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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

posicionamento

4 entre 10 brasileiros se incomodam com vendedores de lojas

Por rodrigogoyanna em estrategia, Foco, Marketing

16 de julho de 2017

Em uma sociedade onde é cada vez mais comum as compras on line, como ficarão as lojas físicas e seus vendedores?

Dados revelados pela nova pesquisa “Futuro do Varejo”, da MindMiners, mostram que muitos brasileiros questionam os vendedores de lojas físicas e preferem fazer compras usando PCs, smartphones e redes sociais.

A pesquisa mostrou que 39% dos brasileiros se incomodam com a presença dos vendedores em lojas.

Os millennials (geração Y, dos nascidos entre o meio dos anos 1980 e o começo dos anos 1990) se incomodam mais: 42% não gostam muito do papel dos vendedores.

Ao mesmo tempo, os consumidores estão usando os smartphones para obter informações de produtos e compras não somente em casa, antes de sair às compras, mas dentro das próprias lojas.

Assim, tiram um pouco do papel do vendedor que recomenda produtos e fornece informações sobre eles.

54% dos consumidores brasileiros já usaram o smartphone dentro de uma loja, buscando ler comentários e opiniões de outros compradores.

Já 67% usaram o smartphone dentro de uma loja para comparar preço antes de decidir pela compra.

Compras online

Segundo a pesquisa, 91% dos brasileiros já realizaram uma compra online.

No último ano, 44% fizeram de 2 a 5 compras online. Outros 22% fizeram de 6 a 10 compras.

Redes sociais

As redes sociais são usadas para ter confiança na hora de comprar. 56% compartilham suas experiencias positivas nas redes. 

Críticas negativas são ainda mais relevantes: 83% prestam mais atenção nelas do que em comentários positivos.

Além disso, 38% já compraram algo clicando em um link encontrado em alguma rede social.

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Gretchen e Rita Cadillac protagonizam novo comercial da Netflix

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

09 de julho de 2017

Depois de ter participado clipe de Swish Swish, música de Katy Perry, Gretchen é a estrela do comercial da nova série da netflix, Glow.

No vídeo, a cantora vai para fazer um teste para o reality e encanta os produtores ao dançar, rebolar e falar francês.

Pronta para subir no ringue, Gretchen encontra Rita Cadillac, com quem ‘luta’.

Confira o comercial:

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Aplicativo Lavô entra em operação a partir do dia 03 de julho em Fortaleza

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

26 de junho de 2017

A partir do dia 03 julho, o Lavô, aplicativo para serviços de lavagens automotivas, entra em operação em Fortaleza. A ferramenta irá ofertar 1800 vagas de emprego com horários flexíveis e pagamentos semanais com renda mensal de até 6 mil reais. A Lavô é um aplicativo destinado à realização de lavagens 100% ecológicas em automóveis (carros, camionetes e pick-ups) e funcionará de forma semelhante ao Uber: o usuário irá baixar o aplicativo, realizar o cadastro de seu carro, solicitar o tipo de lavagem, selecionar a forma de pagamento (cartões de crédito e débito) e o lavador irá até o local solicitado.

O sistema já está ativo em oito cidades brasileiras, entre elas estão Brasília, Espirito Santo, Recife, Natal, João Pessoa, Goiãnia. Para aqueles que desejam trabalhar com o aplicativo na capital cearense, o cadastro já está disponível no site www.lavo.online. Basta realizar a inscrição e apresentar toda a documentação exigida, que será avaliada e, após a aprovação, técnicos da Lavô irão realizar o treinamento dos cadastrados para que assim possam executar as lavagens corretamente e ter a sua própria renda. Os interessados poderão viver do app ou complementar sua renda.

 

O Lavô oferece cinco tipos de lavagem, que duram entre 35 minutos e uma hora e meia, utilizando produtos sustentáveis e ecológicos. A limpeza é feita em qualquer horário e local, aceitando pagamento em cartões de crédito e débito. O custo do serviço varia entre R$ 30 e R$ 145.

 

Serviço

Aplicativo Lavô

Site: http://lavo.online/

Instagram: @lavoonline           

Facebook: /lavoonline

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Os livros que alunos de MBA das melhores faculdades estão lendo

Por rodrigogoyanna em estrategia, Foco, Marketing

19 de junho de 2017

Sem algum tipo de guia, uma visita à livraria pode ser uma frustração. São tantas as opções de livros – sobre estratégias, liderança, investimentos, economia, história econômica, psicologia, para ficar só na seção de negócios – que fica difícil escolher.

Pensando nisso, o Na Prática conversou com alguns bolsistas da Fundação Estudar que atualmente se dedicam a aprender mais sobre o setor em MBAs nos Estados Unidos, em faculdades renomadas como Stanford, Harvard e Columbia. Confira as dicas abaixo:

1. “Competition Demystified”, por Bruce Greenwald
“É um livro sobre estratégia”, diz Gilberto dos Santos Giuzio, que estuda na Columbia Business School. “É importante para entender quais são as vantagens competitivas que uma empresa pode desenvolver para ter sucesso. Trata de maneira simples a teoria e exemplifica muito bem em cases como Wall Mart, Apple e IBM, entre outros.”

2. “O Investidor Inteligente”, por Benjamin Graham
“Um dos livros mais importantes para quem quer atuar na área de investimentos”, continua. “Embora antigo, continua válido por abordar de maneira atemporal os comportamentos que fazem um investidor de sucesso.”

3. “Os Ensaios de Warren Buffett”, por Warren Buffett e Cunningham
Warren Buffett segue como uma grande inspiração para muitas pessoas no mercado financeiro e suas cartas abertas se tornaram lendárias e podem até nortear a indústria. Este título, que reúne algumas delas, é outra indicação de Gilberto.

4. “Rápido e devagar: duas formas de pensar”, por Daniel Kahneman
Indicado duplamente por Gilberto e João Gabriel Costa Pinheiro, que estuda na Stanford Graduate School of Business, foi escrito por um psicólogo premiado com o prêmio Nobel e explica como o cérebro humano processa informações. “Mostra como pensamos e tomamos decisões”, resume Gilberto. “É muito útil para entendermos como evitar certos vieses que temos durante a tomada de decisões.”

5. “Um novo jeito de trabalhar”, Laszlo Bock
“Laszlo Bock é o chefe de Operações Pessoais do Google”, explica Fernanda Muzzio, atualmente na Harvard Business School. (“Operações pessoais” é o nome da empresa para o departamento de recursos humanos.) “O livro compartilha alguns princípios que ajudam a explicar porque o Google é consistentemente considerado um dos melhores lugares e procura mostrar como encontrar um equilíbrio entre criatividade e estrutura para atingir o sucesso em termos de qualidade de vida e market share.”

Ela descobriu o título em uma de suas aulas sobre gerenciamento de capital humano. “É relevante para refletir sobre como recrutar, desenvolver, motivar e reter talentos que irão contribuir para manter uma empresa prosperando”, conclui.

6. “Mindwise”, por Nicholas Epley
Outra indicação de João, que hoje também trabalha como consultor do Boston Consulting Group (BCG), o psicólogo social Nicholas Epley fala sobre as relações interpessoais, os erros mais surpreendentes cometidos no dia a dia e como pensar sobre interações para deixá-las mais claras e eficazes.

7. “O cérebro e a felicidade”, por Rick Hanson
Nosso cérebro aprende mais devagar com as experiências boas do que com as experiências ruins – e é tudo questão de entender a estrutura neural envolvida. Indicado por João Gabriel, o livro ensina quatro passos para se ter uma experiência mais feliz e pacífica, equilibrando o viés negativo do cérebro.

8. “Who gets what and why”, por Alvin E. Roth
Vencedor do Nobel de economia em 2012, o autor fala sobre os matching markets menos óbvios ao nosso redor (pense em candidatar-se a um emprego ou chamar alguém para sair), em que vendedores e compradores se escolhem e levam em conta outras coisas além do preço – algo cada vez mais em alta em tempos de Uber e Airbnb. A ideia principal do livro, outra indicação de João Gabriel, é aprender que é importante reconhecer as escolhas disponíveis para tomar decisões melhores.

9. “How we know what isn’t so”, por Thomas Gilovich
Um guia para as falácias do cotidiano: quando confiar no que acreditamos e quando desconfiar dessas crenças? É assim que se resume a obra de Gilovich, indicação de João Gabriel. Baseada em pesquisas científicas, ela discorre sobre processos motivacionais, cognitivos e sociais que enviesam pensamentos, crenças, julgamentos e decisões.

