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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

marketing

Atlético MG apresenta plataforma de experiências exclusivas para seus fãs

Por rodrigogoyanna em estrategia, experiencia, futebol, Marketing

09 de setembro de 2019

O Clube Atlético Mineiro está investindo alto na entrega para seus fãs e lançou o GALO FUN, a primeira plataforma de um clube brasileiro exclusiva para experiências de seus torcedores. Trazendo condições especiais para sócios Galo na Veia, será disponibilizada uma série de eventos e ocasiões em que a massa atleticana, de todas as partes do país, poderá viver intensamente a sua paixão pelo Galo.

“Esperamos nos aproximar ainda mais do nosso torcedor. Com certeza, essa iniciativa irá fortalecer muito o nosso programa de relacionamento Galo na Veia, que se tornará ainda mais atrativo. Mas precisamos transcender e conversar, nos aproximar também de quem ainda não é sócio, inclusive de quem não mora em Minas Gerais”, destaca Pedro Melo, gerente de patrocínios do Atlético.

Toda a operação, planejamento, criação e gestão do GALO FUN (www.galofun.com.br/) será feita pela Elos Fun, liderada por Rodrigo Geammal. A Elos Fun tem foco no market place das experiências esportivas e do mundo do entretenimento, com portfólio que contempla desde visitas à fábrica da Ferrari a passeio de bike na Itália, passando por jogos dos principais torneios esportivos do mundo e pela oportunidade de uma partida de futebol nos principais centros de treinamentos de clubes do futebol mundial. Com a parceria, o Atlético passa a oferecer tais experiências para seus torcedores.

“Esse trabalho, internamente, passa por pontos fundamentais, como gestão financeira, relacionamento de longo prazo com torcedores e foco no mercado de experiência para transformação” ressalta Rodrigo Geammal, CEO da Elos Fun. O Atlético, ao lançar tal plataforma sabe que os lucros reais serás além do monetário. “Claro que temos expectativa financeira positiva. Mas não podemos contar com ela no curto prazo. É saber que estamos entretendo e fidelizando atleticanos também para o longo prazo. É preciso olhar o retorno além do financeiro” detalha Marcelo Machado – Superintendente Administrativo do Clube Atlético. Entre os primeiros produtos que serão oferecidos pelo GALO FUN, estão:

CASA GALO: O torcedor é recebido em ambiente decorado e 100% Atleticano, para acompanhar uma partida do Galo, com exposição de peças do clube, presença de um moderador acompanhado de personalidades atleticanas, serviço de alimentação e bebidas, além, claro, da transmissão do jogo e uma dinâmica de mesa redonda – próximo jogo a receber a experiência em 18.09, pela sul-americana;

SOCCER GALO: Em 14.12, o torcedor terá a experiência de ser um jogador profissional do Atlético, escolhendo a posição que irá jogar, além de receber um uniforme oficial personalizado e participar de uma partida inesquecível. Aqui, os fãs serão recebidos no local do jogo (a ser definido) e terão uma preleção com técnicos – personagens históricos do clube, entre outras ações. O pacote poderá ainda incluir uma concentração, em que o cliente poderá se hospedar no hotel na noite anterior e viver preleção, traslado e resenha dos jogadores de futebol;

GALO CAMP: Uma ação para as famílias atleticanas, com clínica realizada pela equipe do GaloFun, para crianças, com metodologias baseadas em experiências utilizadas nos treinamentos das divisões de base do clube, além de ações exclusivas para os pais – data a definir.

JANTAR VIP: Em 05/10, os torcedores do Galo poderão participar de um jantar exclusivo com seus ídolos do Atlético Mineiro, na sede do clube.

Entre outras ações previstas, estão ainda o leilão de acessórios, com itens usados por jogadores nas partidas oficiais, GALO KART, com uma corrida para os fãs do clube, e uma possível Fun Fest, caso o time alcance a final da Copa Sul-Americana.

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Rede Marisa lança coleção de jeans feito com menos água

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

04 de setembro de 2019

A varejista de moda Marisa lançou nesta semana uma coleção de jeans que usa menos água no processo de fabricação. A coleção foi produzida em parceria com a fabricante Vicunha.

