Publicidade

Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

marca

Homens fazem mais compras de supermercado online do que mulheres

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

14 de outubro de 2019

Um novo estudo divulgado pela Kantar, ajuda a confirmar que muitos dos estereótipos de gênero propagados por comunicações de diversas marcas estão equivocados. O eCommerce On, uma pesquisa realizada globalmente em 14 países, com 16 macrocategorias, analisando mais de 100 mil atos de compras e o comportamento de 27 mil compradores online, identificou que, dentre os e-shoppers, 47% dos homens fizeram compras de supermercado online, contra 39% das mulheres.

Ainda assim, muitas das propagandas de categorias relacionadas à ida ao supermercado são direcionadas ao gênero feminino. De acordo com oAdReaction – Getting Gender Right, outro levantamento realizado pela Kantar, em campanhas de produtos de limpeza da casa, por exemplo, as mulheres representam 89% do target das comunicações, 85% em alimentos e 76% em higiene pessoal. No entanto, 80% dos homens também são decisores de compra de supermercado, junto com 91% das mulheres.

A oportunidade aí é dupla: aumentar o número de mulheres que fazem esse tipo de compras online mostrando uma comunicação mais equilibrada e fugindo de imagens batidas em relação ao gênero feminino; e também entender as barreiras específicas a esse público. A análise realizada pela Kantar aponta que marcas que equilibram a atenção nos dois gêneros impulsionam um valor maior.

Entender os receios e necessidades de cada um dos gêneros no e-commerce também é muito importante. “As marcas precisam agir de forma diferente em cada caso, pois os compradores têm diferentes necessidades e motivações. O que significa entender o perfil de cada um deles e entregar soluções específicas”, afirma Luciana Piedemonte, diretora e líder de commerce da Kantar Brasil. “Temos que colocar o shopper e suas necessidades no centro da estratégia de e-commerce.”

Publicidade

Supermercado Pinheiro prepara ações especiais para o Dia das Crianças

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

10 de outubro de 2019

Sábado (12/10) será comemorado o Dia das Crianças e os pequenos terão mais um motivo para acompanhar seus pais nas compras de supermercado. O Supermercado Pinheiro prepara ações em suas lojas, nos cinemas e nos parquinhos infantis para festejar a alegria da infância. Nas lojas, de 9h às 12h, haverá distribuição de jogos de botão e pirulitos, oficina de slime, pintura de rosto e gesso decorativo. Os personagens da Patrulha Canina e o Pinheirinho estarão recepcionando os pequenos clientes e preparados para muitos selfies com a criançada.

Nas lojas Messejana e Maraponga haverá ainda a ação Compre e Ganhe com a Frut Biss. No dia 12 de outubro, o cliente que comprar dois potes de 2 litros de sorvete ou dois de 1,5l ganhará um copo especial. Já em parceria com a Merci serão promovidas atividades recreativas com a Tia Bolinha nas lojas Messejana (12/10, de 9h às 12h), Panamericano (15/10, de 17h às 19h) e Maraponga (17/10, de 17h às 19h). Para participar é necessário adquirir um pacote de linguiça Merci (700g).

 

Já nos parques infantis de Aracati, Limoeiro, Quixadá e Sobral estão programadas apresentações de mágica, pintura de rosto e recreação. Para completar a diversão, em todos os cinemas da rede Pinheiro os ingressos estarão mais acessíveis com o combo Família (dois adultos e duas crianças) para filmes em exibição no dia 12 de outubro.

 

O Supermercado Pinheiro também presenteou os filhos de seus colaboradores em uma ação de endomarketing que enviou um quebra-cabeça para cada criança com idade entre 0 e 12 anos. Foram quase 1.000 peças para contemplar os filhos de funcionários das 12 lojas da rede em todo o Ceará, Centro de Distribuição, parques infantis, cinemas em todo Ceará, bem como Administração e o Instituto Bom Vizinho de Cultura e Responsabilidade Social.

