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dezembro 2019 - Agregando valor

Publicidade

Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

dezembro 2019

GO! Comunicação cria ação para o QuintoAndar no Metrô de São Paulo

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

26 de dezembro de 2019

Os usuários da Linha Verde do Metrô de São Paulo estão sendo impactados com uma ação da GO! Comunicação para o QuintoAndar, a maior plataforma de moradia do Brasil. Quatro vagões da linha acabam de ser adesivados simulando os lados externos e internos de uma residência, evidenciando os benefícios da plataforma, conhecida por simplificar a locação de imóveis em diversas cidades brasileiras.

O envelopamento externo foi feito em quatro dos seis vagões de um dos trens da linha, dois deles com a comunicação da atual campanha do QuintoAndar, focada na facilidade que a plataforma oferece para quem quer alugar imóveis. Os outros dois vagões foram caracterizados como o lado externo de uma casa, com porta, janela, campainha, vaso de flores e uma placa de Aluga-se. Por dentro dos trens, a ambientação simula cortinas nas janelas, quadros na parede, tapetes e os assentos como sofás.

“Nosso objetivo é transformar o mercado para melhor, fazendo com que as pessoas encontrem a casa perfeita para o seu momento de vida – e isso tem tudo a ver com mobilidade”, explica Luciana Brito de Oliveira, gerente de marketing do QuintoAndar em São Paulo.

“Se um dos objetivos era enfatizar a facilidade para os possíveis inquilinos, o fato de que ‘o QuintoAndar leva o imóvel até você’ deixa isso muito evidente, numa analogia que beira o literal”, afirma Vivian Ferreira, diretora da GO! Comunicação.

A ação vai até o dia 19 de janeiro.

Com amplo portfólio em Propaganda, Promoção, Live Marketing, Design e Digital para marcas como Brasil Kirin, Eternit, Eucatex, IBOPE Inteligência, Itaucard, Locaweb, Mercedes Benz, Tupperware, entre outras, a GO! foi eleita por três vezes a Melhor Agência do ABC paulista. Além de ter sido premiada como Agência do Ano 2019, foi reconhecida com os prêmios de Melhor Profissional de Social Media, Melhor Agência em Marketing Direto e Relacionamento e Melhor Agência em Design pelo Prêmio ABC da Comunicação, que reconhece o desempenho das agências sediadas na região. Outros detalhes: www.gocomunicacao.com

Sobre o QuintoAndar

O QuintoAndar é uma imobiliária digital que oferece uma experiência direta e simples para proprietários inquilinos no mercado de aluguel residencial de longa duração no Brasil. Ela permite que inquilinos busquem por imóveis por meio de fotos de alta qualidade, marquem visitas e fechem negócio online, sem burocracia. Para o proprietário, o QuintoAndar assegura o recebimento do valor do aluguel em dia, independentemente do pagamento pelo inquilino, e oferece a Proteção QuintoAndar, que cobre reparos no imóvel não realizados ao fim do contrato. A companhia atualmente opera em 25 cidades nas 9 principais regiões metropolitanas do país. 

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De olho no mercado de cerveja caseira: amigos criam novo fermentador e abrem empresa com capacidade de produção de 5 mil produtos/mês

Por rodrigogoyanna em branding, experiencia, Marketing

19 de dezembro de 2019

 consumo de cervejas vem mudando no Brasil. A cada dia surgem mais pessoas que valorizam a qualidade das produções artesanais, ou até mesmo se aventuram em produzir suas próprias cervejas em casa.

Atualmente, o país é o terceiro maior produtor de cerveja artesanal do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da China, segundo dados da Abracerva. Existem cerca de 800 cervejarias artesanais espalhadas por diversas regiões brasileiras, número que aumenta 25% ao ano.

Aproveitando a alta deste mercado e levando em conta que a maior parte desta produção começa em casa, dois curitibanos resolveram empreender neste segmento e criaram um fermentador de cerveja único com uma tampa de utilidades que elimina contaminações.

