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Auto Blog Ceará

por Sílvio Mauro

Volkswagen lança ID.3, primeiro elétrico de uma família que pretende popularizar este tipo de veículo

Por silviomauro em Lançamento

10 de setembro de 2019

 

Com tração traseira e autonomia de até 420 km, foi lançado para o mercado europeu o ID.3, veículo elétrico da Volkswagen que, segundo a montadora, é o primeiro de uma família de automóveis “para as massas”. Os modelos serão baseados na nova plataforma MEB, otimizada em torno da bateria para alcançar máxima autonomia mantendo os custos no mínimo possível.

Todos os modelos ID.3 1ST trazem uma versão de bateria mais popular, que disponibiliza um conteúdo de energia útil de 58 kWh. A versão de produção em série também oferecerá mais tarde uma opção menor de bateria, com conteúdo energético de 45 kWh e autonomia de até 330 quilômetros, assim como uma bateria maior, com 77 kWh e autonomia máxima de 550 quilômetros. Graças à sua rápida capacidade de carga, com uma tomada de 100 kW é possível recarregar o ID.3 1ST com energia suficiente para cobrir uma distância de aproximadamente 290 quilômetros (WLTP) – uma autonomia consideravelmente maior do que era possível anteriormente no segmento dos veículos compactos.

Na Alemanha, onde está disponível no mercado a partir de 2020, o preço básico do modelo de produção em série ficará abaixo de € 30.000. O Grupo Volkswagen pretende produzir mais de dez milhões de veículos elétricos ao longo dos próximos dez anos. Mais de 20 modelos estão planejados.

A propulsão elétrica do ID.3 consiste primariamente no motor síncrono com imã permanente, incluindo a eletrônica de potência e a caixa de transmissão, que foram integrados no eixo traseiro. Uma bateria plana de alta voltagem foi acomodada na parte inferior da carroceria para economizar espaço, assim como unidades auxiliares, como o compressor do ar-condicionado ou a cremalheira da direção, que foram integrados à dianteira do veículo.

A posição da bateria na parte inferior da carroceria exerce um efeito positivo para as características neutras de dirigibilidade, já que torna o centro de gravidade do ID.3 muito baixo, como nos carros de corrida. O ID.3 também se caracteriza pela distribuição de pesos ideal entre os eixos dianteiro e traseiro.

A Volkswagen WeCharge oferece aos compradores a opção de carregar seus veículos ID.3 1ST gratuitamente por um ano, desde o primeiro dia de registro do carro, até um máximo de 2.000 kWh. Isto se aplica a todas as estações de carga ligadas ao WeCharge, incluindo a rede Ionity, que soma mais de 100 mil pontos de carga em toda a Europa.

De forma geral, o ID.3 tem aproximadamente o mesmo comprimento de um Golf. Traduzindo em números, isso significa que o modelo com quatro portas tem 4.261 mm de comprimento, 1.809 mm de largura e 1.552 mm de altura, com 2.765 mm de distância entre os eixos. Segundo a norma DIN, seu peso líquido mínimo é 1.719 quilogramas e a capacidade máxima de carga fica entre 416 e 541 kg, dependendo do equipamento do veículo. Os cinco assentos do ID.3 1ST são complementados por um porta-malas com 385 litros de volume, localizado atrás da segunda fileira de bancos.

Além do mostrador no cockpit, uma nova tela de toque com dez polegadas posicionada centralmente disponibiliza ao motorista todas as informações mais importantes. O sistema ID. Light auxilia o motorista durante a navegação com uma faixa de LED e pode, por exemplo, avisar para que freie em caso de qualquer perigo. Um Sistema head-up display (opcional) também projeta todas as informações importantes diretamente no para-brisa.

Essa informação é posicionada visualmente como se estivesse entre três e dez metros à frente do veículo. Todos os controles, incluindo os localizados no volante multifuncional com ajuste elétrico, são operados através de funções de toque, através de botões sensíveis ao toque. Apenas os vidros elétricos e as luzes de alerta continuam a ser acionados por interruptores táteis. Tudo isso é suplementado por um controle vocal natural inteligente. O motorista ou os passageiros da frente podem conversar com o ID.3 simplesmente dizendo “alô, ID.”. O ID. Light indica visualmente a quem o ID.3 está respondendo no momento. Graças ao App-Connect, também é possível conectar o ID.3 a um smartphone em questão de segundos.

As funções de assistência são auxiliadas por uma câmara multifuncional instalada no para-brisa, que também pode identificar placas de trânsito. As funções de conforto e segurança do ID.3 incluem o Front Assist com Sistema de Frenagem de Emergência e Monitoramento de Pedestres, frenagem pós-colisão e sistema de manutenção de faixa Lane Assist, Assistente de Estacionamento incluindo sistema de câmera traseira e sistema de acesso sem necessidade de chave (Kessy Advanced) com maçanetas das portas iluminadas.

Graças ao sistema Park Distance Control (Controle de Distância no Estacionamento) com frenagem em manobras, o sistema evita em grande parte problemas ao estacionar. A função pode evitar colisões iminentes ou diminuir a gravidade das colisões ao efetuar uma frenagem de emergência ao manobrar no último momento possível. O sistema freia o veículo até a parada total – ao dar ré, numa faixa entre 1,5 km/h e 10 km/h e, andando para a frente, em velocidades entre 2,5 km/h e 10 km/h.

O sistema multimídia do ID.3 traz um sistema de navegação que pode ser atualizado. A função de conveniência de telefonia também inclui a recarga de smartphones por indução. O sistema de som pode ser incrementado por um pacote Beats, que oferece uma atmosfera sonora de um concerto ao vivo, utilizando oito alto-falantes e um subwoofer.

O ID.3 1ST é movimentado por um motor elétrico no eixo traseiro. Ele gera 150 kW e disponibiliza um torque máximo de 310 Nm. A bateria pode ser recarregada com uma saída máxima de carga de 11 kW (em corrente alternada) e 100 kW (corrente contínua). Com corrente contínua (CC), é possível recarregar o suficiente para cobrir uma distância de 290 quilômetros em 30 minutos.

A versão básica inclui um sistema de navegação, um rádio digital DAB+, aquecimento dos bancos e do volante, apoios de braços na dianteira, um cabo de carga Mode 2 e rodas de liga leve de 18 polegadas – comparável com o equipamento Comfort no segmento de veículos compactos.

O ID.3 1ST Plus traz adicionalmente um sistema de câmera de ré, Controlador de Velocidade de Cruzeiro Adaptativo e o sistema Kessy Advanced de acesso e partida sem chave. O interior do ID.3 1ST Plus também inclui bancos especiais, um console central (incluindo duas conexões USB-C na traseira que podem ser fechadas com uma tampa tipo persiana e incluem iluminação), assim como iluminação ambiente. No exterior, janelas escurecidas, o pacote externo Style em prata, faróis de matriz de LED, lanternas laterais, luzes de freio, indicadores de direção e conjuntos de lanternas traseiras de matriz de LED, assim como rodas de liga leve de 19 polegadas também são parte do conjunto de equipamento.

A versão topo de linha, o ID.3 1ST Max, também inclui o display head-up com realidade aumentada, o sistema de som Beats, um grande teto de vidro panorâmico deslizante inclinável para ressaltar a sensação de espaço e rodas de liga leve de 20 polegadas. O equipamento é complementado por um sistema de manutenção de faixa com Emergency Assist (assistente de emergência), telefonia conforto incluindo carga de bateria sem contato com alta voltagem, bancos conforto, assoalho do porta-malas nivelado e grandes rodas de liga leve com 20 polegadas.

Três tamanhos de bateria no lançamento da produção em série. No lançamento da produção em série, o ID.3 será oferecido com três tamanhos de baterias. O modelo ID.3 1ST edição especial é baseado na versão de bateria de médio alcance.
Ele será complementado mais adiante por uma versão básica. Sua bateria entrega um conteúdo energético útil de 45 kWh e permite uma autonomia elétrica de até 330 quilômetros (norma WLTP). A bateria pode ser recarregada com uma saída máxima de carga de 7,2 kW (em corrente alternada) e 50 kW (corrente contínua). Carga com 100 kW CC também é oferecida como opcional. O modelo básico do veículo também atinge 160 km/h de velocidade máxima.
O conteúdo útil da maior versão de bateria é 77 kWh e a autonomia com eletricidade é de até 550 km (WLTP). A bateria pode ser carregada numa fonte de corrente alternada (CA) com saída máxima de 11 kW e com até 125 kW numa fonte de energia com corrente contínua (CC).

A autonomia real em aplicações práticas varia em função de fatores como estilo de condução, velocidade, uso de equipamentos de conveniência e auxiliares, temperatura externa, número de ocupantes, peso levado no veículo e a topografia. Dependendo do perfil de uso, 80 por cento dos motoristas serão capazes de cobrir entre 230 e 330 quilômetros com a menor versão de bateria (45 kWh líquidos), entre 300 e 420 quilômetros com a versão de bateria de médio alcance (58 kWh líquidos) e entre 390 e 550 quilômetros com a bateria maior (77 kWh líquidos) sem precisar de recarga. O limite de alcance inferior, consequentemente, também cobre viagens em velocidades de estrada moderadas e viagens no inverno em baixa temperatura ambiente.

Galeria de fotos – ID.3

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Você sabia que os insetos são um perigo para os carros autônomos?

Por silviomauro em Curiosidades

09 de setembro de 2019

 

Ainda está em fase de implantação e testes, a tecnologia dos carros autônomos é um tema que traz questões curiosas. Você sabia que um dos desafios da indústria automotiva é proteger os sensores, que permitem que os veículos “vejam”, “ouçam” e “sintam” o ambiente, do perigo do contato com insetos? De acordo com a Ford, enquanto para os motoristas isso não representa nenhuma preocupação, para os carros autônomos pode ser um problema sério se atrapalhar o funcionamento das câmeras, radares e sensores usados na navegação.

A empresa anunciou o desenvolvimento de soluções de proteção e limpeza dos componentes envolvidos na condução. “Os sensores dos carros autônomos trabalham constantemente para oferecer a melhor imagem possível do mundo e um inseto pode afetar seriamente essa capacidade”, diz Venky Krishnan, supervisor do Núcleo de Sistemas de Veículos Autônomos da Ford nos Estados Unidos.

Nos últimos anos, a Ford realizou pesquisas para garantir que os veículos autônomos sejam capazes de “ver” o mundo ao redor em diferentes cenários. Os testes incluíram desde pulverizar sujeira e poeira nos sensores e jatos de água para simular chuva até a criação de excremento sintético de aves para estudar seu efeito nas lentes. Foi construído, inclusive, um “lançador de insetos” para fotografar o seu impacto nos sensores em alta velocidade e desenvolver estratégias de limpeza.

Para levantar os tipos mais comuns de insetos que fazem contato com os veículos e com que frequência isso acontece, o estudo contou com a consultoria do zoólogo Mark Hostetler, autor do livro “A natureza das cidades”. “A pesquisa gerou um questionamento no nosso time: não seria mais fácil evitar que os insetos atinjam os sensores?”, conta Venky Krishnan. “Foi então que decidimos tirar o máximo proveito da ‘tiara’, uma estrutura instalada no teto dos nossos carros autônomos para suportar câmeras, sensor e radar que ajudam o carro a ‘ver’ onde está indo.”

Patentes para carros autônomos

Como resultado, a Ford já registrou cerca de 50 patentes de sistemas estruturais e de limpeza de carros autônomos. A tiara tornou-se também a primeira linha de defesa dos sensores, com ranhuras que criam uma cortina de ar para desviar os insetos das lentes.

“Esse método mostrou-se muito eficiente, desviando a maioria dos insetos dos sensores, diz Krishnan. “Mas ainda não era uma solução perfeita. Em algumas situações os insetos atravessavam a cortina de ar e era preciso um meio de limpar os sensores.”

A solução foi desenvolver um sistema de limpeza com bicos que borrifam fluido para lavar cada lente. Usando algoritmos avançados, o veículo autônomo consegue identificar quando um sensor está sujo e limpa cada lente individualmente sem desperdiçar fluido. Depois da lavagem, um sopro de ar seca a lente rapidamente.

Esse sistema equipa a terceira geração de veículos autônomos de teste da Ford, que hoje roda nas ruas de Detroit, Pittsburgh, Miami e Washington, nos Estados Unidos, em diferentes ambientes.

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Carro reserva ou Uber: seguradora dá as duas opções para quem fica sem carro por batida ou roubo

Por silviomauro em Serviço

04 de setembro de 2019

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A Porto Seguro Auto lançou uma opção adicional para seus clientes, quando ficarem sem carro. Ao invés de um carro reserva, os segurados podem optar por créditos para usar taxi ou Uber. Quando acontecer um imprevisto com o carro, como colisão, roubo ou furto, o segurado agora tem a possibilidade de optar entre receber um desconto na franquia, retirar um carro reserva ou receber créditos nos aplicativos Vá de Táxi ou Uber.

Segundo Jaime Soares, diretor do Porto Seguro Auto, o benefício de créditos para viagens em aplicativos de transporte atende aos novos perfis de pessoas que preferem utilizar esse serviço. “Hoje, há uma necessidade tecnológica crescente que faz com que os consumidores, sempre conectados, busquem por opções de atendimentos. Nesta busca, os aplicativos de transporte se tornam cada vez mais populares no Brasil e, por isso, o Porto Seguro Auto passa a oferecer opções para facilitar o deslocamento dos segurados”, completa.

A Vá de Táxi, que é uma alternativa à mobilidade urbana, acredita que a parceria incentiva os segurados a passarem pela experiência de utilizar o transporte por aplicativo, ainda que seja exclusivamente durante o sinistro. “A utilização do aplicativo de transporte tem o foco principal na comodidade por meio do uso da tecnologia. A opção permite a utilização do táxi de forma prática, rápida e segura, de acordo com a preferência do cliente”, afirma Tatiana Vecchi, CEO da Vá de Táxi.

“Vemos essa parceria como um reconhecimento ao Uber Vouchers, um sistema que as empresas podem usar para oferecer viagens de Uber a seus clientes de maneira personalizada. Quem já é usuário do Uber, aplicativo com mais de 22 milhões de adeptos só no Brasil, ganha agilidade para se deslocar como já está acostumado. Quem não é, tem a oportunidade de conhecer o serviço”, afirma Phil Chaves, diretor do Uber Para Empresas no Brasil.

O sistema funciona de seguinte forma: após acionar a seguradora, o usuário escolhe a opção de créditos em apps de transporte e eles ficam disponíveis por até 30 dias. Esses créditos passam a estar disponíveis no aplicativo que ele selecionar (Vá de Táxi ou Uber).

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Toyota lança o novo Corolla 2020 com versão híbrida

Por silviomauro em Lançamento

04 de setembro de 2019

 

 

Chegou ao Brasil o Corolla 2020, 12ª geração do veículo. Traz como principal novidade uma versão top de linha híbrida que será produzida por aqui, o que é uma boa notícia para o mercado nacional, porque talvez faça outras montadoras implantarem essa mudança.

Disponível exclusivamente na versão sedã, o novo Corolla conta com duas opções de motores: 2.0L Dynamic Force flex com transmissão Direct Shift de 10 marchas e injeção direta, e o sistema híbrido que combina três motores, dois elétricos e um a combustão flexfuel. O modelo chega às concessionárias no próximo dia 12 de setembro com preços a partir de R$ 99.990,00.

Para esse lançamento, a Toyota do Brasil investiu R$ 1 bilhão em sua unidade fabril de Indaiatuba. A partir de agora, a fábrica está apta a produzir o modelo que chega em uma nova plataforma GA-C, baseada na filosofia TNGA. Além disso, a fábrica de motores de Porto Feliz também passa a produzir o novo motor flex 2.0L Dynamic Force, a partir de um investimento de R$ 600 milhões.

A nova geração do Corolla chega ao mercado brasileiro disponível em três versões diferentes. O que vem com motor 2.0L Dynamic Force estará disponível nas versões GLi, XEi e Altis, enquanto a versão com sistema híbrido estará disponível apenas na versão topo de linha Altis.

Design externo
O desenho foi completamente renovado, com um centro de gravidade mais baixo (-10mm). Agora, as laterais dos para-choques dianteiro e traseiro se sobressaem. Na frente, laterais do para-choque de forma trapezoidal circundam a grade frontal inferior. A grade dianteira superior é conectada aos faróis de desenho longo e angular, que, por sua vez, alongam-se até as laterais do veículo. Complementam o design uma grande grade na cor preta e os faróis de neblina de LED disponíveis nas versões XEi e Altis. A versão Altis híbrida conta com logomarca Toyota com acabamento na cor azul, enquanto o pacote Premium para essa versão oferece grade na cor black piano.

Os novos faróis dianteiros com regulagem de altura e sistema automático de iluminação são de halogênio nas versões GLi e XEi em formato de três “J”, complementados pelas luzes diurnas DRL em LED colocadas abaixo da linha cromada que percorre toda a frente do veículo. Para a versão Altis, os faróis Bi-LED possuem desenho em formato de dois “J” com DRL que acompanha o mesmo design. A versão híbrida ainda possui acabamento na cor azul. A parte detrás do capô do motor teve sua altura reduzida em 35 mm, enquanto a superfície do porta-malas abaixou em 20 mm.

Com relação às lanternas traseiras, enquanto a versão Altis (híbrida e 2.0L Dynamic Force) possui lanternas inteiras em LED, o conjunto nas versões GLi e XEi é de halogênio, com luz de freio, de ré e de neblina em LED.

Todas as versões possuem rodas de liga leve, sendo que na GLi é de 16” com acabamento na cor prata com pneus 205/55 R16, enquanto a XEi e Altis híbrida são de 17” com acabamento na cor prata. A versão Altis 2.0L Dynamic Force conta com acabamento na cor preto brilhante com pneus 225/45 R17 (opcional para a versão Altis híbrida no pacote Premium).

Uma das novidades do Corolla 2020 é o teto solar elétrico com função antiesmagamento, disponível de série para a versão Altis 2.0L Dynamic Force ou como opcional no pacote Premium para a versão Altis híbrida.

Com relação às dimensões gerais, o modelo possui 4.630 mm de comprimento (+10 mm em relação à geração anterior), 1.780 mm de largura (+5 mm) e 1.455 mm de altura (-20 mm), enquanto a distância entre eixos se manteve a mesma, ou seja, 2.700 mm, e o volume do porta-malas também, de 470 litros. Já o tanque de combustível comporta 50 litros nas versões a combustão e 43 litros na versão híbrida.

Design interno
O volante de três raios com controles de áudio e computador de bordo tem acabamento em couro e possui aletas para troca de marcha (paddle shift) nas versões XEi e Altis com motor 2.0L Dynamic Force.

O painel de instrumentos nas versões com motor 2.0L Dynamic Force conta com três mostradores, um circular, no centro, onde é possível visualizar o velocímetro e o nível de combustível; um semicircular do lado esquerdo, onde o motorista exibe o conta-giros e o termômetro do motor, e uma tela de TFT de 4,2” colorida do lado direito que mostra o computador de bordo, com informações como indicador de marcha, consumo de combustível, hodômetro, autonomia, etc.

Já a versão Altis híbrida possui uma tela TFT de 7” digital e colorida, no centro do painel, exibindo o velocímetro e informações do computador de bordo. Enquanto o semicírculo do lado esquerdo possui um indicador do sistema híbrido, no lado direito é possível visualizar a informação de combustível e temperatura do motor.

Nos bancos, a versão GLi conta com partes revestidas de tecido e de couro, ambos na cor preta. Já as versões XEi e Altis híbrida contam exclusivamente com partes revestidas de couro preto, enquanto a versão Altis 2.0L Dynamic Force e Altis híbrida com pacote Premium contam com partes revestidas em couro bege e marrom.

Equipamentos
Desde a versão de entrada GLi o modelo conta com ar condicionado manual com filtro antipólen e ar quente, banco do motorista com regulagem para seis ajustes – altura, distância e inclinação – (também disponível na versão Altis híbrida), banco do passageiro dianteiro com regulagem manual para quatro ajustes (distância e inclinação), direção eletroassistida progressiva (EPS), computador de bordo com tela TFT de 4,2” de alta resolução, vidros dianteiros e traseiros com acionamento elétrico por um toque e função antiesmagamento e sistema de áudio central multimídia Toyota Play com tela sensível ao toque de 8”, rádio AM/FM, função MP3, entrada USB, Bluetooth, conexão para smartphones e tablets com Android Auto, Apple CarPlay e SDL.

No que se refere a equipamentos de segurança, o Novo Corolla é o sedã médio com mais itens, com sete airbags, freios ABS com BAS e EBD, câmera de ré com linhas de distância com projeção na central multimídia, sistema ISOFIX para fixação de cadeirinhas no banco traseiro com ancoragem de três pontos, controle de estabilidade (VSC), tração (TRC) e assistente de partida em rampa (HAC), dentre outros.

A versão XEi adiciona os seguintes itens: ar-condicionado automático, controle de velocidade de cruzeiro, modo de seleção de condução Sport, paddle shift, sistema de destravamento das portas por sensores na chave (Smart Entry), sistema de partida por botão (Start Button/Push Start), faróis de neblina dianteiros em LED e espelho retrovisor interno eletrocrômico.

Já a versão Altis 2.0L Dynamic Force adota faróis dianteiros em LED e o exclusivo pacote de segurança ativa Toyota Safety Sense, que inclui Sistema de Alerta de Mudança de Faixa (Lane Departure Alert – LDA), Controle de Velocidade de Cruzeiro Adaptativo (ACC), Farol Alto Automático (Auto High Beam – AHB), e Assistente de Pré-Colisão (Pre-Crash System – PCS) com alerta sonoro e visual e, se necessário, frenagem automática (comandos podem ser controlados também pelo volante)

Além disso, esta versão tem como item de série o pacote premium, composto por ar condicionado automático Dual Zone com sistema S-Flow, banco do motorista com regulagem elétrica para oito ajustes (altura, distância, inclinação ou altura com distância), espelhos retrovisores externos eletro-retráteis com regulagem elétrica e rebatimento automático ao fechar o veículo, teto solar elétrico, limpador do pára-brisa com sensor de chuva e faróis e lanternas traseiras em LED.

Na versão híbrida, o Altis conta com painel de instrumentos com tela TFT de 7” digital e colorida com computador de bordo e como opcional o pacote Premium descrito acima. O Corolla híbrido não conta com o paddle shift no volante.

Motores
Uma das grandes novidades na linha Corolla 2020 é seu conjunto de novos propulsores. O novo motor a combustão 2.0L Dynamic Force de quatro cilindros em linha e 16 válvulas conta com comando de válvulas variável inteligente VVT-iE que, por meio de um motor elétrico, modifica os tempos de abertura das válvulas de admissão. Ele ainda vem com um novo sistema de injeção direta e indireta de combustível D-4S que adapta a injeção às condições de direção, oferecendo mais potência e menor consumo de combustível. O novo motor 2.0L Dynamic Force é 15% mais potente e 9% mais eficiente do que o motor da geração anterior.

O Corolla 2020 com motor 2.0L Dynamic Force também tem uma transmissão Direct Shift de 10 marchas, que proporciona a suavidade de uma transmissão CVT convencional com uma sensação de aceleração direta.

O sistema híbrido da Toyota, nesta nova geração do Corolla, combina um motor a gasolina de 1.8L VVT-i 16V de ciclo Atkinson flex, com 101 cv de potência a 5.200 giros quando abastecido com etanol, e 98 cv também a 5.200 rpm, quando abastecido com gasolina, e 14,5 kgfm de torque a 3.600 rpm (abastecido com etanol ou gasolina). Esse motor funciona em conjunto com dois motores elétricos (MG1 e MG2) de 72 cv de potência e 16,6 kgfm de torque.

A bateria híbrida de níquel-hidreto metálico, responsável por alimentar o motor elétrico do Corolla, está localizada embaixo do banco traseiro, contribuindo para a redução do centro de gravidade e aprimorando a estabilidade na condução do veículo sem comprometer o espaço interno para os ocupantes.

A transmissão Hybrid Transaxle funciona através de planetária com engrenagem, praticamente eliminando perdas e atritos. Este tipo de transmissão entrega uma aceleração mais linear, que reduz ou aumenta continuamente as marchas de acordo com a demanda do motor, sem desperdiçar energia, contribuindo para a eficiência de combustível.