 

Programação das lojas

MARAPONGA – Cabelo decorativo e presença dos personagens da Patrulha Canina de 10h às 11h

MESSEJANA – Cabelo decorativo e presença dos personagens da Patrulha Canina de 8h às 9h30

MONDUBIM – Oficina de Slime e presença dos personagens da Patrulha Canina de 11h30 às 12h30

PAN AMERICANO – Pintura de rosto e presença dos personagens da Patrulha Canina de 13h às 14h

PRAIA DE IRACEMA – Pintura de rosto

WASHINGTON SOARES – Oficina de escultura com balão

ITAPIPOCA – Pintura de rosto e gesso decorativo

SOBRAL JUNCO – Pintura de rosto

SOBRAL CENTRO – Pintura de rosto

LIMOEIRO – Presença do personagem Pinheirinho

 

Programações nos parquinhos infantis

ARACATI – Dias 12, 17h30 às 20h, Recreação e turma de circo

LIMOEIRO – Dias 12 e 13/10, Presença do Pinheirinho, e dia 13/10, às 19h, apresentação de mágica

QUIXADÁ – Dia 12/10, 17h30 às 20h, Recreação

SOBRAL JUNCO – Dia 12/10, Pintura de rosto

 

leia tudo sobre

Publicidade

Casas Bahia faz comercial mudo e dá desconto especial

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

27 de setembro de 2019

A Casas Bahia, conhecida por seus comerciais cheios de exaltação, barulhos e ofertas, muda a estratégia por uma boa causa.

Pela primeira vez, nesta quinta-feira, 26, a empresa exibe um comercial mudo. A veiculação acontece primeiro no intervalo da novela A Dona do Pedaço, da Rede Globo. 

Durante o vídeo, dois produtos serão ofertados com descontos visíveis na tela, mas, quem entender a Língua Brasileira de Sinais (Libras) vai perceber um desconto extra.

“Nossa intenção é transmitir uma mensagem exclusiva para esse público que não tem tanta visibilidade das grandes empresas”, diz Ilca Sierra, diretora de marketing e comunicação multicanal da via varejo.

Nesta quinta-feira, comemora-se o Dia Nacional dos Surdos. Segundo executivos da empresa, há cerca de 2 400 colaboradores com deficiência, considerando todas as unidades operacionais. Na fábrica de móveis Bartira, mais de 50% das pessoas com deficiência são surdas. No quadro geral eles são 15%.

A campanha de marketing está alinhada com iniciativas internas, como fóruns de diversidade e inclusão, treinamentos para a liderança e criação de grupos formados pelos funcionários.

“70% do quadro de loja tem o treinamento para o acolhimento do público surdo e as reuniões de resultados têm intérpretes de libras, por exemplo. Queremos refletir para fora o trabalho que fazemos internamente, oficialmente estruturado desde 2017″, diz Hélio Muniz, diretor de comunicação corporativa e relações institucionais.

Nesse caso, três participantes do grupo de pessoas com deficiência auxiliaram a criação do comercial desenvolvido pela Y&R.

As ofertas estarão disponíveis no site das Casas Bahia após a veiculação do comercial na televisão.

leia tudo sobre

Publicidade

Pela primeira vez Facebook lança campanha nacional

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

25 de setembro de 2019

O Facebook faz sua primeira campanha nacional de marketing no Brasil a partir desta quarta-feira, 26.

Nomeada Somos Mais Juntos, a intenção é destacar histórias de pessoas que usam os grupos da rede social.

O país é o segundo a receber a campanha de marketing no mundo, depois dos Estados Unidos. Isso se deve a força da comunidade local. Atualmente, 132 milhões de brasileiros usam o Facebook todos os meses.

A campanha contará histórias reais de pessoas em grupos do Facebook. A intenção é mostrar a rede social como uma ferramenta que aproxima as comunidades.

“A campanha Somos Mais Juntos vai mostrar para os brasileiros como eles podem aprender, explorar e fazer mais por meio dos Grupos”, diz Conrado Leister, diretor do Facebook Brasil.

O lançamento acontecerá em uma ativação no Rock in Rio. Logo após a entrada na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, as pessoas poderão mostrar — a partir de quatro pulseiras, cada uma desenhada por um artista — com qual gênero musical elas se identificam.

A rede social convida as pessoas com o mesmo interesse musical — entre pop, funk, rock ou eletrônica — a se reunirem em um espaço com uma mini-festa e setlist personalizado.

O espaço contará ainda com convidados surpresa, como músicos, influencers e atores.

leia tudo sobre

Publicidade

Atlético MG apresenta plataforma de experiências exclusivas para seus fãs

Por rodrigogoyanna em estrategia, experiencia, futebol, Marketing

09 de setembro de 2019

O Clube Atlético Mineiro está investindo alto na entrega para seus fãs e lançou o GALO FUN, a primeira plataforma de um clube brasileiro exclusiva para experiências de seus torcedores. Trazendo condições especiais para sócios Galo na Veia, será disponibilizada uma série de eventos e ocasiões em que a massa atleticana, de todas as partes do país, poderá viver intensamente a sua paixão pelo Galo.