10. “O sinal e o ruído”, por Nate Silver
Nate Silver ganhou fama em 2012, quando previu perfeitamente os números da eleição presidencial dos EUA. Fundador e editor-chefe do site FiveThirtyEight.com, tornou-se símbolo da eficácia das probabilidades e processamento de dados. Neste livro, ele explica como enxergar um sinal verdadeiro no meio do barulho – e como diferenciar previsões confiantes de previsões acertadas.

*Este artigo foi originalmente publicado pelo Na Prática, portal de carreiras da Fundação Estudar.

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As 30 marcas mais amadas pelos millennials

Por rodrigogoyanna em Marketing

23 de Maio de 2017

Quando o assunto são marcas, a diferença de geração entre consumidores pode produzir preferências bem distintas.

Um novo estudo da agência Moosylvania decidiu perguntar somente aos millennials (a geração y, jovens que hoje têm entre 16 e 36 anos), quais eram as suas marcas prediletas.

A pesquisa foi feita nos Estados Unidos, com 1500 jovens.

O resultado mostra que marcas de tecnologia têm seu espaço no topo, assim como marcas de roupa e marcas esportivas.

O varejo também se destaca. Já as marcas de carros não aparecem tão no topo assim, mas ainda assim encontraram o seu espaço.

Confira a lista:

1. Apple

2. Target

3. Nike

4. Sony

5. Samsung

6. Coca-Cola

7. Wal-Mart

8. Amazon

9. Microsoft

10. Victoria’s Secret

11. Google

12. Starbucks

13. Express

14. Pepsi

15. Ford

16. American Eagle

17. Nintendo

18. Adidas

19. Disney

20. Old Navy

21. Kroger

22. Chick-fil-A

23. Gamestop

24. Kohl’s

25. LG

26. Michael Kors

27. Toyota

28. Under Armour

29. Chevrolet

30. Costco

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A propaganda do serenata de Amor – O marketing a serviço dos relacionamentos

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

08 de Maio de 2017

Se o chocolate é um companheiro na falta do saudoso namorado, o serenata de amor se vende como um produto que sente suas dores, e usa o marketing como estratégia de humanização da marca; ele te ensina a voltar a ser feliz.

A propaganda entrega a mensagem que relacionamento não tem uma receita de felicidade definida, às vezes você precisa sair dos planos que você faz pra sua vida (e da sua dieta).

O  mais importante é nunca deixar de acreditar que apesar das variações que a vida ou a balança te apresentam, sempre vale a pena apostar no amor, ou no serenata de amor.

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Menina de 5 anos reclama de roupas da Gap e CEO acata críticas

Roupas rosas e com imagens de princesas são de meninas. Roupas azuis e com carros ou foguetes são de meninos. Certo? De maneira alguma.

Alice Jacob, uma menina americana de cinco anos de idade, decidiu reclamar diretamente com a Gap sobre essa divisão ilógica entre “roupas de garotas e roupas de garotos”.

Em seis de março, Beth Jacob, a mãe de Alice, publicou uma carta no jornal The Washington Post onde descrevia a infelicidade da menina e da dificuldade em encontrar roupas em lojas.

A mãe também falou sobre como não tem mais sentido, em 2017, promover tal divisão absurda. Ela conta que marcas menores, “indies”, até possuem roupas menos “divididas”, mas elas são caras e poucas. Ela gostaria de ver esse avanço nas lojas de grandes marcas, como a Gap.

A menina, frustrada, decidiu enviar uma carta à Gap, pedindo “camisetas legais” para as meninas. Ela é fã de carros de corrida, dinossauros, esportes, Star Wars, super-heróis e ciência. Mas nunca encontrava uma roupa voltada para ela. Na carta, ela pede uma variedade maior de opções.

A carta , de três de março, é clara:

“Vocês podem fazer uma seção ‘cool’ de camisetas para as garotas? Ou vocês podem fazer uma seção que que nao seja de meninos ou meninas, mas apenas uma seção ‘para crianças’?”, ela diz na carta. 

Ela também fala sobre a seção dos meninos:

“Eles têm Superman, Batman, rock’n’roll e esportes. E quanto às garotas que também gostam dessas coisas, como eu e minha amiga Olivia?”, diz.

Resposta da Gap

Quando a carta de Alice ficou famosa, algumas empresas decidiram responder.

