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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

estrategia

Crie, reinvente-se ou morra.

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

19 de Maio de 2020

Luiz Fernando Paiva é Sócio-Diretor da América Marketing e novo Parceiro do Blog

Já há alguns anos, especialistas das áreas de tecnologia, marketing e negócios alertam que apenas as empresas que se transformarem digitalmente sobreviverão no futuro. Bem, o futuro chegou mais rápido do que se esperava, não é mesmo?

Apesar do claro conceito de globalização e dos seus paradigmas serem aceitos e entendidos por todos, nós só passamos a acreditar quando a mudança bateu (duramente) em nossa porta.

A chegada da pandemia impôs uma exigência planetária: de NY a Xangai, país a país e dia após dia, assistimos às pessoas mudando suas rotinas, buscando novas soluções e meios de adaptação as medidas de segurança impostas pelo isolamento social.

Os negócios tiveram que adaptar suas rotinas, jogar no lixo o planejamento e se preparar para uma mudança de paradigma e um novo normal. E essa nova realidade passa, necessariamente, por uma ‘’transformação digital.’’

Os números são claros.

Independente da adoção ou não das medidas de distanciamento, o consumo caiu em todas as regiões, mostrando que o consumidor está com receio, economizando para essa nova realidade em que estamos imersos. Como apresenta o gráfico abaixo, o qual compara 2 estados norte-americanos, Minnesota, que optou pelo Lockdown, e Dakota do Sul, que não optou pelo Lockdown, em que ambos apresentam diminuição geral do consumo.

Fonte: tracktherecovery.org

 

A crise, assim como o coronavírus, vai fazer com que as empresas que não estavam com a saúde em dia sofram gravemente ou, até, fechem suas portas. Vão sobreviver aquelas que, além de estarem muito bem preparadas, adaptarem-se rapidamente para a transformação digital.

Se sua empresa não cabe na palma da mão do seu cliente, fique alerta.

Mas o que consiste em uma transformação digital? Segundo o autor David L. Rogers em seu livro ‘’Transformação Digital’’, ela consiste em mudanças em 5 áreas de conhecimentos:

 

  • DADOS

Crie, armazene e trate seus dados de maneira que eles virem ativos importantes para sua empresa. Aprenda a importância dos dados não estruturados e conecte o resultado em cada departamento da empresa.

  • CLIENTES

Os clientes são o principal influenciador de marketing para inspirar a compra, a lealdade e a defesa da marca. Explore as redes de clientes sempre em mão dupla, ou seja, ouvir o que ele está dizendo e responder. Perguntas como: Qual comportamento online do meu cliente? Qual sua jornada até a compra e qual seu funil de marketing? Devem ser respondidas.

  • COMPETIÇÃO

Com os mercados competindo em níveis globais, cada vez fica mais nebuloso a relação entre rival e parceiro. Veja o caso do AirBnb, considerado por muitos um rival e por outros um parceiro. Construa comunidades, não só produtos.

 

  • INOVAÇÃO

As decisões são baseadas em TESTE.  Inove por experimentação rápida, teste, analise e comprove qual melhor caminho para o seu negócio. Os experimentos são contínuos e conduzidos por todos. O teste de ideias é barato, rápido e fácil.

  • VALOR

Analise bem sua proposta de valor. Caso o mercado esteja em declínio, adapte. Veja qual é o valor que o seu mercado percebe, pois ele é mutante. Como exemplo, na crise atual, a percepção de valor do cliente mudou drasticamente.

 

Empresas que já trabalham com esses conceitos ou já tem experiência em áreas de tecnologia ou marketing digital, por exemplo, conseguiram se adaptar um pouco mais rápido, pois o DNA da transformação digital é de mudança e evolução contínua.

 

Líderes não devem esperar mais para fazer este movimento acredite e siga em frente.

Crie, reinvente-se ou morra.

Autor: Luiz Fernando Paiva – Sócio-Diretor da América Marketing.
Formação em Administração de empresas (FGV), pós em Marketing Digital e gestão de Redes Sociais. (Unifor).

