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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

empreendedorismo

Obrigado pela crítica!

Por rodrigogoyanna em estrategia, experiencia, Marketing

26 de outubro de 2019

Com o advento da internet, a percepção do seu consumidor sobre a experiência de consumo ao produto do seu negócio se tornou não somente muito mais exposta , mas fator determinante sobre decisão de consumo de potenciais novos clientes. Uma campanha de prospects precisaria de muito mais budget pra converter uma reputação prejudicada por uma imagem negativa no mercado. Dê valor as criticas do presente, antes que saia caro ir atrás do cliente do futuro.

Cada vez mais, gestores precisam estar atentos sobre o que tem-se dito sobre sua empresa nos diferentes canais, seja no on line através de novas mídias, seja no offline, pelo famigerado boca a boca. Para monitorar a repercussão no digital, ferramentas como o Google Alert, permitem o usuário cadastrar palavras-chave, e ser avisado sempre que esta for citada no ambiente digital. Para monitorar o off-line, nada melhor que sempre buscar conversar com o cliente, seja o abordando, ou através de pesquisas de satisfação. Uma dica: ofereça vouchers de desconto cada vez que seu cliente der um feedback, é um incentivo a recompra.

Uma postura reativa de entender o pensamento do seu cliente é de extrema importância para a manutenção de uma reputação positiva perante seu target, mas agir proativamente no sentido de entender a experiência de consumo dele traz benefícios imensuráveis para a gestão do seu negócio, pois vai te ajudar a identificar a que grupo eles pertencem, quais são seus gostos e preferências, seu poder de aquisição, sua localização geográfica, e assim por diante. Com esses dados em mãos, será possível direcionar seus serviços ou produtos cada vez mais de forma a dar ao cliente exatamente o que ele deseja.

Quem não gosta de ser ouvido? A tentativa de consertar um erro pode ser tão eficaz do que de fato repará-lo, o ato de se importar com o cliente, entrega a narrativa de que ele não é apenas mais um, mas um consumidor bem mais especial.

Lembre-se, o pior cliente é o que não se comunica, porque não dá ao gestor a oportunidade de identificar onde falhou, e consequentemente, ele nao sabe exatamente onde melhorar. Incentive as criticas, elas são escadas para o sucesso. Cliente insatisfeito, e mudo, são considerados detratores da marca, e certamente irão repercutir a experiência negativa para algumas dezenas de pessoas da “sua tribo”

Puxe na memória, quando foi a última vez que desistiu de uma compra baseado em um feedback negativo? Quantos de nós pesquisam reviews de compra antes do fechamento da venda? A compra, mais do que apenas o produto, tem como um dos principais valores, a experiência, na qual está inserida o atendimento, além da efetiva conexao que o cliente criou com sua marca, através dos diversos pontos de contato. Por isso, entenda quais são os pay points do seu publico, e um por um, entregue soluções em forma de experiência positiva.

Entenda que a internet remodelou o relacionamento entre os diversos stakeholders, antes, essa corrente sobre percepções de experiências eram feitas a nível local, o vizinho comentava com a dona de casa, a mesa de bar ajudava a decidir sobre a venda, agora, a internet virou um balcão de opiniões, onde cabe ao gestor, entender ate que ponto aquele julgamento é pertinente, e até que ponto a critica pode servir de aprendizado para melhoria de produto: ESCUTE TUDO, RESPONDA A TUDO, E SEJA REATIVO ÀQUILO QUE TRARÁ VALOR AO SEU NEGÓCIO.

Não pedir um feedback ao cliente não significa que ele não dirá sua opinião sobre os seus produtos ou serviços: pelo contrário, se você não se preocupar em buscá-la para garantir sua satisfação no pós-venda, ele pode expô-la com estardalhaço e prejudicar a imagem do seu empreendimento.

Enquanto empreendedor, é preciso expandir sua capacidade/maturidade de reagir positivamente diante de uma critica construtiva. Existe um ditado que diz que “ as vezes quem menos sabe da água, é o peixe”, precisamos de um olhar externo pra entender, diante do que já acontece rotineiramente em nossa empresa, o que pode ser entendido como ponto fora da curva sobre a experiência de consumo.

Um dos exemplos mais emblemáticos foi o das pastilhas Halls:

Com o tema de campanha: Errar é humano, ACABAR COM O ERRO É HALLS! A empresa absorveu as criticas e deu a volta por cima ao reagir inteligentemente nessa campanha ao escutar seu consumidor.