Composta por calças, blusas, bermudas, saias e macacões, a coleção economizou de 75% até 95% no consumo de água, comparado aos processos tradicionais, a depender da peça e técnicas utilizadas para tingimento e lavagem.

A investida integra a plataforma “A Moda Pela Água”, criada pelo Movimento ECOERA, que além da Marisa reúne outras empresas do setor da moda, consumidores e ONGs que buscam soluções para o desperdício de água na indústria.

A reciclagem e a reutilização de resíduos do processo produtivo, transformados novamente em fio de algodão, também ajudam a reduzir o consumo de matéria-prima virgem e de água.

A companhia não revela quanto investiu para desenvolver a coleção, que é permanente, mas garante que não há impacto no preço final do produto: as peças têm preço similar ao dos produtos jeans da Marisa.

Todos os produtos foram produzidos com uso de algodão dos programas BCI (Better Cotton Initiative) e ABR (algodão brasileiro Responsável), centrados no combate ao trabalho escravo e infantil e na melhoraria de práticas agrícolas, incluindo menor consumo de água e de pesticidas e maior segurança do trabalhador.

Nas peças, a novidade poderá ser identificada pela tag e na estampa no bolso interior dos jeans. A divulgação da nova coleção será feita via redes sociais, pontos de venda com material fixo, exposição diferenciada dos produtos em loja, mídia eletrônica (rádio e TV de loja). A Marisa também possui um podcast no Spotify, onde será divulgada a novidade.

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Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

30 de agosto de 2019

Em meio à crise, um grupo de marcas brasileiras conseguiu superar os obstáculos impostos pela constante redução de poder aquisitivo e continuaram a crescer. Em comum, boa parte delas seguiu um caminho: a ampliação da oferta no interior do país. Essa é uma das conclusões do ranking das 25 marcas mais valiosas do Brasil, organizado anualmente pela consultoria britânica Interbrand e publicado com exclusividade por EXAME.

O crescimento do valor somado das marcas chegou a 7,8% neste ano, totalizando cerca de 129 bilhões de reais. É uma taxa superior aos anos anteriores — em 2018, o crescimento foi de pouco mais de 2% e, em 2017, 6,4%. O topo do ranking segue com os bancos Itaú, Bradesco e Banco do Brasil, além das marcas de cerveja Skol e Brahma, que mantiveram suas posições e somam 76% do valor total (veja quadro). Duas empresas estrearam na lista: a seguradora Sul America e o Atacadão, bandeira de atacarejo pertencente ao Carrefour.

Com unidades espalhadas por todos os estados do Brasil, o Atacadão fez investimento de 2 bilhões de reais em 2019, sendo grande parte deste valor destinada a abrir 20 novas lojas — 12 foram inauguradas até o momento. Em 2018, o investimento e a meta foram os mesmos. “A evolução do número de lojas da rede foi constante nos últimos anos, principalmente depois da compra pelo Carrefour, em 2007”, diz Roberto Mussnich, presidente do Atacadão. “A expansão não é feita de maneira concentrada, mas focada em presença nacional. Ter capilaridade é uma forma de divulgar a marca com uma força incrível.” Hoje, a companhia opera em 144 municípios, com inaugurações em cidades de pequeno porte, como Ananindeua, no Pará, com 470 000 habitantes, e Serra Talhada, em Pernambuco, com 85 000 habitantes.

A entrada do Atacadão no ranking é a confirmação de uma tendência que já havia sido apontada pela lista do ano passado: a chegada, para ficar, do modelo do atacarejo. Em 2018, a estreante da vez era justamente a rede Assaí, do Grupo Pão de Açúcar, que permanece no ranqueamento, tendo crescido 20% em valor de marca com relação ao seu ano de estreia. Hoje, a marca vale 553 milhões de reais. “O modelo de atacarejo consegue ter venda por metro quadrado superior à lojas tradicionais”, diz Beto Almeida, presidente da Interbrand. “Percebemos uma amplitude de público muito alta em lojas como as do Atacadão, com consumidores de todas as classes sociais.” Diferentemente do que se pode imaginar, Mussnich explica que até mesmo representantes das classes A e B aderiram ao modelo, sobretudo em pequenas cidades do centro-oeste brasileiro, ligadas ao agronegócio. Um dos segredos do sucesso da regionalização é a aposta na oferta de produtos locais, mostrando que o negócio está conectado com a cultura da cidade onde opera.