O novo Corolla possui sistema de freios regenerativos, que acumula a energia cinética gerada pelas frenagens e a transforma em energia elétrica, alimentando a bateria híbrida. Isso garante maior autonomia ao modelo no modo elétrico, também contribuindo para economia de combustível.

Sobre esse tema, segundo o Inmetro, o Corolla híbrido é capaz de rodar 14,5 km/l na estrada e 16,3 km/l na cidade quando abastecido com gasolina. Com etanol, o modelo roda 9,9 km/l na estrada e 10,9 km/l na cidade.

Segurança
Desde a versão de entrada GLi, o modelo já vem dotado de sete airbags (dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um de joelho para o motorista), câmera de ré com linhas de distância com projeção na central multimídia, faróis com acendimento automático e com ajuste de altura, controle eletrônico de estabilidade (VSC), controle eletrônico de tração (TRC), sistema de assistência ao arranque em subida (HAC), sistema ISOFIX para fixação de cadeirinhas infantis no banco traseiro e mais.

O pacote de segurança ativa Toyota Safety Sense (TSS), disponível nas versões Altis a combustão e híbrida, conta com um radar de ondas milimétricas combinado com uma câmera monocular para detectar uma variedade de perigos e alertar o motorista. As tecnologias incluídas nesse pacote são:

– Sistema de Pré-Colisão Frontal (PCS)
O sistema de Pré-Colisão Frontal do Toyota Safety Sense usa a câmera e o radar de ondas milimétricas para detectar veículos que circulam nas ruas e estradas. Se o sistema detectar a possibilidade de uma colisão, ele alerta o motorista por meio de avisos sonoros e visuais e ativa a assistência de frenagem para evitar ou reduzir os danos causados por elas.

– Sistema de Alerta de Mudança de Faixa com condução assistida (LDA)
Em determinadas circunstâncias, o Sistema de Alerta de Mudança de Faixa (Lane Departure Alert System – LDA) é projetado para detectar desvios de pista quando as linhas divisórias são visíveis. Ao ouvir e ver os alertas, e depois de verificar que é seguro fazê-lo, o veículo deve ser redirecionado para o centro da pista. Este sistema também inclui a funcionalidade de condução assistida. Quando é ativado e se detecta que está se desviando inadvertidamente, o sistema pode aplicar pequenos movimentos de correção no volante para ajudar a manter o veículo na pista.

– Faróis altos automáticos (AHB)
Faróis altos automáticos (AHB) são um sistema de segurança projetado para ajudar o motorista a ver mais claramente à noite sem distrair outros motoristas. O AHB trabalha com uma câmera a bordo para detectar os faróis dos veículos que se aproximam e os faróis traseiros dos veículos na frente e alterna automaticamente entre os faróis altos e baixos em conformidade.

– Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC)
O Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC) é um sistema semelhante ao “cruise control” que permite a condução a uma velocidade constante pré-determinada. O ACC usa o radar de ondas milimétricas montado na grade frontal e a câmera projetada a bordo para detectar veículos, calcular sua distância e ajustar a velocidade para ajudar a manter uma distância predeterminada de veículo para veículo.

Toyota Corolla 2.0L Dynamic Force - 6
Toyota Corolla 2.0L Dynamic Force - 13
Toyota Corolla Híbrido - 5
Toyota Corolla Híbrido - 18
Toyota Corolla 2.0L Dynamic Force - 7

Preços – Corolla 2020

GLi 2.0L Dynamic Force Flex R$ 99.990,00
2020 XEi 2.0L Dynamic Force Flex R$ 110.990,00
2020 Altis 2.0L Dynamic Force Flex R$ 124.990,00
2020 Altis Híbrido Flex R$ 124.990,00

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Celular não é o único perigo ao dirigir. Veja outras distrações arriscadas

Por silviomauro em Serviço

03 de setembro de 2019

 

A picape média Ford Ranger 2020 oferece um sistema de assistência autônoma de frenagem com detecção de pedestres. De acordo com a empresa, o recurso operado por radar e câmeras e atua ao identificar um risco iminente de colisão. Em velocidades de até 60 km por hora, ele é capaz de parar totalmente o veículo. Acima dessa velocidade, ajuda a reduzir a força do impacto mesmo que o motorista não tome nenhuma ação.

Segundo a Ford, a necessidade de frenagem pode acontecer em várias situações. Além do uso do celular, a empresa cita as seguintes:

– Desviar o pensamento do trânsito. Também conhecido como devaneio ou sonho acordado;

– Comer ou beber enquanto dirige – com o risco adicional de derramar bebida no colo;

– Dirigir com o estado emocional alterado.