Se houve falha de pesquisa de mercado sobre desenvolvimento de um novo produto, a empresa foi muito perspicaz no momento que absorveu as criticas, e ao invés de ficar apanhando do mercado, deu um passo atrás, e através do humor,  oportunizou o lançamento de um produto pra substituir o que não performou bem.

No comercial, a empresa diz: “ se vocês não estão felizes, nós também não”. Isso é valorizar o maior ativo de qualquer organização, o seu cliente. Ela deu voz e poder de decisão àquele que é o centro de tudo, e norteia a proposta de valor do negócio.

Marketing de relacionamento é isso, ao invés de mostrar uma postura distante e petulante, ao reconhecer o erro, a empresa acaba se humanizando, e se aproximando do seu publico.

O gerente inicia o comercial  dentro de um escritório estando com o estilo “engomadinho” (um visual típico de distanciamento e isolamento), e ao participar in loco da eliminação do produto (se sujando inclusive), ele se mostra engajado com as reclamações do seu publico, como se não medisse esforços para entregar o que o mercado tem demandado.

Na ultima cena do comercial, o gerente do SAC caminha sozinho, e recolhe sua maleta de trabalho do chão. É uma mensagem clara: “estamos de volta ao jogo”

Ponto pra Halls!

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AMBEV TRAZ CHOPP STELLA ARTOIS A FORTALEZA

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

26 de Abril de 2019

A cerveja Stella Artois tem uma novidade para os cearenses: a chegada do Chopp Stella Artois. O lançamento acontece no dia 29 de abril, no Boteco Praia, e a previsão é de que chegue a outros pontos de venda da capital cearense ao longo de 2019.   

Stella Artois é uma cerveja que carrega uma história de mais de 600 anos. É levemente amarga e traz em sua fórmula lúpulo especial vindo da República Tcheca e uma levedura exclusiva vinda da Bélgica, que só existe em sua fórmula.

O Chopp Stella Artois requer Ritual para ser servido com perfeição: um banho de água fria para esfriar o cálice e manter o colarinho do chope. As primeiras gotas são sacrificadas; um pequeno preço para garantir o sabor mais fresco. O cálice é inclinado a 45 graus para obter a combinação perfeita entre espuma e líquido. Nesse momento, o colarinho perfeito é formado, prendendo o frescor.

“Stella Artois sabe como tornar cada momento com quem gostamos em uma ocasião ainda mais especial por meio de um líquido de alta qualidade com mais de 600 anos de tradição cervejeira”, afirma Lucas de Oliveira, gerente de marketing de Stella Artois.

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TouchDown!

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

20 de Maio de 2018

O árbitro apita o fim do primeiro tempo! Hora de ir ao banheiro? Preparar a pipoca? Nos Estados Unidos não! Com o jeito americano de ser, eles conseguiram transformar o Superbowl, a final do Football Americano, segundo esporte mais popular do país, em um dos business entertainment mais rentáveis da história, e como quase tudo que se propõe a fazer, dão uma verdadeira aula de gestão; é um case de sucesso, onde quem gere o futebol brasileiro precisaria pagar ingresso, e assistir como se faz.

Em 2015, durante o intervalo do Superbowl, a cantora Katy Perry sobrevoou o campo, montou sob um gigante felino cenográfico, transformou o palco em um grande tabuleiro de xadrez, e cantou, tudo isso em menos de 13 minutos! A consequeência disso? Centenas de milhares de citações no Twitter e Facebook, reforço de branding, um gigantesco trafego de visitantes nas mídias dos parceiros, e outra multidão de curiosos interessados em conhecer esse esporte; são pessoas de todo o mundo, de diferentes idiomas, falando sobre o mesmo assunto. Enquanto isso, em terras tupiniquins, durante a final da Copa do Brasil, nós temos a opção de ver o Galvão Bueno comentar os melhores momentos no intervalo, ou escutar o Léo Batista narrar os gols da rodada. E tome gol da Alemanha.

A maneira com que os dirigentes esportivos nacionais enxergam o nosso futebol, deveria ser revista, a gestão do esporte que ainda é paixão nacional deveria se posicionar com mais racionalidade, profissionalismo e transparência, sob pena de perdermos a estigma de pais do futebol para nações que saíram da inércia e fizeram um benchmarking da forma americana de tratar esporte como business. Não é difícil, só é muito trabalho.