 

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A desconstrução imagética do Natal no mundo publicitário

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

11 de dezembro de 2019

Mal os pais conseguem respirar das compras efetuadas no Dia das Crianças e os anúncios publicitários já prenunciam a proximidade do Natal, exibindo uma infinidade de brinquedos, roupas, acessórios etc. sendo entregues às pessoas, aparentemente, felizes, numa grande confraternização em família. Essas imagens, cada vez mais comuns nos espaços midiáticos em tal época do ano, vem, gradativamente, descontruindo o conceito original desta tradição milenar.

Mas, antes mesmo de falarmos da desconstrução imagética da celebração natalina, é bom relembrar que o Natal teve início como uma festa pagã, há cerca de 7 mil anos antes do nascimento de Cristo, celebrando o solstício de inverno, a noite mais longa do hemisfério norte, marcando o fim das noites mais longas e o início dos dias mais claros e de um período propício para a colheita. E assim foi, por milhares de anos, até o século 4, quando o cristianismo foi oficializado pelo Imperador Constantino e o Natal tornou-se uma festa cristã voltada para o nascimento de Cristo, como a conhecemos hoje. Todavia, embora a tradição natalina ainda sobreviva, seu significado parece se perder cada vez mais em meio ao bombardeamento imagético publicitário.

“O Natal é um dos períodos do ano mais lucrativos para o comércio e, obviamente, os veículos midiáticos não deixariam de aproveitar tal cenário. Todavia, o que chama a atenção, ultimamente, são as estratégias cada vez mais aprimoradas para ‘encantar’ os consumidores com a ‘magia’ natalina travestida de marketing”, afirma o Prof. Dr. Jack Brandão, renomado pesquisador imagético há mais de 30 anos, com artigos publicados no Brasil e no exterior sobre o poder de influência da imagem na sociedade.

Brandão ressalta como o meio publicitário acaba influenciando, mesmo que inconscientemente, o público midiático ao trabalhar com imagens que mexem com a memória e o emocional de cada um.

“Seja na internet ou na TV, é muito comum assistirmos a vídeos comerciais de famílias, crianças, casais reunidos numa noite de Natal; todos felizes trocando presentes entre si. E, o mais interessante é que, em muitos desses comerciais, o foco no produto ou serviço oferecido é substituído, por alguns momentos, pela união e afetividade exibida na propaganda. O que é isso? Uma preocupação do marketing em valorizar o sentido original do Natal? Negativo! Trata-se de uma estratégia publicitária”, diz o professor.

O pesquisador imagético explica que quando o público se depara com imagens como as citadas por ele, anteriormente, ele acaba sendo envolvido por elas numa falsa crença de felicidade. “Sabemos que o intuito principal da propaganda é vender e que tudo não passa de uma construção, mas, no momento em que a assistimos, nos esquecemos disto, num desejo de acreditar naquilo que nos é apresentado e que pode nos remeter a uma lembrança de nossa infância, a um momento gostoso com nossos familiares, ou ainda, a um desejo de reconciliação com alguém. É o mesmo efeito gerado por muitas imagens postadas nas redes sociais com sorrisos mascarados; porém, queremos acreditar naquela felicidade construída”, diz Brandão.

Segundo o professor, tudo isso acontece porque somos seres imagéticos, totalmente influenciáveis pelo poder da imagem que, muitas vezes, ao expressar aquilo que desejamos, nos faz acreditar nelas. “Por isso as fake news podem ter uma repercussão muito maior do que uma notícia verdadeira, por exemplo, ao veicularem algo que muitos gostariam que realmente fosse verdade. O mundo comercial não se difere muito, ao apresentar tantas superficialidades”, completa o professor.

Mas, se a propaganda está focando mais nos encontros humanos do que no produto ou serviço oferecido, ela atingirá seu objetivo? Para o Prof. Jack Brandão, essa estratégia pode ser muito mais vantajosa para o comercial atingir seu intuito. “Inconscientemente, muitos associarão o momento emocionante apresentado pelo marketing com a marca que ele está divulgando, afinal quem é que não se lembra de algum comercial natalino, ou até mesmo outro, que marcou a sua vida?”, questiona o pesquisador.

