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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

estrategia

GO! Comunicação cria ação para o QuintoAndar no Metrô de São Paulo

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

26 de dezembro de 2019

Os usuários da Linha Verde do Metrô de São Paulo estão sendo impactados com uma ação da GO! Comunicação para o QuintoAndar, a maior plataforma de moradia do Brasil. Quatro vagões da linha acabam de ser adesivados simulando os lados externos e internos de uma residência, evidenciando os benefícios da plataforma, conhecida por simplificar a locação de imóveis em diversas cidades brasileiras.

O envelopamento externo foi feito em quatro dos seis vagões de um dos trens da linha, dois deles com a comunicação da atual campanha do QuintoAndar, focada na facilidade que a plataforma oferece para quem quer alugar imóveis. Os outros dois vagões foram caracterizados como o lado externo de uma casa, com porta, janela, campainha, vaso de flores e uma placa de Aluga-se. Por dentro dos trens, a ambientação simula cortinas nas janelas, quadros na parede, tapetes e os assentos como sofás.

“Nosso objetivo é transformar o mercado para melhor, fazendo com que as pessoas encontrem a casa perfeita para o seu momento de vida – e isso tem tudo a ver com mobilidade”, explica Luciana Brito de Oliveira, gerente de marketing do QuintoAndar em São Paulo.

“Se um dos objetivos era enfatizar a facilidade para os possíveis inquilinos, o fato de que ‘o QuintoAndar leva o imóvel até você’ deixa isso muito evidente, numa analogia que beira o literal”, afirma Vivian Ferreira, diretora da GO! Comunicação.

A ação vai até o dia 19 de janeiro.

Com amplo portfólio em Propaganda, Promoção, Live Marketing, Design e Digital para marcas como Brasil Kirin, Eternit, Eucatex, IBOPE Inteligência, Itaucard, Locaweb, Mercedes Benz, Tupperware, entre outras, a GO! foi eleita por três vezes a Melhor Agência do ABC paulista. Além de ter sido premiada como Agência do Ano 2019, foi reconhecida com os prêmios de Melhor Profissional de Social Media, Melhor Agência em Marketing Direto e Relacionamento e Melhor Agência em Design pelo Prêmio ABC da Comunicação, que reconhece o desempenho das agências sediadas na região. Outros detalhes: www.gocomunicacao.com

Sobre o QuintoAndar

O QuintoAndar é uma imobiliária digital que oferece uma experiência direta e simples para proprietários inquilinos no mercado de aluguel residencial de longa duração no Brasil. Ela permite que inquilinos busquem por imóveis por meio de fotos de alta qualidade, marquem visitas e fechem negócio online, sem burocracia. Para o proprietário, o QuintoAndar assegura o recebimento do valor do aluguel em dia, independentemente do pagamento pelo inquilino, e oferece a Proteção QuintoAndar, que cobre reparos no imóvel não realizados ao fim do contrato. A companhia atualmente opera em 25 cidades nas 9 principais regiões metropolitanas do país. 

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O Jeito Apple de atender os clientes

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia

09 de dezembro de 2019

Cena Real. Domingo 3pm na Applestore do Montgomey Mall em Bethesda, MD, USA: “Eu amoooooo esse modelo de Ipod”, diz uma efusiva garota. Inesperadamente, uma sorridente funcionária surge rebatendo: “nossa marca também ama você”.

Não se trata de um discurso leviano. A Apple ama amar seus clientes, porque o foco no consumidor norteia cada decisão ou estratégia adotada pela empresa. Isso agrega valor ao produto, o branding que a empresa desenvolve permite cobrar mais por cada aparelho; quer você ame, ou odeie a Apple, não há dúvidas de que você percebe a experiência que a empresa cria, a marca da maçã não vende simplesmente um celular, ela entrega uma experiência de consumo acima da média para o seu cliente. Porque apesar de ser empresa de tecnologia e inovação, a Apple fala a linguagem do cliente desde da etapa de reconhecimento de necessidade e captação de informações, até a fase final do pós-venda.

Cada funcionário da empresa criada por Steve Jobs é na verdade um defensor da marca, e carrega consigo o objetivo de tornar uma simples visita a Apple Store, numa experiência única e inesquecível.

