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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

posicionamento

Comercial da Apple faz “inundação de cores” para promover iPhone Xr

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

03 de Janeiro de 2019

Dezenas de pessoas correndo pelas ruas com roupas multicoloridas, simulando uma enchente de amarelos, azuis, vermelhos e roxos, com direito a movimentos e saltos audaciosos de parkour.

Esse é o cenário do novo comercial da Apple chamado “Color Flood” (inundação de cor) para promover o iPhone XR, novo modelo mais barato de smartphone da marca, lançado no final de 2018.

À medida que se movimentam pela cidade, mais e mais corredores coloridos se juntam ao grupo. Quando se aproxima do fim, o vídeo mostra a praça da cidade se enchendo de um arco-íris de corredores, criando fluxos de cores em várias direções, ao som da música “Come Along”, de Cosmo Sheldrake.

O anúncio termina com o slogan “Dê espaço para a cor” mostrando o mar de pessoas e depois uma tela do iPhone XR, que possui um display de retina líquida de 6,1 polegadas. Confira:

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Coca-Cola Brasil aposta na diversidade lançando nova logomarca

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

18 de dezembro de 2018

A Coca Cola Brasil em parceria com a WMcCann, lançou sua nova campanha intitulada “Coca-Cola Brasil é para todos“, buscando mostrar que a empresa não tem apenas o refrigerante como sua marca forte.

Atualmente, a companhia apresenta mais de 200 produtos, entre sucos, chás, águas, lácteos, além do refrigerante.

A campanha exibe a nova logomarca, em forma de mandala, para abraçar a variedade de bebidas que compõem o portfólio do grupo oferecido no país.

Veja abaixo o vídeo da campanha:

 

*Este conteúdo foi publicado originalmente no ADNews.

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O Boticário chega a Dubai

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

27 de setembro de 2018

O Boticário, maior rede de cosméticos do mundo, abre as portas essa semana de sua primeira loja em Dubai, nos Emirados Árabes. A inauguração em uma das cidades mais modernas, inovadoras e sofisticadas do mundo é resultado de uma parceria firmada com a Milennium Capital, fundo de investimento local, e vai levar para o Oriente Médio um portfólio de mais de 400 itens de grande sucesso da marca.

 “Somos hoje uma marca forte, consolidada e muito admirada no Brasil. Temos uma proposta de valor e um portfólio capaz de competir em qualquer mercado do mundo. A qualidade dos nossos produtos nos credencia para chegar agora em Dubai, uma cidade tão cosmopolita, na qual as pessoas têm acesso a opções do mundo todo”, explica o vice-presidente de Franquias do Boticário, André Farber. “Isso nos enche de orgulho porque é resultado da força que temos no Brasil e do processo consistente de internacionalização da marca.”

A negociação com a Milennium Capital começou há pouco mais de um ano, quando a empresa estudava as principais marcas da América Latina. “Há um nicho no Oriente Médio para marcas com qualidade e preço acessível. Neste cenário, eles entenderam que O Boticário seria a melhor opção. Do nosso lado, foi uma oportunidade irrecusável de ampliar a nossa atuação internacional, de levar a alquimia única e a qualidade dos nossos produtos para novos consumidores”, completa.

Entre os principais produtos que chegarão aos exigentes consumidores de Dubai estão as perfumarias de maior sucesso, como Malbec, Lily e Elysée. Além da marca premium de maquiagem, Make B., e cuidados pessoais de Nativa SPA e Cuide-se Bem e de cabelos, Match.

Muito mais sustentável

A loja, instalada no Mirdif Mall, segue o novo padrão arquitetônico dos pontos de venda da marca. Em um formato pensado na experiência completa do consumidor, o espaço expressa toda a alquimia do Boticário, que encanta e faz parte da história de tantos consumidores apaixonados no Brasil. Ela foi criada para contar o que há por trás dos produtos: desenvolvidos a partir de ingredientes e técnicas especiais, para tocar não apenas a pele, mas o coração das pessoas.

O novo modelo também traz importantes avanços de sustentabilidade. O mobiliário modular exige menos intervenções com obras civis, reduzindo consideravelmente a produção de resíduos. Seu projeto prevê menos uso de acrílico e plástico, e a otimização das necessidades de aço (100% reciclado), alumínio e chapas de MDF. Toda a madeira utilizada na loja tem certificação FSC e a iluminação é feita 100% em LED, projetada de forma a criar um ambiente mais aconchegante com mais economia. A redução do consumo energético pode chegar a 20%, em média.

No Brasil, o modelo já está em lojas do Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador e Fortaleza. “O Boticário tem a inovação no seu DNA. Somos especialistas em fazer as coisas de um jeito diferente, inovar em processos e produtos. Além de um ponto de vendas e de contato com o consumidor, queremos que nossas lojas revelem a alma do Boticário. Que elas expressem a essência característica da marca – a relação emocional com o consumidor e suas histórias. Para que cada um que passar por ela possa sair muito melhor do que quando entrou”, explica Farber.