A simples chegada a novas áreas, no entanto, não justifica por si só o crescimento da CVC. Junto à expansão, a empresa de turismo tem investido em lojas com menor custo operacional — como quiosques em shoppings. O movimento ainda é tímido: são três lojas nesse modelo, sendo a primeira inaugurada em 2018, em Osasco. Além do espaço reduzido, apenas dois funcionários fazem atendimentos.

No caso do Magazine Luiza, o investimento na plataforma digital ajuda a explicar o salto de crescimento. Após registrar expansão de 50% em valor de marca no ano passado — o maior da lista em cinco anos — o varejista teve nova alta de 46%. Segundo Frederico Trajano, CEO do Magalu, o ritmo do crescimento não deve ser analisado apenas com os dados do último ano, mas é fruto de ações contínuas, principalmente na área digital. “Marcas se constroem cada vez mais por interações positivas e surpreendentes”, diz Trajano, destacando ações recentes como a integração da plataforma digital da empresa com o Whatsapp, fazendo com que os clientes tenham as informações sobre o status dos pedidos de maneira mais fluida desde o ano passado. Outra estratégia ganhou mais força na plataforma digital: a venda de bens não duráveis, que faz com que o consumidor interaja com a loja mais frequentemente. Se no começo de 2017 o catálogo de total de produtos somava 220 000 itens, no fim de 2018 o número chegou a 4,3 milhões — é um aumento superior a 1 800%. Nesse sentido, foi estratégia a compra da Netshoes em junho, ampliando rapidamente o portfólio da empresa.

Ao passo que o online ganha investimentos, a varejista não perde o offline de vista. Neste ano, a companhia inaugurou sua milésima loja no Brasil — só no ano passado, cerca de 100 unidades foram abertas e, segundo Trajano, o plano é superar esse número até o fim de 2019. Nesse contexto, o Magalu não foge à tendência: a integração dos diversos canais de venda também passa pela regionalização. “Tentamos ter um discurso focado no local, com autonomia para que as lojas façam o seu próprio marketing”, diz Trajano. “Cada unidade controla suas ações nas redes sociais e recebe um valor para impulsionar suas publicações.” A ideia é valorizar o jeito regional de se comunicar, com, por exemplo, o uso de vídeos que respeitem os diversos sotaques, evitando uma “paulistanização” do marketing, já que o setor fica concentrado em São Paulo.

O esforço do Magazine Luiza explica não só sua alta no ranking, mas possivelmente a queda das Casas Bahia, seu concorrente direto, que teve desvalorização de 6% no valor da marca, a terceira maior queda, depois de BTG Pactual (-7%) e Cielo (-19%). Controlada pela ViaVarejo, a marca foi vendida em junho pelo Grupo Pão de Açúcar para a família Klein, que fundou a rede de varejo. A companhia detém, hoje, as marcas Bartira, Extra e Pontofrio, além das Casas Bahia. Os resultados da operações do grupo não são animadores: os dois primeiros trimestres deste ano apresentaram prejuízos de 49 e 154 milhões de reais, respectivamente. Desde então, a alta liderança foi totalmente modificada, com a entrada do diretor presidente Roberto Fulcherberguer e quatro vice-presidentes. O grupo definiu a nova equipe que atualmente toca as operações da empresa: são nove diretores, entre eles Ilca Sierra, que fica à frente de Marketing e Comunicação Multicanal, funções que desempenhou na última década, justamente no Magazine Luiza. “A nova direção vem para mudar o posicionamento da companhia e resgatar alguns atributos de marca que foram se perdendo com o tempo”, diz Ilca.

A queda das Casas Bahia é menos dramática que a da processadora de pagamentos Cielo: se no ano passado o recuo do valor da marca segundo o ranking foi de 18%, na nova edição do ranking a desvalorização é de outros 19%, tirando a marca do top 10. Segundo Simone Cesena, gerente de marketing da empresa, a Cielo não passou imune à recente transformação no mercado de maquininhas de cartão, que teve um violento aumento de concorrência nos últimos cinco anos. Em 2018, por exemplo, a empresa teve 19% de redução no lucro líquido ajustado em relação a 2017. “Precisávamos ter preços mais competitivos, e estamos trabalhando em uma mudança de posicionamento”, diz a executiva, referindo-se ao custo das maquininhas e aos valores cobrados por transação.A alteração nos rumos da Cielo foi intensificada com a chegada de um novo presidente, Paulo Caffarelli, em novembro, após quase duas décadas no Banco do Brasil. A prioridade agora é a inversão da pirâmide: a gestão das grandes contas sai dos holofotes, dando espaço ao suporte aos empreendedores. Nesse sentido, o jeito é buscar as oportunidades Brasil adentro. “Mapeamos cidades com baixa penetração de cartões de crédito”, diz Simone. “A chegada a esses lugares vai além do modelo da maquininha — trabalhamos na conexão, na infraestrutura necessária para fazer as transações.” Um exemplo desta estratégia é o programa Cidades do Futuro, que a empresa fez em parceria com a Visa em 2018. Na iniciativa, as companhias têm o objetivo de ampliar o uso de meios eletrônicos de pagamento em cidades onde o dinheiro em espécie ainda tem boa penetração. Três cidades participam do programa: Rio Claro (SP), Manaus (AM) e Boa Vista (RR).

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Isonec – International Social Networks Conference

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

29 de agosto de 2019

 

O II ISONEC acontecerá no dia 23/10, na EAESP (São Paulo), e o tema será “Transformação Digital”.

O ISONEC é um evento focado em marketing digital e redes sociais e este ano terá como tema a Transformação Digital no Marketing e Comportamento do Consumidor.

A organização está recebendo resumos estendidos de até 1000 palavras, em português e inglês, até dia 11/09. Link para submissão: https://forms.gle/RKUeCHJdzkGFLDXX6https://forms.gle/RKUeCHJdzkGFLDXX6

Teremos como Keynote Speaker o Chief Knowlegde Officer da NASA, DAvid Meza, além de palestras com IBM, Twitter e Universidade de Bath.

Qualquer dúvida, entre em contato comigo.

Esperamos vocês!

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Teste da Amazon para “marcas top” pode aliviar tensão do varejo

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

27 de agosto de 2019

A Amazon está qualificando produtos vendidos por algumas empresas como marcas de primeira linha ou “top brands“, um teste que, se for amplamente implementado, poderia aliviar a tensão entre a gigante do varejo on-line e as grandes varejistas com lojas físicas.

A empresa acrescentou uma etiqueta de “top brand” aos produtos da Speedo, New Balance, Under Armour e Fruit of the Loom em resultados encontrados em algumas buscas por produtos, disse a Marketplace Pulse, uma empresa de pesquisa de comércio eletrônico de Nova York. 

Uma porta-voz da Amazon confirmou que a empresa está testando essa qualificação de itens de moda, baseando a designação em marcas que são populares entre os clientes. Ela disse que as marcas não pagam por essa etiqueta de qualificação.

A Amazon já caracteriza certos produtos como “best sellers” ou “Amazon’s Choice”, designações que a empresa diz levar em conta fatores como disponibilidade, comentários de clientes e preços. Os compradores costumam ver esses marcadores com um endosso, o que pode impulsionar as vendas, dizem os analistas.

Os critérios que a Amazon usa para determinar quais produtos ganham essa distinção têm atraído a atenção de críticos e autoridades do governo, em meio a uma atenção renovada no poder de mercado das plataformas online. Os críticos dizem que a lógica por trás dos rótulos nem sempre é transparente para os consumidores ou marcas e temem que a Amazon os use para sustentar sua crescente variedade de marcas próprias.