“Esperamos nos aproximar ainda mais do nosso torcedor. Com certeza, essa iniciativa irá fortalecer muito o nosso programa de relacionamento Galo na Veia, que se tornará ainda mais atrativo. Mas precisamos transcender e conversar, nos aproximar também de quem ainda não é sócio, inclusive de quem não mora em Minas Gerais”, destaca Pedro Melo, gerente de patrocínios do Atlético.

Toda a operação, planejamento, criação e gestão do GALO FUN (www.galofun.com.br/) será feita pela Elos Fun, liderada por Rodrigo Geammal. A Elos Fun tem foco no market place das experiências esportivas e do mundo do entretenimento, com portfólio que contempla desde visitas à fábrica da Ferrari a passeio de bike na Itália, passando por jogos dos principais torneios esportivos do mundo e pela oportunidade de uma partida de futebol nos principais centros de treinamentos de clubes do futebol mundial. Com a parceria, o Atlético passa a oferecer tais experiências para seus torcedores.

“Esse trabalho, internamente, passa por pontos fundamentais, como gestão financeira, relacionamento de longo prazo com torcedores e foco no mercado de experiência para transformação” ressalta Rodrigo Geammal, CEO da Elos Fun. O Atlético, ao lançar tal plataforma sabe que os lucros reais serás além do monetário. “Claro que temos expectativa financeira positiva. Mas não podemos contar com ela no curto prazo. É saber que estamos entretendo e fidelizando atleticanos também para o longo prazo. É preciso olhar o retorno além do financeiro” detalha Marcelo Machado – Superintendente Administrativo do Clube Atlético. Entre os primeiros produtos que serão oferecidos pelo GALO FUN, estão:

CASA GALO: O torcedor é recebido em ambiente decorado e 100% Atleticano, para acompanhar uma partida do Galo, com exposição de peças do clube, presença de um moderador acompanhado de personalidades atleticanas, serviço de alimentação e bebidas, além, claro, da transmissão do jogo e uma dinâmica de mesa redonda – próximo jogo a receber a experiência em 18.09, pela sul-americana;

SOCCER GALO: Em 14.12, o torcedor terá a experiência de ser um jogador profissional do Atlético, escolhendo a posição que irá jogar, além de receber um uniforme oficial personalizado e participar de uma partida inesquecível. Aqui, os fãs serão recebidos no local do jogo (a ser definido) e terão uma preleção com técnicos – personagens históricos do clube, entre outras ações. O pacote poderá ainda incluir uma concentração, em que o cliente poderá se hospedar no hotel na noite anterior e viver preleção, traslado e resenha dos jogadores de futebol;

GALO CAMP: Uma ação para as famílias atleticanas, com clínica realizada pela equipe do GaloFun, para crianças, com metodologias baseadas em experiências utilizadas nos treinamentos das divisões de base do clube, além de ações exclusivas para os pais – data a definir.

JANTAR VIP: Em 05/10, os torcedores do Galo poderão participar de um jantar exclusivo com seus ídolos do Atlético Mineiro, na sede do clube.

Entre outras ações previstas, estão ainda o leilão de acessórios, com itens usados por jogadores nas partidas oficiais, GALO KART, com uma corrida para os fãs do clube, e uma possível Fun Fest, caso o time alcance a final da Copa Sul-Americana.

Publicidade

Rede Marisa lança coleção de jeans feito com menos água

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

04 de setembro de 2019

A varejista de moda Marisa lançou nesta semana uma coleção de jeans que usa menos água no processo de fabricação. A coleção foi produzida em parceria com a fabricante Vicunha.

Composta por calças, blusas, bermudas, saias e macacões, a coleção economizou de 75% até 95% no consumo de água, comparado aos processos tradicionais, a depender da peça e técnicas utilizadas para tingimento e lavagem.

A investida integra a plataforma “A Moda Pela Água”, criada pelo Movimento ECOERA, que além da Marisa reúne outras empresas do setor da moda, consumidores e ONGs que buscam soluções para o desperdício de água na indústria.

A reciclagem e a reutilização de resíduos do processo produtivo, transformados novamente em fio de algodão, também ajudam a reduzir o consumo de matéria-prima virgem e de água.