Assim, Brandão ressalta como os símbolos tradicionais do Natal vão sendo substituídos pelas imagens propagandísticas, descontruindo o conceito original da celebração. “Hoje é fácil pensarmos na festividade e logo vir a nossa mente a imagem do urso polar presente no comercial da Coca Cola, a imagem de um avô com seu netinho numa propaganda de panetone, ou ainda, um casal se amando, num comercial de perfume. Ao pensarmos em todas essas imagens, já nos recordamos da marca”.

E ao falar em imagens que remetem ao Natal, é impossível não abordar um dos símbolos da festa, o Papai Noel, e que Brandão também faz questão de ressaltar que não passa de uma construção imagética. “A imagem do ‘bom velhinho’ com roupas vermelhas e um gorro na cabeça, e que nada tem a ver com a imagem de São Nicolau que presenteava os pobres e deu origem ao símbolo natalino, foi apresentada, pela primeira vez, num comercial da Coca Cola e se consagrou desde então, mostrando como a sociedade está dominada pela magia, mas não a natalina e sim a do marketing”, conclui.

Sobre o Prof. Dr. Jack Brandão:

Doutor em Literatura pela Universidade de São Paulo (USP). Diretor do Centro de Estudos Imagéticos CONDES-FOTÓS, editor da Lumen et Virtus, Revista interdisciplinar de Cultura e Imagem, pesquisador sobre a questão imagética em diversos níveis, como nas artes pictográficas, escultóricas e fotográficas.

Mais informações: condesfotosimagolab.com.br

Canal no Youtube: www.youtube.com/user/jackbran

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Storytelling – Que história é essa?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

18 de dezembro de 2018

Contar uma história que atinja o emocional do seu publico e o conecte com sua proposta de valor, para humanizar a relação entre empresa e cliente. Uma excelente estratégia para uma empresa criar uma reputação que repercuta positivamente sua imagem organizacional para com o mercado, ao se conectar com quem se identifica com a narrativa.

Porque o ser humano, leia consumidor, tende a se posicionar como tribos comportamentais, em criar vinculo emocionas àquele clã que pensa semelhante. Não à toa a programação neuroliguistica vê no rapport, ou espelhamento, uma excelente estratégia de negociação.

Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.

O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional, porque mais do quem uma troca comercial, você conquista seu consumidor e o encanta através de uma narrativa, que desde que ela foi contada, agora os une através da identificação para com a mensagem entregue.

No vídeo acima, o Chipotle, fast food de comida mexicana fresca, reforça através de uma historinha, que apesar da competitividade e do crescimento da empresa,  a preocupação em manter sua essência é fator determinante em cada etapa do processo produtivo, ao ofertar pro mercado, uma comida bem mais saudável que fast foods convencionais.

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Inbound marketing – Como esta técnica simples de marketing já salvou muitas empresas

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

23 de setembro de 2018

Quando se pensam em estrategias de marketing, a primeira que vem à mente é a de inserir comerciais: você está assistindo a uma novela na televisão e, de repente, uma propaganda aparece.

Os tempos mudaram. Hoje, o mundo do marketing prefere um modelo mais parecido com o da Netflix: direcionar a série certa para o público certo é que gerará mais vendas, e não a inserção de publicidade.

É mais ou menos assim que o inbound marketing – um termo que ganhou notoriedade no mundo das empresas nos últimos anos – funciona. Por meio de produção de conteúdo relevante e de relacionamento com o consumidor, um negócio consegue atrair seus clientes e gerar vendas mais qualificadas de seus produtos e serviços.

inbound tem apresentado resultados relevantes:segunddo a startup resultados digitais, 93% das compras efetuadas em ambiente online começam com uma simples pesquisa em buscadores. Além disso, 80% dos consumidores preferem buscar informações sobre um determinado produto em um artigo completo do que em um anúncio publicitário.

O lado bom disso tudo: agora, as pequenas e médias empresas conseguem fazer um marketing tão eficiente quanto as gigantes, já que a regra é ser relevante e não pagar anúncios vultosos em grandes canais de mídia.