A Amazon responde por cerca de 40% das vendas online nos EUA, de acordo com a pesquisadora EMarketer Inc. e impulsionou o crescimento do comércio eletrônico. Mas sofre críticas de ter prejudicado o prestígio que alguns consumidores atribuem às grandes marcas. Uma pesquisa realizada pela Marketplace Pulse no início deste ano mostrou que, aproximadamente, uma em cada cinco pesquisas de produtos na Amazon incluíam uma marca; mais frequentemente, os clientes ficavam satisfeitos em folhear o catálogo da Amazon.

Há tempos os fabricantes de bens de consumo se queixam de que o Amazon Marketplace, que permite a vendedores independentes listar seus produtos na Amazon, abriu as portas para uma falsificação generalizada. A Amazon respondeu com programas criados para dar aos proprietários de marcas maior controle sobre como seus produtos aparecem no site, incluindo a possibilidade de excluir algumas listagens suspeitas ou denunciá-las à empresa.

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Teste da Amazon para “marcas top” pode aliviar tensão do varejo

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

20 de agosto de 2019

A Amazon está qualificando produtos vendidos por algumas empresas como marcas de primeira linha ou “top brands“, um teste que, se for amplamente implementado, poderia aliviar a tensão entre a gigante do varejo on-line e as grandes varejistas com lojas físicas.

A empresa acrescentou uma etiqueta de “top brand” aos produtos da Speedo, New Balance, Under Armour e Fruit of the Loom em resultados encontrados em algumas buscas por produtos, disse a Marketplace Pulse, uma empresa de pesquisa de comércio eletrônico de Nova York.

Uma porta-voz da Amazon confirmou que a empresa está testando essa qualificação de itens de moda, baseando a designação em marcas que são populares entre os clientes. Ela disse que as marcas não pagam por essa etiqueta de qualificação.

A Amazon já caracteriza certos produtos como “best sellers” ou “Amazon’s Choice”, designações que a empresa diz levar em conta fatores como disponibilidade, comentários de clientes e preços. Os compradores costumam ver esses marcadores com um endosso, o que pode impulsionar as vendas, dizem os analistas.

Os critérios que a Amazon usa para determinar quais produtos ganham essa distinção têm atraído a atenção de críticos e autoridades do governo, em meio a uma atenção renovada no poder de mercado das plataformas online. Os críticos dizem que a lógica por trás dos rótulos nem sempre é transparente para os consumidores ou marcas e temem que a Amazon os use para sustentar sua crescente variedade de marcas próprias.

A Amazon responde por cerca de 40% das vendas online nos EUA, de acordo com a pesquisadora EMarketer Inc. e impulsionou o crescimento do comércio eletrônico. Mas sofre críticas de ter prejudicado o prestígio que alguns consumidores atribuem às grandes marcas. Uma pesquisa realizada pela Marketplace Pulse no início deste ano mostrou que, aproximadamente, uma em cada cinco pesquisas de produtos na Amazon incluíam uma marca; mais frequentemente, os clientes ficavam satisfeitos em folhear o catálogo da Amazon.

Há tempos os fabricantes de bens de consumo se queixam de que o Amazon Marketplace, que permite a vendedores independentes listar seus produtos na Amazon, abriu as portas para uma falsificação generalizada. A Amazon respondeu com programas criados para dar aos proprietários de marcas maior controle sobre como seus produtos aparecem no site, incluindo a possibilidade de excluir algumas listagens suspeitas ou denunciá-las à empresa.

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Domino’s provoca concorrência com nova ação digital e desconto de 50%

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

19 de agosto de 2019

Maior rede de pizzarias do mundo, a Domino’s Pizza estreia nesta segunda-feira (19) uma nova campanha digital que deixa a “política da boa vizinhança” de lado. Para destacar atributos artesanais do processo de fabricação da redonda, a marca convidou três ex-pizzaiolos de uma rede concorrente para colocar a mão na massa.

A Domino’s se gaba de abrir a massa fresca à mão, desde sua criação em 1960, enquanto outras redes utilizam máquinas. Assim, quando os ex-funcionários da concorrência são convidados a colocar a mão na massa, o resultado não é dos melhores.

A estratégia foi desenvolvida pela agência de publicidade GUT. Há três versões do filme, com um minuto, 30 segundos e 15 segundos, que serão postadas nas redes sociais e canais digitais da marca.

