Escolas públicas de Fortaleza são alvos constantes de violência

INSEGURANÇA

Escolas públicas de Fortaleza são alvos constantes de violência

Pesquisa do IBGE apontou que 25,4% dos alunos do último ano do Ensino Fundamental da rede pública de Fortaleza informaram que já tiveram as aulas suspensas, pelo menos 1 vez em um ano, por falta de segurança nas escolas

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

15 de abril de 2019 às 07:00

Há 3 meses
Uma escola da Barra do Ceará suspendeu as aulas após o prédio ser invadido (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

No ano passado, uma escola da Barra do Ceará suspendeu as aulas após o prédio ser invadido (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

Um levantamento da Organização para a Operação e Desenvolvimento Econômico aponta com base em dados de 2017 que o Brasil ocupa o 1º lugar no ranking de violência contra professores. O novo ministro da educação, Abraham Weintraub, propôs essa semana que o aluno beneficiário do Bolsa Família seja excluído do programa em caso de agressão contra professor.

Em Fortaleza, na semana passada, mais um episódio de violência foi registrado. Um aluno tentou esfaquear um professor. São casos que se somam com a insegurança e prejudicam o ambiente escolar.

Uma pesquisa do IBGE apontou que 25,4% dos alunos do último ano do Ensino Fundamental que estudam na rede pública de Fortaleza informaram que já tiveram as aulas suspensas, pelo menos 1 vez em um ano, por falta de segurança nas escolas. Ainda segundo o IBGE, a média nacional é de 16,4%.

Um exemplo aconteceu no ano passado, quando uma escola da Barra do Ceará suspendeu as aulas após o prédio ser invadido e serem pichadas mensagens relacionadas a uma facção criminosa.

Atualmente, professores de 72 escolas de Fortaleza recebem a gratificação de incentivo à lotação por trabalharem em áreas de risco. O sindicato afirma que a insegurança aumentou após a retirada dos monitores das unidades.

Veja também:
1,8 mil professores recebem gratificação para compensar violência diária dentro e fora de escolas
Alta criminalidade e baixo nível de escolas caminham juntos em Fortaleza, indica pesquisador

O Jornal Jangadeiro entrou em contato com a Secretaria da Educação do Município, mas não obteve resposta.

Confira todos os detalhes na reportagem do Jornal Jangadeiro, da TV Jangadeiro/SBT:

Publicidade

Dê sua opinião

INSEGURANÇA

Escolas públicas de Fortaleza são alvos constantes de violência

Pesquisa do IBGE apontou que 25,4% dos alunos do último ano do Ensino Fundamental da rede pública de Fortaleza informaram que já tiveram as aulas suspensas, pelo menos 1 vez em um ano, por falta de segurança nas escolas

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

15 de abril de 2019 às 07:00

Há 3 meses
Uma escola da Barra do Ceará suspendeu as aulas após o prédio ser invadido (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

No ano passado, uma escola da Barra do Ceará suspendeu as aulas após o prédio ser invadido (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

Um levantamento da Organização para a Operação e Desenvolvimento Econômico aponta com base em dados de 2017 que o Brasil ocupa o 1º lugar no ranking de violência contra professores. O novo ministro da educação, Abraham Weintraub, propôs essa semana que o aluno beneficiário do Bolsa Família seja excluído do programa em caso de agressão contra professor.

Em Fortaleza, na semana passada, mais um episódio de violência foi registrado. Um aluno tentou esfaquear um professor. São casos que se somam com a insegurança e prejudicam o ambiente escolar.

Uma pesquisa do IBGE apontou que 25,4% dos alunos do último ano do Ensino Fundamental que estudam na rede pública de Fortaleza informaram que já tiveram as aulas suspensas, pelo menos 1 vez em um ano, por falta de segurança nas escolas. Ainda segundo o IBGE, a média nacional é de 16,4%.

Um exemplo aconteceu no ano passado, quando uma escola da Barra do Ceará suspendeu as aulas após o prédio ser invadido e serem pichadas mensagens relacionadas a uma facção criminosa.

Atualmente, professores de 72 escolas de Fortaleza recebem a gratificação de incentivo à lotação por trabalharem em áreas de risco. O sindicato afirma que a insegurança aumentou após a retirada dos monitores das unidades.

Veja também:
1,8 mil professores recebem gratificação para compensar violência diária dentro e fora de escolas
Alta criminalidade e baixo nível de escolas caminham juntos em Fortaleza, indica pesquisador

O Jornal Jangadeiro entrou em contato com a Secretaria da Educação do Município, mas não obteve resposta.

Confira todos os detalhes na reportagem do Jornal Jangadeiro, da TV Jangadeiro/SBT: