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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

branding

Twitter: maior parte da geração Z não segue as marcas que consome

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

18 de setembro de 2019

O Twitter mapeou os hábitos de consumo dos jovens nascidos entre 1994 e 2010 na rede social.

Durante o uso eles buscam se informar sobre eventos ao vivo como premiações, jogos, festivais e reality shows. 

Saber o que a geração faz na rede é essencial para suprir um abismo entre o usuário e as marcas. Ao contrário da publicidade que era feita para a geração anterior, os Zs não querem seguir a última moda.

Apenas 50% dos jovens se conectam com alguma marca. Quando a faz, o principal motivo de engajamento é o conteúdo relevante e não o produto fabricado pela mesma.

“A identificação e conexão genuína entre marca e consumidor é algo considerado essencial para a Geração Z, que está cada vez mais inclinada a engajar com empresas alinhadas aos seus interesses”, diz  Camilla Guimarães, gerente de pesquisa do Twitter Brasil.

Desse modo, apenas 38% dos entrevistados admitem seguir marcas que costumam consumir. Enquanto que 76% seguem as que têm conteúdo. O estudo releva ainda que 60% compartilham conteúdos que acreditam ser interessantes.

O estudo revelou que essa geração é 10% mais propensa a seguir marcas que gostam em comparação aos Millennials, geração anterior.

“E isso é uma ótima notícia. Os anunciantes têm uma grande oportunidade de dividir conteúdos relevantes e de qualidade com uma audiência que está mais receptiva e aberta ao diálogo”, afirma Camila.

Os influenciadores e celebridades são relevantes na jornada de consumo de informação e produtos para 40% desses jovens. Além disso, um a cada dois tende a seguir blogueiros.

Veja o estudo:

 

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Rede Marisa lança coleção de jeans feito com menos água

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

04 de setembro de 2019

A varejista de moda Marisa lançou nesta semana uma coleção de jeans que usa menos água no processo de fabricação. A coleção foi produzida em parceria com a fabricante Vicunha.

Composta por calças, blusas, bermudas, saias e macacões, a coleção economizou de 75% até 95% no consumo de água, comparado aos processos tradicionais, a depender da peça e técnicas utilizadas para tingimento e lavagem.

A investida integra a plataforma “A Moda Pela Água”, criada pelo Movimento ECOERA, que além da Marisa reúne outras empresas do setor da moda, consumidores e ONGs que buscam soluções para o desperdício de água na indústria.

A reciclagem e a reutilização de resíduos do processo produtivo, transformados novamente em fio de algodão, também ajudam a reduzir o consumo de matéria-prima virgem e de água.

A companhia não revela quanto investiu para desenvolver a coleção, que é permanente, mas garante que não há impacto no preço final do produto: as peças têm preço similar ao dos produtos jeans da Marisa.

Todos os produtos foram produzidos com uso de algodão dos programas BCI (Better Cotton Initiative) e ABR (algodão brasileiro Responsável), centrados no combate ao trabalho escravo e infantil e na melhoraria de práticas agrícolas, incluindo menor consumo de água e de pesticidas e maior segurança do trabalhador.

Nas peças, a novidade poderá ser identificada pela tag e na estampa no bolso interior dos jeans. A divulgação da nova coleção será feita via redes sociais, pontos de venda com material fixo, exposição diferenciada dos produtos em loja, mídia eletrônica (rádio e TV de loja). A Marisa também possui um podcast no Spotify, onde será divulgada a novidade.

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Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

30 de agosto de 2019

Em meio à crise, um grupo de marcas brasileiras conseguiu superar os obstáculos impostos pela constante redução de poder aquisitivo e continuaram a crescer. Em comum, boa parte delas seguiu um caminho: a ampliação da oferta no interior do país. Essa é uma das conclusões do ranking das 25 marcas mais valiosas do Brasil, organizado anualmente pela consultoria britânica Interbrand e publicado com exclusividade por EXAME.

O crescimento do valor somado das marcas chegou a 7,8% neste ano, totalizando cerca de 129 bilhões de reais. É uma taxa superior aos anos anteriores — em 2018, o crescimento foi de pouco mais de 2% e, em 2017, 6,4%. O topo do ranking segue com os bancos Itaú, Bradesco e Banco do Brasil, além das marcas de cerveja Skol e Brahma, que mantiveram suas posições e somam 76% do valor total (veja quadro). Duas empresas estrearam na lista: a seguradora Sul America e o Atacadão, bandeira de atacarejo pertencente ao Carrefour.

Com unidades espalhadas por todos os estados do Brasil, o Atacadão fez investimento de 2 bilhões de reais em 2019, sendo grande parte deste valor destinada a abrir 20 novas lojas — 12 foram inauguradas até o momento. Em 2018, o investimento e a meta foram os mesmos. “A evolução do número de lojas da rede foi constante nos últimos anos, principalmente depois da compra pelo Carrefour, em 2007”, diz Roberto Mussnich, presidente do Atacadão. “A expansão não é feita de maneira concentrada, mas focada em presença nacional. Ter capilaridade é uma forma de divulgar a marca com uma força incrível.” Hoje, a companhia opera em 144 municípios, com inaugurações em cidades de pequeno porte, como Ananindeua, no Pará, com 470 000 habitantes, e Serra Talhada, em Pernambuco, com 85 000 habitantes.

A entrada do Atacadão no ranking é a confirmação de uma tendência que já havia sido apontada pela lista do ano passado: a chegada, para ficar, do modelo do atacarejo. Em 2018, a estreante da vez era justamente a rede Assaí, do Grupo Pão de Açúcar, que permanece no ranqueamento, tendo crescido 20% em valor de marca com relação ao seu ano de estreia. Hoje, a marca vale 553 milhões de reais. “O modelo de atacarejo consegue ter venda por metro quadrado superior à lojas tradicionais”, diz Beto Almeida, presidente da Interbrand. “Percebemos uma amplitude de público muito alta em lojas como as do Atacadão, com consumidores de todas as classes sociais.” Diferentemente do que se pode imaginar, Mussnich explica que até mesmo representantes das classes A e B aderiram ao modelo, sobretudo em pequenas cidades do centro-oeste brasileiro, ligadas ao agronegócio. Um dos segredos do sucesso da regionalização é a aposta na oferta de produtos locais, mostrando que o negócio está conectado com a cultura da cidade onde opera.

A simples chegada a novas áreas, no entanto, não justifica por si só o crescimento da CVC. Junto à expansão, a empresa de turismo tem investido em lojas com menor custo operacional — como quiosques em shoppings. O movimento ainda é tímido: são três lojas nesse modelo, sendo a primeira inaugurada em 2018, em Osasco. Além do espaço reduzido, apenas dois funcionários fazem atendimentos.

No caso do Magazine Luiza, o investimento na plataforma digital ajuda a explicar o salto de crescimento. Após registrar expansão de 50% em valor de marca no ano passado — o maior da lista em cinco anos — o varejista teve nova alta de 46%. Segundo Frederico Trajano, CEO do Magalu, o ritmo do crescimento não deve ser analisado apenas com os dados do último ano, mas é fruto de ações contínuas, principalmente na área digital. “Marcas se constroem cada vez mais por interações positivas e surpreendentes”, diz Trajano, destacando ações recentes como a integração da plataforma digital da empresa com o Whatsapp, fazendo com que os clientes tenham as informações sobre o status dos pedidos de maneira mais fluida desde o ano passado. Outra estratégia ganhou mais força na plataforma digital: a venda de bens não duráveis, que faz com que o consumidor interaja com a loja mais frequentemente. Se no começo de 2017 o catálogo de total de produtos somava 220 000 itens, no fim de 2018 o número chegou a 4,3 milhões — é um aumento superior a 1 800%. Nesse sentido, foi estratégia a compra da Netshoes em junho, ampliando rapidamente o portfólio da empresa.

Ao passo que o online ganha investimentos, a varejista não perde o offline de vista. Neste ano, a companhia inaugurou sua milésima loja no Brasil — só no ano passado, cerca de 100 unidades foram abertas e, segundo Trajano, o plano é superar esse número até o fim de 2019. Nesse contexto, o Magalu não foge à tendência: a integração dos diversos canais de venda também passa pela regionalização. “Tentamos ter um discurso focado no local, com autonomia para que as lojas façam o seu próprio marketing”, diz Trajano. “Cada unidade controla suas ações nas redes sociais e recebe um valor para impulsionar suas publicações.” A ideia é valorizar o jeito regional de se comunicar, com, por exemplo, o uso de vídeos que respeitem os diversos sotaques, evitando uma “paulistanização” do marketing, já que o setor fica concentrado em São Paulo.

O esforço do Magazine Luiza explica não só sua alta no ranking, mas possivelmente a queda das Casas Bahia, seu concorrente direto, que teve desvalorização de 6% no valor da marca, a terceira maior queda, depois de BTG Pactual (-7%) e Cielo (-19%). Controlada pela ViaVarejo, a marca foi vendida em junho pelo Grupo Pão de Açúcar para a família Klein, que fundou a rede de varejo. A companhia detém, hoje, as marcas Bartira, Extra e Pontofrio, além das Casas Bahia. Os resultados da operações do grupo não são animadores: os dois primeiros trimestres deste ano apresentaram prejuízos de 49 e 154 milhões de reais, respectivamente. Desde então, a alta liderança foi totalmente modificada, com a entrada do diretor presidente Roberto Fulcherberguer e quatro vice-presidentes. O grupo definiu a nova equipe que atualmente toca as operações da empresa: são nove diretores, entre eles Ilca Sierra, que fica à frente de Marketing e Comunicação Multicanal, funções que desempenhou na última década, justamente no Magazine Luiza. “A nova direção vem para mudar o posicionamento da companhia e resgatar alguns atributos de marca que foram se perdendo com o tempo”, diz Ilca.

A queda das Casas Bahia é menos dramática que a da processadora de pagamentos Cielo: se no ano passado o recuo do valor da marca segundo o ranking foi de 18%, na nova edição do ranking a desvalorização é de outros 19%, tirando a marca do top 10. Segundo Simone Cesena, gerente de marketing da empresa, a Cielo não passou imune à recente transformação no mercado de maquininhas de cartão, que teve um violento aumento de concorrência nos últimos cinco anos. Em 2018, por exemplo, a empresa teve 19% de redução no lucro líquido ajustado em relação a 2017. “Precisávamos ter preços mais competitivos, e estamos trabalhando em uma mudança de posicionamento”, diz a executiva, referindo-se ao custo das maquininhas e aos valores cobrados por transação.A alteração nos rumos da Cielo foi intensificada com a chegada de um novo presidente, Paulo Caffarelli, em novembro, após quase duas décadas no Banco do Brasil. A prioridade agora é a inversão da pirâmide: a gestão das grandes contas sai dos holofotes, dando espaço ao suporte aos empreendedores. Nesse sentido, o jeito é buscar as oportunidades Brasil adentro. “Mapeamos cidades com baixa penetração de cartões de crédito”, diz Simone. “A chegada a esses lugares vai além do modelo da maquininha — trabalhamos na conexão, na infraestrutura necessária para fazer as transações.” Um exemplo desta estratégia é o programa Cidades do Futuro, que a empresa fez em parceria com a Visa em 2018. Na iniciativa, as companhias têm o objetivo de ampliar o uso de meios eletrônicos de pagamento em cidades onde o dinheiro em espécie ainda tem boa penetração. Três cidades participam do programa: Rio Claro (SP), Manaus (AM) e Boa Vista (RR).

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Teste da Amazon para “marcas top” pode aliviar tensão do varejo

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

27 de agosto de 2019

A Amazon está qualificando produtos vendidos por algumas empresas como marcas de primeira linha ou “top brands“, um teste que, se for amplamente implementado, poderia aliviar a tensão entre a gigante do varejo on-line e as grandes varejistas com lojas físicas.

A empresa acrescentou uma etiqueta de “top brand” aos produtos da Speedo, New Balance, Under Armour e Fruit of the Loom em resultados encontrados em algumas buscas por produtos, disse a Marketplace Pulse, uma empresa de pesquisa de comércio eletrônico de Nova York. 

Uma porta-voz da Amazon confirmou que a empresa está testando essa qualificação de itens de moda, baseando a designação em marcas que são populares entre os clientes. Ela disse que as marcas não pagam por essa etiqueta de qualificação.

A Amazon já caracteriza certos produtos como “best sellers” ou “Amazon’s Choice”, designações que a empresa diz levar em conta fatores como disponibilidade, comentários de clientes e preços. Os compradores costumam ver esses marcadores com um endosso, o que pode impulsionar as vendas, dizem os analistas.

Os critérios que a Amazon usa para determinar quais produtos ganham essa distinção têm atraído a atenção de críticos e autoridades do governo, em meio a uma atenção renovada no poder de mercado das plataformas online. Os críticos dizem que a lógica por trás dos rótulos nem sempre é transparente para os consumidores ou marcas e temem que a Amazon os use para sustentar sua crescente variedade de marcas próprias.

A Amazon responde por cerca de 40% das vendas online nos EUA, de acordo com a pesquisadora EMarketer Inc. e impulsionou o crescimento do comércio eletrônico. Mas sofre críticas de ter prejudicado o prestígio que alguns consumidores atribuem às grandes marcas. Uma pesquisa realizada pela Marketplace Pulse no início deste ano mostrou que, aproximadamente, uma em cada cinco pesquisas de produtos na Amazon incluíam uma marca; mais frequentemente, os clientes ficavam satisfeitos em folhear o catálogo da Amazon.

Há tempos os fabricantes de bens de consumo se queixam de que o Amazon Marketplace, que permite a vendedores independentes listar seus produtos na Amazon, abriu as portas para uma falsificação generalizada. A Amazon respondeu com programas criados para dar aos proprietários de marcas maior controle sobre como seus produtos aparecem no site, incluindo a possibilidade de excluir algumas listagens suspeitas ou denunciá-las à empresa.

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83% dos brasileiros compram de marcas alinhadas com seus valores pessoais

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

24 de julho de 2019

Em um mundo onde questões políticas se colocam cada vez mais presentes, fica difícil fugir do debate e se manter “em cima do mudo”. Questões ambientais, questões sobre direitos LGBT questões sobre imigrantes, questões sobre direitos dos animais: afinal, as marcas devem abordar tais problemáticas e se posicionarem claramente ou devem se manter neutras, longe do debate público?

Muitas marcas, de início, acreditam que o melhor é não tomar partido, visto que assim poderia desagradar uma parcela de consumidores. Para estas, é melhor a neutralidade, para garantir a aprovação, sem erro, de todos os consumidores. Mas um novo estudo, publicado pela ACCENTURE, mostra que talvez a melhor estratégia seja deixar sua posição e valores claros aos consumidores-cidadãos.

A pesquisa “Global Consumer Pulse” da Accenture Strategy mostrou que 83% dos consumidores brasileiros preferem comprar de empresas que defendem propósitos alinhados aos seus valores de vida. Eles dispensam aquelas marcas que preferem se manter neutras. O estudo falou com 30 mil consumidores ao redor do mundo, sendo 1.564 brasileiros. Os dados mostram que as marcas que informam ao público sobre seus propósitos, demonstram comprometimentos com causas e se colocam no mundo para além de seus produtos têm mais chance de atrair consumidores e influenciar decisões de compra.

No Brasil, 79% dos consumidores disseram que querem que empresas e marcas se posicionem em relação a assuntos importantes em áreas como sociedade, cultura, meio-ambiente e política. Além disso, 76% disseram que suas decisões de compra são influenciadas pelos valores propagados pelas marcas e pelas ações de seus líderes. Em outro ponto da pesquisa, 87% dos brasileiros afirmaram desejar que as empresas sejam mais transparentes sobre a origem de seus produtos, as condições de trabalho de seus funcionários e a questão de testes em animais.

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Audiência recorde do futebol feminino promete mudar direitos de TV

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

28 de junho de 2019

Os índices recordes de audiência registrados este mês na Copa do Mundo Feminina mostram que o futebol das mulheres está em alta. Agora, falta saber o quanto vale.

Um teste do potencial comercial dessa onda de popularidade é a decisão da Associação de futebol (FA, na sigla em inglês) da Inglaterra de vender os direitos de transmissão dos jogos domésticos da liga feminina independentemente da competição masculina pela primeira vez, segundo uma fonte a par do assunto.

Os direitos da (WSL) sempre foram agrupados com a FA Cup masculina. A WSL agora pode ser comercializada separadamente porque o futebol feminino ganhou popularidade nos últimos dois anos, disse a fonte, que pediu para não ser identificada porque as negociações de direitos são confidenciais.

Para dar impulso à liga feminina, a preferência pode ser por um acordo com emissoras de televisão aberta, como a British Broadcasting ou ITV, que poderiam atingir um público maior do que a TV paga

“Como o futebol feminino está começando, não há escândalos de corrupção, tem bons exemplos e os ingressos para a temporada são mais baratos”, disse Minal Modha, da consultoria de pesquisa de mídia Ampere Analytics. “Você só precisa colocá-lo na frente do maior número de pessoas possível.”