De acordo com o depoimento real de alguns funcionários, a etapa  durante o fim do treinamento denomina-se “get shirtified” – algo como “encamisado”, significa que o funcionário vestiu a camisa da empresa. Esqueçam a camisa, o comprometimento se incorpora a alma através dos valores Apple de ser, uma aula de endomarketing que resulta em produtividade.

Para a Apple, o essencial é invisível aos olhos:  você vale pelo que você pensa. Quando a empresa abandona o status quo de estereótipo de funcionário, e contrata como vendedor o idoso, o jovem tatuado de bermuda, a garota com estilo gótico; ela transmite uma mensagem, “pra nossa empresa, são todos possíveis clientes, prováveis promotores da marca, e nossa maior preocupação é que se sintam confortáveis em serem atendidos por vendedores que transmitam nossos valores como organização, de uma maneira fácil de ser entendida, ou pelo menos mais agradável de ser escutada.” Pra tudo na vida é assim, o diferente geralmente causa estranheza, mas tudo aquilo que se assemelha provoca empatia.

O vendedor precisa absorver a premissa e vender a idéia de um produto simples, como um computador, em um objeto de desejo, com usabilidade amigável; trata-se do famoso mantra dentro da empresa:  keep it simple, uma maneira de garantir que qualquer usuário, de qualquer nível, consiga operar um produto Apple com poucos minutos de interação.

Assim, os consumidores estão dispostos a pagar mais por uma melhor experiência e exclusividade, em fazer parte de um grupo seleto de amantes da marca. Isso justifica em parte o sucesso da Apple em relação às suas concorrentes.

O segredo da empresa é saber quem é verdadeiramente seu público, e identificar exatamente quais são os valores que estes priorizam. Preço é o que você paga, valor, o que você leva. É um processo, valor incorporado a produto, precisa ser percebido pelo visitante, e precisa ser capturado como venda. Valor percebido é importante pra marca, valor capturado é importante pra empresa.

Quer saber se tá dando certo? Pergunta a alguém que acabou de adquirir um Macbook o que ele comprou? Ele nunca vai dizer que comprou um notebook, ele vai estufar o peito e responder com toda emoção, “comprei um Apple”

Em um próximo post, iremos falar mais sobre Branding, Net Promoter Score, Lock in, estratégias da Apple para manter a fidelização de seus clientes.

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Obrigado pela crítica!

Por rodrigogoyanna em estrategia, experiencia, Marketing

26 de outubro de 2019

Com o advento da internet, a percepção do seu consumidor sobre a experiência de consumo ao produto do seu negócio se tornou não somente muito mais exposta , mas fator determinante sobre decisão de consumo de potenciais novos clientes. Uma campanha de prospects precisaria de muito mais budget pra converter uma reputação prejudicada por uma imagem negativa no mercado. Dê valor as criticas do presente, antes que saia caro ir atrás do cliente do futuro.

Cada vez mais, gestores precisam estar atentos sobre o que tem-se dito sobre sua empresa nos diferentes canais, seja no on line através de novas mídias, seja no offline, pelo famigerado boca a boca. Para monitorar a repercussão no digital, ferramentas como o Google Alert, permitem o usuário cadastrar palavras-chave, e ser avisado sempre que esta for citada no ambiente digital. Para monitorar o off-line, nada melhor que sempre buscar conversar com o cliente, seja o abordando, ou através de pesquisas de satisfação. Uma dica: ofereça vouchers de desconto cada vez que seu cliente der um feedback, é um incentivo a recompra.

Uma postura reativa de entender o pensamento do seu cliente é de extrema importância para a manutenção de uma reputação positiva perante seu target, mas agir proativamente no sentido de entender a experiência de consumo dele traz benefícios imensuráveis para a gestão do seu negócio, pois vai te ajudar a identificar a que grupo eles pertencem, quais são seus gostos e preferências, seu poder de aquisição, sua localização geográfica, e assim por diante. Com esses dados em mãos, será possível direcionar seus serviços ou produtos cada vez mais de forma a dar ao cliente exatamente o que ele deseja.

Quem não gosta de ser ouvido? A tentativa de consertar um erro pode ser tão eficaz do que de fato repará-lo, o ato de se importar com o cliente, entrega a narrativa de que ele não é apenas mais um, mas um consumidor bem mais especial.