A companhia não revela quanto investiu para desenvolver a coleção, que é permanente, mas garante que não há impacto no preço final do produto: as peças têm preço similar ao dos produtos jeans da Marisa.

Todos os produtos foram produzidos com uso de algodão dos programas BCI (Better Cotton Initiative) e ABR (algodão brasileiro Responsável), centrados no combate ao trabalho escravo e infantil e na melhoraria de práticas agrícolas, incluindo menor consumo de água e de pesticidas e maior segurança do trabalhador.

Nas peças, a novidade poderá ser identificada pela tag e na estampa no bolso interior dos jeans. A divulgação da nova coleção será feita via redes sociais, pontos de venda com material fixo, exposição diferenciada dos produtos em loja, mídia eletrônica (rádio e TV de loja). A Marisa também possui um podcast no Spotify, onde será divulgada a novidade.

leia tudo sobre

Publicidade

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

30 de agosto de 2019

Em meio à crise, um grupo de marcas brasileiras conseguiu superar os obstáculos impostos pela constante redução de poder aquisitivo e continuaram a crescer. Em comum, boa parte delas seguiu um caminho: a ampliação da oferta no interior do país. Essa é uma das conclusões do ranking das 25 marcas mais valiosas do Brasil, organizado anualmente pela consultoria britânica Interbrand e publicado com exclusividade por EXAME.

O crescimento do valor somado das marcas chegou a 7,8% neste ano, totalizando cerca de 129 bilhões de reais. É uma taxa superior aos anos anteriores — em 2018, o crescimento foi de pouco mais de 2% e, em 2017, 6,4%. O topo do ranking segue com os bancos Itaú, Bradesco e Banco do Brasil, além das marcas de cerveja Skol e Brahma, que mantiveram suas posições e somam 76% do valor total (veja quadro). Duas empresas estrearam na lista: a seguradora Sul America e o Atacadão, bandeira de atacarejo pertencente ao Carrefour.

Com unidades espalhadas por todos os estados do Brasil, o Atacadão fez investimento de 2 bilhões de reais em 2019, sendo grande parte deste valor destinada a abrir 20 novas lojas — 12 foram inauguradas até o momento. Em 2018, o investimento e a meta foram os mesmos. “A evolução do número de lojas da rede foi constante nos últimos anos, principalmente depois da compra pelo Carrefour, em 2007”, diz Roberto Mussnich, presidente do Atacadão. “A expansão não é feita de maneira concentrada, mas focada em presença nacional. Ter capilaridade é uma forma de divulgar a marca com uma força incrível.” Hoje, a companhia opera em 144 municípios, com inaugurações em cidades de pequeno porte, como Ananindeua, no Pará, com 470 000 habitantes, e Serra Talhada, em Pernambuco, com 85 000 habitantes.

A entrada do Atacadão no ranking é a confirmação de uma tendência que já havia sido apontada pela lista do ano passado: a chegada, para ficar, do modelo do atacarejo. Em 2018, a estreante da vez era justamente a rede Assaí, do Grupo Pão de Açúcar, que permanece no ranqueamento, tendo crescido 20% em valor de marca com relação ao seu ano de estreia. Hoje, a marca vale 553 milhões de reais. “O modelo de atacarejo consegue ter venda por metro quadrado superior à lojas tradicionais”, diz Beto Almeida, presidente da Interbrand. “Percebemos uma amplitude de público muito alta em lojas como as do Atacadão, com consumidores de todas as classes sociais.” Diferentemente do que se pode imaginar, Mussnich explica que até mesmo representantes das classes A e B aderiram ao modelo, sobretudo em pequenas cidades do centro-oeste brasileiro, ligadas ao agronegócio. Um dos segredos do sucesso da regionalização é a aposta na oferta de produtos locais, mostrando que o negócio está conectado com a cultura da cidade onde opera.

A simples chegada a novas áreas, no entanto, não justifica por si só o crescimento da CVC. Junto à expansão, a empresa de turismo tem investido em lojas com menor custo operacional — como quiosques em shoppings. O movimento ainda é tímido: são três lojas nesse modelo, sendo a primeira inaugurada em 2018, em Osasco. Além do espaço reduzido, apenas dois funcionários fazem atendimentos.