Atuação internacional

O Boticário tem hoje atuação em 12 países além do Brasil, por meio de lojas próprias, e-commerce, venda direta e operação em conjunto com parceiros locais para distribuição de produtos em lojas de departamento e multimarcas.

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Petrobras apresenta HAMLET, um espetáculo da Armazém Companhia de Teatro.

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

24 de agosto de 2018

Acostumada a processos que resultam na criação de uma dramaturgia própria (vide Inveja dos Anjos e A Marca da Água – que levaram o Prêmio Shell de Melhor Autor em 2008 e 2012, além de O Dia em que Sam Morreu – Prêmio Cesgranrio de Melhor Texto em 2014), a Armazém Companhia de Teatro se volta agora para um outro tipo de processo, onde o que mais interessa é o seu posicionamento sobre a narrativa. Partindo da obra fundamental de Shakespeare, a ideia geral da companhia é encontrar um Hamlet do nosso tempo. Um Hamlet cheio de som e fúria. Não numa atualidade forçada, mas ressaltando aspectos da obra que dialogam com esse coquetel de conflitos contemporâneos que vemos todos os dias jorrando nas grandes cidades do mundo.

Patrocinada pela Petrobras desde 2000, a companhia completou 30 anos de existência no final de 2017, travando um complexo diálogo criativo com um dos melhores materiais dramatúrgicos da história. Hamlet é o príncipe da Dinamarca. Apenas um mês separa a morte repentina e inexplicável de seu pai  e o novo casamento de sua mãe. O príncipe tem visões de seu pai, que afirma que foi envenenado pelo irmão, e exige que Hamlet se vingue e mate o novo Rei (seu tio e padrasto). Hamlet se finge de louco para esconder seus planos, e vai perdendo o controle sobre sua própria realidade no meio deste processo. Ou seja, a invenção teatral do século XVI de um príncipe que fingia loucura e o espírito inflamado do nosso século entraram inevitavelmente em colisão. Já não há mais fingimento. A loucura de Hamlet tornou-se a loucura do mundo.

A história de Hamlet é a história da destruição de uma ordem estabelecida. Shakespeare representa a corte real dinamarquesa mergulhada em corrupção. Assassinato, traição, manipulação e sexualidade são as armas usadas na guerra para preservar o poder. No centro dessa história está Hamlet, um homem desesperadamente preocupado com a natureza da verdade, um homem notável que quer ser mais verdadeiro do que, provavelmente, é possível ser. E que exige do resto do mundo que sejam todos verdadeiros com ele. Mas é possível conhecer a si mesmo integralmente? É possível conhecer integralmente as pessoas a seu redor? Hamlet se fragmenta, nossa época o faz assim, um sujeito destrutivo, atormentado e letal.

O diretor Paulo de Moraes acredita que “é importante tratar Shakespeare como se ele fosse um genial dramaturgo recém-descoberto com algumas coisas urgentes a dizer sobre a guerra, sobre a loucura do mundo e sobre nossos líderes políticos modernos.” No Hamlet da Armazém Companhia de Teatro, sete atores dão vida aos personagens de Shakespeare (Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Lisa Eiras, Jopa Moraes, Isabel Pacheco e Luiz Felipe Leprevost). A tradução ficou a cargo de Maurício Arruda Mendonça, parceiro habitual de Moraes em muitas dramaturgias montadas pela companhia. “Maurício conseguiu uma poesia sem pompa, que comunica sem perder a beleza. E é grande mérito dos atores que essa poesia chegue rasgando, ela é língua, ela é corpo, ela é carne”, comenta Paulo de Moraes.

Hamlet recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro 2017, na categoria de Melhor Iluminação, além de ter sido indicado nas categorias de Melhor Espetáculo, Direção, Cenografia, Iluminação, Figurino e Categoria Especial (pela Trilha Sonora Original). Também recebeu o Prêmio Shell 2017 de Melhor Cenário, além de indicações para Melhor Direção e Melhor Iluminação. No Prêmio APTR, o espetáculo recebeu os prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante (Lisa Eiras) e Melhor Cenário, além de indicações nas categorias de Melhor Espetáculo, Direção, Atriz, Iluminação e Figurino. Hamlet também recebeu o Prêmio Cenym 2017 de Melhor Atriz (Patrícia Selonk) e Melhor Companhia de Teatro.

Sobre a Armazém Companhia de Teatro

Em 2018, a Armazém Companhia de Teatro segue apresentando sua versão de HAMLET em turnê nacional, passando por Fortaleza, Salvador, Recife, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Aracajú e Natal. Com mais de 30 prêmios nacionais no currículo, a companhia também foi premiada duas vezes no Festival Fringe de Edimburgo (na Escócia), com o prestigiado Fringe First Award (2013 e 2014) e no Festival Off de Avignon (na França), com o Coup de Couer de la Presse d’Avignon (2014).

