife”.

A partir daí, ele buscou se mudar para Fortaleza, onde há uma escola parceira do exército que daria melhor suporte aos dois filhos autistas do casal. A partir da mudança, Cristiane teria se queixado ainda mais da depressão. Devido a esse problema, o casamento esfriou.

“Essa depressão era uma armação. Eu nunca bati nela. Tenho seguro de vida, que todo militar tem, de R$ 150 mil e ela ganharia livre sem imposto nenhum. Fora a pensão de R$ 5 mil pro resto da vida”, conclui.

Sobre a morte do filho, ele supõe que ela tenha escolhido o mais novo por ser mais calmo. “Ela nunca demonstrou ser capaz de fazer isso. Qualquer pessoa pode ter feito isso, mas não a mãe da criança. Me assustei bastante”.

Lembranças

Sobre o dia, Francilewdo voltou a afirmar que não lembra do que aconteceu, nem do que comeu. No dia, não havia expediente no quartel devido a um evento. Por isso, ele deixou os filhos no colégio, fez exercícios físicos e voltou para buscá-los. Fez as compras básicas para a casa, voltou para casa e se deitou numa rede para assistir jogo de futebol americano. Depois tudo se apaga.

Antes de se deitar, teve um pequeno conflito com a mulher. “Ela disse que ia passar a noite no hospital. Ela saiu para rua e ela queria ir no carro, mas eu segurei a chave do carro porque vi que ela não tinha condição de ir. Eu falei que ia chamar alguém da minha família para ficar em casa e eu levaria ela, mas ela disse: Não quero ninguém da sua família aqui. De repente ela desmaiou. Eu disse para ela tomar seu remédio e ela ficou no quarto. E eu deitei na rede lá na sala. Acordei cinco ou seis dias depois”.

Quando se acordou, ninguém comentou sobre os acontecimentos. O subtenente ainda ficou seis dias sem comentarem no assunto. Segundo ele, a informação era de que ele tinha um problema de infecção alimentar e não envenenamento. Ainda chegou a perguntar pela esposa, mas desconversaram. “Só depois que eu melhorei mesmo, me deram a notícia. Estavam três médicos, uma enfermeira, minha irmã e meu cunhado. Foi o pior dia da minha vida, quando falaram do meu filho…”.

Frente a frente com esposa

No dia 22 de dezembro, houve acareação. Os dois principais suspeitos ficaram frente a frente para falar sobre o que aconteceu no dia do crime. Para o subtenente, foi um momento muito triste e pesado, pois além de encarar a esposa, ainda teve que visitar a antiga casa para fazer a reconstituição.

“Durante a acareação, foi difícil ouvir ela falar coisas e mentiras descaradas na minha frente. Disse que eu era endividado. Eu não falei diretamente com ela e ela também não. Eu olhava para ela e ela não olhava para mim. Eu tentei ver se ela olhava para mim e nada”.

Sobre a reconstituição do crime, a pior parte para o subtenente foi entrar no quarto dos filhos e ver as fotos do primogênito já morto. Afastado do caçula, Francilewdo espera conseguir a guarda na Justiça.

Mensagem no Facebook
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Mensagem editada publicada no perfil de Francilewdo Bezerra. (FOTO: Grupo Justiça é o que se busca)

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Mensagem original publicada no perfil de Francilewdo Bezerra. (FOTO: Grupo Justiça é o que se busca)

Subtenente Francilewdo Bezerra
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Subtenente Francilewdo Bezerra

Militar foi acusado pela esposa de ter matado o filho de 9 anos envenenado com chumbinho (FOTO: Reprodução)

Hospital Geral do Exército
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Hospital Geral do Exército

Francilewdo Bezerra estava internado no apartamento do hospital militar, local em que trabalha (FOTO: Tribuna do Ceará/Rosana Romão)

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Uma das provas do crime é uma mensagem publicada no perfil do subtenente. A postagem foi editada quando o militar estava em coma, no hospital (FOTO: Reprodução/Facebook)