Esta história, como a maioria nesta área, começou de modo ocasional. Com profissões e habilidades completamente distintas, foi a vontade comum de empreender e transformar seus hobbys em negócio que os uniu para criar um produto inovador neste segmento.
Fausto Pio de Miranda, Engenheiro Naval, sempre gostou de produzir cervejas em casa. Roni José Antunes, técnico em telecomunicações, tornou-se especialista em plásticos na medida em que crescia e acompanhava o pai na empresa da família, uma fabricante de materiais plásticos também de Curitiba.
“Enquanto tentava aperfeiçoar a produção de cervejas em casa, percebi a falta de um fermentador mais prático e seguro. Comprei alguns para experimentar, inclusive de outros países, mas nenhum proporcionava a experiência que tinha em mente. Assim, pedi ao Roni que me ajudasse a produzir um novo equipamento e ele topou”, conta Fausto.

Foram dois anos de estudo e aprimoramento que resultaram na criação do Izzibeer: um fermentador com capacidade de produção de 30 litros e fabricado em pet transparente, o que possibilita a quem o esteja utilizando acompanhar o processo de fermentação do começo ao fim.

Contudo, o que torna o fermentador ainda mais diferente e que abriu os olhos dos amigos para a construção de um negócio próprio foi a sua tampa.

“Inventamos uma tampa com conexões que permitem manuseio da bebida durante o processo de fermentação sem a sua abertura total, evitando contaminações. Ele também é o único que possui esta tampa de utilidades”, conta Roni Antunes.

Roni explica que as conexões são destinadas à introdução de gás CO2, de sonda termométrica para controle de temperatura e volume, e válvula para a retirada da bebida sem contato com os resíduos que comumente se formam no fundo do fermentador. E ainda outra conexão destinada ao pressurizador faz com que fermentador transforma-se em uma chopeira.

“A tampa também possui o diferencial de ser larga e totalmente extraível para uma prática e completa limpeza do recipiente”, explica Roni.

Entre suas demais características estão um fundo esférico, que garante resistência à pressão para uma boa fermentação e posterior carbonatação, e duas opções de bases: plástica e inox. Além disso, uma alça na tampa torna o transporte seguro da cerveja para refrigeradores e a conexão para o termômetro possibilita o controle da temperatura direta do líquido em fermentação: processo fundamental para a composição de uma bebida de qualidade.

“Hoje em dia, os grandes apreciadores de cerveja artesanal estão buscando, além do prazer de consumir esta boa bebida, o de produzir a sua própria cerveja e servi-la aos amigos e familiares. Este é um mercado em crescimento e por isso nossas expectativas são as melhores”, diz Fausto Miranda. 

O fermentador também pode ser utilizado por micro cervejarias para produção artesanal ou até mesmo por laboratórios de indústrias cervejeiras para a criação de novas receitas. Além de cervejas, nele podem ser produzidas outras diversas bebidas fermentadas, como vinhos, iogurtes, kombuchas (chás fermentados de origem coreana) e outros.

O produto é fabricado integramente no Paraná através de empresas parceiras. A empresa criadora, que levou o nome de Biertek, possui a capacidade de produção de 5 mil fermentadores caseiros por mês e mantém nos planos a exportação do produto para outros países.

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A desconstrução imagética do Natal no mundo publicitário

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

11 de dezembro de 2019

Mal os pais conseguem respirar das compras efetuadas no Dia das Crianças e os anúncios publicitários já prenunciam a proximidade do Natal, exibindo uma infinidade de brinquedos, roupas, acessórios etc. sendo entregues às pessoas, aparentemente, felizes, numa grande confraternização em família. Essas imagens, cada vez mais comuns nos espaços midiáticos em tal época do ano, vem, gradativamente, descontruindo o conceito original desta tradição milenar.