A Armazém Companhia de Teatro foi formada em 1987, em Londrina, em meio à efervescência cultural vivida pela cidade paranaense na década de 80 – de onde saíram nomes importantes no teatro, na música e na poesia. Liderados pelo diretor Paulo de Moraes, o senso de ousadia daqueles jovens buscando seu lugar no palco impregnaria para sempre os passos do grupo: a necessidade de selar um jogo com o seu espectador, a imersão num mundo paralelo, recriado sobretudo pela ação do corpo, da palavra, do tempo e do espaço.

Com sede no Rio de Janeiro desde 1998, a companhia acaba de completar 30 anos de formação. Graças ao patrocínio continuado da Petrobras, a companhia tem conseguido levar seu trabalho aos públicos mais variados, tanto do Brasil quanto do exterior. Sempre baseando seus espetáculos em pesquisas temáticas (com a criação de uma dramaturgia própria com ênfase nas relações do tempo narrativo) e formais (que se refletem na utilização do espaço, na construção da cenografia, ou nas técnicas utilizadas pelos atores para conviver com o risco de encenar em cima de um telhado, atravessando uma fina trave de madeira ou imersos na água), a questão determinante para a companhia segue sendo a arte do ator. Busca-se para o ator uma dinâmica de corpo, voz e pensamento que dê conta das múltiplas questões que seus espetáculos propõem. E a encenação caminha no mesmo sentido, já que é o corpo total do ator que a determina.

Apesar da construção de espetáculos tão díspares e complementares como A Ratoeira é o Gato (1993), Alice Através do Espelho (1999), Toda Nudez Será Castigada (2005) e O Dia em que Sam Morreu (2014), a Armazém Companhia de Teatro segue sua trajetória sempre investindo numa linguagem fragmentada, que ordene o movimento do mundo a partir de uma lógica interna. Essa lógica interna é a voz da Armazém, talvez a grande protagonista do mundo representacional da companhia.

 

 

O que disse a crítica

“A direção de Paulo de Moraes é de um artesanato criterioso. O primeiro ato reúne as características formais ampliadas numa sucessão de recursos surpreendentes. No segundo, o desenvolvimento da trama ganha o ritmo de um voo rasante. A cenografia de Carla Berri e Paulo de Moraes confere à caixa cênica a imponência de estrutura envidraçada, que se movimenta como anteparo de vilanias e abrigo de duelos. A iluminação de Maneco Quinderé define a coloração dramática de assassinatos e a luminosidade da maquinaria do palco com a autoridade de sua assinatura. O elenco está igualmente alinhado com a proposta vibrante do encenador.”

Macksen Luiz – crítico (em jornal O Globo)

 

“Em mais um grande acerto, a Armazém Companhia de Teatro equilibra com maestria o clássico e o contemporâneo nesta releitura da tragédia de Shakespeare. Patrícia Selonk dá uma aula de interpretação na pele do (quase) enlouquecido protagonista, muito bem acompanhada Lisa Eiras (Ofélia) e um amadurecido Jopa Moraes – que se desdobra em três papéis. Discretas referencias à realidade política do país também são muito bem exploradas.”

Renata Magalhães – crítica (em Revista Veja Rio)

 

“Patrícia Selonk assina um Hamlet histórico, um desempenho monumental, construção de carne, afeto, razão desmedida, impossibilidade, flerte com o desejo humano desvairado de absoluto. A condição feminina faz parte da busca da contradição. Ela imprime ao personagem mais uma nota de oscilação e de incerteza sensível, fortalece a identificação do protagonista com a imagem patética do cidadão impotente do nosso tempo, a partir de uma intensa vibração afetiva subterrânea.”

Tânia Brandão – crítica (em blog Folias Teatrais)

 

“A versão de Hamlet, da Armazém Companhia de Teatro, é um marco.”

Cláudia Chaves – crítica (em Jornal do Brasil)

 

 

Ficha técnica

HAMLET

Da obra de William Shakespeare

Montagem da Armazém Companhia de Teatro

Direção: Paulo de Moraes

Tradução: Maurício Arruda Mendonça

Elenco: Patrícia Selonk (Hamlet), Ricardo Martins (Claudius), Marcos Martins (Polonius), Lisa Eiras (Ofélia), Jopa Moraes (Laertes), Isabel Pacheco (Gertrudes) e Luiz Felipe Leprevost (Horácio)

Participação em Vídeo: Adriano Garib (Espectro)