Mas como sua pequena empresa pode aproveitar o inbound marketing, que não envolve grandes custos, para incrementar as vendas durante a recessão econômica? Confira, a seguir, como fazer bom uso dessa estratégia:

A base do inbound marketing

O primeiro passo para fazer o inbound marketing é saber o que seu público-alvo deseja. “Você pode descobrir o que eles querem por meio de pesquisa de volumes de buscas no Google, por exemplo, e isso pode ser feito com softwares gratuitos ou pagos”, explica Peçanha, da Rock Content.

Depois de descobrir interesses, sua empresa deve produzir informações que façam sentido com tais buscas – e o post deve ser tão bem executado que atraia vários potenciais clientes.

“Alguns deles irão se identificar, e aí você conseguirá vender. Esse processo de seleção é conhecido justamente pelo nome de funil de vendas.”

Um exemplo prático do inbound em ação são os blogs: eles produzem postagens relevantes para seu público-alvo, gerando vendas por meio de um modelo que integra conteúdo e publicidade. “Antes, os blogs eram apenas diários pessoais. Agora, são sites estruturados de conteúdo de nicho – ou seja, são o inboundpersonificado”, explica Celso Fortes, diretor da agência digital Novos Elementos.

Dicas extras para fazer um inbound marketing excepcional

1 – Deixe de lado as propagandas

A primeira dica para sua empresa fazer um inbound marketing excepcional é, claro, não pensar que seus posts são propagandas. “Não corte o conteúdo para falar ‘compre da minha empresa’ ou algo parecido. Seu negócio irá vender como consequência de seu conteúdo ser relevante”, explica Peçanha, da Rock Content.

2 – A mentira não compensa

Da mesma maneira, mantenha o compromisso com seu público-alvo e entregue o que promete em seus títulos e chamadas de busca. “Se a cada etapa, da leitura até a compra, o usuário não receber exatamente o que está procurando, o funil de vendas do inbound marketing é quebrado”, afirma Fortes, da Novos Elementos. “Não adianta você anunciar algo e, quando o cliente entra, ver outra coisa. Há até ferramentas no Google que coíbem esse tipo de anúncio.”

3 – Assuma o compromisso de publicar sempre

Quanto aos posts em si, Peçanha recomenda sempre atualizar o blog da sua empresa com novos conteúdos. “Cada post atrai uma parcela do seu público-alvo. Cobrindo mais temas do universo do seu mercado, suas possibilidades de venda aumentam. Pense em sua marca como uma editora.”

4 – Aposte em conteúdos duradouros

Outra dica é apostar em informações que não percam valor ao longo do tempo – um tipo de conteúdo chamado de evergreen.

Pense em um post como “Cinco receitas para cozinhar com bacon”, por exemplo. “Há informações nesse conteúdo que podem ser relevantes a qualquer momento. Na internet, essa qualidade é muito importante: as pessoas podem pesquisar seu post independentemente do noticiário, gerando tráfego recorrente”, diz Peçanha.

5 – Atenção com as métricas

Mesmo a base do inbound marketing sendo a produção de informações relevantes, a técnica vai além de um simples “marketing de conteúdo”. Uma parte igualmente essencial é a medição dos resultados em termos de receita para sua empresa.

“Muita gente esquece da parte de ter uma metodologia para transformar toda essa audiência em vendas. Acompanhe todas as métricas: visitas globais, visitas de cada post e, principalmente, quanto é vendido a cada mil visitas”, conclui Peçanha.

  • Conteudo Originalmente publicado por Marina Fonseca para a Revista Exame

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Storytelling – que história é essa?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

28 de julho de 2018

Contar uma história para humanizar a marca, uma excelente estratégia para uma empresa criar uma reputação que ative conexão emocional com seu publico, e se aproximar de quem se identifica com a narrativa.

Porque o ser humano tende a se retrair em tribos comportamentais, em criar vinculo emocional àquele clã que pensa semelhante.

Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.
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O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional.

Aposte em StoryTelling!

Como o Storytelling afeta o cérebro

Você já deve ter notado no YouTube, que os anúncios vem seguindo uma tendência de história narrada por algum personagem, sendo ele fictício ou não. Saiba como essa estratégia de storytelling afeta seu cérebro.