Ao invés de discutirmos onde estamos errando, criarmos indicadores de crescimento e projetarmos uma evolução do nosso esporte preferido, precisamos escutar notícias policiais se misturarem às futebolísticas. O resultado? Hoje infelizmente nós não fazemos mais parte do mainframe futebolístico, e não há previsão sobre o surgimento de dispositivos de controle de governança corporativa, que nos dê condições de “ajeitar nossa defesa”, ter um time “bem postado em campo”, e voltarmos as “quatro linhas” do futebol mundial “no ataque”. Nós precisamos de uma visão corporativa atuante para recuperar nosso prestigio como país do futebol. Seria um golaço.

Não precisamos que um juiz nos cobre arbitrariamente conceitos conhecidos do mundo corporativo, como compliance, endomarketing e meritocracia, é praxe para quem quer vencer, absorver a tática que o leve até o gol, os players do nosso mercado precisam “vestir a camisa” e acreditar que apesar da desvantagem competitiva, ainda dá pra vencer.

Não se trata de um esporte qualquer, é uma economia que gira em torno de um jogo, que se aquece a medida que as vitorias vão surgindo, é Vencer para Vender, e Vender para Ter, isso mesmo, Ter condições de novos auto investimentos que garantam a possibilidade de voltarmos a ser líder de mercado nesse esporte. Em algum momento do passado, os americanos enxergaram que isso era possível para com o American Football, e porque eles acreditaram, conseguiram atingir os incríveis números relacionados ao consumo do Superbowl 2015:

1 – A National Chicken Council, uma associação comercial que representa a indústria aviária nos EUA, calculou que aproximadamente 1,25 bilhão de asinhas de frango foram devoradas durante o Super Bowl 2015;

2 – A Domino’s Pizza e a Pizza Hut se planejaram para vender 29 milhões de fatias de pizza no dia do jogo;

3 – Um total de 112,2 milhões de pessoas assistiram ao Super Bowl no ano de 2014, tornando o evento o programa mais assistido na história da televisão norte-americana; em 2015, a expectativa é de que 1 em cada 3 norte-americanos, ou 169 milhões em todo o mundo, tenham assistido o jogo, que foi transmitido em 180 países e em mais de 30 idiomas. O gasto médio de consumo de quem viu o jogo pela TV foi de aproximadamente 78 dólares (custos com alimentação, equipamentos de TV e merchandising e camisas dos times.)

4 – Cada comercial de 30 SEGUNDOS veiculado pelo canal de TV NBC custou US$ 4,5 milhões aos anunciantes (4,5 MILHOES DE DOLÁRES POR 30 SEGUNDOS!). Devido ao investimento, cada anunciante contratava agências para produzirem comerciais únicos e especiais para a final do Superbowl.

5 – Quando o U2 comandou o show do intervalo em 2002, Bono Vox mostrou a bandeira dos EUA durante uma das músicas. Essa simples ação fez com que o álbum do grupo pulasse da 108ª posição para a 8ª no ranking Billboard;

6 – Depois que a banda The Black Eyed Peas se apresentou no Super Bowl em 2011, as vendas da música “Where is the Love” aumentaram 332%.

7 – Os bilhetes para o Super Bowl custam, em média, 4.676 dólares, um aumento de 23% face a 2014. O estádio da final de 2015 tem capacidade para 71.000 lugares, e estava lotado!

A sorte está lançada, dizem que o jogo só termina quando o juiz acaba, mas enquanto a gente não mudar, GOL da Alemanha, ou melhor Touchdown pros americanos!

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Com nova identidade visual, Hey Joe lança bar em Fortaleza

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

08 de Fevereiro de 2017

Acompanhando o ciclo de novidades do Hey Joe, que lança na próxima sexta-feira, 10 de de fevereiro, o Hey Joe Food’N’Bar, espaço que propõe além da experiência gastronômica, um conjunto de elementos que despertam os sentidos e os bons sentimentos, a identidade visual da marca também ganha novo formato e segue na mesma direção do conceito proposto pelo espaço.

Com um tom marcante de vermelho, a nova logo do Hey Joe Food’N’Bar é composta por traços sóbrios e retilíneos que remetem ao clima urbano. Com simplicidade e atitude que regem os valores da marca, a identidade visual foi resultado da criação do Grupo Manga, sob a direção de arte de Victor Mesquita.

Serviço
Hey Joe Food ‘n’ Bar
Endereço: Rua Novinda Pires, 32 – Aldeota
Horário de Funcionamento: Terça a domingo, sendo domingo, terça, quarta e quinta, das 18h às 23h; e sextas e sábados, das 18h às 00h.
Delivery: Terça a domingo, das 18h às 22h30.