Cenografia: Carla Berri e Paulo de Moraes

Iluminação: Maneco Quinderé

Figurinos: João Marcelino e Carol Lobato

Música: Ricco Viana

Preparação Corporal: Patrícia Selonk

Coreografias: Toni Rodrigues

Preparador de Esgrima: Rodrigo Fontes

Fotografias e Vídeos: João Gabriel Monteiro

Programação Visual: João Gabriel Monteiro e Jopa Moraes

Técnico de Palco: Regivaldo Moraes

Assistente de Produção: William Souza

Produção Executiva: Flávia Menezes

Produção: Armazém Companhia de Teatro

Patrocínio: Petrobras

Serviço

HAMLET

Da obra de William Shakespeare

Montagem da Armazém Companhia de Teatro

Direção: Paulo de Moraes

Tradução: Maurício Arruda Mendonça

Elenco: Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Lisa Eiras, Jopa Moraes, Isabel Pacheco e Luiz Felipe Leprevost

Local: Teatro Dragão do Mar

Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema

Telefone(85) 3488-8600

Apresentações: Dias 31 de agosto, 1 e 2 de setembro de 2018

Horários: Sexta-feira e Sábado, 20 horas e Domingo, 18 horas

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada)

– desconto de 50% no valor inteiro na compra de até 2 ingressos para a força de trabalho e clientes do Cartão Petrobras

Classificação: 16 anos.

Duração 140 minutos (incluindo 10 minutos de intervalo)

Drama

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Samsung não perdoa Apple em comerciais cheios de piadas sobre concorrente

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

27 de julho de 2018

Não é de hoje que Samsung e Apple se alfinetam em comerciais e campanhas. Às vezes de modo mais sutil, outras vezes descaradamente.

Nesse round, foi a vez da Samsung aplicar alguns golpes.

Em nova campanha “Ingenius”, composta por três vídeos, a marca coreana simula uma loja da Apple, onde consumidores travam diálogos hilários com um atendente Apple.

Nos vídeos, o fato de um usuário não poder usar seus fones de ouvido no iPhone (porque este, há tempos, eliminou a entrada para áudio) vira motivo de piada. A velocidade do iPhone e a duração de sua bateria também entram no rol de piadas.

A ideia da Samsung é mostrar algumas inconveniências dos aparelhos Apple em termos de design e complementos.

Ao final, a frase “Upgrade to Galaxy” é matadora: a marca diz que não é questão de fazer um upgrade, por exemplo, de um iPhone 7 para um iPhone X. Sim que é preciso trocar de marca e ir para o time Samsung. 

Assista:

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Abertas as inscrições para o Festival Costume Saudável

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

24 de julho de 2018

Entre os dias 24 e 26 de agosto, o Festival Costume Saudável, que já está em sua 6ª edição, irá reunir profissionais e pessoas interessadas em levar uma vida melhor. Indo muito além da alimentação e do “mundo fitness”, o evento visa reunir familiares e amigos para confraternizar, compartilhar, debater e se informar sobre assuntos como alimentação, restrições alimentares, maternidade, qualidade de vida, atividades físicas, meio ambiente e saúde. O evento vai oferecer mais de 200 atividades entre aulas em academias, palestras, apresentações culturais, oficinas culinárias, dentre outras.

Este ano, mais uma vez, as inscrições podem ser feitas pelo aplicativo Minha Cidade Saudável, uma ferramenta de sucesso que vai além do evento. O app já está disponível na App Store e Google Play. A participação nos três dias de Festival custa R$ 30 (R$ 15 meia entrada) e cada dia sai por R$ 20 (R$ 10 meia entrada), com pagamento via cartão de crédito. Na entrada do evento, o pagamento deve ser em dinheiro. Toda renda arrecadada com a venda dos ingressos será destinada ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

Já está disponível também o site do Festival Costume Saudável, mais uma ferramenta para auxiliar o público que aprecia e quer participar do evento e pretende acompanhar toda a programação que será atualizada diariamente. Através do site, tanto quem deseja participar como palestrante, ou ministrar uma aula de atividade física, ensinar um workshop de culinária, expor em um stand, ou até mesmo fazer uma cobertura jornalística poderá se inscrever. No espaço também é possível ver informações sobre as inscrições da Babu Games, um tipo de competição cross que acontecerá dentro do Festival e dará mais de 10 mil reais em premiações.

Que tal conferir o histórico das edições do festival em vídeo? No site você pode acessar essa opção, como também acompanhar as publicações do instagram e da #minhaatitudesaudavel, ação de incentivo para as pessoas publicarem vídeos ou fotos contando o que elas fazem no dia a dia, referente a atitudes saudáveis.

No site também estarão disponíveis as fotos do evento e pra quem não participou e quer conferir, ou para quem quer relembrar as edições anteriores, lá também está registrado os melhores momentos das edições passadas. O público poderá ter acesso a lista de patrocinadores, ao mapa do evento dentro do Rio Mar Fortaleza, além de toda a programação separada por dia e por local.