Transforma história em ideias: Uma história ativa partes do cérebro que permite que o ouvinte para transforme a história em sua própria ideia e experiência graças a um processo chamado de acoplamento neuronal.

Experimenta, comenta e compartilha: As pessoas não só vão ativar a  atividade cerebral através da sua história, mas também irão compartilhar e comentar da sua história.

É lembrada com maior precisão: O cérebro libera dopamina no sistema quando ele experimenta um evento emocionalmente carregado, tornando-o mais fácil de lembrar com maior precisão.

Histórias bem contadas envolvem muitas áreas do cérebro: Ao processar fatos, duas áreas do cérebro são ativadas (área de Wernicke e de Broca). Uma história bem contada pode envolver muitas áreas adicionais, incluindo o córtex motor, córtex sensorial, e no córtex frontal.

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Abertas as inscrições para o Festival Costume Saudável

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

24 de julho de 2018

Entre os dias 24 e 26 de agosto, o Festival Costume Saudável, que já está em sua 6ª edição, irá reunir profissionais e pessoas interessadas em levar uma vida melhor. Indo muito além da alimentação e do “mundo fitness”, o evento visa reunir familiares e amigos para confraternizar, compartilhar, debater e se informar sobre assuntos como alimentação, restrições alimentares, maternidade, qualidade de vida, atividades físicas, meio ambiente e saúde. O evento vai oferecer mais de 200 atividades entre aulas em academias, palestras, apresentações culturais, oficinas culinárias, dentre outras.

Este ano, mais uma vez, as inscrições podem ser feitas pelo aplicativo Minha Cidade Saudável, uma ferramenta de sucesso que vai além do evento. O app já está disponível na App Store e Google Play. A participação nos três dias de Festival custa R$ 30 (R$ 15 meia entrada) e cada dia sai por R$ 20 (R$ 10 meia entrada), com pagamento via cartão de crédito. Na entrada do evento, o pagamento deve ser em dinheiro. Toda renda arrecadada com a venda dos ingressos será destinada ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

Já está disponível também o site do Festival Costume Saudável, mais uma ferramenta para auxiliar o público que aprecia e quer participar do evento e pretende acompanhar toda a programação que será atualizada diariamente. Através do site, tanto quem deseja participar como palestrante, ou ministrar uma aula de atividade física, ensinar um workshop de culinária, expor em um stand, ou até mesmo fazer uma cobertura jornalística poderá se inscrever. No espaço também é possível ver informações sobre as inscrições da Babu Games, um tipo de competição cross que acontecerá dentro do Festival e dará mais de 10 mil reais em premiações.

Que tal conferir o histórico das edições do festival em vídeo? No site você pode acessar essa opção, como também acompanhar as publicações do instagram e da #minhaatitudesaudavel, ação de incentivo para as pessoas publicarem vídeos ou fotos contando o que elas fazem no dia a dia, referente a atitudes saudáveis.

No site também estarão disponíveis as fotos do evento e pra quem não participou e quer conferir, ou para quem quer relembrar as edições anteriores, lá também está registrado os melhores momentos das edições passadas. O público poderá ter acesso a lista de patrocinadores, ao mapa do evento dentro do Rio Mar Fortaleza, além de toda a programação separada por dia e por local.

 

SERVIÇO:

Festival Costume Saudável

Data: 24, 25 e 26 de agosto

Local: Estacionamento do Shopping RioMar Fortaleza

Valor: R$ 30, pelo aplicativo Minha Cidade Saudável

www.costumesaudavel.com.br

*Valor arrecadado será doado ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

 

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Kikazza – a importancia de uma boa identidade visual

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

24 de junho de 2018

Toda marca deveria ser uma promessa, porque é a primeira oportunidade de gerar interesse, ou no mínimo curiosidade de a partir de um primeiro contato visual, converter esse traunsente em cliente.