A DC Comics, por exemplo, mandou uma carta agradecendo a garota pela iniciativa. Junto da carta, uma caixa cheia de presentes da marca para ela e seu irmão mais velho.

Já a Gap mandou uma carta de resposta do CEO da empresa, Jeff Kirwan.

Na mensagem, ele diz que ela parece “uma garota muito legal e com grande senso de estilo”.

Ele defende que a marca oferece uma grande variedade de roupas e que, para as meninas, há algumas estampas de dinossauros, futebol e heróis.

Mas admite a falha e que há como melhorar:

“Mas você está certa, eu acho que podemos fazer um trabalho melhor e oferecer mais coisas. Eu conversei com nossos designers e eles vão trabalhar em coisas ainda mais divertidas que eu sei você gostará muito”, escreve.

A marca também enviou à garota camisetas de sua última coleção.

Segundo a mãe, a resposta da menina ao ler a carta foi curta: “Uau!”.

Ela agradeceu a mensagem ao CEO e ainda fez mais um pedido: “Vocês poderiam fazer umas camisetas da Fera [de A Bela e a Fera]? Eu gosto dele porque ele é peludinho e parece o Chewbacca [personagem de Star Wars]”.

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McDonald’s cria 1º comercial sem usar seu nome ou logo

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

23 de Abril de 2017

Uma marca usa comerciais e campanhas publicitárias para falar de si própria, certo? É a chance de mostrar seu logo, seu nome, seus produtos. Vender o que tem para vender. Mas o McDonald’s fez diferente, em sua última campanha nos EUA, decidiu ser não se mostrar. Isso mesmo, nos novos comerciais, não há menções do nome “McDonald’s”, nem mesmo a logo da empresa, tampouco imagens tentadoras de hambúrgueres ou fritas.

Estrelados pela atriz e comediante americana Mindy Kaling, os vídeos trazem uma maneira curiosa de falar do McDonald’s e da promoção de refrigerantes de qualquer tamanho por apenas um dólar.

Kaling pede que você procure no Google “por aquele lugar onde a Coca-Cola tem um sabor tão bom”. Sim, o resultado vai ser o que você está pensando.

A campanha, digital, não usou nem mesmo o canal oficial da marca no YouTube. Os vídeos foram postados  no canal “that place where coke tastes so good”

A única referência no vídeo são as cores. O vermelho e o amarelo fazem qualquer espectador lembrar da “marca que não deve ser nomeada”.

Uma aula de branding!

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Telões do Nivea Viva Fortaleza ganham projeções de filmes clássicos durante o show

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

20 de Abril de 2017

Monique Gardenberg, diretora artística do projeto Nivea Viva, que neste ano celebra a obra de Jorge Ben Jor, vai projetar trechos de filmes clássicos nos telões de LED que irão compor o cenário do show, cuja realizção em Fortaleza acontece no dia 7 de maio, no Aterro da Praia de Iracema, e reúne no mesmo palco Skank, Céu e o próprio compositor carioca. “Jorge é ligado em cinema, o que gera em mim uma inspiração especial para vestir seu repertório, e, por conta disso, vamos usar imagens de ‘Viagem à Lua’, de Georges Méliès, durante ‘Os alquimistas estão chegando’, e de ‘O pão nosso de cada dia’, de FW Murnau, em ‘Que pena’”, explica a diretora.

Sobre o NIVEA VIVA

Em sua primeira edição, realizada em 2012, o projeto NIVEA VIVA reverenciou a inesquecível Elis Regina (1945–1982) na voz de sua filha Maria Rita. No ano seguinte, foi a vez de saudar a bossa sempre nova de Antonio Carlos Jobim (1927–1994) através do canto moderno de Vanessa da Mata. Já a terceira edição abriu, em 2014, as comemorações pelo centenário do samba, reunindo Alcione, Diogo Nogueira, Martinho da Vila e Roberta Sá. A quarta edição veio em 2015, com um passeio pelo universo do soul e do funk nacional com a homenagem ao mitológico Tim Maia (1942–1998) prestada por Criolo e Ivete Sangalo. Ao lembrar o rock brasileiro em sua quinta edição, em 2016, com um espetáculo reunindo Nando Reis, Os Paralamas do Sucesso, Paula Toller, Pitty e Marjorie Estiano, a NIVEA reafirmou o compromisso de revitalizar o rico legado da música produzida no Brasil.