Lembre-se, o pior cliente é o que não se comunica, porque não dá ao gestor a oportunidade de identificar onde falhou, e consequentemente, ele nao sabe exatamente onde melhorar. Incentive as criticas, elas são escadas para o sucesso. Cliente insatisfeito, e mudo, são considerados detratores da marca, e certamente irão repercutir a experiência negativa para algumas dezenas de pessoas da “sua tribo”

Puxe na memória, quando foi a última vez que desistiu de uma compra baseado em um feedback negativo? Quantos de nós pesquisam reviews de compra antes do fechamento da venda? A compra, mais do que apenas o produto, tem como um dos principais valores, a experiência, na qual está inserida o atendimento, além da efetiva conexao que o cliente criou com sua marca, através dos diversos pontos de contato. Por isso, entenda quais são os pay points do seu publico, e um por um, entregue soluções em forma de experiência positiva.

Entenda que a internet remodelou o relacionamento entre os diversos stakeholders, antes, essa corrente sobre percepções de experiências eram feitas a nível local, o vizinho comentava com a dona de casa, a mesa de bar ajudava a decidir sobre a venda, agora, a internet virou um balcão de opiniões, onde cabe ao gestor, entender ate que ponto aquele julgamento é pertinente, e até que ponto a critica pode servir de aprendizado para melhoria de produto: ESCUTE TUDO, RESPONDA A TUDO, E SEJA REATIVO ÀQUILO QUE TRARÁ VALOR AO SEU NEGÓCIO.

Não pedir um feedback ao cliente não significa que ele não dirá sua opinião sobre os seus produtos ou serviços: pelo contrário, se você não se preocupar em buscá-la para garantir sua satisfação no pós-venda, ele pode expô-la com estardalhaço e prejudicar a imagem do seu empreendimento.

Enquanto empreendedor, é preciso expandir sua capacidade/maturidade de reagir positivamente diante de uma critica construtiva. Existe um ditado que diz que “ as vezes quem menos sabe da água, é o peixe”, precisamos de um olhar externo pra entender, diante do que já acontece rotineiramente em nossa empresa, o que pode ser entendido como ponto fora da curva sobre a experiência de consumo.

Um dos exemplos mais emblemáticos foi o das pastilhas Halls:

Com o tema de campanha: Errar é humano, ACABAR COM O ERRO É HALLS! A empresa absorveu as criticas e deu a volta por cima ao reagir inteligentemente nessa campanha ao escutar seu consumidor.

Se houve falha de pesquisa de mercado sobre desenvolvimento de um novo produto, a empresa foi muito perspicaz no momento que absorveu as criticas, e ao invés de ficar apanhando do mercado, deu um passo atrás, e através do humor,  oportunizou o lançamento de um produto pra substituir o que não performou bem.

No comercial, a empresa diz: “ se vocês não estão felizes, nós também não”. Isso é valorizar o maior ativo de qualquer organização, o seu cliente. Ela deu voz e poder de decisão àquele que é o centro de tudo, e norteia a proposta de valor do negócio.

Marketing de relacionamento é isso, ao invés de mostrar uma postura distante e petulante, ao reconhecer o erro, a empresa acaba se humanizando, e se aproximando do seu publico.

O gerente inicia o comercial  dentro de um escritório estando com o estilo “engomadinho” (um visual típico de distanciamento e isolamento), e ao participar in loco da eliminação do produto (se sujando inclusive), ele se mostra engajado com as reclamações do seu publico, como se não medisse esforços para entregar o que o mercado tem demandado.

Na ultima cena do comercial, o gerente do SAC caminha sozinho, e recolhe sua maleta de trabalho do chão. É uma mensagem clara: “estamos de volta ao jogo”

Ponto pra Halls!

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AMBEV TRAZ CHOPP STELLA ARTOIS A FORTALEZA

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

26 de Abril de 2019

A cerveja Stella Artois tem uma novidade para os cearenses: a chegada do Chopp Stella Artois. O lançamento acontece no dia 29 de abril, no Boteco Praia, e a previsão é de que chegue a outros pontos de venda da capital cearense ao longo de 2019.   

Stella Artois é uma cerveja que carrega uma história de mais de 600 anos. É levemente amarga e traz em sua fórmula lúpulo especial vindo da República Tcheca e uma levedura exclusiva vinda da Bélgica, que só existe em sua fórmula.