Junto com a campanha, entre os dias 19 e 25 de agosto, todas as pizzas terão desconto de 50%. A promoção é válida para todos os tamanhos e sabores de pizzas (exceto Pizza PAN, pizzas doces, bebidas e sobremesas).

As investidas fazem parte da estratégia de expansão da rede, que está investindo R$ 250 milhões nos próximos 5 anos no Brasil. No país desde 1993, a Domino´s foi comprada pela gestora de fundos Vinci Partners em setembro de 2018, adotando plano de expansão com lojas próprias e franqueadas.

A meta é chegar a 650 lojas no país, até 2023 (hoje são 255 lojas). Para 2019, a rede espera ter 70 novas lojas, sendo 50 próprias, principalmente em São Paulo.

O faturamento da companhia no Brasil, em 2018, foi de R$ 375 milhões e a rede deverá fechar 2019 com crescimento de mais 80% dado o ritmo de aberturas de novas lojas. Em média, por ano, são 10 milhões de pizzas vendidas.

Confira a  nova campanha:

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Em nova campanha, Hapvida une amor e tecnologia para falar de saúde

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

14 de agosto de 2019

Brincadeiras em família, um carinho do filho ou um abraço nos pais. Para viver momentos assim é preciso ter saúde e, saúde de qualidade, não precisa custar caro. A partir dessa reflexão, o Hapvida lança a nova campanha publicitária do segundo semestre de 2019. No ar desde o início da semana, a operadora de saúde e odontologia leva para rádio, jornais, TVs, portais, outdoors, redes sociais e Youtube anúncios com mensagens de que o amor, o sorriso e o acolhimento do cliente são justamente o mais importante quando se busca atendimento. E, isso, não precisa ter um alto custo para quem adquire um plano. Pelo contrário, momentos felizes podem ser vividos a partir de uma saúde de qualidade, usufruindo de equipamentos modernos e profissionais capacitados a preços justos.

“Como empresa, precisamos sempre entender o momento pelo qual as pessoas estão passando. Elas pagam o plano de saúde, às vezes abrindo mão de outros serviços. Então, precisamos saber fazer valer esse esforço, não só pela nossa missão número um de gerar saúde, mas ir além. Fazer com que a experiência com o Hapvida seja plena, acolhedora e efetiva. Para fazer valer a crença de que vale a pena investir em saúde com o Hapvida”, explica a diretora de Comunicação e Marketing do Hapvida, Simone Varella.

De acordo com a diretora, a campanha, ao mesmo tempo que se propõe a despertar a empatia e a valorização de momentos “gratuitos” de amor, também inova ao disponibilizar, pela primeira vez, um “QR Code”, em todos os anúncios multimídia. O cliente, ao escanear o código já vai para página de vendas na internet. “Uma comodidade a mais para o cliente, numa realidade multicanais em que vivemos hoje”, pontua.

Sobre o Hapvida

Hoje, o Sistema Hapvida atende mais de 4 milhões de clientes, em saúde e odontologia. Com uma estratégia baseada na gestão direta da rede própria, com profissionais qualificados e tecnologia de ponta são mais de 22 mil colaboradores diretos envolvidos na operação de 27 hospitais, 82 clínicas médicas, 19 prontos atendimentos, 88 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, distribuídos em 12 estados onde a operadora possui rede própria. Para Simone Varella, a campanha também pretende que o cliente perceba que toda essa estrutura está acompanhada de atendimento humanizado e, claro, amor. “Por mais que tenhamos todos os equipamentos e infraestrutura existem aspectos que o dinheiro não vai pagar: o acolhimento e o tratamento que as pessoas recebem no Hapvida”, finaliza.

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Ceará acerta com fintech sueca FinanZero como patrocinador master

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

14 de agosto de 2019

em reforço importante chegando no Ceará Sporting Club. Mas dessa vez não é um artilheiro, um camisa 10 ou goleiro. A FinanZero, fintech de capital sueco que opera como correspondente bancário online para negociar empréstimos junto a instituições financeiras, vai estampar sua marca na camisa do Vozão nos jogos contra Chapecoense, São Paulo, Flamengo e Athletico.