No caso do Magazine Luiza, o investimento na plataforma digital ajuda a explicar o salto de crescimento. Após registrar expansão de 50% em valor de marca no ano passado — o maior da lista em cinco anos — o varejista teve nova alta de 46%. Segundo Frederico Trajano, CEO do Magalu, o ritmo do crescimento não deve ser analisado apenas com os dados do último ano, mas é fruto de ações contínuas, principalmente na área digital. “Marcas se constroem cada vez mais por interações positivas e surpreendentes”, diz Trajano, destacando ações recentes como a integração da plataforma digital da empresa com o Whatsapp, fazendo com que os clientes tenham as informações sobre o status dos pedidos de maneira mais fluida desde o ano passado. Outra estratégia ganhou mais força na plataforma digital: a venda de bens não duráveis, que faz com que o consumidor interaja com a loja mais frequentemente. Se no começo de 2017 o catálogo de total de produtos somava 220 000 itens, no fim de 2018 o número chegou a 4,3 milhões — é um aumento superior a 1 800%. Nesse sentido, foi estratégia a compra da Netshoes em junho, ampliando rapidamente o portfólio da empresa.

Ao passo que o online ganha investimentos, a varejista não perde o offline de vista. Neste ano, a companhia inaugurou sua milésima loja no Brasil — só no ano passado, cerca de 100 unidades foram abertas e, segundo Trajano, o plano é superar esse número até o fim de 2019. Nesse contexto, o Magalu não foge à tendência: a integração dos diversos canais de venda também passa pela regionalização. “Tentamos ter um discurso focado no local, com autonomia para que as lojas façam o seu próprio marketing”, diz Trajano. “Cada unidade controla suas ações nas redes sociais e recebe um valor para impulsionar suas publicações.” A ideia é valorizar o jeito regional de se comunicar, com, por exemplo, o uso de vídeos que respeitem os diversos sotaques, evitando uma “paulistanização” do marketing, já que o setor fica concentrado em São Paulo.

O esforço do Magazine Luiza explica não só sua alta no ranking, mas possivelmente a queda das Casas Bahia, seu concorrente direto, que teve desvalorização de 6% no valor da marca, a terceira maior queda, depois de BTG Pactual (-7%) e Cielo (-19%). Controlada pela ViaVarejo, a marca foi vendida em junho pelo Grupo Pão de Açúcar para a família Klein, que fundou a rede de varejo. A companhia detém, hoje, as marcas Bartira, Extra e Pontofrio, além das Casas Bahia. Os resultados da operações do grupo não são animadores: os dois primeiros trimestres deste ano apresentaram prejuízos de 49 e 154 milhões de reais, respectivamente. Desde então, a alta liderança foi totalmente modificada, com a entrada do diretor presidente Roberto Fulcherberguer e quatro vice-presidentes. O grupo definiu a nova equipe que atualmente toca as operações da empresa: são nove diretores, entre eles Ilca Sierra, que fica à frente de Marketing e Comunicação Multicanal, funções que desempenhou na última década, justamente no Magazine Luiza. “A nova direção vem para mudar o posicionamento da companhia e resgatar alguns atributos de marca que foram se perdendo com o tempo”, diz Ilca.

A queda das Casas Bahia é menos dramática que a da processadora de pagamentos Cielo: se no ano passado o recuo do valor da marca segundo o ranking foi de 18%, na nova edição do ranking a desvalorização é de outros 19%, tirando a marca do top 10. Segundo Simone Cesena, gerente de marketing da empresa, a Cielo não passou imune à recente transformação no mercado de maquininhas de cartão, que teve um violento aumento de concorrência nos últimos cinco anos. Em 2018, por exemplo, a empresa teve 19% de redução no lucro líquido ajustado em relação a 2017. “Precisávamos ter preços mais competitivos, e estamos trabalhando em uma mudança de posicionamento”, diz a executiva, referindo-se ao custo das maquininhas e aos valores cobrados por transação.A alteração nos rumos da Cielo foi intensificada com a chegada de um novo presidente, Paulo Caffarelli, em novembro, após quase duas décadas no Banco do Brasil. A prioridade agora é a inversão da pirâmide: a gestão das grandes contas sai dos holofotes, dando espaço ao suporte aos empreendedores. Nesse sentido, o jeito é buscar as oportunidades Brasil adentro. “Mapeamos cidades com baixa penetração de cartões de crédito”, diz Simone. “A chegada a esses lugares vai além do modelo da maquininha — trabalhamos na conexão, na infraestrutura necessária para fazer as transações.” Um exemplo desta estratégia é o programa Cidades do Futuro, que a empresa fez em parceria com a Visa em 2018. Na iniciativa, as companhias têm o objetivo de ampliar o uso de meios eletrônicos de pagamento em cidades onde o dinheiro em espécie ainda tem boa penetração. Três cidades participam do programa: Rio Claro (SP), Manaus (AM) e Boa Vista (RR).

Publicidade

Isonec – International Social Networks Conference

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

29 de agosto de 2019

 

O II ISONEC acontecerá no dia 23/10, na EAESP (São Paulo), e o tema será “Transformação Digital”.

O ISONEC é um evento focado em marketing digital e redes sociais e este ano terá como tema a Transformação Digital no Marketing e Comportamento do Consumidor.

A organização está recebendo resumos estendidos de até 1000 palavras, em português e inglês, até dia 11/09. Link para submissão: https://forms.gle/RKUeCHJdzkGFLDXX6https://forms.gle/RKUeCHJdzkGFLDXX6

Teremos como Keynote Speaker o Chief Knowlegde Officer da NASA, DAvid Meza, além de palestras com IBM, Twitter e Universidade de Bath.

Qualquer dúvida, entre em contato comigo.

Esperamos vocês!

leia tudo sobre

Publicidade

Teste da Amazon para “marcas top” pode aliviar tensão do varejo

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

27 de agosto de 2019

A Amazon está qualificando produtos vendidos por algumas empresas como marcas de primeira linha ou “top brands“, um teste que, se for amplamente implementado, poderia aliviar a tensão entre a gigante do varejo on-line e as grandes varejistas com lojas físicas.

A empresa acrescentou uma etiqueta de “top brand” aos produtos da Speedo, New Balance, Under Armour e Fruit of the Loom em resultados encontrados em algumas buscas por produtos, disse a Marketplace Pulse, uma empresa de pesquisa de comércio eletrônico de Nova York. 

Uma porta-voz da Amazon confirmou que a empresa está testando essa qualificação de itens de moda, baseando a designação em marcas que são populares entre os clientes. Ela disse que as marcas não pagam por essa etiqueta de qualificação.

A Amazon já caracteriza certos produtos como “best sellers” ou “Amazon’s Choice”, designações que a empresa diz levar em conta fatores como disponibilidade, comentários de clientes e preços. Os compradores costumam ver esses marcadores com um endosso, o que pode impulsionar as vendas, dizem os analistas.

Os critérios que a Amazon usa para determinar quais produtos ganham essa distinção têm atraído a atenção de críticos e autoridades do governo, em meio a uma atenção renovada no poder de mercado das plataformas online. Os críticos dizem que a lógica por trás dos rótulos nem sempre é transparente para os consumidores ou marcas e temem que a Amazon os use para sustentar sua crescente variedade de marcas próprias.

A Amazon responde por cerca de 40% das vendas online nos EUA, de acordo com a pesquisadora EMarketer Inc. e impulsionou o crescimento do comércio eletrônico. Mas sofre críticas de ter prejudicado o prestígio que alguns consumidores atribuem às grandes marcas. Uma pesquisa realizada pela Marketplace Pulse no início deste ano mostrou que, aproximadamente, uma em cada cinco pesquisas de produtos na Amazon incluíam uma marca; mais frequentemente, os clientes ficavam satisfeitos em folhear o catálogo da Amazon.

Há tempos os fabricantes de bens de consumo se queixam de que o Amazon Marketplace, que permite a vendedores independentes listar seus produtos na Amazon, abriu as portas para uma falsificação generalizada. A Amazon respondeu com programas criados para dar aos proprietários de marcas maior controle sobre como seus produtos aparecem no site, incluindo a possibilidade de excluir algumas listagens suspeitas ou denunciá-las à empresa.

Publicidade

Teste da Amazon para “marcas top” pode aliviar tensão do varejo

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

20 de agosto de 2019

A Amazon está qualificando produtos vendidos por algumas empresas como marcas de primeira linha ou “top brands“, um teste que, se for amplamente implementado, poderia aliviar a tensão entre a gigante do varejo on-line e as grandes varejistas com lojas físicas.

A empresa acrescentou uma etiqueta de “top brand” aos produtos da Speedo, New Balance, Under Armour e Fruit of the Loom em resultados encontrados em algumas buscas por produtos, disse a Marketplace Pulse, uma empresa de pesquisa de comércio eletrônico de Nova York.