O Chopp Stella Artois requer Ritual para ser servido com perfeição: um banho de água fria para esfriar o cálice e manter o colarinho do chope. As primeiras gotas são sacrificadas; um pequeno preço para garantir o sabor mais fresco. O cálice é inclinado a 45 graus para obter a combinação perfeita entre espuma e líquido. Nesse momento, o colarinho perfeito é formado, prendendo o frescor.

“Stella Artois sabe como tornar cada momento com quem gostamos em uma ocasião ainda mais especial por meio de um líquido de alta qualidade com mais de 600 anos de tradição cervejeira”, afirma Lucas de Oliveira, gerente de marketing de Stella Artois.

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Storytelling – Que história é essa?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

18 de dezembro de 2018

Contar uma história que atinja o emocional do seu publico e o conecte com sua proposta de valor, para humanizar a relação entre empresa e cliente. Uma excelente estratégia para uma empresa criar uma reputação que repercuta positivamente sua imagem organizacional para com o mercado, ao se conectar com quem se identifica com a narrativa.

Porque o ser humano, leia consumidor, tende a se posicionar como tribos comportamentais, em criar vinculo emocionas àquele clã que pensa semelhante. Não à toa a programação neuroliguistica vê no rapport, ou espelhamento, uma excelente estratégia de negociação.

Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.

O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional, porque mais do quem uma troca comercial, você conquista seu consumidor e o encanta através de uma narrativa, que desde que ela foi contada, agora os une através da identificação para com a mensagem entregue.

No vídeo acima, o Chipotle, fast food de comida mexicana fresca, reforça através de uma historinha, que apesar da competitividade e do crescimento da empresa,  a preocupação em manter sua essência é fator determinante em cada etapa do processo produtivo, ao ofertar pro mercado, uma comida bem mais saudável que fast foods convencionais.

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Errar é humano, ACABAR COM O ERRO É HALLS!

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

13 de dezembro de 2018

A halls foi muito inteligente nessa campanha ao escutar seu consumidor.
Se houve falha de pesquisa de mercado sobre desenvolvimento de um novo produto, a empresa foi muito perspicaz no momento que absorveu as criticas, e ao invés de ficar apanhando do mercado, deu um passo atrás, e através do humor, oportunizou o lançamento de um produto pra substituir o que não perfomou bem.
No comercial, a empresa diz: “ se vocês não estão felizes, nós também não”. Isso é valorizar o maior ativo de qualquer organização, o seu cliente. Ela deu voz e poder de decisão àquele que é o centro de tudo, e norteia a proposta de valor do negócio.
Marketing de relacionamento é isso, ao invés de mostrar uma postura distante e petulante, ao reconhecer o erro, a empresa acaba se humanizando, e se aproximando do seu publico.
O gerente inicia o comercial dentro de um escritório estando com o estilo “engomadinho” (um visual típico de distanciamento e isolamento), e ao participar in loco da eliminação do produto (se sujando inclusive), ele se mostra engajado com as reclamações do seu publico, como se não medisse esforços para entregar o que o mercado tem demandado.
Na ultima cena do comercial, o gerente do SAC caminha sozinho, e recolhe sua maleta de trabalho do chão. É uma mensagem clara: “estamos de volta ao jogo”
Ponto pra Halls!

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Inbound marketing – Como esta técnica simples de marketing já salvou muitas empresas

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

23 de setembro de 2018

Quando se pensam em estrategias de marketing, a primeira que vem à mente é a de inserir comerciais: você está assistindo a uma novela na televisão e, de repente, uma propaganda aparece.

Os tempos mudaram. Hoje, o mundo do marketing prefere um modelo mais parecido com o da Netflix: direcionar a série certa para o público certo é que gerará mais vendas, e não a inserção de publicidade.

É mais ou menos assim que o inbound marketing – um termo que ganhou notoriedade no mundo das empresas nos últimos anos – funciona. Por meio de produção de conteúdo relevante e de relacionamento com o consumidor, um negócio consegue atrair seus clientes e gerar vendas mais qualificadas de seus produtos e serviços.

inbound tem apresentado resultados relevantes:segunddo a startup resultados digitais, 93% das compras efetuadas em ambiente online começam com uma simples pesquisa em buscadores. Além disso, 80% dos consumidores preferem buscar informações sobre um determinado produto em um artigo completo do que em um anúncio publicitário.

O lado bom disso tudo: agora, as pequenas e médias empresas conseguem fazer um marketing tão eficiente quanto as gigantes, já que a regra é ser relevante e não pagar anúncios vultosos em grandes canais de mídia.