A FinanZero busca ganhar ainda mais exposição em território nacional. “O Nordeste é um mercado muito importante para a FinanZero e apoiar o Ceará irá trazer uma grande visibilidade para marca na região. Com essa iniciativa, queremos nos consolidar como o melhor parceiro dos consumidores nordestinos na busca por opções de crédito”, explica Olle Widén, CEO da FinanZero.

 (Divulgação Ceará/Divulgação)

Segundo Ricardo Costa, gerente comercial do Ceará Sporting Club, a chegada da marca para o grupo de parceiros do Mais Querido será muito importante para o clube. “A parceria é algo bom para as duas partes. A FinanZero tem buscado colocar sua marca em evidência em todo o Brasil e colocar seu nome na camisa de um dos maiores clubes do país é algo muito positivo neste aspecto. Para o Ceará a parceria é uma oportunidade de ter consigo uma empresa importante no cenário onde atua e, principalmente, na forma de patrocínio master”, finalizou Ricardo. Com o patrocínio, além da exposição visual no uniforme e Backdrop, haverá ativações nas redes sociais e no estádio, com vídeos no telão.

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De olho em boom de “gateiros”, Royal Canin lança sua maior campanha

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

12 de agosto de 2019

O Brasil possui atualmente 54,2 milhões de cães domésticos e 23,9 milhões de gatos, totalizando 139,3 milhões de animais, enquanto, em 2013, esse número era de 132,5 milhões, segundo dados da ABINPET (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). Em seis anos, a população de gatos domésticos cresceu mais que o dobro do que a de cães, acumulando 8,1% de aumento contra 3,8% do crescimento canino. Isso significa que os brasileiros estão ficando cada vez mais “gateiros”.

Atenta a esse movimento, a marca francesa Royal Canin, que fabrica alimentos para animais domésticos, lança nesta quinta-feira sua maior campanha de marketing, focada na importância dos cuidados com a saúde dos felinos. Segundo um estudo realizado pela marca, embora 45% dos tutores de gatos considerem os bichanos como membros da família, metade deles adiam a visita ao consultório, o que atrasa a identificação de um possível problema. A partir desse dado, a marca trouxe para o Brasil a “Take Your Cat to The Vet”, iniciativa global para incentivar a saúde preventiva para o animal.

A campanha será composta por uma websérie no Youtube da marca, uma casa de experiências na Av. Paulista, em São Paulo, durante o mês de setembro em que o público poderá conhecer o mundo através das percepções sensoriais dos felinos, uma van que rodará a cidade de São Paulo em setembro e outubro com veterinários para aconselhamento gratuito para o consumidor, além de conteúdos sobre saúde preventiva em veículos parceiros e com influenciadores.

De olho no boom dos donos de gatos, a marca está investindo 32% a mais no segmento este ano do que em 2018 e a previsão é aumentar o investimento em mais 50% até 2020. A campanha representa 25% do investimento total em marketing para 2019. Segundo dados Nielsen, a Royal Canin é líder no segmento super premium de alimentação para felinos com 49,6% de marketshare. Dentro do segmento de alimentos coadjuvantes para o tratamento de doenças para gatos, a marca possui 86,3% do marketshare.

A mudança no estilo de vida da sociedade tem impacto direto para o crescimento do mercado de pets no Brasil. Fatores como o aumento no número de lares com uma só pessoa, taxas de natalidade em queda e famílias que têm filhos cada vez mais tarde, além de um envolvimento emocional maior com o animal, contribuem para o aumento na taxa de pets.

Mas há diferenças entre os tutores. “Os donos de cães, ou  dogueiros, geralmente têm mais conhecimento sobre o seu pet e gostam de conteúdo mais científico, relacionado a saúde e os benefícios dos alimentos que oferecemos. Já os tutores de gato, ou “gateiros”, são mais sentimentais e engajam com conteúdo mais humano e sensível”, explica Glaucia Gigli, diretora de marketing da Royal Canin no Brasil.