Uma porta-voz da Amazon confirmou que a empresa está testando essa qualificação de itens de moda, baseando a designação em marcas que são populares entre os clientes. Ela disse que as marcas não pagam por essa etiqueta de qualificação.

A Amazon já caracteriza certos produtos como “best sellers” ou “Amazon’s Choice”, designações que a empresa diz levar em conta fatores como disponibilidade, comentários de clientes e preços. Os compradores costumam ver esses marcadores com um endosso, o que pode impulsionar as vendas, dizem os analistas.

Os critérios que a Amazon usa para determinar quais produtos ganham essa distinção têm atraído a atenção de críticos e autoridades do governo, em meio a uma atenção renovada no poder de mercado das plataformas online. Os críticos dizem que a lógica por trás dos rótulos nem sempre é transparente para os consumidores ou marcas e temem que a Amazon os use para sustentar sua crescente variedade de marcas próprias.

A Amazon responde por cerca de 40% das vendas online nos EUA, de acordo com a pesquisadora EMarketer Inc. e impulsionou o crescimento do comércio eletrônico. Mas sofre críticas de ter prejudicado o prestígio que alguns consumidores atribuem às grandes marcas. Uma pesquisa realizada pela Marketplace Pulse no início deste ano mostrou que, aproximadamente, uma em cada cinco pesquisas de produtos na Amazon incluíam uma marca; mais frequentemente, os clientes ficavam satisfeitos em folhear o catálogo da Amazon.

Há tempos os fabricantes de bens de consumo se queixam de que o Amazon Marketplace, que permite a vendedores independentes listar seus produtos na Amazon, abriu as portas para uma falsificação generalizada. A Amazon respondeu com programas criados para dar aos proprietários de marcas maior controle sobre como seus produtos aparecem no site, incluindo a possibilidade de excluir algumas listagens suspeitas ou denunciá-las à empresa.

leia tudo sobre

Publicidade

Teste da Amazon para “marcas top” pode aliviar tensão do varejo

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

20 de agosto de 2019

A Amazon está qualificando produtos vendidos por algumas empresas como marcas de primeira linha ou “top brands“, um teste que, se for amplamente implementado, poderia aliviar a tensão entre a gigante do varejo on-line e as grandes varejistas com lojas físicas.

A empresa acrescentou uma etiqueta de “top brand” aos produtos da Speedo, New Balance, Under Armour e Fruit of the Loom em resultados encontrados em algumas buscas por produtos, disse a Marketplace Pulse, uma empresa de pesquisa de comércio eletrônico de Nova York.

Uma porta-voz da Amazon confirmou que a empresa está testando essa qualificação de itens de moda, baseando a designação em marcas que são populares entre os clientes. Ela disse que as marcas não pagam por essa etiqueta de qualificação.

A Amazon já caracteriza certos produtos como “best sellers” ou “Amazon’s Choice”, designações que a empresa diz levar em conta fatores como disponibilidade, comentários de clientes e preços. Os compradores costumam ver esses marcadores com um endosso, o que pode impulsionar as vendas, dizem os analistas.

Os critérios que a Amazon usa para determinar quais produtos ganham essa distinção têm atraído a atenção de críticos e autoridades do governo, em meio a uma atenção renovada no poder de mercado das plataformas online. Os críticos dizem que a lógica por trás dos rótulos nem sempre é transparente para os consumidores ou marcas e temem que a Amazon os use para sustentar sua crescente variedade de marcas próprias.

A Amazon responde por cerca de 40% das vendas online nos EUA, de acordo com a pesquisadora EMarketer Inc. e impulsionou o crescimento do comércio eletrônico. Mas sofre críticas de ter prejudicado o prestígio que alguns consumidores atribuem às grandes marcas. Uma pesquisa realizada pela Marketplace Pulse no início deste ano mostrou que, aproximadamente, uma em cada cinco pesquisas de produtos na Amazon incluíam uma marca; mais frequentemente, os clientes ficavam satisfeitos em folhear o catálogo da Amazon.

Há tempos os fabricantes de bens de consumo se queixam de que o Amazon Marketplace, que permite a vendedores independentes listar seus produtos na Amazon, abriu as portas para uma falsificação generalizada. A Amazon respondeu com programas criados para dar aos proprietários de marcas maior controle sobre como seus produtos aparecem no site, incluindo a possibilidade de excluir algumas listagens suspeitas ou denunciá-las à empresa.