 

SERVIÇO:

Festival Costume Saudável

Data: 24, 25 e 26 de agosto

Local: Estacionamento do Shopping RioMar Fortaleza

Valor: R$ 30, pelo aplicativo Minha Cidade Saudável

www.costumesaudavel.com.br

*Valor arrecadado será doado ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

 

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O jeito Apple de tratar os amantes da marca

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

02 de junho de 2018

Cena Real. Domingo 3pm na Applestore do Montgomey Mall em Bethesda, MD, USA: “Eu amoooooo esse modelo de Ipod”, diz uma efusiva garota. Inesperadamente, uma sorridente funcionária surge rebatendo: “nossa marca também ama você”.

Não se trata de um discurso leviano. A Apple ama amar seus clientes, porque o foco no consumidor norteia cada decisão ou estratégia adotada pela empresa. Isso agrega valor ao produto, o branding que a empresa desenvolve permite cobrar mais por cada aparelho; quer você ame, ou odeie a Apple, não há dúvidas de que você percebe a experiência que a empresa cria, a marca da maçã não vende simplesmente um celular, ela entrega uma experiência de consumo acima da média para o seu cliente. Porque apesar de ser empresa de tecnologia e inovação, a Apple fala a linguagem do cliente desde da etapa de reconhecimento de necessidade e captação de informações, até a fase final do pós-venda.

Cada funcionário da empresa criada por Steve Jobs é na verdade um defensor da marca, e carrega consigo o objetivo de tornar uma simples visita a Apple Store, numa experiência única e inesquecível.

De acordo com o depoimento real de alguns funcionários, a etapa  durante o fim do treinamento denomina-se “get shirtified” – algo como “encamisado”, significa que o funcionário vestiu a camisa da empresa. Esqueçam a camisa, o comprometimento se incorpora a alma através dos valores Apple de ser, uma aula de endomarketing que resulta em produtividade.

Para a Apple, o essencial é invisível aos olhos:  você vale pelo que você pensa. Quando a empresa abandona o status quo de estereótipo de funcionário, e contrata como vendedor o idoso, o jovem tatuado de bermuda, a garota com estilo gótico; ela transmite uma mensagem, “pra nossa empresa, são todos possíveis clientes, prováveis promotores da marca, e nossa maior preocupação é que se sintam confortáveis em serem atendidos por vendedores que transmitam nossos valores como organização, de uma maneira fácil de ser entendida, ou pelo menos mais agradável de ser escutada.” Pra tudo na vida é assim, o diferente geralmente causa estranheza, mas tudo aquilo que se assemelha provoca empatia.

O vendedor precisa absorver a premissa e vender a idéia de um produto simples, como um computador, em um objeto de desejo, com usabilidade amigável; trata-se do famoso mantra dentro da empresa:  keep it simple, uma maneira de garantir que qualquer usuário, de qualquer nível, consiga operar um produto Apple com poucos minutos de interação.

Assim, os consumidores estão dispostos a pagar mais por uma melhor experiência e exclusividade, em fazer parte de um grupo seleto de amantes da marca. Isso justifica em parte o sucesso da Apple em relação às suas concorrentes.

O segredo da empresa é saber quem é verdadeiramente seu público, e identificar exatamente quais são os valores que estes priorizam. Preço é o que você paga, valor, o que você leva. É um processo, valor incorporado a produto, precisa ser percebido pelo visitante, e precisa ser capturado como venda. Valor percebido é importante pra marca, valor capturado é importante pra empresa.

Quer saber se tá dando certo? Pergunta a alguém que acabou de adquirir um Macbook o que ele comprou? Ele nunca vai dizer que comprou um notebook, ele vai estufar o peito e responder com toda emoção, “comprei um Apple”

Em um próximo post, iremos falar mais sobre Branding, Net Promoter Score, Lock in, estratégias da Apple para manter a fidelização de seus clientes.

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Afinal, o que é branding?

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

19 de Maio de 2018

Se for procurar nos livros, provavelmente vai encontrar que branding são ações alinhadas ao posicionamento, propósito e aos valores da marca que ajudam a construir uma imagem na mente do cliente.

Na prática, branding é quando uma marca se humaniza a ponto de te encantar.

O objetivo do branding, ou gestão de marca,  é não somente conquistar a cabeça do cliente, mas também seu coração. É uma parceria que se inicia a partir de uma variável que te conquistou.

Sempre que trabalhar branding, o objetivo é despertar sensações e criar conexões conscientes e inconscientes, importantes para que o cliente escolha a sua marca no momento de decisão de compra do produto ou serviço. É paixão pela experiência, em qualquer contato com a marca, e não somente na etapa do consumo.

Essas práticas auxiliam na criação de valor além do produto, e o tornam mais especial, aos olhos de do seu publico.  É mais que o produto, é quem a marca é.

 

Uma marca é um conjunto de expectativas, memórias, histórias e relacionamentos que, juntos, são responsáveis por fazer o consumidor escolher um produto ou serviço em vez de outro. (Seth Godin)

Gerenciar uma marca não é tarefa simples, as variáveis estão ancoradas no imprevisível comportamento humano.

