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Auto Blog Ceará

por Sílvio Mauro

Test-drive

Argo Trekking: boa relação custo-benefício

Por silviomauro em Test-drive

03 de setembro de 2019

 

Quarto hatch pequeno mais vendido e sétimo no ranking nacional de automóveis líderes do mercado nacional, o Argo já provou ser um substituto que a primeira versão do Palio merecia. É um carro bonito, de design moderno e linhas bem mais arrojadas que as do extinto Novo Palio. E provou ter, também, a mesma versatilidade do Palio Antigo, que tinha várias versões – e todas bem legais de ver e andar.

São nada menos que sete opções e preços (veja no fim da matéria) e uma delas é a Trekking, lançada esse ano, que tivemos a oportunidade de guiar. Com preço a partir de R$ 59.990,00, ela é exatamente a intermediária entre todas as versões e traz, para os motoristas que enfrentam as difíceis ruas de Fortaleza, um alento no desafio de enfrentar buracos, desníveis e demais problemas cotidianos de infra-estrutura.

Em relação às demais versões, a Trekking é 4 cm mais alta e tem pneus e suspensão com leves diferenças. Não é, obviamente, um carro para trilhas, como também não são seus concorrentes mais importantes (Onix Active, Ka Freestyle, HB20X e Sandero Stepway). Mas é fato que a altura ligeiramente maior, além de ajudar a superar os buracos, dá um sensação mais agradável para a posição do motorista.

Falando na concorrência, um ponto a favor do Argo é seu preço. A versão que guiamos incluía os dois únicos opcionais da Trekking, que são rodas de liga leve de 15 polegadas e câmera de ré. Com isso, o valor final (sem pintura metálica) ficou em R$ 62.350,00. Mas retirando esses dois itens, o Argo Trekking é mais barato que todos os concorrrentes – só perde para o Ka Freestyle 1.0, mas o Argo tem motor 1.3 com 20 cavalos de potência a mais. Quando se usa o Freestyle 1.5 como referência o preço do modelo da Ford sobe para R$ 68.390,00 – quase R$ 10 mil a mais que o Argo Trekking.

O conjunto motor-câmbio-suspensão-direção do modelo segue o padrão Argo: mostra que é resultado de um projeto moderno e traz resultados bem agradáveis. O torque é bom e não foram raras as vezes em que ele cantou pneu até na segunda marcha. A suspensão não é dura e, ao mesmo tempo, não compromete a estabilidade. O consumo ficou em torno de 8 km por litro dentro da cidade – bem próximo do padrão divulgado pela Fiat, que é de 12,1 km/l para gasolina e 8,5 km/l para o etanol.

A direção elétrica é levíssima. O câmbio tem relações boas nas marchas, mas vale registrar que uma transmissão automática deixaria o conjunto simplesmente perfeito. O Argo Trekking é um dos carros que faz a gente sonhar com o dia em que chegaremos ao estágio de evolução no qual a transmissão manual será apenas um opcional exótico que algum motorista mais saudoso vá escolher. Em tempos de tanta automatização, passar as marchas em um carro é tarefa cada vez mais sem sentido.

Em relação ao visual, a Fiat destaca que o Argo Trekking é a única versão aventureira do segmento com teto bicolor. Outra diferença que notamos é que ele também é o único com capô adesivado. Também há adesivos nas laterais. De resto, ele vem a moldura preta na caixa de rodas, uma característica comum a todos os modelos “aventureiros” do mercado. O resultado geral é bem agradável aos olhos.

Considerando que a maioria dos concorrentes do Argo tem a versão “aventureira” mais perto do top de linha, a Trekking apresenta boa relação custo benefício, por ser bonita, bem equipada e mais barata. Para os (muitos) consumidores que sonham com um SUV mas não têm condições de encarar um por causa do preço e acabam indo para os “aventureiros”, o modelo da Fiat merece ser considerado como uma opção.