Embora o contrato atual ainda seja válido por duas temporadas, as negociações de renovação vão começar logo após o término da Copa do Mundo Feminina, em 7 de julho. A FA não quis informar quanto recebe dos direitos atuais da WSL.

Por enquanto, os fãs precisam se alternar entre um conjunto confuso de plataformas, com alguns jogos sendo exibidos pelos canais de TV paga da BT, outros em canais digitais secundários da BBC e o restante transmitido ao vivo pelo Facebook. A BT disse que seus jogos da WSL atraem uma média de 57 mil telespectadores em comparação com 990 mil das partidas da Premier League.

Os direitos vão aumentar muito pouco em relação ao que é gasto na Premier League masculina, a competição de futebol mais cara do mundo, que fatura mais de 3 bilhões de libras (US$ 3,82 bilhões) por ano com as emissoras.

Os jogadores da Premier League levam para casa uma média de 2,64 milhões de libras por ano – quase cem vezes mais do que as 26,752 libras pagas a uma jogadora com salário médio da WSL, segundo dados da pesquisa de 2017 da Global Player.

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GBG Fortaleza e o uso da internet para expandir os negócios

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

18 de junho de 2019

Empreendedor ou não, o uso da internet está na rotina de grande parcela da população mundial. Não à toda, a cada dia surge uma ideia nova, uma ferramenta nova, um recurso novo e é por isso que Rodrigo Coifman e Felipe Caezar , agentes de confiança do Google, se uniram a um grupo de especialistas em web e marketing para falar sobre como o Google pode ajudar a aumentar o poder de venda das empresas, bem como atingir, de forma mais assertiva, os públicos de interesse. É exatamente esta a essência do Google Business Group, que acontecerá no próximo dia 27 de junho, no auditório do Sebrae.

“O Google não é apenas uma ferramenta de buscas. Ele é, sim, capaz de funcionar como um serviço útil para venda de produtos na internet, por meio do uso de recursos estratégicos e direcionados para cada setor de atuação”, afirma Felipe Caezar, agente de confiança do Google e um dos organizadores do evento.

Para Rodrigo Coifman, sócio de Felipe Caezar, além de esclarecer e abrir a mente dos empreendedores para o uso das ferramentas do Google, a ideia é fomentar o GBG como evento fixo em Fortaleza, assim como em mais 11 capitais do Brasil, uma excelente oportunidade para os apaixonados por negócios e tecnologia.

ESPECIALISTAS CONVIDADOS

A 2° edição do GBG Fortaleza contará ainda com a presença de Ingrid Cordeiro, gerente de mídia da Convertte, Agência Partner Premium Google, abordando o tema Como alcançar os clientes certos com o Google; e Ismael Kolling, atual Diretor Administrativo da Seja Alta Performance e ex diretor geral da Iplace, empresa Apple Premium Reseller, que vai esclarecer Como utilizar a tecnologia para expandir os seus negócios.

Ingrid Cordeiro

Por acreditar na educação como forte instrumento de transformação, Ingrid Cordeiro ministra cursos de extensão e treinamentos. Como profissional do mercado digital, diariamente ajuda empresas locais e nacionais a atingirem seus objetivos de negócios, movimentando investimentos em mídias como Facebook e Instagram, Google, WhatsApp, Taboola, Críteo, Waze,Outbrain, In Loco e LinkedIn. Atualmente, é Gerente de Mídia Digital e Negócios da Convertte – Agência Premier Google.

Ismael Kolling

No mercado há 18 anos, construiu sua carreira pautada no desenvolvimento estruturado e planejado de empresas. Seu principal objetivo é potencializar os melhores profissionais para buscar resultados extraordinários e organizar as empresas para que seus processos possam levá-las rapidamente a atingir seus objetivos. Atualmente, é sócio da Seja Alta Performance, Escola de Gestão e Negócios. Como criador da rede iPlace desde o planejamento até a centésima loja, chegou a atingir o faturamento de mais de 1 bilhão de reais.

Ismael é ainda sócio fundador da Benkyou, uma startup desruptiva de treinamento e carreira para profissionais dentro das empresas, com clientes como Nespresso, Motorola, Samsung, Instituto Airton Senna, Lenovo, Microsoft.