No entanto, marcas são ativos que impactam a performance da empresa, de acordo com sua capacidade maior ou menor de mudar comportamentos. Por isso, apesar da dificuldade, há de se admitir quão indispensável é para uma empresa que busca criar uma identidade própria, sempre buscar ações de branding. Para isso, é importantes se pensar em alguns tópicos:

  1. Propósito

O atributo mais comum entre marcas fortes, entre todos os grandes “cases” de branding, é ter uma visão crítica, questionadora, sobre o mercado. Esta prática de branding reverteu a lógica do marketing tradicional, de que o cliente conhece suas próprias necessidades e, portanto, bastava perguntar a ele.

Na verdade, quando todos os concorrentes vão em busca da mesma fonte, e esta fonte responde o mesmo para todos, o mercado chega a um nível paralisante de semelhança entre suas ofertas. Todos começam a fazer igual, sempre ancorados na defesa de que “foi o cliente que pediu”.

Para fugir desta dinâmica perversa, algumas marcas descobriram que poderiam contrariar e questionar o que o mercado dizia.

Quando uma marca conhece seu mercado e tem um propósito, uma opinião, ela tem condições de propor o novo, o inesperado. E é isso que os clientes esperam: um especialista que possa trazer o que existe de novo.

Quando a Natura questionou o paradigma de que cosméticos deveriam esconder a realidade e fazer promessas falsas, ela criou inovação verdadeira. Sua primeira assinatura — “Verdade em cosmética” — traduzia uma crença profunda de seus fundadores. Não era um posicionamento tradicional de mercado, um insight. Toda a empresa estava voltada para entregar esta crença na prática. Como, por exemplo, na revolucionária campanha de Chronos, “Mulher bonita de verdade”, que utilizava modelos reais, mostrando suas idades reais e falando de benefícios verdadeiros de um creme antissinais — não de um “anti-idade. Anos mais tarde, quando a marca concorrente Dove iniciou uma campanha muito parecida, pela “Real beleza”, não era mais inovadora e não chegou perto do impacto de sua concorrente brasileira.

A complexidade desta prática é que ela demanda uma mudança de postura organizacional. Em outras palavras, precisa partir de um visionário, que muitas vezes se encontra na posição de fundador ou acionista. Não é uma prática que o departamento de marketing consiga conduzir de forma isolada. Não se trata de imagem, de comunicação, mas de uma identidade e propósito claros.

2 Experiência — ponto de contato

Uma marca só acontece de verdade e se torna real quando interage e entrega uma experiência a seus públicos, em qualquer que seja o ponto de contato — e não apenas pela via da comunicação.

O branding sempre procura conduzir a marca, de seu pensamento inicial, sua intenção estratégica, até seu “momento da verdade”. Uma marca não existe apenas na cabeça de seus gestores, na intenção de realizar algo ou passar uma mensagem bonita. Ela precisa ir para o mundo real e mudar comportamentos de clientes, prospects, funcionários, investidores, governos, imprensa, entre outros.

Algumas marcas, com o uso intensivo da comunicação, ficam apenas no discurso, em um passo anterior, que é sua promessa. Mas o que chamamos de mundo real? É o momento da entrega concreta de sua promessa, em uma experiência de interação que confirme na prática o seu discurso.

Quando uma marca pensa em experiência, ela olha para múltiplos meios e plataformas. Por exemplo, quando o Shopping Iguatemi pensa em uma experiência superior de varejo, olha além da comunicação publicitária. Tudo se volta para a interação com o cliente: suas lojas, espaço físico, sinalização, conceito, anúncios, fachada, segurança e serviços. E vai além: estar no Iguatemi é fazer parte de um estilo de vida, de um jeito de ver o mundo e se relacionar.

3 Pensar em vários públicos ao mesmo tempo

Uma grande mudança de nossa época, alavancada pela tecnologia da informação e convergência de meios, é a obrigatoriedade de atuação com diversos públicos ao mesmo tempo.

Foi-se o tempo em que as empresas decidiam falar com um público e ignorar os demais. Atualmente, as pessoas passaram a assumir, de forma natural, diferentes papéis em sua relação com as marcas. Alguém pode ser cliente e ao mesmo tempo um formador de opinião, um jornalista. Pode ser um colaborador e um investidor.

Por isso, a marca se torna importante, como origem e referência comum de todas as mensagens. Não importa com quem a empresa esteja falando, não importa a situação: a mensagem precisa fazer sentido e ser consistente para qualquer público. Sem uma mensagem alinhada, a marca corre o risco de se tornar “esquizofrênica”, enviando mensagens diferentes para cada público — por exemplo, dizer aos colaboradores que precisam se esforçar mais porque será um ano difícil e, ao mesmo tempo, anunciar perspectivas positivas a seus investidores.