Facebook: 
https://www.facebook.com/heyjoefoodnbar
Instagram: https://www.instagram.com/heyjoefoodnbar

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Pizzaria Vignoli expande e adere ao modelo fast food

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

06 de Fevereiro de 2017

Consolidada no Nordeste, a Pizzaria Vignoli inaugurou recentemente sua primeira loja no interior de um Shopping Center. O escolhido para inaugurar o modelo fast food do restaurante italiano conhecido pela excelência nos pratos foi o Del Paseo, localizado no coração do Bairro Aldeota, em Fortaleza. Sob o comando de Priscila Esteves e Mariana Cidrão, o espaço se encontra na Praça de Alimentação do Del Paseo, no terceiro piso.

O local parecer ser perfeito para o modelo de negocio proposto pela nova loja. Situado entre grandes centros comerciais, a loja do Del Paseo promete entregar além da qualidade e excelência no atendimento, agilidade e presteza para atender a um publico com um horário limitado para refeição, são valores de produto que geram   vantagem competitiva e posicionam a marca em um grau de diferenciação em relação a concorrência.

A personalização das massas é característica da nova loja. Conforme Júlio Bezerra, sócio da marca, a loja traz uma proposta diferente, na qual o cliente poderá criar sua própria massa e salada com os ingredientes da casa. Bezerra adianta que a venda da pizza no tamanho individual é outra novidade do Expresso.

Personalizar um produto é entender que seu consumidor está mudando. A geração on demand exige o produto quando, onde e como ela quiser. Quando o Vignolli cria opções diferentes de tamanho e personalização, a empresa mostra que quer atingir esse nicho de consumidor exigente que nao pàra de crescer.

“A praça de alimentação do shopping Del paseo é considerada por muitos a melhor da Cidade, mas faltava uma operação que vendesse Pizza. A entrada
da Vignoli, eleita 8 vezes a melhor pizza da cidade, complementa o mix do shopping”, ressaltou o sócio.

Sobre planos futuros para a Pizzaria Vignoli, Bezerra adianta a vontade de expandir o novo modelo de loja para outros shoppings da capital cearense e
do Brasil. No primeiro semestre de 2016, a Vignoli inaugurou sua primeira sede no exterior, em Lisboa

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A lição de Thomas Edson para 2017

Por rodrigogoyanna em Foco, Marketing, Marketing Pessoal

31 de dezembro de 2016

“O garoto é confuso da cabeça, não consegue aprender”, reclamava o reverendo Engle sobre o menino de 8 anos, agitado e perguntador,  que se recusava a decorar as lições.

Naquele ano de 1855, três meses depois de ter começado os estudos, a carreira escolar do estudante Thomas Alva Edison tinha terminado. Nunca mais ele voltaria a frequentar uma sala de aula.

A despeito do julgamento do reverendo Engle, o pequeno Thomas não aquietou sua curiosidade ao longo da vida. O resultado? Raras pessoas ajudaram tanto a esculpir o mundo atual como Thomas Alva Edison, detentor de mais de 2000 patentes.

Nancy, a mãe de Edson,  passou a educá-lo em casa, cercando-o de livros de História e Ciência, peças de Shakespeare e romances de Charles Dickens. O filho não a decepcionaria.

Os tempos, porém, eram difíceis. Thomas arranjou emprego no trem diário que ligava Port Huron a Detroit. Eram três horas e meia para ir, outras tantas para voltar e seis horas entre uma viagem e outra, — tempo mais que suficiente para vender a bordo frutas, balas, bombons, biscoitos e chocolates (na ida), tudo isso mais a edição vespertina do Free Press, o principal jornal de Detroit (na volta), e ainda para longas sessões de leitura, seja no bagageiro do trem, seja na biblioteca pública da cidade.

Anos mais tarde, o jovem lançaria sua primeira patente:— uma máquina de votar para o Congresso dos Estados Unidos. Tratava-se, portanto, de um ancestral do sistema eletrônico de votação hoje usado em muitos parlamentos, inclusive no Brasil. Edison conhecia eletricidade, mas não conhecia os políticos. Para sua imensa surpresa, eles não manifestaram o menor interesse pela engenhoca.

“Talento é 1% inspiração e 99% transpiração”, teria dito Edson à época.  Durante mais de um ano, ele e seus assistentes faziam e testavam filamentos de todos os materiais possíveis e imagináveis para desenvolver uma lampada elétrica que pudesse ser comercializada.

Um dia, um dos seus auxiliares, desanimado com tantos fracassos, sugeriu a Edison que desistisse de futuras tentativas, porque, depois de 700 tentativas, não havia avançado um só passo. Ao que ele respondeu:

“O quê? Não avançamos um só passo? Avançamos 700 passos rumo ao êxito final! Sabemos de 700 coisas que não deram certo! Estamos para além de 700 ilusões que mantínhamos anos atrás e que hoje não nos iludem mais. E a isso você chama perda de tempo?”.