Os interessados em participar do evento devem realizar a pré inscrição até as 23h59 do próximo dia 20 de junho, por meio do website www.gbgfortaleza.com.br

Serviço 2° Edição GBG Fortaleza 

Data: 27 de junho

Horário: 19h

Local: Auditório Sebrae – Av. Monsenhor Tabosa, n° 777. Entrada na rua Antônio Augusto

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X Breast Cancer Weekend discute avanços no tratamento do câncer de mama nos dias 21 e 22 de junho em Fortaleza

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

17 de junho de 2019

Quando se fala em câncer e apesar de um amplo trabalho de conscientização desenvolvido nos últimos anos, o câncer de mama continua sendo o tipo da doença mais comum entre as mulheres no mundo, depois do câncer de pele não-melanoma, correspondendo a cerca de 25% dos casos novos a cada ano. No Brasil, a realidade é a mesma, mas o percentual sobe para 29% dos novos casos. Em paralelo, a Medicina promove avanços no diagnóstico e na abordagem a este tipo de câncer, com ações de prevenção, novas medicações e tratamentos personalizados, cirurgias preventivas em mulheres assintomáticas e diversas técnicas para ampliar a qualidade de vida da mulher.

Estes e diversos outros temas de relevância social, médica e científica serão discutidos por grandes nomes nacionais e internacionais da Mastologia e da Oncologia reunidos em Fortaleza nos dias 21 e 22 de junho, no Hotel Gran Mareiro, para a realização do X Breast Cancer Weekend. O tradicional evento é uma realização da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), com organização da Kanguru Promoções. A expectativa é que mais de 200 profissionais estejam presentes e participem das conferências e mesas redondas.

Dentre os assuntos em pauta durante o evento estão o diagnóstico precoce, as mastectomias redutoras de risco e as estratégias de preservação da fertilidade/função ovariana em mulheres jovens com câncer de mama. Durante o evento, será apresentado também um estudo atualizado, com dados de 2019, de rastreamento populacional e de alto risco do câncer de mama. Através das discussões, o objetivo é atualizar os profissionais médicos e, ao final, proporcionar às mulheres brasileiras e cearenses afetadas pelo câncer de mama os benefícios de um tratamento mais personalizado e com menor impacto. “OX Breast Cancer Weekend se firmou como um dos eventos nacionais mais relevantes na nossa especialidade de câncer de mama, pelo caráter multidisciplinar, por trazermos ao Ceará palestrantes de todo país e nomes representativos da medicina mundial, todos experts em suas especialidades, para a construção de um evento de alto nível para a promoção e educação de nossos profissionais”, afirma Dr. Francisco Pimentel, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia no Ceará e um dos organizadores do evento.

O acesso das mulheres ao tratamento também será debatido assim como as novas estratégias para incorporar o arsenal de tratamentos à disposição dos médicos. “Infelizmente, a maioria dos benefícios que temos advindos dos avanços das terapias nos últimos anos não está ao alcance de todas”, comenta Dr. Francisco Pimentel. Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis, assim como é possível um tratamento com maior potencial curativo quando a doença é diagnosticada em fase inicial.

De acordo com o Dr. Markus Gifoni, representante da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica no Ceará e um dos organizadores do evento, a programação do X Breast Câncer Weekend foi pensada com base nos resultados dos últimos estudos realizados em congressos internacionais dedicados ao câncer de mama. Entre os nomes internacionais convidados estão as médicas Andrea Barrio, mastologista do Memorial Sloan Kettering de Nova York (EUA), e Meena Moran, radio-oncologista do Yale Cancer Center e professora da Yale School of Medicine (EUA). Além das mesas redondas e conferências, o evento contemplará sessões de discussão de casos clínicos.

 

Alguns destaques da programação

21 de junho, sexta-feira
8h – Abertura
8h45 – Rastreamento do câncer de mama em 2019: populacional e alto risco
11h30 às 12h30 – Mastectomias redutoras de risco em pacientes sem mutação
14h30 às 15h30 – Preparo do Paciente antes do Tratamento Sistêmico Neoadjuvante
16h30 às 17h30 – Fazendo a diferença nos detalhes (na cirurgia, na radioterapia adjuvante, estratégias de preservação da fertilidade/função ovariana em mulheres jovens com Câncer de Mama).