Mas como sua pequena empresa pode aproveitar o inbound marketing, que não envolve grandes custos, para incrementar as vendas durante a recessão econômica? Confira, a seguir, como fazer bom uso dessa estratégia:

A base do inbound marketing

O primeiro passo para fazer o inbound marketing é saber o que seu público-alvo deseja. “Você pode descobrir o que eles querem por meio de pesquisa de volumes de buscas no Google, por exemplo, e isso pode ser feito com softwares gratuitos ou pagos”, explica Peçanha, da Rock Content.

Depois de descobrir interesses, sua empresa deve produzir informações que façam sentido com tais buscas – e o post deve ser tão bem executado que atraia vários potenciais clientes.

“Alguns deles irão se identificar, e aí você conseguirá vender. Esse processo de seleção é conhecido justamente pelo nome de funil de vendas.”

Um exemplo prático do inbound em ação são os blogs: eles produzem postagens relevantes para seu público-alvo, gerando vendas por meio de um modelo que integra conteúdo e publicidade. “Antes, os blogs eram apenas diários pessoais. Agora, são sites estruturados de conteúdo de nicho – ou seja, são o inboundpersonificado”, explica Celso Fortes, diretor da agência digital Novos Elementos.

Dicas extras para fazer um inbound marketing excepcional

1 – Deixe de lado as propagandas

A primeira dica para sua empresa fazer um inbound marketing excepcional é, claro, não pensar que seus posts são propagandas. “Não corte o conteúdo para falar ‘compre da minha empresa’ ou algo parecido. Seu negócio irá vender como consequência de seu conteúdo ser relevante”, explica Peçanha, da Rock Content.

2 – A mentira não compensa

Da mesma maneira, mantenha o compromisso com seu público-alvo e entregue o que promete em seus títulos e chamadas de busca. “Se a cada etapa, da leitura até a compra, o usuário não receber exatamente o que está procurando, o funil de vendas do inbound marketing é quebrado”, afirma Fortes, da Novos Elementos. “Não adianta você anunciar algo e, quando o cliente entra, ver outra coisa. Há até ferramentas no Google que coíbem esse tipo de anúncio.”

3 – Assuma o compromisso de publicar sempre

Quanto aos posts em si, Peçanha recomenda sempre atualizar o blog da sua empresa com novos conteúdos. “Cada post atrai uma parcela do seu público-alvo. Cobrindo mais temas do universo do seu mercado, suas possibilidades de venda aumentam. Pense em sua marca como uma editora.”

4 – Aposte em conteúdos duradouros

Outra dica é apostar em informações que não percam valor ao longo do tempo – um tipo de conteúdo chamado de evergreen.

Pense em um post como “Cinco receitas para cozinhar com bacon”, por exemplo. “Há informações nesse conteúdo que podem ser relevantes a qualquer momento. Na internet, essa qualidade é muito importante: as pessoas podem pesquisar seu post independentemente do noticiário, gerando tráfego recorrente”, diz Peçanha.

5 – Atenção com as métricas

Mesmo a base do inbound marketing sendo a produção de informações relevantes, a técnica vai além de um simples “marketing de conteúdo”. Uma parte igualmente essencial é a medição dos resultados em termos de receita para sua empresa.

“Muita gente esquece da parte de ter uma metodologia para transformar toda essa audiência em vendas. Acompanhe todas as métricas: visitas globais, visitas de cada post e, principalmente, quanto é vendido a cada mil visitas”, conclui Peçanha.

  • Conteudo Originalmente publicado por Marina Fonseca para a Revista Exame

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Storytelling – que história é essa?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

28 de julho de 2018

Contar uma história para humanizar a marca, uma excelente estratégia para uma empresa criar uma reputação que ative conexão emocional com seu publico, e se aproximar de quem se identifica com a narrativa.

Porque o ser humano tende a se retrair em tribos comportamentais, em criar vinculo emocional àquele clã que pensa semelhante.

Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.
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O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional.

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Como o Storytelling afeta o cérebro

Você já deve ter notado no YouTube, que os anúncios vem seguindo uma tendência de história narrada por algum personagem, sendo ele fictício ou não. Saiba como essa estratégia de storytelling afeta seu cérebro.

Transforma história em ideias: Uma história ativa partes do cérebro que permite que o ouvinte para transforme a história em sua própria ideia e experiência graças a um processo chamado de acoplamento neuronal.

Experimenta, comenta e compartilha: As pessoas não só vão ativar a  atividade cerebral através da sua história, mas também irão compartilhar e comentar da sua história.

É lembrada com maior precisão: O cérebro libera dopamina no sistema quando ele experimenta um evento emocionalmente carregado, tornando-o mais fácil de lembrar com maior precisão.

Histórias bem contadas envolvem muitas áreas do cérebro: Ao processar fatos, duas áreas do cérebro são ativadas (área de Wernicke e de Broca). Uma história bem contada pode envolver muitas áreas adicionais, incluindo o córtex motor, córtex sensorial, e no córtex frontal.

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Abertas as inscrições para o Festival Costume Saudável

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

24 de julho de 2018

Entre os dias 24 e 26 de agosto, o Festival Costume Saudável, que já está em sua 6ª edição, irá reunir profissionais e pessoas interessadas em levar uma vida melhor. Indo muito além da alimentação e do “mundo fitness”, o evento visa reunir familiares e amigos para confraternizar, compartilhar, debater e se informar sobre assuntos como alimentação, restrições alimentares, maternidade, qualidade de vida, atividades físicas, meio ambiente e saúde. O evento vai oferecer mais de 200 atividades entre aulas em academias, palestras, apresentações culturais, oficinas culinárias, dentre outras.

Este ano, mais uma vez, as inscrições podem ser feitas pelo aplicativo Minha Cidade Saudável, uma ferramenta de sucesso que vai além do evento. O app já está disponível na App Store e Google Play. A participação nos três dias de Festival custa R$ 30 (R$ 15 meia entrada) e cada dia sai por R$ 20 (R$ 10 meia entrada), com pagamento via cartão de crédito. Na entrada do evento, o pagamento deve ser em dinheiro. Toda renda arrecadada com a venda dos ingressos será destinada ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

Já está disponível também o site do Festival Costume Saudável, mais uma ferramenta para auxiliar o público que aprecia e quer participar do evento e pretende acompanhar toda a programação que será atualizada diariamente. Através do site, tanto quem deseja participar como palestrante, ou ministrar uma aula de atividade física, ensinar um workshop de culinária, expor em um stand, ou até mesmo fazer uma cobertura jornalística poderá se inscrever. No espaço também é possível ver informações sobre as inscrições da Babu Games, um tipo de competição cross que acontecerá dentro do Festival e dará mais de 10 mil reais em premiações.

Que tal conferir o histórico das edições do festival em vídeo? No site você pode acessar essa opção, como também acompanhar as publicações do instagram e da #minhaatitudesaudavel, ação de incentivo para as pessoas publicarem vídeos ou fotos contando o que elas fazem no dia a dia, referente a atitudes saudáveis.

No site também estarão disponíveis as fotos do evento e pra quem não participou e quer conferir, ou para quem quer relembrar as edições anteriores, lá também está registrado os melhores momentos das edições passadas. O público poderá ter acesso a lista de patrocinadores, ao mapa do evento dentro do Rio Mar Fortaleza, além de toda a programação separada por dia e por local.

 

SERVIÇO:

Festival Costume Saudável

Data: 24, 25 e 26 de agosto

Local: Estacionamento do Shopping RioMar Fortaleza

Valor: R$ 30, pelo aplicativo Minha Cidade Saudável

www.costumesaudavel.com.br

*Valor arrecadado será doado ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

 

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Imagem de mercado ou experiência?

Por rodrigogoyanna em estrategia, Foco, Marketing

30 de junho de 2018

“Entre ser e parecer ser, é preferível a ultima opção, porque a todos é dado o ver, mas a poucos é dado o sentir.”

Quando Maquiavel citou a frase acima, certamente estava se referindo ao seu posicionamento político, que pregava a negação de toda a moral.

Mas para as empresas, o que importa: Imagem de mercado ou Experiência?

Primeiro que não é necessário escolher um ou outro. O ideal é trabalhar ambos, ainda que uma boa experiência, crie uma imagem de mercado bastante positiva na mente do seu consumidor. 

Mas para aquelas empresas alienadas em investir apenas no on line e aguardar que o sucesso venha,  eu vos digo: EXPERIÊNCIA!

Não a toa dentro dos 4 Ps do marketing, experiência tem substituido produto.