Ele estava habituado a pensar positivamente. Por isso, de experiência em experiência, chegaram ao fio de algodão carbonizado, e finalmente, em 1879, aos 32 anos, Edison concluiu a invenção da lâmpada elétrica, depois de realizar 1.200 tentativas.

 

Para Thomas Edson, “muitos dos fracassos desta vida estão concentrados nas pessoas que desistiram por não saberem que estavam muito perto da linha de chegada.”

Aquele menino que foi expulso da escola depois de 3 meses, poderia ter desistido ali, mas por acreditar em si, ele mudou a vida de todos nós.

Thomas Edison faleceu em West Orange, no estado de New Jersey, Estados Unidos, em 18 de outubro de 1931. No dia de seu enterro, todas as luzes dos Estados Unidos foram apagadas durante 1 minuto.

 

 

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A lição de Thomas Edson para 2017

Por rodrigogoyanna em Foco, Marketing, Marketing Pessoal

31 de dezembro de 2016

“O garoto é confuso da cabeça, não consegue aprender”, reclamava o reverendo Engle sobre o menino de 8 anos, agitado e perguntador,  que se recusava a decorar as lições.

Naquele ano de 1855, três meses depois de ter começado os estudos, a carreira escolar do estudante Thomas Alva Edison tinha terminado. Nunca mais ele voltaria a frequentar uma sala de aula.

A despeito do julgamento do reverendo Engle, o pequeno Thomas não aquietou sua curiosidade ao longo da vida. O resultado? Raras pessoas ajudaram tanto a esculpir o mundo atual como Thomas Alva Edison, detentor de mais de 2000 patentes.

Nancy, a mãe de Edson,  passou a educá-lo em casa, cercando-o de livros de História e Ciência, peças de Shakespeare e romances de Charles Dickens. O filho não a decepcionaria.

Os tempos, porém, eram difíceis. Thomas arranjou emprego no trem diário que ligava Port Huron a Detroit. Eram três horas e meia para ir, outras tantas para voltar e seis horas entre uma viagem e outra, — tempo mais que suficiente para vender a bordo frutas, balas, bombons, biscoitos e chocolates (na ida), tudo isso mais a edição vespertina do Free Press, o principal jornal de Detroit (na volta), e ainda para longas sessões de leitura, seja no bagageiro do trem, seja na biblioteca pública da cidade.

Anos mais tarde, o jovem lançaria sua primeira patente:— uma máquina de votar para o Congresso dos Estados Unidos. Tratava-se, portanto, de um ancestral do sistema eletrônico de votação hoje usado em muitos parlamentos, inclusive no Brasil. Edison conhecia eletricidade, mas não conhecia os políticos. Para sua imensa surpresa, eles não manifestaram o menor interesse pela engenhoca.

“Talento é 1% inspiração e 99% transpiração”, teria dito Edson à época.  Durante mais de um ano, ele e seus assistentes faziam e testavam filamentos de todos os materiais possíveis e imagináveis para desenvolver uma lampada elétrica que pudesse ser comercializada.

Um dia, um dos seus auxiliares, desanimado com tantos fracassos, sugeriu a Edison que desistisse de futuras tentativas, porque, depois de 700 tentativas, não havia avançado um só passo. Ao que ele respondeu:

“O quê? Não avançamos um só passo? Avançamos 700 passos rumo ao êxito final! Sabemos de 700 coisas que não deram certo! Estamos para além de 700 ilusões que mantínhamos anos atrás e que hoje não nos iludem mais. E a isso você chama perda de tempo?”.

Ele estava habituado a pensar positivamente. Por isso, de experiência em experiência, chegaram ao fio de algodão carbonizado, e finalmente, em 1879, aos 32 anos, Edison concluiu a invenção da lâmpada elétrica, depois de realizar 1.200 tentativas.

 

Para Thomas Edson, “muitos dos fracassos desta vida estão concentrados nas pessoas que desistiram por não saberem que estavam muito perto da linha de chegada.”

Aquele menino que foi expulso da escola depois de 3 meses, poderia ter desistido ali, mas por acreditar em si, ele mudou a vida de todos nós.

Thomas Edison faleceu em West Orange, no estado de New Jersey, Estados Unidos, em 18 de outubro de 1931. No dia de seu enterro, todas as luzes dos Estados Unidos foram apagadas durante 1 minuto.