Serviço
Nivea Viva FORTALEZA
Atrações: Jorge Ben Jor, Skank e Céu
07 de maio (domingo), às 17h
Aterro da Praia de Iracema
Avenida Historiador Raimundo Girão, 800 – Fortaleza – CE

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O que eu penso sobre Digital Influencers.

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing, Marketing Pessoal

14 de Abril de 2017

Nada contra os digital influencers ou influenciadores digitais. Mas a mim, essa geração de pseudo formadores de opinião não me conquistou; dentro do meio virtual, meus influenciadores têm conhecimento, e não apenas opinião.
A origem da internet veio com a proposta de globalizar o conhecimento. Através dela, o “mundo” se tornou acessível a todos, e antes que a rede pudesse se consolidar como uma excelente ferramenta de uso pessoal e/ou profissional, nós (como quase sempre) a estragamos.
Quem na internet navega procurando informação, acaba naufragando ainda mais desinformado diante de um mar de divergências.
Naufragamos em opiniões levianas e não embasadas de terceiros, porque enquanto temos deixado de lado a pesquisa sobre determinado assunto diante de especialistas que meritocramente são dignos de atenção, estamos seguindo a opinião de alguém catapultado pelo destino a ser um olimpiano no meio de um publico cada vez mais fácil de ser conquistado.
O resultado disso é preocupante; digital influencers vendem opinião, em troca de audiência mensurada por views, curtidas e compartilhamentos; na prática, é uma relação de ganho unilateral, onde a geração de seguidores entrega cada segundo da sua admiração, mas recebe em troca um conteúdo tão útil quanto cinzeiro em moto.
Cada um de nós precisa fazer uma auto critica, e avaliar se nessa trajetória da vida, seremos nós seguidores de compradores de curtidas, ou engenheiros de nossas opiniões, de forma errada e errante, mas escrevendo capítulos autorais de nossas próprias decisões. O nome disso é personalidade,  de não perder tempo com futilidades, e direcionar foco para aquilo que realmente te faz melhor.
Eu não curto muito conteúdo de digital influencer, mas sigo até o fim quem faz por merecer cada segundo da minha audiência; àqueles que compartilham comigo seus conhecimentos e a capacidade de me fazer verdadeiramente aprender, e ser por causa da internet, uma pessoa melhor.
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O que eu penso sobre Digital Influencers.

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing, Marketing Pessoal

14 de Abril de 2017

Nada contra os digital influencers ou influenciadores digitais. Mas a mim, essa geração de pseudo formadores de opinião não me conquistou; dentro do meio virtual, meus influenciadores têm conhecimento, e não apenas opinião.
A origem da internet veio com a proposta de globalizar o conhecimento. Através dela, o “mundo” se tornou acessível a todos, e antes que a rede pudesse se consolidar como uma excelente ferramenta de uso pessoal e/ou profissional, nós (como quase sempre) a estragamos.
Quem na internet navega procurando informação, acaba naufragando ainda mais desinformado diante de um mar de divergências.
Naufragamos em opiniões levianas e não embasadas de terceiros, porque enquanto temos deixado de lado a pesquisa sobre determinado assunto diante de especialistas que meritocramente são dignos de atenção, estamos seguindo a opinião de alguém catapultado pelo destino a ser um olimpiano no meio de um publico cada vez mais fácil de ser conquistado.
O resultado disso é preocupante; digital influencers vendem opinião, em troca de audiência mensurada por views, curtidas e compartilhamentos; na prática, é uma relação de ganho unilateral, onde a geração de seguidores entrega cada segundo da sua admiração, mas recebe em troca um conteúdo tão útil quanto cinzeiro em moto.
Cada um de nós precisa fazer uma auto critica, e avaliar se nessa trajetória da vida, seremos nós seguidores de compradores de curtidas, ou engenheiros de nossas opiniões, de forma errada e errante, mas escrevendo capítulos autorais de nossas próprias decisões. O nome disso é personalidade,  de não perder tempo com futilidades, e direcionar foco para aquilo que realmente te faz melhor.
Eu não curto muito conteúdo de digital influencer, mas sigo até o fim quem faz por merecer cada segundo da minha audiência; àqueles que compartilham comigo seus conhecimentos e a capacidade de me fazer verdadeiramente aprender, e ser por causa da internet, uma pessoa melhor.