A Vale construiu um dos maiores cases de reputação corporativa do Brasil, quando percebeu que sua imagem não deveria ser construída apenas junto ao público tradicional, os clientes. Na verdade, um cliente de minério na China pode dar pouca importância à marca. Mas para operar com segurança, com o “goodwill”, conquistar seus demais públicos, a Vale entendeu e passou a levar sua mensagem de progresso e sustentabilidade a formadores de opinião, governos de todas as esferas, ONGs, colaboradores, mercado de talentos, fornecedores.

4 Linguagem integrada

Perceber que a todo momento sua marca está “con-ver-sando” com seu público é uma prática central em branding. Toda marca possui uma estética, ou seja, emite sinais visuais e de comportamento para seus públicos, buscando construir uma imagem. Esta linguagem aparece na comunicação publicitária, em uma loja, em uma maneira de atender um cliente ou responder a uma reclamação. E em todas estas manifestações, uma imagem está sendo formada.

Quando passa a se preocupar com esta linguagem, uma marca passa
a
olhar para todas as suas manifestações, além da comunicação tradicional. Por exemplo, descobre que o atendimento é uma manifestação estética, ou seja, transmite sinais comportamentais e visuais que contribuem para a consistência de sua imagem.

O Banco Itaú descobriu isso há muito tempo. O alinhamento estético/visual de todos os seus pontos de contato, das agências à sua comunicação digital, garante uma presença de marca ímpar, com reconhecimento imediato. Isso permitiu à marca Itaú alcançar um objetivo de sonho para as marcas: apropriar-
se, imageticamente, de uma cor — no seu caso, o laranja. Hoje quando vemos um filme publicitário utilizando intensivamente a cor laranja, por exemplo, antes de ver o anunciante, sabemos de quem se trata.

5 Relevância de conteúdo

Vivemos em um contexto de excesso de informação e de oferta. Temos muitas opções de escolha para quase tudo que demandamos, mas também muito pouco tempo para exercer estas escolhas.

Por isso o indicador-chave em branding é relevância, ou, em outras palavras, percepção de valor.

Uma marca pode buscar ser conhecida e top of mind, por meio de comunicação intensiva; ou se diferenciar, através de um posicionamento bem definido e pesquisado. Mas isso o ferramental de marketing sabe resolver.

No entanto, entre uma marca conhecida, diferente, genial, engraçada, e uma marca relevante, esta última vai prevalecer. Apenas uma marca relevante pode levar os públicos da empresa, principalmente o cliente, a mudar seu comportamento.

É a relevância que transforma potenciais em futuros clientes reais; que torna um cliente mais leal e permite maiores margens; que atrai e mantém talentos; que transmite confiança a investidores.

A marca Brahma, mesmo não sendo corporativa, soube aumentar sua relevância ao longo dos anos, em um mercado ultracompetitivo. Sua relevância vem através de dois elementos: conexão máxima com seu público, o “brameiro”, desde seu comportamento, seu jeito de pensar, até a presença em seu momento de lazer — o futebol. A Brahma construiu uma posição de relevância e ao mesmo tempo de diferenciação, que são alavancas fundamentais de preferência e, consequentemente, de vendas.

6 Marca e negócio são uma coisa só

Por fim, mais que uma prática, uma das maiores forças que encontramos em marcas de sucesso é o reconhecimento, por parte da alta gestão, de que a marca representa e alavanca o negócio como um todo. É um ativo da empresa, e não uma logomarca gerenciada pelo departamento de marketing.

Quando a empresa se manifesta, em qualquer iniciativa, a imagem de sua marca será impactada, tornando-se a depositária de percepções positivas — ou negativas. A separação tradicional dos objetivos “de negócio” e “de marca” levou a um afastamento da agenda dos presidentes em relação ao pessoal de marketing e comunicação. Mas, apesar de tentar ser didática, esta separação era falsa. Quando um presidente ou diretor de relações com investidores dá uma entrevista,  está contribuindo, para o bem ou para o mal, para a reputação da empresa. E esta reputação é sustentada, referenciada, pela marca.

A noção de que marca e negócio são dois lados da mesma moeda tem levado, por exemplo, o pessoal do departamento de RH nas empresas a falar em branding, em atributos de marca, em posicionamento. Claro: eles são responsáveis por construir a imagem da marca para um público crucial, o público interno.

A Telefonica Vivo tem clareza sobre isso. As diretrizes estratégicas de suas marcas sempre procuram abranger e fazer sentido para todos os públicos. Seus valores são tratados como valores de marca, que devem mudar comportamentos, e não algo abstrato, em um quadro na parede. Isso cria um nível de consistência e atratividade difícil de ser combatido pelos concorrentes

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Burger King lança comercial natalino e, novamente, provoca McDonald s com presente

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

26 de dezembro de 2017

A Burger King deu um “presente de grego” a McDonald’s neste Natal. A ação, realizada na África do Sul, enviou uma churrasqueira “com chamas reais” para uma unidade da McDonald’s. Implicitamente (ou nem tanto), a BK diz que os hambúrgueres da concorrente não são feitos no fogo e nem grelhados como os do “rei”. A agência alemã Grabarz & Partner assinou a campanha “The Gift Of Fire”.