“Buscamos na comunicação com os gateiros apresentar mais empatia, e ajudá-los com dúvidas e curiosidades sobre o comportamento dos felinos, que ainda é um tema que gera bastante dúvida”, acrescenta. Atualmente, o principal canal de comunicação com os tutores são as plataformas digitais.

“Sabemos que o universo dos gatos ainda tem muitos mitos e curiosidades e, por isso, estamos preparando experiências únicas para acompanhar o tutor nesta jornada de descobertas e aproximá-lo do seu pet, mesmo sem ter ele presente, já que sabemos que a maioria dos gatos prefere não se aventurar em eventos fora de casa”.

Confira um dos vídeos da campanha “Take Your Cat to The Vet”:

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De olho em boom de “gateiros”, Royal Canin lança sua maior campanha

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

12 de agosto de 2019

O Brasil possui atualmente 54,2 milhões de cães domésticos e 23,9 milhões de gatos, totalizando 139,3 milhões de animais, enquanto, em 2013, esse número era de 132,5 milhões, segundo dados da ABINPET (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). Em seis anos, a população de gatos domésticos cresceu mais que o dobro do que a de cães, acumulando 8,1% de aumento contra 3,8% do crescimento canino. Isso significa que os brasileiros estão ficando cada vez mais “gateiros”.

Atenta a esse movimento, a marca francesa Royal Canin, que fabrica alimentos para animais domésticos, lança nesta quinta-feira sua maior campanha de marketing, focada na importância dos cuidados com a saúde dos felinos. Segundo um estudo realizado pela marca, embora 45% dos tutores de gatos considerem os bichanos como membros da família, metade deles adiam a visita ao consultório, o que atrasa a identificação de um possível problema. A partir desse dado, a marca trouxe para o Brasil a “Take Your Cat to The Vet”, iniciativa global para incentivar a saúde preventiva para o animal.

A campanha será composta por uma websérie no Youtube da marca, uma casa de experiências na Av. Paulista, em São Paulo, durante o mês de setembro em que o público poderá conhecer o mundo através das percepções sensoriais dos felinos, uma van que rodará a cidade de São Paulo em setembro e outubro com veterinários para aconselhamento gratuito para o consumidor, além de conteúdos sobre saúde preventiva em veículos parceiros e com influenciadores.

De olho no boom dos donos de gatos, a marca está investindo 32% a mais no segmento este ano do que em 2018 e a previsão é aumentar o investimento em mais 50% até 2020. A campanha representa 25% do investimento total em marketing para 2019. Segundo dados Nielsen, a Royal Canin é líder no segmento super premium de alimentação para felinos com 49,6% de marketshare. Dentro do segmento de alimentos coadjuvantes para o tratamento de doenças para gatos, a marca possui 86,3% do marketshare.

A mudança no estilo de vida da sociedade tem impacto direto para o crescimento do mercado de pets no Brasil. Fatores como o aumento no número de lares com uma só pessoa, taxas de natalidade em queda e famílias que têm filhos cada vez mais tarde, além de um envolvimento emocional maior com o animal, contribuem para o aumento na taxa de pets.

Mas há diferenças entre os tutores. “Os donos de cães, ou  dogueiros, geralmente têm mais conhecimento sobre o seu pet e gostam de conteúdo mais científico, relacionado a saúde e os benefícios dos alimentos que oferecemos. Já os tutores de gato, ou “gateiros”, são mais sentimentais e engajam com conteúdo mais humano e sensível”, explica Glaucia Gigli, diretora de marketing da Royal Canin no Brasil.

“Buscamos na comunicação com os gateiros apresentar mais empatia, e ajudá-los com dúvidas e curiosidades sobre o comportamento dos felinos, que ainda é um tema que gera bastante dúvida”, acrescenta. Atualmente, o principal canal de comunicação com os tutores são as plataformas digitais.

“Sabemos que o universo dos gatos ainda tem muitos mitos e curiosidades e, por isso, estamos preparando experiências únicas para acompanhar o tutor nesta jornada de descobertas e aproximá-lo do seu pet, mesmo sem ter ele presente, já que sabemos que a maioria dos gatos prefere não se aventurar em eventos fora de casa”.

Confira um dos vídeos da campanha “Take Your Cat to The Vet”: