População pede que antigo Forró do Gago seja transformado em espaço comunitário

ANTIGO FORRÓ DO GAGO

População pede que antigo Forró do Gago seja transformado em espaço comunitário

A casa tinha virado base missionária que era utilizada para realização de cultos. Era uma tentativa de transformação social

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

24 de maio de 2018 às 07:15

Há 1 ano
Casa de show conhecida como Forró do Gago (FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Casa de show conhecida como Forró do Gago (FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Quatro meses depois, ainda é possível encontrar as marcas da maior chacina da história do Ceará. Na Rua Madre Tereza de Calcutá, no bairro Cajazeiras, em Fortaleza, ninguém se arrisca a falar sem ocultar a própria identidade. “O clima nunca mais vai ser o mesmo”, comenta um morador, que não quis se identificar.

Em 27 de janeiro deste 2018, um grupo armado invadiu a casa de shows conhecida como Forró do Gago, durante uma festa, por volta de 1h da manhã. 14 pessoas foram mortas e pelo menos 10 ficaram feridas. A violência chocou Fortaleza. O caso ganhou repercussão internacional.

Desde janeiro, o antigo Forró do Gago virou uma base missionária e é utilizado para realização de cultos. É uma tentativa da comunidade de ver o local da tragédia como espaço de transformação social. A ideia era de que, no local, fosse construída uma igreja evangélica.

Mas, diante da falta de recursos para comprar o imóvel, o desejo é de que o poder público construa algo que beneficie a comunidade.

Veja todos os detalhes no vídeo do Jornal Jangadeiro, da TV Jangadeiro/SBT:

Veja outros vídeos do Jornal Jangadeiro.

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ANTIGO FORRÓ DO GAGO

População pede que antigo Forró do Gago seja transformado em espaço comunitário

A casa tinha virado base missionária que era utilizada para realização de cultos. Era uma tentativa de transformação social

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

24 de maio de 2018 às 07:15

Há 1 ano
Casa de show conhecida como Forró do Gago (FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Casa de show conhecida como Forró do Gago (FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Quatro meses depois, ainda é possível encontrar as marcas da maior chacina da história do Ceará. Na Rua Madre Tereza de Calcutá, no bairro Cajazeiras, em Fortaleza, ninguém se arrisca a falar sem ocultar a própria identidade. “O clima nunca mais vai ser o mesmo”, comenta um morador, que não quis se identificar.

Em 27 de janeiro deste 2018, um grupo armado invadiu a casa de shows conhecida como Forró do Gago, durante uma festa, por volta de 1h da manhã. 14 pessoas foram mortas e pelo menos 10 ficaram feridas. A violência chocou Fortaleza. O caso ganhou repercussão internacional.

Desde janeiro, o antigo Forró do Gago virou uma base missionária e é utilizado para realização de cultos. É uma tentativa da comunidade de ver o local da tragédia como espaço de transformação social. A ideia era de que, no local, fosse construída uma igreja evangélica.

Mas, diante da falta de recursos para comprar o imóvel, o desejo é de que o poder público construa algo que beneficie a comunidade.

Veja todos os detalhes no vídeo do Jornal Jangadeiro, da TV Jangadeiro/SBT:

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