Semana passada vi essa logo em um shopping de Natal/ RN. Adorei ela!  Ativar a marca junto a um cliente não é fácil. A personalidade da marca reflete muito o comportamento não somente da empresa, mas o target que ela pretende atingir. Esse esforço de branding provoca ativação da marca, conversão, encantamento, e consequentemente, retenção e retorno através de clientes fidelizados.

A fonética da KIKAZZA entrega logo de cara o Core Business que a empresa possui, como se simulasse a reação de surpresa positiva quando alguém visse sua casa decorada com os moveis da empresa (que casa!). É de tão bom gosto, que quase imaginei um sotaque italiano pronunciar o nome da empresa, já que o pais da velha bota carrega consigo a cultura de produzir moveis de bom gosto e requinte.

A tipografia diferenciada, apesar de poder ocasionar perda de trafego no online, remete a um publico exclusivo, avesso ao que considera muito simples.

Os traços pretos grossos remetem a segurança, e já que o ticket médio de quem consome decoração é alto, é preciso confiança na empresa a qual se vai gastar tanto. Nesse segmento, o atributo durabilidade é muito importante. 

A variedade de cores da Logo, nesse caso, entrega que pra qualquer necessidade, a empresa terá uma solução pra te oferecer. De acordo com a semiótica das cores: cor quente como o vermelho te remete a urgência e impulsividade, o amarelo a otimismo,  o azul é a cor da credibilidade, e o verde é a cor da harmonia.

Muito legal conhecer uma empresa que reconhece a importancia desse tipo de estudo. Parabéns Kikazza! Muito sucesso na caminhada!!!

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TouchDown!

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

20 de Maio de 2018

O árbitro apita o fim do primeiro tempo! Hora de ir ao banheiro? Preparar a pipoca? Nos Estados Unidos não! Com o jeito americano de ser, eles conseguiram transformar o Superbowl, a final do Football Americano, segundo esporte mais popular do país, em um dos business entertainment mais rentáveis da história, e como quase tudo que se propõe a fazer, dão uma verdadeira aula de gestão; é um case de sucesso, onde quem gere o futebol brasileiro precisaria pagar ingresso, e assistir como se faz.

Em 2015, durante o intervalo do Superbowl, a cantora Katy Perry sobrevoou o campo, montou sob um gigante felino cenográfico, transformou o palco em um grande tabuleiro de xadrez, e cantou, tudo isso em menos de 13 minutos! A consequeência disso? Centenas de milhares de citações no Twitter e Facebook, reforço de branding, um gigantesco trafego de visitantes nas mídias dos parceiros, e outra multidão de curiosos interessados em conhecer esse esporte; são pessoas de todo o mundo, de diferentes idiomas, falando sobre o mesmo assunto. Enquanto isso, em terras tupiniquins, durante a final da Copa do Brasil, nós temos a opção de ver o Galvão Bueno comentar os melhores momentos no intervalo, ou escutar o Léo Batista narrar os gols da rodada. E tome gol da Alemanha.

A maneira com que os dirigentes esportivos nacionais enxergam o nosso futebol, deveria ser revista, a gestão do esporte que ainda é paixão nacional deveria se posicionar com mais racionalidade, profissionalismo e transparência, sob pena de perdermos a estigma de pais do futebol para nações que saíram da inércia e fizeram um benchmarking da forma americana de tratar esporte como business. Não é difícil, só é muito trabalho.

Ao invés de discutirmos onde estamos errando, criarmos indicadores de crescimento e projetarmos uma evolução do nosso esporte preferido, precisamos escutar notícias policiais se misturarem às futebolísticas. O resultado? Hoje infelizmente nós não fazemos mais parte do mainframe futebolístico, e não há previsão sobre o surgimento de dispositivos de controle de governança corporativa, que nos dê condições de “ajeitar nossa defesa”, ter um time “bem postado em campo”, e voltarmos as “quatro linhas” do futebol mundial “no ataque”. Nós precisamos de uma visão corporativa atuante para recuperar nosso prestigio como país do futebol. Seria um golaço.

Não precisamos que um juiz nos cobre arbitrariamente conceitos conhecidos do mundo corporativo, como compliance, endomarketing e meritocracia, é praxe para quem quer vencer, absorver a tática que o leve até o gol, os players do nosso mercado precisam “vestir a camisa” e acreditar que apesar da desvantagem competitiva, ainda dá pra vencer.