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Metade dos brasileiros já vê mais vídeos online que TV

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

20 de novembro de 2017

Mais da metade dos brasileiros já passa mais tempo assistindo a vídeos online que assistindo à TV. 56% dos brasileiros com acesso à internet e TV preferem a web em 2017.

A descoberta é de uma nova pesquisa do Instituto Provokers, feita em parceria com o Google Brasil e Youtube.O estudo foi feito com 1500 brasileiros, entre 14 e 55 anos, das classes A, B e C. A amostragem de entrevistados representa 123 milhões de pessoas.

Em três anos, o consumo de vídeos online saltou 90,1%, enquanto o consumo de TV se manteve praticamente estável. 

Já o smartphone se consolidou como principal meio para consumir esses vídeos online: é usado por 83% das pessoas e é preferência de 57% delas.

Além disso, pouca gente se desconecta quando está na frente da TV: 87% continua online enquanto assiste a algo na TV.

Confira os principais resultados da pesquisa:

Quem assiste

86% assistem a vídeos na internet – desses, 99% usam o YouTube

14% não assistem a vídeos na internet

Crescimento: em 2014, apenas 67% assistiam a vídeos online

Em 2014

– Média de 21,9 horas por semana assistindo à televisão

– Média de 8,1 horas por semana assistindo a vídeos na internet

Em 2017

– Média de 22,6 horas por semana assistindo à televisão

– Média de 15,4 horas por semana assistindo a vídeos na internet

Ou seja: o consumo de vídeos online cresceu em ritmo maior que o crescimento de consumo na TV

90,1%: foi o que cresceu o consumo de vídeos na web entre 2014 e 2017.

Mais internet

56% dos brasileiros com acesso a TV e internet já veem mais vídeos online: estes costumam passar, em média, 11,9 horas por semana vendo TV e 13,4 horas por semana vendo vídeos online.

Motivos

E por que ver vídeos online?

– 83% porque busca conteúdo que não está na TV

– 43% porque quer ver um conteúdo que passou na TV, mas não conseguiu ver

– 19% para saber mais sobre um conteúdo que viu, primeiro, na TV

Os preferidos

As plataformas prediletas para assistir a conteúdo online:

– 42% prefere YouTube

– 20% prefere WhatsApp

– 15% prefere Netflix

– 8% prefere Facebook

– 7% prefere TV paga

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Metade dos brasileiros já vê mais vídeos online que TV

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

20 de novembro de 2017

Mais da metade dos brasileiros já passa mais tempo assistindo a vídeos online que assistindo à TV. 56% dos brasileiros com acesso à internet e TV preferem a web em 2017.

A descoberta é de uma nova pesquisa do Instituto Provokers, feita em parceria com o Google Brasil e Youtube.O estudo foi feito com 1500 brasileiros, entre 14 e 55 anos, das classes A, B e C. A amostragem de entrevistados representa 123 milhões de pessoas.

Em três anos, o consumo de vídeos online saltou 90,1%, enquanto o consumo de TV se manteve praticamente estável. 

Já o smartphone se consolidou como principal meio para consumir esses vídeos online: é usado por 83% das pessoas e é preferência de 57% delas.

Além disso, pouca gente se desconecta quando está na frente da TV: 87% continua online enquanto assiste a algo na TV.

Confira os principais resultados da pesquisa:

Quem assiste

86% assistem a vídeos na internet – desses, 99% usam o YouTube

14% não assistem a vídeos na internet

Crescimento: em 2014, apenas 67% assistiam a vídeos online

Em 2014

– Média de 21,9 horas por semana assistindo à televisão

– Média de 8,1 horas por semana assistindo a vídeos na internet

Em 2017

– Média de 22,6 horas por semana assistindo à televisão

– Média de 15,4 horas por semana assistindo a vídeos na internet

Ou seja: o consumo de vídeos online cresceu em ritmo maior que o crescimento de consumo na TV

90,1%: foi o que cresceu o consumo de vídeos na web entre 2014 e 2017.

Mais internet

56% dos brasileiros com acesso a TV e internet já veem mais vídeos online: estes costumam passar, em média, 11,9 horas por semana vendo TV e 13,4 horas por semana vendo vídeos online.

Motivos

E por que ver vídeos online?

– 83% porque busca conteúdo que não está na TV

– 43% porque quer ver um conteúdo que passou na TV, mas não conseguiu ver

– 19% para saber mais sobre um conteúdo que viu, primeiro, na TV

Os preferidos

As plataformas prediletas para assistir a conteúdo online:

– 42% prefere YouTube

– 20% prefere WhatsApp

– 15% prefere Netflix

– 8% prefere Facebook

– 7% prefere TV paga