Mas, antes mesmo de falarmos da desconstrução imagética da celebração natalina, é bom relembrar que o Natal teve início como uma festa pagã, há cerca de 7 mil anos antes do nascimento de Cristo, celebrando o solstício de inverno, a noite mais longa do hemisfério norte, marcando o fim das noites mais longas e o início dos dias mais claros e de um período propício para a colheita. E assim foi, por milhares de anos, até o século 4, quando o cristianismo foi oficializado pelo Imperador Constantino e o Natal tornou-se uma festa cristã voltada para o nascimento de Cristo, como a conhecemos hoje. Todavia, embora a tradição natalina ainda sobreviva, seu significado parece se perder cada vez mais em meio ao bombardeamento imagético publicitário.

“O Natal é um dos períodos do ano mais lucrativos para o comércio e, obviamente, os veículos midiáticos não deixariam de aproveitar tal cenário. Todavia, o que chama a atenção, ultimamente, são as estratégias cada vez mais aprimoradas para ‘encantar’ os consumidores com a ‘magia’ natalina travestida de marketing”, afirma o Prof. Dr. Jack Brandão, renomado pesquisador imagético há mais de 30 anos, com artigos publicados no Brasil e no exterior sobre o poder de influência da imagem na sociedade.

Brandão ressalta como o meio publicitário acaba influenciando, mesmo que inconscientemente, o público midiático ao trabalhar com imagens que mexem com a memória e o emocional de cada um.

“Seja na internet ou na TV, é muito comum assistirmos a vídeos comerciais de famílias, crianças, casais reunidos numa noite de Natal; todos felizes trocando presentes entre si. E, o mais interessante é que, em muitos desses comerciais, o foco no produto ou serviço oferecido é substituído, por alguns momentos, pela união e afetividade exibida na propaganda. O que é isso? Uma preocupação do marketing em valorizar o sentido original do Natal? Negativo! Trata-se de uma estratégia publicitária”, diz o professor.

O pesquisador imagético explica que quando o público se depara com imagens como as citadas por ele, anteriormente, ele acaba sendo envolvido por elas numa falsa crença de felicidade. “Sabemos que o intuito principal da propaganda é vender e que tudo não passa de uma construção, mas, no momento em que a assistimos, nos esquecemos disto, num desejo de acreditar naquilo que nos é apresentado e que pode nos remeter a uma lembrança de nossa infância, a um momento gostoso com nossos familiares, ou ainda, a um desejo de reconciliação com alguém. É o mesmo efeito gerado por muitas imagens postadas nas redes sociais com sorrisos mascarados; porém, queremos acreditar naquela felicidade construída”, diz Brandão.

Segundo o professor, tudo isso acontece porque somos seres imagéticos, totalmente influenciáveis pelo poder da imagem que, muitas vezes, ao expressar aquilo que desejamos, nos faz acreditar nelas. “Por isso as fake news podem ter uma repercussão muito maior do que uma notícia verdadeira, por exemplo, ao veicularem algo que muitos gostariam que realmente fosse verdade. O mundo comercial não se difere muito, ao apresentar tantas superficialidades”, completa o professor.

Mas, se a propaganda está focando mais nos encontros humanos do que no produto ou serviço oferecido, ela atingirá seu objetivo? Para o Prof. Jack Brandão, essa estratégia pode ser muito mais vantajosa para o comercial atingir seu intuito. “Inconscientemente, muitos associarão o momento emocionante apresentado pelo marketing com a marca que ele está divulgando, afinal quem é que não se lembra de algum comercial natalino, ou até mesmo outro, que marcou a sua vida?”, questiona o pesquisador.

Assim, Brandão ressalta como os símbolos tradicionais do Natal vão sendo substituídos pelas imagens propagandísticas, descontruindo o conceito original da celebração. “Hoje é fácil pensarmos na festividade e logo vir a nossa mente a imagem do urso polar presente no comercial da Coca Cola, a imagem de um avô com seu netinho numa propaganda de panetone, ou ainda, um casal se amando, num comercial de perfume. Ao pensarmos em todas essas imagens, já nos recordamos da marca”.