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Uma das provas do crime é uma mensagem publicada no perfil do subtenente. A postagem foi editada quando o militar estava em coma, no hospital (FOTO: Reprodução/Facebook)

Relembre o caso:

12 de novembro – Subtenente é suspeito de matar filho autista, agredir esposa e anunciar crimes no Facebook

13 de novembro – Subtenente suspeito de matar filho e agredir esposa continua em estado grave no hospital

15 de novembro – Polícia quer ouvir mulher de subtenente do Exército suspeito de matar o filho envenenado

19 de novembro – Filho autista de subtenente do Exército ingeriu “chumbinho”, aponta laudo

19 de novembro – Esposa de militar do Exército suspeito de matar o filho nega traição que seria estopim do caso

21 de novembro – Militar suspeito de matar filho sai do coma, mas ainda não tem condições de prestar depoimento

21 de novembro – Delegado quer saber quem comprou chumbinho usado para matar o filho de militar do Exército

24 de novembro – Amigo duvida que subtenente tenha sido o autor da morte do filho autista

24 de novembro – Com melhora de subtenente, delegado aguarda depoimento até o fim da semana

25 de novembro – Subtenente fica chocado ao acordar do coma e saber que é acusado do assassinato do filho

26 de novembro – Delegado estuda fazer reconstituição do caso de subtenente acusado pela mulher de matar o filho

27 de novembro – Delegado desconfia que uma terceira pessoa tenha assassinado filho de subtenente do Exército

28 de novembro – Subtenente suspeito de matar filho será ouvido pela polícia mesmo na UTI

29 de novembro – Subtenente nega acusações e seu advogado acusa esposa de assassinar o filho para culpar militar

2 de dezembro – Delegado considera esposa de subtenente uma “suspeita em potencial” da morte do filho

3 de dezembro – Subtenente vai de vilão a mocinho após 3 semanas de investigação por morte de filho envenenado

3 de dezembro – Subtenente suspeito de matar o filho tem prisão preventiva revogada pela Justiça

4 de dezembro – Caso Subtenente: pai e mãe ficarão frente a frente pela 1ª vez após morte do filho envenenado

4 de dezembro – Em 1ª entrevista após sair de UTI, subtenente revela que tem tatuagem com nome de filho morto

8 de dezembro – Esposa de subtenente suspeita de matar o filho contrata um dos juristas mais conhecidos do Ceará

11 de dezembro – Um mês após crime, vizinha diz que nunca acreditou na versão de que subtenente matou o filho

11 de dezembro – Polícia revela áudio que indica desespero da esposa de subtenente após crime

12 de dezembro – Sobrinha será investigada por acionar a polícia quando militar já havia sido socorrido

13 de dezembro – Subtenente recebe alta médica e deseja acareação com esposa sobre morte de filho envenenado

15 de dezembro – Subtenente e esposa participarão de acareação e reconstituição de crime até a próxima semana

16 de dezembro – Caso Subtenente: esposa e militar fazem acareação na próxima segunda-feira

22 de dezembro – Em acareação, subtenente e esposa se encontram pela primeira vez após morte do filho

22 de dezembro – Subtenente acusa publicamente sua mulher de matar filho e agora teme pela vida do mais novo

23 de dezembro – Subtenente tem seguro de vida que pagaria R$ 153 mil a esposa em caso de morte

23 de dezembro – Polícia investiga denúncia de que depósito teria vendido chumbinho a esposa de subtenente

24 de dezembro – Esposa de subtenente admitiu ao marido que tem um amante, no reencontro do casal em acareação

25 de dezembro – Confira o bilhete de brincadeira suspeita entre subtenente e esposa que intriga a polícia

26 de dezembro – Laudo aponta que esposa de subtenente teve lesões mais leves do que em fotos entregues à polícia

27 de dezembro – Polícia quer saber se amante teve participação na morte de filho de subtenente

29 de dezembro – Frieza de mulher de subtenente teria chamado a atenção de presentes em reconstituição de crime

1º de janeiro – Mensagem editada no Facebook de subtenente teve alteração no nome do amante da esposa