Por mais que a imagem possa construir uma boa reputação de marca na mente do seu target, uma reputação baseada em conceitos rasos é somente uma análise fria perto da capacidade de fidelização que uma boa experiência pode criar no cliente. è capacidade de entrega da promessa feita a quem você quer que esteja sempre por perto.

Uma empresa com foco no consumidor, e preocupada em entregar excelência em cada etapa da jornada de compra, há de criar naturalmente uma imagem de marca bem mais sólida no inconsciente do seu publico, porque ele acaba retido por um histporico pessoal, e não baseado em comunicação indireta.

Nada substitui o trabalho de conhecer a fundo seu cliente, e esse fato é suficientemente claro pra justificar seus maiores esforços em agregar valor dentro da experiência de consumo. Para aí sim, após reconhecer quem de fato você é, comunicar sua marca com a clareza, verdade e objetividade que o mercado merece/precisa.

Mas a comunicação da marca não é importante? É DEMAIS! Mas ela é muito reativa sobre sua identidade organizacional, sobre suas raízes, quem você é, por isso o termo da moda é STORY TELLING. Invistamos nossos melhores esforços na capacidade de entregar o que promete, ao invés da marca simplesmente ser ativada através de um planejamento errado do que “os clientes  esperam que eu seja”. Essa tentativa de ativar esse gatilho mental é um tiro no próprio pé.

Trazendo de volta Maquiavel, vale lembrar que o nome do pensador italiano originou a palavra maquiavélico, e que sua doutrina pregava a negação da moral.

E aí? Vai fazer com que sua empresa siga Maquiavel e “pareça ser”? Ou prefere acreditar na dedicação de entregar satisfação a cada cliente que entrar na sua loja e vender a imagem que de fato sua empresa é?

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Imagem de mercado ou experiência?

Por rodrigogoyanna em estrategia, Foco, Marketing

30 de junho de 2018

“Entre ser e parecer ser, é preferível a ultima opção, porque a todos é dado o ver, mas a poucos é dado o sentir.”

Quando Maquiavel citou a frase acima, certamente estava se referindo ao seu posicionamento político, que pregava a negação de toda a moral.

Mas para as empresas, o que importa: Imagem de mercado ou Experiência?

Primeiro que não é necessário escolher um ou outro. O ideal é trabalhar ambos, ainda que uma boa experiência, crie uma imagem de mercado bastante positiva na mente do seu consumidor. 

Mas para aquelas empresas alienadas em investir apenas no on line e aguardar que o sucesso venha,  eu vos digo: EXPERIÊNCIA!

Não a toa dentro dos 4 Ps do marketing, experiência tem substituido produto.

Por mais que a imagem possa construir uma boa reputação de marca na mente do seu target, uma reputação baseada em conceitos rasos é somente uma análise fria perto da capacidade de fidelização que uma boa experiência pode criar no cliente. è capacidade de entrega da promessa feita a quem você quer que esteja sempre por perto.

Uma empresa com foco no consumidor, e preocupada em entregar excelência em cada etapa da jornada de compra, há de criar naturalmente uma imagem de marca bem mais sólida no inconsciente do seu publico, porque ele acaba retido por um histporico pessoal, e não baseado em comunicação indireta.

Nada substitui o trabalho de conhecer a fundo seu cliente, e esse fato é suficientemente claro pra justificar seus maiores esforços em agregar valor dentro da experiência de consumo. Para aí sim, após reconhecer quem de fato você é, comunicar sua marca com a clareza, verdade e objetividade que o mercado merece/precisa.

Mas a comunicação da marca não é importante? É DEMAIS! Mas ela é muito reativa sobre sua identidade organizacional, sobre suas raízes, quem você é, por isso o termo da moda é STORY TELLING. Invistamos nossos melhores esforços na capacidade de entregar o que promete, ao invés da marca simplesmente ser ativada através de um planejamento errado do que “os clientes  esperam que eu seja”. Essa tentativa de ativar esse gatilho mental é um tiro no próprio pé.

Trazendo de volta Maquiavel, vale lembrar que o nome do pensador italiano originou a palavra maquiavélico, e que sua doutrina pregava a negação da moral.

E aí? Vai fazer com que sua empresa siga Maquiavel e “pareça ser”? Ou prefere acreditar na dedicação de entregar satisfação a cada cliente que entrar na sua loja e vender a imagem que de fato sua empresa é?