E ao falar em imagens que remetem ao Natal, é impossível não abordar um dos símbolos da festa, o Papai Noel, e que Brandão também faz questão de ressaltar que não passa de uma construção imagética. “A imagem do ‘bom velhinho’ com roupas vermelhas e um gorro na cabeça, e que nada tem a ver com a imagem de São Nicolau que presenteava os pobres e deu origem ao símbolo natalino, foi apresentada, pela primeira vez, num comercial da Coca Cola e se consagrou desde então, mostrando como a sociedade está dominada pela magia, mas não a natalina e sim a do marketing”, conclui.

Sobre o Prof. Dr. Jack Brandão:

Doutor em Literatura pela Universidade de São Paulo (USP). Diretor do Centro de Estudos Imagéticos CONDES-FOTÓS, editor da Lumen et Virtus, Revista interdisciplinar de Cultura e Imagem, pesquisador sobre a questão imagética em diversos níveis, como nas artes pictográficas, escultóricas e fotográficas.

Mais informações: condesfotosimagolab.com.br

Canal no Youtube: www.youtube.com/user/jackbran

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Discount Cupons

Por rodrigogoyanna em Sem categoria

09 de dezembro de 2019

Imagina abrir o jornal domingo de manhã e encontrar dezenas de cupons de desconto como os acima, o que você faria com eles? Lixo ou bolso? Na maior economia do mundo, onde o mercado se desenvolve de forma enraizada ao universo digital, os americanos incorporaram a cultura de utilizar essa ferramenta para garantir um preço mais baixo, vale pra tudo: alimento, eletrônico, material de limpeza, tem até cupom de desconto para carros, o importante é conseguir barganhar preço.

Em 2013, em uma das últimas pesquisas sobre este assunto realizada, 213 bilhões de cupons de desconto foram distribuídos nos Estados Unidos, deste total, 2,8 bilhões de cupons foram utilizados pelos consumidores, 89,7% destes foram distribuídos impressos em jornais ou em encartes de jornais, e apenas 66 milhões de cupons foram digitais.

Os cupons de desconto são na verdade a primeira “compra coletiva” existente, pois cada empresa mensura a demanda que esse desconto poderá gerar, de forma a calcular o limite de cupons e a amplitude do desconto; essa equação gera um impacto positivo sobre dois aspectos: na imagem da empresa, já que se bem trabalhada, essa mídia impressa pode gerar reforço de marca (68% dos americanos acreditam que os cupons de desconto fortalecem a marca do varejista), e no financeiro, pois apesar do desconto oferecido, a empresa mantem uma margem de contribuição razoável buscando lucratividade devido a larga escala, ou seja, ganhar menos por produto comercializado e mais pelo montante vendido.

 Para 60% dos norte-americanos, comprar é uma ação competitiva e obter preço melhor do que os outros os faz sentir-se vencedores. Entre as mães, nos Estados Unidos, 78% buscam os seus cupons de desconto nos jornais.

Se deixarem os cupons de descontos em casa, 40% dos consumidores norte-americanos saem das lojas sem comprar e 35% dos norte-americanos usam cupons de desconto 50 vezes por ano.

É um tipo de economia sobre consumo bastante incorporada a rotina do cidadão norte americano, isso acontece por algumas razões.

Primeiro porque não é uma pseudo-promoção, são de fato bons descontos, existe até um programa chamado Cupom Mania na Discovery Home & Health, que mostra casos reais; são pessoas que tem paciência de guardar, colecionar, acumular milhares de cupons para fazer compras muito mais baratas do que normalmente.

No Brasil, o boom de compras coletivas caiu em descrédito após algumas empresas transformarem essa estratégia ganha-ganha, em uma forma de enganar o consumidor ofertando produtos com pseudo-descontos. Seria ótimo se ao invés da perda de importância, os consumidores pudessem ter filtrado as verdadeiras empresas de compra coletiva e através da escolha seletiva, eliminar do mercado quem pensou este tipo de modelo de negocio visando beneficio unilateral.

