Apesar das chuvas, principais açudes do Ceará continuam com baixo volume de água

ARMAZENAMENTO DE ÁGUA

Apesar das chuvas, principais açudes do Ceará continuam com baixo volume de água

Somando todos, a média do estado é de 21,5% de água armazenada, apesar das boas precipitações registradas nessa quadra chuvosa

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

3 de junho de 2019 às 17:02

Há 1 mês
Os dois maiores açudes do Ceará permanecem com baixo volume de água (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

Os dois maiores açudes do Ceará permanecem com baixo volume de água (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

A quadra chuvosa acabou oficialmente na última sexta-feira (31), e você deve ter percebido que choveu bem em Fortaleza. Mas, infelizmente, não foi assim em todo o estado. Por isso, os principais açudes continuam com volume de água abaixo da capacidade total.

Os dois maiores açudes do Ceará permanecem com baixo volume de água. O Castanhão está com 5,5% da capacidade de armazenamento. Apenas 1,5% a mais do que no início do ano. O Orós tem um nível um pouco melhor: 9%; 3,3% a mais que em janeiro. Dos 155 reservatórios monitorados pela Cogerh, 72 estão com menos de 30% da capacidade. Apenas 42 açudes estão acima de 90%.

Somando todos, a média do estado é de 21,5% de água armazenada, apesar das boas precipitações registradas nessa quadra chuvosa. Hypérides Macedo, especialista em recursos hídricos, explica que elas se concentraram mais no litoral e no centro-norte cearense, enquanto as chuvas no Cariri e no Centro-Sul – onde estão localizados os grandes reservatórios – não foram suficientes para uma boa recarga de água.

A boa notícia é que a Grande Fortaleza pode não precisar da água do Castanhão, isso porque houve bom aporte na bacia metropolitana – que compreende os açudes Pacoti, Pacajus, Riachão, Gavião. Juntos, eles somam atualmente 62,2% da capacidade total. No início do ano, o nível era de apenas 10,4%.

Ainda segundo o especialista, para os municípios do interior, os reservatórios de pequeno e médio porte podem dar conta do abastecimento com complemento do sistema de poços profundos.

Confira todos os detalhes na reportagem do Jornal Jangadeiro, da TV Jangadeiro/SBT:

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ARMAZENAMENTO DE ÁGUA

Apesar das chuvas, principais açudes do Ceará continuam com baixo volume de água

Somando todos, a média do estado é de 21,5% de água armazenada, apesar das boas precipitações registradas nessa quadra chuvosa

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

3 de junho de 2019 às 17:02

Há 1 mês
Os dois maiores açudes do Ceará permanecem com baixo volume de água (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

Os dois maiores açudes do Ceará permanecem com baixo volume de água (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

A quadra chuvosa acabou oficialmente na última sexta-feira (31), e você deve ter percebido que choveu bem em Fortaleza. Mas, infelizmente, não foi assim em todo o estado. Por isso, os principais açudes continuam com volume de água abaixo da capacidade total.

Os dois maiores açudes do Ceará permanecem com baixo volume de água. O Castanhão está com 5,5% da capacidade de armazenamento. Apenas 1,5% a mais do que no início do ano. O Orós tem um nível um pouco melhor: 9%; 3,3% a mais que em janeiro. Dos 155 reservatórios monitorados pela Cogerh, 72 estão com menos de 30% da capacidade. Apenas 42 açudes estão acima de 90%.

Somando todos, a média do estado é de 21,5% de água armazenada, apesar das boas precipitações registradas nessa quadra chuvosa. Hypérides Macedo, especialista em recursos hídricos, explica que elas se concentraram mais no litoral e no centro-norte cearense, enquanto as chuvas no Cariri e no Centro-Sul – onde estão localizados os grandes reservatórios – não foram suficientes para uma boa recarga de água.

A boa notícia é que a Grande Fortaleza pode não precisar da água do Castanhão, isso porque houve bom aporte na bacia metropolitana – que compreende os açudes Pacoti, Pacajus, Riachão, Gavião. Juntos, eles somam atualmente 62,2% da capacidade total. No início do ano, o nível era de apenas 10,4%.

Ainda segundo o especialista, para os municípios do interior, os reservatórios de pequeno e médio porte podem dar conta do abastecimento com complemento do sistema de poços profundos.

Confira todos os detalhes na reportagem do Jornal Jangadeiro, da TV Jangadeiro/SBT: