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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

branding

AMBEV TRAZ CHOPP STELLA ARTOIS A FORTALEZA

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

26 de Abril de 2019

A cerveja Stella Artois tem uma novidade para os cearenses: a chegada do Chopp Stella Artois. O lançamento acontece no dia 29 de abril, no Boteco Praia, e a previsão é de que chegue a outros pontos de venda da capital cearense ao longo de 2019.   

Stella Artois é uma cerveja que carrega uma história de mais de 600 anos. É levemente amarga e traz em sua fórmula lúpulo especial vindo da República Tcheca e uma levedura exclusiva vinda da Bélgica, que só existe em sua fórmula.

O Chopp Stella Artois requer Ritual para ser servido com perfeição: um banho de água fria para esfriar o cálice e manter o colarinho do chope. As primeiras gotas são sacrificadas; um pequeno preço para garantir o sabor mais fresco. O cálice é inclinado a 45 graus para obter a combinação perfeita entre espuma e líquido. Nesse momento, o colarinho perfeito é formado, prendendo o frescor.

“Stella Artois sabe como tornar cada momento com quem gostamos em uma ocasião ainda mais especial por meio de um líquido de alta qualidade com mais de 600 anos de tradição cervejeira”, afirma Lucas de Oliveira, gerente de marketing de Stella Artois.

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Storytelling – Que história é essa?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

18 de dezembro de 2018

Contar uma história que atinja o emocional do seu publico e o conecte com sua proposta de valor, para humanizar a relação entre empresa e cliente. Uma excelente estratégia para uma empresa criar uma reputação que repercuta positivamente sua imagem organizacional para com o mercado, ao se conectar com quem se identifica com a narrativa.

Porque o ser humano, leia consumidor, tende a se posicionar como tribos comportamentais, em criar vinculo emocionas àquele clã que pensa semelhante. Não à toa a programação neuroliguistica vê no rapport, ou espelhamento, uma excelente estratégia de negociação.

Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.

O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional, porque mais do quem uma troca comercial, você conquista seu consumidor e o encanta através de uma narrativa, que desde que ela foi contada, agora os une através da identificação para com a mensagem entregue.

No vídeo acima, o Chipotle, fast food de comida mexicana fresca, reforça através de uma historinha, que apesar da competitividade e do crescimento da empresa,  a preocupação em manter sua essência é fator determinante em cada etapa do processo produtivo, ao ofertar pro mercado, uma comida bem mais saudável que fast foods convencionais.

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Storytelling – que história é essa?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

28 de julho de 2018

Contar uma história para humanizar a marca, uma excelente estratégia para uma empresa criar uma reputação que ative conexão emocional com seu publico, e se aproximar de quem se identifica com a narrativa.

Porque o ser humano tende a se retrair em tribos comportamentais, em criar vinculo emocional àquele clã que pensa semelhante.

Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.
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O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional.

Aposte em StoryTelling!

Como o Storytelling afeta o cérebro

Você já deve ter notado no YouTube, que os anúncios vem seguindo uma tendência de história narrada por algum personagem, sendo ele fictício ou não. Saiba como essa estratégia de storytelling afeta seu cérebro.

Transforma história em ideias: Uma história ativa partes do cérebro que permite que o ouvinte para transforme a história em sua própria ideia e experiência graças a um processo chamado de acoplamento neuronal.

Experimenta, comenta e compartilha: As pessoas não só vão ativar a  atividade cerebral através da sua história, mas também irão compartilhar e comentar da sua história.

É lembrada com maior precisão: O cérebro libera dopamina no sistema quando ele experimenta um evento emocionalmente carregado, tornando-o mais fácil de lembrar com maior precisão.

Histórias bem contadas envolvem muitas áreas do cérebro: Ao processar fatos, duas áreas do cérebro são ativadas (área de Wernicke e de Broca). Uma história bem contada pode envolver muitas áreas adicionais, incluindo o córtex motor, córtex sensorial, e no córtex frontal.

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Abertas as inscrições para o Festival Costume Saudável

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

24 de julho de 2018

Entre os dias 24 e 26 de agosto, o Festival Costume Saudável, que já está em sua 6ª edição, irá reunir profissionais e pessoas interessadas em levar uma vida melhor. Indo muito além da alimentação e do “mundo fitness”, o evento visa reunir familiares e amigos para confraternizar, compartilhar, debater e se informar sobre assuntos como alimentação, restrições alimentares, maternidade, qualidade de vida, atividades físicas, meio ambiente e saúde. O evento vai oferecer mais de 200 atividades entre aulas em academias, palestras, apresentações culturais, oficinas culinárias, dentre outras.

Este ano, mais uma vez, as inscrições podem ser feitas pelo aplicativo Minha Cidade Saudável, uma ferramenta de sucesso que vai além do evento. O app já está disponível na App Store e Google Play. A participação nos três dias de Festival custa R$ 30 (R$ 15 meia entrada) e cada dia sai por R$ 20 (R$ 10 meia entrada), com pagamento via cartão de crédito. Na entrada do evento, o pagamento deve ser em dinheiro. Toda renda arrecadada com a venda dos ingressos será destinada ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

Já está disponível também o site do Festival Costume Saudável, mais uma ferramenta para auxiliar o público que aprecia e quer participar do evento e pretende acompanhar toda a programação que será atualizada diariamente. Através do site, tanto quem deseja participar como palestrante, ou ministrar uma aula de atividade física, ensinar um workshop de culinária, expor em um stand, ou até mesmo fazer uma cobertura jornalística poderá se inscrever. No espaço também é possível ver informações sobre as inscrições da Babu Games, um tipo de competição cross que acontecerá dentro do Festival e dará mais de 10 mil reais em premiações.

Que tal conferir o histórico das edições do festival em vídeo? No site você pode acessar essa opção, como também acompanhar as publicações do instagram e da #minhaatitudesaudavel, ação de incentivo para as pessoas publicarem vídeos ou fotos contando o que elas fazem no dia a dia, referente a atitudes saudáveis.

No site também estarão disponíveis as fotos do evento e pra quem não participou e quer conferir, ou para quem quer relembrar as edições anteriores, lá também está registrado os melhores momentos das edições passadas. O público poderá ter acesso a lista de patrocinadores, ao mapa do evento dentro do Rio Mar Fortaleza, além de toda a programação separada por dia e por local.

 

SERVIÇO:

Festival Costume Saudável

Data: 24, 25 e 26 de agosto

Local: Estacionamento do Shopping RioMar Fortaleza

Valor: R$ 30, pelo aplicativo Minha Cidade Saudável

www.costumesaudavel.com.br

*Valor arrecadado será doado ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

 

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Kikazza – a importancia de uma boa identidade visual

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

24 de junho de 2018

Toda marca deveria ser uma promessa, porque é a primeira oportunidade de gerar interesse, ou no mínimo curiosidade de a partir de um primeiro contato visual, converter esse traunsente em cliente.

Semana passada vi essa logo em um shopping de Natal/ RN. Adorei ela!  Ativar a marca junto a um cliente não é fácil. A personalidade da marca reflete muito o comportamento não somente da empresa, mas o target que ela pretende atingir. Esse esforço de branding provoca ativação da marca, conversão, encantamento, e consequentemente, retenção e retorno através de clientes fidelizados.

A fonética da KIKAZZA entrega logo de cara o Core Business que a empresa possui, como se simulasse a reação de surpresa positiva quando alguém visse sua casa decorada com os moveis da empresa (que casa!). É de tão bom gosto, que quase imaginei um sotaque italiano pronunciar o nome da empresa, já que o pais da velha bota carrega consigo a cultura de produzir moveis de bom gosto e requinte.

A tipografia diferenciada, apesar de poder ocasionar perda de trafego no online, remete a um publico exclusivo, avesso ao que considera muito simples.

Os traços pretos grossos remetem a segurança, e já que o ticket médio de quem consome decoração é alto, é preciso confiança na empresa a qual se vai gastar tanto. Nesse segmento, o atributo durabilidade é muito importante. 

A variedade de cores da Logo, nesse caso, entrega que pra qualquer necessidade, a empresa terá uma solução pra te oferecer. De acordo com a semiótica das cores: cor quente como o vermelho te remete a urgência e impulsividade, o amarelo a otimismo,  o azul é a cor da credibilidade, e o verde é a cor da harmonia.

Muito legal conhecer uma empresa que reconhece a importancia desse tipo de estudo. Parabéns Kikazza! Muito sucesso na caminhada!!!

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O jeito Apple de tratar os amantes da marca

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

02 de junho de 2018

Cena Real. Domingo 3pm na Applestore do Montgomey Mall em Bethesda, MD, USA: “Eu amoooooo esse modelo de Ipod”, diz uma efusiva garota. Inesperadamente, uma sorridente funcionária surge rebatendo: “nossa marca também ama você”.

Não se trata de um discurso leviano. A Apple ama amar seus clientes, porque o foco no consumidor norteia cada decisão ou estratégia adotada pela empresa. Isso agrega valor ao produto, o branding que a empresa desenvolve permite cobrar mais por cada aparelho; quer você ame, ou odeie a Apple, não há dúvidas de que você percebe a experiência que a empresa cria, a marca da maçã não vende simplesmente um celular, ela entrega uma experiência de consumo acima da média para o seu cliente. Porque apesar de ser empresa de tecnologia e inovação, a Apple fala a linguagem do cliente desde da etapa de reconhecimento de necessidade e captação de informações, até a fase final do pós-venda.

Cada funcionário da empresa criada por Steve Jobs é na verdade um defensor da marca, e carrega consigo o objetivo de tornar uma simples visita a Apple Store, numa experiência única e inesquecível.

De acordo com o depoimento real de alguns funcionários, a etapa  durante o fim do treinamento denomina-se “get shirtified” – algo como “encamisado”, significa que o funcionário vestiu a camisa da empresa. Esqueçam a camisa, o comprometimento se incorpora a alma através dos valores Apple de ser, uma aula de endomarketing que resulta em produtividade.

Para a Apple, o essencial é invisível aos olhos:  você vale pelo que você pensa. Quando a empresa abandona o status quo de estereótipo de funcionário, e contrata como vendedor o idoso, o jovem tatuado de bermuda, a garota com estilo gótico; ela transmite uma mensagem, “pra nossa empresa, são todos possíveis clientes, prováveis promotores da marca, e nossa maior preocupação é que se sintam confortáveis em serem atendidos por vendedores que transmitam nossos valores como organização, de uma maneira fácil de ser entendida, ou pelo menos mais agradável de ser escutada.” Pra tudo na vida é assim, o diferente geralmente causa estranheza, mas tudo aquilo que se assemelha provoca empatia.

O vendedor precisa absorver a premissa e vender a idéia de um produto simples, como um computador, em um objeto de desejo, com usabilidade amigável; trata-se do famoso mantra dentro da empresa:  keep it simple, uma maneira de garantir que qualquer usuário, de qualquer nível, consiga operar um produto Apple com poucos minutos de interação.

Assim, os consumidores estão dispostos a pagar mais por uma melhor experiência e exclusividade, em fazer parte de um grupo seleto de amantes da marca. Isso justifica em parte o sucesso da Apple em relação às suas concorrentes.

O segredo da empresa é saber quem é verdadeiramente seu público, e identificar exatamente quais são os valores que estes priorizam. Preço é o que você paga, valor, o que você leva. É um processo, valor incorporado a produto, precisa ser percebido pelo visitante, e precisa ser capturado como venda. Valor percebido é importante pra marca, valor capturado é importante pra empresa.

Quer saber se tá dando certo? Pergunta a alguém que acabou de adquirir um Macbook o que ele comprou? Ele nunca vai dizer que comprou um notebook, ele vai estufar o peito e responder com toda emoção, “comprei um Apple”

Em um próximo post, iremos falar mais sobre Branding, Net Promoter Score, Lock in, estratégias da Apple para manter a fidelização de seus clientes.

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TouchDown!

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

20 de Maio de 2018

O árbitro apita o fim do primeiro tempo! Hora de ir ao banheiro? Preparar a pipoca? Nos Estados Unidos não! Com o jeito americano de ser, eles conseguiram transformar o Superbowl, a final do Football Americano, segundo esporte mais popular do país, em um dos business entertainment mais rentáveis da história, e como quase tudo que se propõe a fazer, dão uma verdadeira aula de gestão; é um case de sucesso, onde quem gere o futebol brasileiro precisaria pagar ingresso, e assistir como se faz.

Em 2015, durante o intervalo do Superbowl, a cantora Katy Perry sobrevoou o campo, montou sob um gigante felino cenográfico, transformou o palco em um grande tabuleiro de xadrez, e cantou, tudo isso em menos de 13 minutos! A consequeência disso? Centenas de milhares de citações no Twitter e Facebook, reforço de branding, um gigantesco trafego de visitantes nas mídias dos parceiros, e outra multidão de curiosos interessados em conhecer esse esporte; são pessoas de todo o mundo, de diferentes idiomas, falando sobre o mesmo assunto. Enquanto isso, em terras tupiniquins, durante a final da Copa do Brasil, nós temos a opção de ver o Galvão Bueno comentar os melhores momentos no intervalo, ou escutar o Léo Batista narrar os gols da rodada. E tome gol da Alemanha.

A maneira com que os dirigentes esportivos nacionais enxergam o nosso futebol, deveria ser revista, a gestão do esporte que ainda é paixão nacional deveria se posicionar com mais racionalidade, profissionalismo e transparência, sob pena de perdermos a estigma de pais do futebol para nações que saíram da inércia e fizeram um benchmarking da forma americana de tratar esporte como business. Não é difícil, só é muito trabalho.

Ao invés de discutirmos onde estamos errando, criarmos indicadores de crescimento e projetarmos uma evolução do nosso esporte preferido, precisamos escutar notícias policiais se misturarem às futebolísticas. O resultado? Hoje infelizmente nós não fazemos mais parte do mainframe futebolístico, e não há previsão sobre o surgimento de dispositivos de controle de governança corporativa, que nos dê condições de “ajeitar nossa defesa”, ter um time “bem postado em campo”, e voltarmos as “quatro linhas” do futebol mundial “no ataque”. Nós precisamos de uma visão corporativa atuante para recuperar nosso prestigio como país do futebol. Seria um golaço.

Não precisamos que um juiz nos cobre arbitrariamente conceitos conhecidos do mundo corporativo, como compliance, endomarketing e meritocracia, é praxe para quem quer vencer, absorver a tática que o leve até o gol, os players do nosso mercado precisam “vestir a camisa” e acreditar que apesar da desvantagem competitiva, ainda dá pra vencer.

Não se trata de um esporte qualquer, é uma economia que gira em torno de um jogo, que se aquece a medida que as vitorias vão surgindo, é Vencer para Vender, e Vender para Ter, isso mesmo, Ter condições de novos auto investimentos que garantam a possibilidade de voltarmos a ser líder de mercado nesse esporte. Em algum momento do passado, os americanos enxergaram que isso era possível para com o American Football, e porque eles acreditaram, conseguiram atingir os incríveis números relacionados ao consumo do Superbowl 2015:

1 – A National Chicken Council, uma associação comercial que representa a indústria aviária nos EUA, calculou que aproximadamente 1,25 bilhão de asinhas de frango foram devoradas durante o Super Bowl 2015;

2 – A Domino’s Pizza e a Pizza Hut se planejaram para vender 29 milhões de fatias de pizza no dia do jogo;

3 – Um total de 112,2 milhões de pessoas assistiram ao Super Bowl no ano de 2014, tornando o evento o programa mais assistido na história da televisão norte-americana; em 2015, a expectativa é de que 1 em cada 3 norte-americanos, ou 169 milhões em todo o mundo, tenham assistido o jogo, que foi transmitido em 180 países e em mais de 30 idiomas. O gasto médio de consumo de quem viu o jogo pela TV foi de aproximadamente 78 dólares (custos com alimentação, equipamentos de TV e merchandising e camisas dos times.)

4 – Cada comercial de 30 SEGUNDOS veiculado pelo canal de TV NBC custou US$ 4,5 milhões aos anunciantes (4,5 MILHOES DE DOLÁRES POR 30 SEGUNDOS!). Devido ao investimento, cada anunciante contratava agências para produzirem comerciais únicos e especiais para a final do Superbowl.

5 – Quando o U2 comandou o show do intervalo em 2002, Bono Vox mostrou a bandeira dos EUA durante uma das músicas. Essa simples ação fez com que o álbum do grupo pulasse da 108ª posição para a 8ª no ranking Billboard;

6 – Depois que a banda The Black Eyed Peas se apresentou no Super Bowl em 2011, as vendas da música “Where is the Love” aumentaram 332%.

7 – Os bilhetes para o Super Bowl custam, em média, 4.676 dólares, um aumento de 23% face a 2014. O estádio da final de 2015 tem capacidade para 71.000 lugares, e estava lotado!

A sorte está lançada, dizem que o jogo só termina quando o juiz acaba, mas enquanto a gente não mudar, GOL da Alemanha, ou melhor Touchdown pros americanos!

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Com nova identidade visual, Hey Joe lança bar em Fortaleza

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

08 de Fevereiro de 2017

Acompanhando o ciclo de novidades do Hey Joe, que lança na próxima sexta-feira, 10 de de fevereiro, o Hey Joe Food’N’Bar, espaço que propõe além da experiência gastronômica, um conjunto de elementos que despertam os sentidos e os bons sentimentos, a identidade visual da marca também ganha novo formato e segue na mesma direção do conceito proposto pelo espaço.

Com um tom marcante de vermelho, a nova logo do Hey Joe Food’N’Bar é composta por traços sóbrios e retilíneos que remetem ao clima urbano. Com simplicidade e atitude que regem os valores da marca, a identidade visual foi resultado da criação do Grupo Manga, sob a direção de arte de Victor Mesquita.

Serviço
Hey Joe Food ‘n’ Bar
Endereço: Rua Novinda Pires, 32 – Aldeota
Horário de Funcionamento: Terça a domingo, sendo domingo, terça, quarta e quinta, das 18h às 23h; e sextas e sábados, das 18h às 00h.
Delivery: Terça a domingo, das 18h às 22h30.

Facebook: 
https://www.facebook.com/heyjoefoodnbar
Instagram: https://www.instagram.com/heyjoefoodnbar

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Pizzaria Vignoli expande e adere ao modelo fast food

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

06 de Fevereiro de 2017

Consolidada no Nordeste, a Pizzaria Vignoli inaugurou recentemente sua primeira loja no interior de um Shopping Center. O escolhido para inaugurar o modelo fast food do restaurante italiano conhecido pela excelência nos pratos foi o Del Paseo, localizado no coração do Bairro Aldeota, em Fortaleza. Sob o comando de Priscila Esteves e Mariana Cidrão, o espaço se encontra na Praça de Alimentação do Del Paseo, no terceiro piso.

O local parecer ser perfeito para o modelo de negocio proposto pela nova loja. Situado entre grandes centros comerciais, a loja do Del Paseo promete entregar além da qualidade e excelência no atendimento, agilidade e presteza para atender a um publico com um horário limitado para refeição, são valores de produto que geram   vantagem competitiva e posicionam a marca em um grau de diferenciação em relação a concorrência.