Ademais, essa ferramenta deveria vir com força definindo seu público alvo e direcionando esforços para atingi-lo, uma vez que no Brasil, um dos valores que um nicho de consumidores enxerga num produto ou serviço, é justamente preço alto; isso mesmo, tem quem goste de pagar mais, porque esse tipo de escolha entrega status e exclusividade, e utilizar um cupom de desconto acompanharia além da redução do preço, um constrangimento aos olhos de quem possui esse tipo de postura.

É uma boa lição para as empresas: é verdade que a internet se consolida para ser a principal ferramenta de divulgação e comercialização de produtos, mas ainda existem outras estratégias, seja cupom de desconto, divulgação boca a boca, ou outras mais, que devem ser consideradas e sempre revistas, sob pena da empresa abdicar de formas de contato com seus consumidores, que poderiam complementar o importante trabalho no ambiente digital.

No ano passado, 92% dos habitantes da nação mais rica do mundo trocaram mais de 2,8 bilhões de cupons.

Por que então não funcionaria no Brasil?

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O Jeito Apple de atender os clientes

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia

09 de dezembro de 2019

Cena Real. Domingo 3pm na Applestore do Montgomey Mall em Bethesda, MD, USA: “Eu amoooooo esse modelo de Ipod”, diz uma efusiva garota. Inesperadamente, uma sorridente funcionária surge rebatendo: “nossa marca também ama você”.

Não se trata de um discurso leviano. A Apple ama amar seus clientes, porque o foco no consumidor norteia cada decisão ou estratégia adotada pela empresa. Isso agrega valor ao produto, o branding que a empresa desenvolve permite cobrar mais por cada aparelho; quer você ame, ou odeie a Apple, não há dúvidas de que você percebe a experiência que a empresa cria, a marca da maçã não vende simplesmente um celular, ela entrega uma experiência de consumo acima da média para o seu cliente. Porque apesar de ser empresa de tecnologia e inovação, a Apple fala a linguagem do cliente desde da etapa de reconhecimento de necessidade e captação de informações, até a fase final do pós-venda.

Cada funcionário da empresa criada por Steve Jobs é na verdade um defensor da marca, e carrega consigo o objetivo de tornar uma simples visita a Apple Store, numa experiência única e inesquecível.

De acordo com o depoimento real de alguns funcionários, a etapa  durante o fim do treinamento denomina-se “get shirtified” – algo como “encamisado”, significa que o funcionário vestiu a camisa da empresa. Esqueçam a camisa, o comprometimento se incorpora a alma através dos valores Apple de ser, uma aula de endomarketing que resulta em produtividade.

Para a Apple, o essencial é invisível aos olhos:  você vale pelo que você pensa. Quando a empresa abandona o status quo de estereótipo de funcionário, e contrata como vendedor o idoso, o jovem tatuado de bermuda, a garota com estilo gótico; ela transmite uma mensagem, “pra nossa empresa, são todos possíveis clientes, prováveis promotores da marca, e nossa maior preocupação é que se sintam confortáveis em serem atendidos por vendedores que transmitam nossos valores como organização, de uma maneira fácil de ser entendida, ou pelo menos mais agradável de ser escutada.” Pra tudo na vida é assim, o diferente geralmente causa estranheza, mas tudo aquilo que se assemelha provoca empatia.

O vendedor precisa absorver a premissa e vender a idéia de um produto simples, como um computador, em um objeto de desejo, com usabilidade amigável; trata-se do famoso mantra dentro da empresa:  keep it simple, uma maneira de garantir que qualquer usuário, de qualquer nível, consiga operar um produto Apple com poucos minutos de interação.

Assim, os consumidores estão dispostos a pagar mais por uma melhor experiência e exclusividade, em fazer parte de um grupo seleto de amantes da marca. Isso justifica em parte o sucesso da Apple em relação às suas concorrentes.

O segredo da empresa é saber quem é verdadeiramente seu público, e identificar exatamente quais são os valores que estes priorizam. Preço é o que você paga, valor, o que você leva. É um processo, valor incorporado a produto, precisa ser percebido pelo visitante, e precisa ser capturado como venda. Valor percebido é importante pra marca, valor capturado é importante pra empresa.