As distrações podem ser mentais (qualquer atividade que tire a mente do motorista da pista, desde conversar com passageiros até se perder no pensamento enquanto ouve uma música no rádio), visuais (quando o motorista desvia o foco da estrada para se fixar em outra coisa, como olhar o telefone, supervisionar os filhos ou observar algo que ocorre fora do veículo) e manuais (quando o motorista tira uma ou as duas mãos do volante para, por exemplo, se pentear, ajustar o GPS ou buscar algo na bolsa ou no porta-luvas). As mensagens de texto, por combinar os três tipos de distração, são particularmente perigosas e podem mais que dobrar a chance de ocorrer um acidente.

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Argo Trekking: boa relação custo-benefício

Por silviomauro em Test-drive

03 de setembro de 2019

 

Quarto hatch pequeno mais vendido e sétimo no ranking nacional de automóveis líderes do mercado nacional, o Argo já provou ser um substituto que a primeira versão do Palio merecia. É um carro bonito, de design moderno e linhas bem mais arrojadas que as do extinto Novo Palio. E provou ter, também, a mesma versatilidade do Palio Antigo, que tinha várias versões – e todas bem legais de ver e andar.

São nada menos que sete opções e preços (veja no fim da matéria) e uma delas é a Trekking, lançada esse ano, que tivemos a oportunidade de guiar. Com preço a partir de R$ 59.990,00, ela é exatamente a intermediária entre todas as versões e traz, para os motoristas que enfrentam as difíceis ruas de Fortaleza, um alento no desafio de enfrentar buracos, desníveis e demais problemas cotidianos de infra-estrutura.

Em relação às demais versões, a Trekking é 4 cm mais alta e tem pneus e suspensão com leves diferenças. Não é, obviamente, um carro para trilhas, como também não são seus concorrentes mais importantes (Onix Active, Ka Freestyle, HB20X e Sandero Stepway). Mas é fato que a altura ligeiramente maior, além de ajudar a superar os buracos, dá um sensação mais agradável para a posição do motorista.

Falando na concorrência, um ponto a favor do Argo é seu preço. A versão que guiamos incluía os dois únicos opcionais da Trekking, que são rodas de liga leve de 15 polegadas e câmera de ré. Com isso, o valor final (sem pintura metálica) ficou em R$ 62.350,00. Mas retirando esses dois itens, o Argo Trekking é mais barato que todos os concorrrentes – só perde para o Ka Freestyle 1.0, mas o Argo tem motor 1.3 com 20 cavalos de potência a mais. Quando se usa o Freestyle 1.5 como referência o preço do modelo da Ford sobe para R$ 68.390,00 – quase R$ 10 mil a mais que o Argo Trekking.

O conjunto motor-câmbio-suspensão-direção do modelo segue o padrão Argo: mostra que é resultado de um projeto moderno e traz resultados bem agradáveis. O torque é bom e não foram raras as vezes em que ele cantou pneu até na segunda marcha. A suspensão não é dura e, ao mesmo tempo, não compromete a estabilidade. O consumo ficou em torno de 8 km por litro dentro da cidade – bem próximo do padrão divulgado pela Fiat, que é de 12,1 km/l para gasolina e 8,5 km/l para o etanol.

A direção elétrica é levíssima. O câmbio tem relações boas nas marchas, mas vale registrar que uma transmissão automática deixaria o conjunto simplesmente perfeito. O Argo Trekking é um dos carros que faz a gente sonhar com o dia em que chegaremos ao estágio de evolução no qual a transmissão manual será apenas um opcional exótico que algum motorista mais saudoso vá escolher. Em tempos de tanta automatização, passar as marchas em um carro é tarefa cada vez mais sem sentido.

Em relação ao visual, a Fiat destaca que o Argo Trekking é a única versão aventureira do segmento com teto bicolor. Outra diferença que notamos é que ele também é o único com capô adesivado. Também há adesivos nas laterais. De resto, ele vem a moldura preta na caixa de rodas, uma característica comum a todos os modelos “aventureiros” do mercado. O resultado geral é bem agradável aos olhos.

Considerando que a maioria dos concorrentes do Argo tem a versão “aventureira” mais perto do top de linha, a Trekking apresenta boa relação custo benefício, por ser bonita, bem equipada e mais barata. Para os (muitos) consumidores que sonham com um SUV mas não têm condições de encarar um por causa do preço e acabam indo para os “aventureiros”, o modelo da Fiat merece ser considerado como uma opção.

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Argo – Trekking – Principais tens de série

Alertas de limite de velocidade e manutenção programada
Ar condicionado
Banco do motorista com regulagem de altura
Barras longitudinais no teto
Caracterização Trekking (Adesivos no capô, laterais e tampa traseira; faixa do parachoque e logos FIAT em preto)
Central multimídia com tela de 7″ touchscreen, Apple CarPlay e Android Auto, navegação GPS, comandos de voz, Bluetooth, MP3, rádio, entrada aux e porta USB
Computador de bordo (distância, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso)
Direção elétrica progressiva
Faróis de neblina
Iluminação do porta-malas
Quadro de instrumentos 3,5″ multifuncional com relógio digital, calendário e informações do veículo em TFT personalizável
Retrovisores externos elétricos com sistema Tilt Down + setas de direção integradas
Sensor de estacionamento traseiro
Sistema de monitoramento de pressão dos pneus
Vidros elétricos dianteiros com one touch
Vidros elétricos traseiros com one touch e antiesmagamento
Volante com comandos de rádio e telefone