 

22 de junho, sábado

9h às 10h – Câncer de mama inicial e medicina de precisão
11h30 às 12h30 – Desafios atuais do tratamento sistêmico

*Programação completa no site: www.breastcancer10.com.br

X Breast Cancer Weekend

Endereço: Hotel Gran Mareiro

Quando: sexta-feira (21) e sábado (22) de junho de 2019
Informações e programação completa: www.breastcancer10.com.br
Telefone: (85) 3452-0800

 

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as 10 marcas mais escolhidas no Brasil Coca-Cola

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

04 de junho de 2019

Pelo 7º ano consecutivo, a Coca-cola foi a marca de produto de consumo mais escolhida pelos consumidores no mundo e no Brasil, segundo levantamento da Kantar.

O ranking do relatório anual Brand Footprint busca mensurar quais marcas estão sendo compradas por mais consumidores e com maior frequência em um ano. Mais uma vez, a lista foi dominada por marcas de alimentos e bebidas e de produtos de limpeza e de cuidados pessoais.

No Brasil, a Coca-Cola foi escolhida nas prateleiras pelos compradores 489 milhões de vezes, segundo o estudo. A marca foi seguida por Ypê (485 milhões de vezes) e Colgate (304 milhões de vezes).

Confira as 10 marcas mais escolhidas no Brasil

  1. Coca-Cola
  2. Ypê
  3. Colgate
  4. Italac
  5. Tang
  6. Nissin
  7. Nescau
  8. Soya
  9. Piracanjuba
  10. Vitarella

Globalmente, as 5 primeiras colocadas foram: Coca-Cola, Colgate, Maggi, Lifebuoy e Lay´s.

Segundo a Kantar, entre as 50 marcas mais consumidas no país, Perdigão (15ª colocada) foi a que mais cresceu no ano, subindo 8 posições. Considerando o ranking completo, KitKat se destacou ao subir 31 posições, chegando ao 191º lugar do ranking.

Na análise por companhias, o fabricante com mais marcas no ranking deste ano é a Unilever, com 6 marcas no top 50: Omo, Brilhante, Rexona, Seda, Hellmann’s e Dove. Na sequência, estão M. Dias Branco, Ambev e Danone, escolhidos pelos consumidores, respectivamente, com 4, 5, e 3 marcas entre as 50 primeiras colocadas.

O levantamento mostra ainda que as marcas locais são mais escolhidas pelos consumidores no Brasil: 33 das 50 primeiras colocadas são locais.

Segundo a Kantar, o ranking analisou mais de 21.400 marcas e 72% da população global em 49 países em cinco continentes, nos 12 meses encerrando em novembro de 2018.

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Na Vivo, satisfação de clientes influencia na remuneração de executivos

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

30 de Maio de 2019

Quem permanece na linha após o atendimento da Vivo para atribuir uma nota à experiência não está mais fazendo uma mera avaliação do profissional. Isso porque a companhia de telecomunicações passou a usar o dado para definir parte da remuneração dos executivos da empresa.

Desde janeiro deste ano, 15% da parte variável do salário dos líderes — isto é, o bônus anual ligado ao cumprimento de metas da empresa — flutua de acordo com a satisfação dos clientes em relação aos serviços e produtos da Vivo. Outros 5% terão variação ligada às metas de sustentabilidade e de diversidade de funcionários da corporação.

A ação atinge 1650 profissionais, entre eles especialistas, gestores e a alta liderança da organização no Brasil. Até então, o salário variável desses cargos era integralmente ligado a metas financeiras, como o crescimento de receita. Embora em voga desde o início do ano, a medida está sendo divulgada neste mês para os 33 mil funcionários da empresa.

“Temos evoluído na satisfação do cliente, mas temos convicção de que há espaço para melhorar”, diz Niva Ribeiro, vice-presidente de Pessoas na Telefônica Brasil, companhia que controla a marca Vivo. “Quando colocamos isso como um componente de remuneração, comunicamos uma mensagem forte.”

Segundo ranking divulgado pela Anatel referente ao primeiro semestre do ano passado, a Vivo ficou em terceiro lugar no número de reclamações de telefonia móvel (atrás de Tim e Claro), em segundo em telefonia e banda larga fixa (atrás da Oi nas duas ocasiões). Em TV por assinatura, a operadora ficou em quarto lugar no número de reclamações (atrás de Net, Sky e Claro).

Junto à mudança na remuneração variável, a Vivo também mudou a forma de analisar a percepção dos clientes em relação aos serviços e produtos da empresa. Desde o início do ano, a avaliação é feita pelo Net Promoter Score (NPS), que, segundo Niva, é a ferramenta utilizada pela maioria das grandes empresas atualmente. O NPS é composto pela diferença entre os promotores e os detratores da marca e considera a probabilidade de um cliente recomendar os serviços da Vivo a terceiros.