Quer saber se tá dando certo? Pergunta a alguém que acabou de adquirir um Macbook o que ele comprou? Ele nunca vai dizer que comprou um notebook, ele vai estufar o peito e responder com toda emoção, “comprei um Apple”

Em um próximo post, iremos falar mais sobre Branding, Net Promoter Score, Lock in, estratégias da Apple para manter a fidelização de seus clientes.

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O Jeito Apple de atender os clientes

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia

09 de dezembro de 2019

Cena Real. Domingo 3pm na Applestore do Montgomey Mall em Bethesda, MD, USA: “Eu amoooooo esse modelo de Ipod”, diz uma efusiva garota. Inesperadamente, uma sorridente funcionária surge rebatendo: “nossa marca também ama você”.

Não se trata de um discurso leviano. A Apple ama amar seus clientes, porque o foco no consumidor norteia cada decisão ou estratégia adotada pela empresa. Isso agrega valor ao produto, o branding que a empresa desenvolve permite cobrar mais por cada aparelho; quer você ame, ou odeie a Apple, não há dúvidas de que você percebe a experiência que a empresa cria, a marca da maçã não vende simplesmente um celular, ela entrega uma experiência de consumo acima da média para o seu cliente. Porque apesar de ser empresa de tecnologia e inovação, a Apple fala a linguagem do cliente desde da etapa de reconhecimento de necessidade e captação de informações, até a fase final do pós-venda.

Cada funcionário da empresa criada por Steve Jobs é na verdade um defensor da marca, e carrega consigo o objetivo de tornar uma simples visita a Apple Store, numa experiência única e inesquecível.

De acordo com o depoimento real de alguns funcionários, a etapa  durante o fim do treinamento denomina-se “get shirtified” – algo como “encamisado”, significa que o funcionário vestiu a camisa da empresa. Esqueçam a camisa, o comprometimento se incorpora a alma através dos valores Apple de ser, uma aula de endomarketing que resulta em produtividade.

Para a Apple, o essencial é invisível aos olhos:  você vale pelo que você pensa. Quando a empresa abandona o status quo de estereótipo de funcionário, e contrata como vendedor o idoso, o jovem tatuado de bermuda, a garota com estilo gótico; ela transmite uma mensagem, “pra nossa empresa, são todos possíveis clientes, prováveis promotores da marca, e nossa maior preocupação é que se sintam confortáveis em serem atendidos por vendedores que transmitam nossos valores como organização, de uma maneira fácil de ser entendida, ou pelo menos mais agradável de ser escutada.” Pra tudo na vida é assim, o diferente geralmente causa estranheza, mas tudo aquilo que se assemelha provoca empatia.

O vendedor precisa absorver a premissa e vender a idéia de um produto simples, como um computador, em um objeto de desejo, com usabilidade amigável; trata-se do famoso mantra dentro da empresa:  keep it simple, uma maneira de garantir que qualquer usuário, de qualquer nível, consiga operar um produto Apple com poucos minutos de interação.

Assim, os consumidores estão dispostos a pagar mais por uma melhor experiência e exclusividade, em fazer parte de um grupo seleto de amantes da marca. Isso justifica em parte o sucesso da Apple em relação às suas concorrentes.

O segredo da empresa é saber quem é verdadeiramente seu público, e identificar exatamente quais são os valores que estes priorizam. Preço é o que você paga, valor, o que você leva. É um processo, valor incorporado a produto, precisa ser percebido pelo visitante, e precisa ser capturado como venda. Valor percebido é importante pra marca, valor capturado é importante pra empresa.

Quer saber se tá dando certo? Pergunta a alguém que acabou de adquirir um Macbook o que ele comprou? Ele nunca vai dizer que comprou um notebook, ele vai estufar o peito e responder com toda emoção, “comprei um Apple”

Em um próximo post, iremos falar mais sobre Branding, Net Promoter Score, Lock in, estratégias da Apple para manter a fidelização de seus clientes.