Não se trata de um esporte qualquer, é uma economia que gira em torno de um jogo, que se aquece a medida que as vitorias vão surgindo, é Vencer para Vender, e Vender para Ter, isso mesmo, Ter condições de novos auto investimentos que garantam a possibilidade de voltarmos a ser líder de mercado nesse esporte. Em algum momento do passado, os americanos enxergaram que isso era possível para com o American Football, e porque eles acreditaram, conseguiram atingir os incríveis números relacionados ao consumo do Superbowl 2015:

1 – A National Chicken Council, uma associação comercial que representa a indústria aviária nos EUA, calculou que aproximadamente 1,25 bilhão de asinhas de frango foram devoradas durante o Super Bowl 2015;

2 – A Domino’s Pizza e a Pizza Hut se planejaram para vender 29 milhões de fatias de pizza no dia do jogo;

3 – Um total de 112,2 milhões de pessoas assistiram ao Super Bowl no ano de 2014, tornando o evento o programa mais assistido na história da televisão norte-americana; em 2015, a expectativa é de que 1 em cada 3 norte-americanos, ou 169 milhões em todo o mundo, tenham assistido o jogo, que foi transmitido em 180 países e em mais de 30 idiomas. O gasto médio de consumo de quem viu o jogo pela TV foi de aproximadamente 78 dólares (custos com alimentação, equipamentos de TV e merchandising e camisas dos times.)

4 – Cada comercial de 30 SEGUNDOS veiculado pelo canal de TV NBC custou US$ 4,5 milhões aos anunciantes (4,5 MILHOES DE DOLÁRES POR 30 SEGUNDOS!). Devido ao investimento, cada anunciante contratava agências para produzirem comerciais únicos e especiais para a final do Superbowl.

5 – Quando o U2 comandou o show do intervalo em 2002, Bono Vox mostrou a bandeira dos EUA durante uma das músicas. Essa simples ação fez com que o álbum do grupo pulasse da 108ª posição para a 8ª no ranking Billboard;

6 – Depois que a banda The Black Eyed Peas se apresentou no Super Bowl em 2011, as vendas da música “Where is the Love” aumentaram 332%.

7 – Os bilhetes para o Super Bowl custam, em média, 4.676 dólares, um aumento de 23% face a 2014. O estádio da final de 2015 tem capacidade para 71.000 lugares, e estava lotado!

A sorte está lançada, dizem que o jogo só termina quando o juiz acaba, mas enquanto a gente não mudar, GOL da Alemanha, ou melhor Touchdown pros americanos!

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Com nova identidade visual, Hey Joe lança bar em Fortaleza

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

08 de Fevereiro de 2017

Acompanhando o ciclo de novidades do Hey Joe, que lança na próxima sexta-feira, 10 de de fevereiro, o Hey Joe Food’N’Bar, espaço que propõe além da experiência gastronômica, um conjunto de elementos que despertam os sentidos e os bons sentimentos, a identidade visual da marca também ganha novo formato e segue na mesma direção do conceito proposto pelo espaço.

Com um tom marcante de vermelho, a nova logo do Hey Joe Food’N’Bar é composta por traços sóbrios e retilíneos que remetem ao clima urbano. Com simplicidade e atitude que regem os valores da marca, a identidade visual foi resultado da criação do Grupo Manga, sob a direção de arte de Victor Mesquita.

Serviço
Hey Joe Food ‘n’ Bar
Endereço: Rua Novinda Pires, 32 – Aldeota
Horário de Funcionamento: Terça a domingo, sendo domingo, terça, quarta e quinta, das 18h às 23h; e sextas e sábados, das 18h às 00h.
Delivery: Terça a domingo, das 18h às 22h30.