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Argo – Trekking – Principais tens de série

Alertas de limite de velocidade e manutenção programada
Ar condicionado
Banco do motorista com regulagem de altura
Barras longitudinais no teto
Caracterização Trekking (Adesivos no capô, laterais e tampa traseira; faixa do parachoque e logos FIAT em preto)
Central multimídia com tela de 7″ touchscreen, Apple CarPlay e Android Auto, navegação GPS, comandos de voz, Bluetooth, MP3, rádio, entrada aux e porta USB
Computador de bordo (distância, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso)
Direção elétrica progressiva
Faróis de neblina
Iluminação do porta-malas
Quadro de instrumentos 3,5″ multifuncional com relógio digital, calendário e informações do veículo em TFT personalizável
Retrovisores externos elétricos com sistema Tilt Down + setas de direção integradas
Sensor de estacionamento traseiro
Sistema de monitoramento de pressão dos pneus
Vidros elétricos dianteiros com one touch
Vidros elétricos traseiros com one touch e antiesmagamento
Volante com comandos de rádio e telefone

Ficha técnica

Motor
Cilindrada total: 1.332 cm³
Taxa de compressão: 13,2:1
Potência máxima: 101 cv a 6.000 rpm (gasolina)/ 109 cv a 6.250 rpm (etanol)
Torque máximo: 13,7 kgfm (gasolina)/ 14,2 kgfm (etanol) a 3.500 rpm
Freios
Dianteiro: A disco
Traseiro: A tambor
Direção
Elétrica
Rodas
6” x 15”
Pneus
205/60 R15”
Medidas
Peso: 1.130 kg
Capacidade de carga: 400 kg
Comprimento: 3.998 mm
Largura: 1.724 mm
Altura: 1.568 mm
Distância entre eixos: 2.521 mm
Vão livre: 210 mm
Altura mínima do solo: 187 mm
Ângulo de ataque: 21°
Ângulo de saída: 31,1°
Ângulo de rampa: 20°
Volume do porta-malas: 300 litros
Tanque de combustível: 48 litros
Desempenho
Velocidade máxima: 169 km/h (gasolina)/ 173 km/h (etanol)
0 a 100 km/h: 11,6 s (gasolina)/ 10,8 s (etanol)
Consumo
Ciclo urbano: 12,1 km/l (gasolina)/ 8,5 km/l (etanol)
Ciclo estrada: 13,5 km/l (gasolina)/ 9,6 km/l (etanol)

Versões do Argo (preços listados no site da Fiat)

1.0
A partir de R$ 49.590,00

Drive 1.0
A partir de R$ 53.590,00

Drive 1.3
A partir de R$ 54.590,00

Trekking 1.3
A partir de R$ 59.990,00

Drive 1.3 GSR
A partir de R$ 62.790,00

Precision 1.8 automático
A partir de R$ 63.990,00

HGT 1.8 automático
A partir de R$ 69.990,00

 

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Golf: exemplo bem sucedido de tecnologias autônomas

Por silviomauro em Test-drive

20 de dezembro de 2018

Já ouviu falar em carros que andam sozinhos? Em tempos de tantos debates e notícias sobre as tecnologias de veículos autônomos, é muito interessante quando se tem, no Brasil, país no qual as novidades da indústria automotiva demoram a chegar, oportunidade de conhecer algumas prévias do que o futuro nos reserva na área de carros que irão dirigir por nós. O Volkswagen Golf, hatch médio que tivemos oportunidade de guiar por alguns dias em Fortaleza, é um exemplo de modelo que está, a um preço, digamos, relativamente acessível para parte do público consumidor, trazendo mais para perto de nós esse universo.

Isso porque o veículo é equipado com um recurso que foi o que mais chamou a atenção em todo o test-drive. Ele se chama “piloto automático adaptativo” (a sigla é ACC, de Automatic Cruise Control) e sua tecnologia usa um radar para acompanhar a velocidade dos carros ao redor. O motorista escolhe uma velocidade limite e o Golf vai seguindo o trânsito. Se os outros reduzem, ele faz o mesmo. Se aceleram, sua velocidade também aumenta. E se o veículo da frente para completamente, o modelo da Volkswagen para e manda o motorista apertar o freio para encerrar a operação.

O ACC não é uma novidade no Golf, está presente como opcional de algumas versões desde 2016. Mas a sensação de experimentar o recurso no dia-a-dia, vendo como ele pode facilitar a vida nos cansativos percursos do trânsito de Fortaleza, foi um alento e tanto. Na BR 116, via que tem trânsito expresso (sem semáforos), foram cerca de 5 km andando com o Golf sem a necessidade de apertar qualquer pedal.

O recurso se torna mais interessante pelo fato do Golf ser o único, entre os três hatchs médios mais vendidos do mercado, a oferecê-lo. No ranking de emplacamentos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) que pesquisamos, o carro da Volkswagen está em terceiro, ficando atrás do Chevrolet Cruze e do Ford Focus. E destes dois, apenas o Focus tem um tecnologia que se aproxima, mas não é tão evoluída quanto a do Golf: chama-se Active City Stop e faz apenas a frenagem do veículo em caso de detecção do perigo de uma batida.

A versão guiada foi a Highline 1.4 TSI equipada com os opcionais “Rodas de liga leve aro 17”, “Teto solar elétrico” e “Pacote Premium”. É neste último que vem o ACC. O pacote também inclui recursos como “Park Assist” (assistente de estacionamento automático) e “Detector de fadiga”. Com todos os opcionais citados mais pintura metálica, o valor do carro (obtido no montador virtual do site da Volkswagen) é R$ 131.090,00.

Este conjunto de tecnologias que tornam o Golf mais autônomo, aliados ao câmbio automático de seis velocidades, à direção elétrica levíssima e ao sistema Start&Stop, que desliga o motor quando o carro para no trânsito para economizar energia, deixa a tarefa de dirigir bem mais leve. Na loucura do trânsito da cidade, acreditem, isso faz enorme diferença. E leva o motorista sonhar com o dia em que ele irá no banco de trás, de preferência dormindo, enquanto o carro o transporta para seu destino.

Vale ressaltar, no entanto, que mesmo que um dia o Golf consiga ficar completamente autônomo, é bom que a Volkswagen deixe sempre disponível a opção de dirigi-lo. O motor 1.4 TSI é diversão na certa. Com um ronco discreto, mas agradavelmente perceptível, ele traz a potência e o torque na medida certa, deixando o carro extremamente leve e com o comportamento de um pequeno foguete ao menor toque mais empolgado no acelerador. Isso garante a esportividade que os amantes do automobilismo (como é o nosso caso) possam se deleitar.

Este motor, aliás, é representativo de outra tendência da indústria automobilística, além da autonomia veicular que já citamos: a combinação de muita potência e torque (150 cv a 4.500 rpm e 25,5 kgfm a apenas 1.500 rpm) com o recurso do turbo, que otimiza o processo de combustão, e a baixa cilindrada. Toda essa combinação resulta em um carro que precisa de pouco toque no acelerador para responder bem e, por isso, economiza combustível. No nosso caso,  foram quase 10 dias rodando com o carro e o tanque, de 51 litros, não chegou nem a 1/4 .

Um detalhe adicional sobre o comportamento do motor é o silêncio com que ele trabalho e a quase total ausência de qualquer vibração. Isso, inclusive, levou a um fato curioso. O Golf que guiamos, como já foi dito, era equipado com o Start&Stop, que desliga o carro automaticamente quando ele não está em movimento. Como o motor é extremamente silencioso, não era possível identificar, quando chegávamos em alguma garagem, se ele estava desligado ou não. Era preciso sempre olhar o conta-giros no painel para saber se ele estava indicando algum funcionamento e se era preciso acionar o botão de desligamento.

O Golf está inserido em um segmento que não vende muito, considerando os números globais do mercado brasileiro. Mas é, sem dúvida, um ícone da Volkswagen por várias de suas características, como esportividade, conforto, luxo, estabilidade e robustez. Tanto que a Volkswagen, quando lançou o Polo, fez questão de dizer que ele era uma espécie de “mini Golf” apelando para o imaginário dos consumidores que sonham com um Golf, mas não podem compra-lo. Vamos torcer, então, para que os recursos de condução autônoma deste maravilhoso modelo cheguem o quanto antes não só para o Polo mas para outros veículos de preço mais acessível da montadora.   

 

Golf

Ficha técnica – Golf Highline 1.4 TSI

Motor
Cilindrada 1.395 cm³
Potência 150 cv (G) / 150cv (E) – 4.500 rpm
Torque 25,5 kgfm (G) / 25,5 (E) – 1.500 rpm
Freios
Dianteiros Disco ventilado
Traseiros Disco
Principais dimensões
Comprimento (mm) 4.255
Distância entre eixos (mm) 2.638
Largura (mm) 1.799
Altura mm 1.468
Peso em ordem de marcha (kg) 1.279
Carga útil máxima (kg) 551
Capacidade do porta-malas (l) 313
Direção
Tipo Elétrica
Transmissão
Automática de 6 velocidades
Rodas e pneus
Rodas 6,5Jx16 / 7,0Jx17
Pneus 205/55 R16 / 225/45 R17

Preço (montado no site da Volkswagen)
R$ 121.190,00

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Golf: exemplo bem sucedido de tecnologias autônomas

Por silviomauro em Test-drive

20 de dezembro de 2018

Já ouviu falar em carros que andam sozinhos? Em tempos de tantos debates e notícias sobre as tecnologias de veículos autônomos, é muito interessante quando se tem, no Brasil, país no qual as novidades da indústria automotiva demoram a chegar, oportunidade de conhecer algumas prévias do que o futuro nos reserva na área de carros que irão dirigir por nós. O Volkswagen Golf, hatch médio que tivemos oportunidade de guiar por alguns dias em Fortaleza, é um exemplo de modelo que está, a um preço, digamos, relativamente acessível para parte do público consumidor, trazendo mais para perto de nós esse universo.

Isso porque o veículo é equipado com um recurso que foi o que mais chamou a atenção em todo o test-drive. Ele se chama “piloto automático adaptativo” (a sigla é ACC, de Automatic Cruise Control) e sua tecnologia usa um radar para acompanhar a velocidade dos carros ao redor. O motorista escolhe uma velocidade limite e o Golf vai seguindo o trânsito. Se os outros reduzem, ele faz o mesmo. Se aceleram, sua velocidade também aumenta. E se o veículo da frente para completamente, o modelo da Volkswagen para e manda o motorista apertar o freio para encerrar a operação.

O ACC não é uma novidade no Golf, está presente como opcional de algumas versões desde 2016. Mas a sensação de experimentar o recurso no dia-a-dia, vendo como ele pode facilitar a vida nos cansativos percursos do trânsito de Fortaleza, foi um alento e tanto. Na BR 116, via que tem trânsito expresso (sem semáforos), foram cerca de 5 km andando com o Golf sem a necessidade de apertar qualquer pedal.

O recurso se torna mais interessante pelo fato do Golf ser o único, entre os três hatchs médios mais vendidos do mercado, a oferecê-lo. No ranking de emplacamentos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) que pesquisamos, o carro da Volkswagen está em terceiro, ficando atrás do Chevrolet Cruze e do Ford Focus. E destes dois, apenas o Focus tem um tecnologia que se aproxima, mas não é tão evoluída quanto a do Golf: chama-se Active City Stop e faz apenas a frenagem do veículo em caso de detecção do perigo de uma batida.

A versão guiada foi a Highline 1.4 TSI equipada com os opcionais “Rodas de liga leve aro 17”, “Teto solar elétrico” e “Pacote Premium”. É neste último que vem o ACC. O pacote também inclui recursos como “Park Assist” (assistente de estacionamento automático) e “Detector de fadiga”. Com todos os opcionais citados mais pintura metálica, o valor do carro (obtido no montador virtual do site da Volkswagen) é R$ 131.090,00.

Este conjunto de tecnologias que tornam o Golf mais autônomo, aliados ao câmbio automático de seis velocidades, à direção elétrica levíssima e ao sistema Start&Stop, que desliga o motor quando o carro para no trânsito para economizar energia, deixa a tarefa de dirigir bem mais leve. Na loucura do trânsito da cidade, acreditem, isso faz enorme diferença. E leva o motorista sonhar com o dia em que ele irá no banco de trás, de preferência dormindo, enquanto o carro o transporta para seu destino.

Vale ressaltar, no entanto, que mesmo que um dia o Golf consiga ficar completamente autônomo, é bom que a Volkswagen deixe sempre disponível a opção de dirigi-lo. O motor 1.4 TSI é diversão na certa. Com um ronco discreto, mas agradavelmente perceptível, ele traz a potência e o torque na medida certa, deixando o carro extremamente leve e com o comportamento de um pequeno foguete ao menor toque mais empolgado no acelerador. Isso garante a esportividade que os amantes do automobilismo (como é o nosso caso) possam se deleitar.

Este motor, aliás, é representativo de outra tendência da indústria automobilística, além da autonomia veicular que já citamos: a combinação de muita potência e torque (150 cv a 4.500 rpm e 25,5 kgfm a apenas 1.500 rpm) com o recurso do turbo, que otimiza o processo de combustão, e a baixa cilindrada. Toda essa combinação resulta em um carro que precisa de pouco toque no acelerador para responder bem e, por isso, economiza combustível. No nosso caso,  foram quase 10 dias rodando com o carro e o tanque, de 51 litros, não chegou nem a 1/4 .

Um detalhe adicional sobre o comportamento do motor é o silêncio com que ele trabalho e a quase total ausência de qualquer vibração. Isso, inclusive, levou a um fato curioso. O Golf que guiamos, como já foi dito, era equipado com o Start&Stop, que desliga o carro automaticamente quando ele não está em movimento. Como o motor é extremamente silencioso, não era possível identificar, quando chegávamos em alguma garagem, se ele estava desligado ou não. Era preciso sempre olhar o conta-giros no painel para saber se ele estava indicando algum funcionamento e se era preciso acionar o botão de desligamento.

O Golf está inserido em um segmento que não vende muito, considerando os números globais do mercado brasileiro. Mas é, sem dúvida, um ícone da Volkswagen por várias de suas características, como esportividade, conforto, luxo, estabilidade e robustez. Tanto que a Volkswagen, quando lançou o Polo, fez questão de dizer que ele era uma espécie de “mini Golf” apelando para o imaginário dos consumidores que sonham com um Golf, mas não podem compra-lo. Vamos torcer, então, para que os recursos de condução autônoma deste maravilhoso modelo cheguem o quanto antes não só para o Polo mas para outros veículos de preço mais acessível da montadora.   

 

Golf

Ficha técnica – Golf Highline 1.4 TSI

Motor
Cilindrada 1.395 cm³
Potência 150 cv (G) / 150cv (E) – 4.500 rpm
Torque 25,5 kgfm (G) / 25,5 (E) – 1.500 rpm
Freios
Dianteiros Disco ventilado
Traseiros Disco
Principais dimensões
Comprimento (mm) 4.255
Distância entre eixos (mm) 2.638
Largura (mm) 1.799
Altura mm 1.468
Peso em ordem de marcha (kg) 1.279
Carga útil máxima (kg) 551
Capacidade do porta-malas (l) 313
Direção
Tipo Elétrica
Transmissão
Automática de 6 velocidades
Rodas e pneus
Rodas 6,5Jx16 / 7,0Jx17
Pneus 205/55 R16 / 225/45 R17

Preço (montado no site da Volkswagen)
R$ 121.190,00