Antes disso, a Vivo era adepta do Índice de Satisfação do Cliente. Menos representativo, ele era obtido por meio de uma pesquisa sobre um conjunto de quesitos, gerando uma média dos itens analisados.

Com impacto menos significativo nas remunerações, as metas de sustentabilidade são ligadas, principalmente, à redução das emissões de CO2. Quanto aos objetivos em relação a diversidade, a empresa espera criar ações de engajamento, comunicação e treinamento para a redução de vieses inconscientes em quatro eixos: gênero, raça, LGBT+ e PCDs. “Também temos ações de ordem prática, como parcerias para a atração de pessoas e revisão da política de recrutamento”, diz Niva.

Embora cada gestor esteja ligado a funções específicas de seus cargos, as metas são conjuntas em toda a organização: após a apuração dos dados no fim do ano, ou todos ganham, ou todos perdem. “Não são metas particularizadas por cargo ou por área”, comenta a vice-presidente de Pessoas. “A ideia é criar um espírito de equipe, com responsabilidade compartilhada.”

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Na Vivo, satisfação de clientes influencia na remuneração de executivos

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

30 de Maio de 2019

Quem permanece na linha após o atendimento da Vivo para atribuir uma nota à experiência não está mais fazendo uma mera avaliação do profissional. Isso porque a companhia de telecomunicações passou a usar o dado para definir parte da remuneração dos executivos da empresa.

Desde janeiro deste ano, 15% da parte variável do salário dos líderes — isto é, o bônus anual ligado ao cumprimento de metas da empresa — flutua de acordo com a satisfação dos clientes em relação aos serviços e produtos da Vivo. Outros 5% terão variação ligada às metas de sustentabilidade e de diversidade de funcionários da corporação.

A ação atinge 1650 profissionais, entre eles especialistas, gestores e a alta liderança da organização no Brasil. Até então, o salário variável desses cargos era integralmente ligado a metas financeiras, como o crescimento de receita. Embora em voga desde o início do ano, a medida está sendo divulgada neste mês para os 33 mil funcionários da empresa.

“Temos evoluído na satisfação do cliente, mas temos convicção de que há espaço para melhorar”, diz Niva Ribeiro, vice-presidente de Pessoas na Telefônica Brasil, companhia que controla a marca Vivo. “Quando colocamos isso como um componente de remuneração, comunicamos uma mensagem forte.”

Segundo ranking divulgado pela Anatel referente ao primeiro semestre do ano passado, a Vivo ficou em terceiro lugar no número de reclamações de telefonia móvel (atrás de Tim e Claro), em segundo em telefonia e banda larga fixa (atrás da Oi nas duas ocasiões). Em TV por assinatura, a operadora ficou em quarto lugar no número de reclamações (atrás de Net, Sky e Claro).

Junto à mudança na remuneração variável, a Vivo também mudou a forma de analisar a percepção dos clientes em relação aos serviços e produtos da empresa. Desde o início do ano, a avaliação é feita pelo Net Promoter Score (NPS), que, segundo Niva, é a ferramenta utilizada pela maioria das grandes empresas atualmente. O NPS é composto pela diferença entre os promotores e os detratores da marca e considera a probabilidade de um cliente recomendar os serviços da Vivo a terceiros.

Antes disso, a Vivo era adepta do Índice de Satisfação do Cliente. Menos representativo, ele era obtido por meio de uma pesquisa sobre um conjunto de quesitos, gerando uma média dos itens analisados.

Com impacto menos significativo nas remunerações, as metas de sustentabilidade são ligadas, principalmente, à redução das emissões de CO2. Quanto aos objetivos em relação a diversidade, a empresa espera criar ações de engajamento, comunicação e treinamento para a redução de vieses inconscientes em quatro eixos: gênero, raça, LGBT+ e PCDs. “Também temos ações de ordem prática, como parcerias para a atração de pessoas e revisão da política de recrutamento”, diz Niva.

Embora cada gestor esteja ligado a funções específicas de seus cargos, as metas são conjuntas em toda a organização: após a apuração dos dados no fim do ano, ou todos ganham, ou todos perdem. “Não são metas particularizadas por cargo ou por área”, comenta a vice-presidente de Pessoas. “A ideia é criar um espírito de equipe, com responsabilidade compartilhada.”