Facebook: 
https://www.facebook.com/heyjoefoodnbar
Instagram: https://www.instagram.com/heyjoefoodnbar

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Pizzaria Vignoli expande e adere ao modelo fast food

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

06 de Fevereiro de 2017

Consolidada no Nordeste, a Pizzaria Vignoli inaugurou recentemente sua primeira loja no interior de um Shopping Center. O escolhido para inaugurar o modelo fast food do restaurante italiano conhecido pela excelência nos pratos foi o Del Paseo, localizado no coração do Bairro Aldeota, em Fortaleza. Sob o comando de Priscila Esteves e Mariana Cidrão, o espaço se encontra na Praça de Alimentação do Del Paseo, no terceiro piso.

O local parecer ser perfeito para o modelo de negocio proposto pela nova loja. Situado entre grandes centros comerciais, a loja do Del Paseo promete entregar além da qualidade e excelência no atendimento, agilidade e presteza para atender a um publico com um horário limitado para refeição, são valores de produto que geram   vantagem competitiva e posicionam a marca em um grau de diferenciação em relação a concorrência.

A personalização das massas é característica da nova loja. Conforme Júlio Bezerra, sócio da marca, a loja traz uma proposta diferente, na qual o cliente poderá criar sua própria massa e salada com os ingredientes da casa. Bezerra adianta que a venda da pizza no tamanho individual é outra novidade do Expresso.

Personalizar um produto é entender que seu consumidor está mudando. A geração on demand exige o produto quando, onde e como ela quiser. Quando o Vignolli cria opções diferentes de tamanho e personalização, a empresa mostra que quer atingir esse nicho de consumidor exigente que nao pàra de crescer.

“A praça de alimentação do shopping Del paseo é considerada por muitos a melhor da Cidade, mas faltava uma operação que vendesse Pizza. A entrada
da Vignoli, eleita 8 vezes a melhor pizza da cidade, complementa o mix do shopping”, ressaltou o sócio.

Sobre planos futuros para a Pizzaria Vignoli, Bezerra adianta a vontade de expandir o novo modelo de loja para outros shoppings da capital cearense e
do Brasil. No primeiro semestre de 2016, a Vignoli inaugurou sua primeira sede no exterior, em Lisboa

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Pizzaria Vignoli expande e adere ao modelo fast food

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

06 de Fevereiro de 2017

Consolidada no Nordeste, a Pizzaria Vignoli inaugurou recentemente sua primeira loja no interior de um Shopping Center. O escolhido para inaugurar o modelo fast food do restaurante italiano conhecido pela excelência nos pratos foi o Del Paseo, localizado no coração do Bairro Aldeota, em Fortaleza. Sob o comando de Priscila Esteves e Mariana Cidrão, o espaço se encontra na Praça de Alimentação do Del Paseo, no terceiro piso.

O local parecer ser perfeito para o modelo de negocio proposto pela nova loja. Situado entre grandes centros comerciais, a loja do Del Paseo promete entregar além da qualidade e excelência no atendimento, agilidade e presteza para atender a um publico com um horário limitado para refeição, são valores de produto que geram   vantagem competitiva e posicionam a marca em um grau de diferenciação em relação a concorrência.

A personalização das massas é característica da nova loja. Conforme Júlio Bezerra, sócio da marca, a loja traz uma proposta diferente, na qual o cliente poderá criar sua própria massa e salada com os ingredientes da casa. Bezerra adianta que a venda da pizza no tamanho individual é outra novidade do Expresso.

Personalizar um produto é entender que seu consumidor está mudando. A geração on demand exige o produto quando, onde e como ela quiser. Quando o Vignolli cria opções diferentes de tamanho e personalização, a empresa mostra que quer atingir esse nicho de consumidor exigente que nao pàra de crescer.

“A praça de alimentação do shopping Del paseo é considerada por muitos a melhor da Cidade, mas faltava uma operação que vendesse Pizza. A entrada
da Vignoli, eleita 8 vezes a melhor pizza da cidade, complementa o mix do shopping”, ressaltou o sócio.

Sobre planos futuros para a Pizzaria Vignoli, Bezerra adianta a vontade de expandir o novo modelo de loja para outros shoppings da capital cearense e
do Brasil. No primeiro semestre de 2016, a Vignoli inaugurou sua primeira sede no exterior, em Lisboa