A personalização das massas é característica da nova loja. Conforme Júlio Bezerra, sócio da marca, a loja traz uma proposta diferente, na qual o cliente poderá criar sua própria massa e salada com os ingredientes da casa. Bezerra adianta que a venda da pizza no tamanho individual é outra novidade do Expresso.

Personalizar um produto é entender que seu consumidor está mudando. A geração on demand exige o produto quando, onde e como ela quiser. Quando o Vignolli cria opções diferentes de tamanho e personalização, a empresa mostra que quer atingir esse nicho de consumidor exigente que nao pàra de crescer.

“A praça de alimentação do shopping Del paseo é considerada por muitos a melhor da Cidade, mas faltava uma operação que vendesse Pizza. A entrada
da Vignoli, eleita 8 vezes a melhor pizza da cidade, complementa o mix do shopping”, ressaltou o sócio.

Sobre planos futuros para a Pizzaria Vignoli, Bezerra adianta a vontade de expandir o novo modelo de loja para outros shoppings da capital cearense e
do Brasil. No primeiro semestre de 2016, a Vignoli inaugurou sua primeira sede no exterior, em Lisboa

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Storytelling: dando vida a marca.

Por rodrigogoyanna em Marketing, Relacionamento interpessoal

20 de dezembro de 2016

O hábito de contar histórias faz parte da vida dos homens desde que começaram a se comunicar. E se a sociedade tem um nível de aceitação maior para empresas com uma imagem mais humanizada, a tarefa de atrelar a sua comunicação a uma história surge como estratégia para se aproximar do público alvo, ao gerar engajamento diante de uma maior identificação à história contada. É um esforço de “personificar” um CNPJ, DAR VIDA A UMA MARCA e assim, aos olhos de quem escuta ou assiste a história, a imagem de empresa distante e fria, é substituída por uma marca mais humanizada.

O termo Storytelling, traduzido como “narrar histórias”, não representa algo novo, já que o hábito de relatar fatos reais ou fictícios sempre existiu. O termo e sua aplicação, no entanto, destacam a importância da narrativa como forma de levar conhecimento e diversão às pessoas. Além disso, evidencia o quanto a técnica pode ser estratégica para que as empresas criem vínculos emocionais com os consumidores.

Uma das empresas que melhor trabalha a estratégia de Storytelling é o Chipotle, fast food de comida mexicana que entrega a mensagem de vender comida saudável. Vejam alguns videos do Chipotle utilizando da estratégia de storytelling pra gerar engajamento.

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Storytelling: dando vida a marca.

Por rodrigogoyanna em Marketing, Relacionamento interpessoal

20 de dezembro de 2016

O hábito de contar histórias faz parte da vida dos homens desde que começaram a se comunicar. E se a sociedade tem um nível de aceitação maior para empresas com uma imagem mais humanizada, a tarefa de atrelar a sua comunicação a uma história surge como estratégia para se aproximar do público alvo, ao gerar engajamento diante de uma maior identificação à história contada. É um esforço de “personificar” um CNPJ, DAR VIDA A UMA MARCA e assim, aos olhos de quem escuta ou assiste a história, a imagem de empresa distante e fria, é substituída por uma marca mais humanizada.

O termo Storytelling, traduzido como “narrar histórias”, não representa algo novo, já que o hábito de relatar fatos reais ou fictícios sempre existiu. O termo e sua aplicação, no entanto, destacam a importância da narrativa como forma de levar conhecimento e diversão às pessoas. Além disso, evidencia o quanto a técnica pode ser estratégica para que as empresas criem vínculos emocionais com os consumidores.

Uma das empresas que melhor trabalha a estratégia de Storytelling é o Chipotle, fast food de comida mexicana que entrega a mensagem de vender comida saudável. Vejam alguns videos do Chipotle utilizando da estratégia de storytelling pra gerar engajamento.