Ficha técnica

Motor
Cilindrada total: 1.332 cm³
Taxa de compressão: 13,2:1
Potência máxima: 101 cv a 6.000 rpm (gasolina)/ 109 cv a 6.250 rpm (etanol)
Torque máximo: 13,7 kgfm (gasolina)/ 14,2 kgfm (etanol) a 3.500 rpm
Freios
Dianteiro: A disco
Traseiro: A tambor
Direção
Elétrica
Rodas
6” x 15”
Pneus
205/60 R15”
Medidas
Peso: 1.130 kg
Capacidade de carga: 400 kg
Comprimento: 3.998 mm
Largura: 1.724 mm
Altura: 1.568 mm
Distância entre eixos: 2.521 mm
Vão livre: 210 mm
Altura mínima do solo: 187 mm
Ângulo de ataque: 21°
Ângulo de saída: 31,1°
Ângulo de rampa: 20°
Volume do porta-malas: 300 litros
Tanque de combustível: 48 litros
Desempenho
Velocidade máxima: 169 km/h (gasolina)/ 173 km/h (etanol)
0 a 100 km/h: 11,6 s (gasolina)/ 10,8 s (etanol)
Consumo
Ciclo urbano: 12,1 km/l (gasolina)/ 8,5 km/l (etanol)
Ciclo estrada: 13,5 km/l (gasolina)/ 9,6 km/l (etanol)

Versões do Argo (preços listados no site da Fiat)

1.0
A partir de R$ 49.590,00

Drive 1.0
A partir de R$ 53.590,00

Drive 1.3
A partir de R$ 54.590,00

Trekking 1.3
A partir de R$ 59.990,00

Drive 1.3 GSR
A partir de R$ 62.790,00

Precision 1.8 automático
A partir de R$ 63.990,00

HGT 1.8 automático
A partir de R$ 69.990,00

 

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Autop Off Road ganha mais um dia

Por silviomauro em Evento

30 de agosto de 2019

 

A Autop Off Road & Expoauto Nordeste, evento promovido pelo Sistema Sincopeças Assopeças Assomotos (SSA), entidade que congrega as empresas do setor automotivo do Ceará, ganhou mais um dia: antes programada para acontecer de 25 a 27 de outubro (sexta a domingo), ela vai começar no dia 24. De acordo com os organizadores, os participantes irão encontrar “novos conceitos e tendências de mercado do segmento off road, em uma reunião de indústria, distribuidores, varejistas e reparadores.

Com a economia do país ainda patinando e sendo o mercado de veículos um dos mais afetados, o Sistema Sincopeças Assopeças acerta ao investir no segmento off road, formado em sua maior parte por consumidores apaixonados e com recursos para investir. De acordo com a entidade (citando dados da Federação Off-Road do Ceará – FORCE), somente nos últimos dois anos, no Estado, a receita de venda de veículos 4×4 novos foi de R$ 603 milhões, gerando uma arrecadação de F$ 108 milhões de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Para o presidente do SSA, Ranieiri Leitão, “além do entretenimento e interação entre gestores e empresários, a Autopo Off Road e a Expoauto vêm como alternativa para suprir uma necessidade histórica no fornecimento de peças, equipamentos e soluções off-road, se apresentando ainda como uma importante plataforma de lançamento para novos produtos e serviços”.

Está prevista a participação de mais de 40 marcas expositoras de peças, montadoras e concessionárias, marcas e revendas de pneus, revendas de equipamentos automotivos, carrocerias e implementos e guinchos e acessórios off-road. O público esperado é de aproximadamente 30 mil visitantes durante os quatro dias de evento. Aos interessados em expor, as inscrições podem ser feitas por meio do site oficial do evento: https://autop-offroad.com.br/ .

A Autop Off Road & Expoauto Nordeste é uma realização do Sistema SSA com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio), da Federação Cearense de Automobilismo, da Associação para o Desenvolvimento da Agroecologia e da Agricultura Familiar (ADAFAM), da Prefeitura Municipal de Fortaleza e do Governo do Ceará. A organização é da DUO Eventos.

Serviço – Autop Off Road & Expoauto Nordeste

Local: Regimento de Polícia Montada Coronel Moura Brasil (Cavalaria da Polícia Militar)
Endereço: Av. Washington Soares, 7250, Cambeba
Data: 24 e 27 de outubro de 2019

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Tem cearense no Rally dos Sertões

Por silviomauro em Competição

30 de agosto de 2019

 

Com muitos cenários de serra, sertão e litoral propícios para o off road, o Ceará tem tradição em bons pilotos. E nesta edição do Rally dos Sertões, que acaba domingo próximo, três nomes de peso estão participando. O piloto cearense Armando Bispo é um dos 302 competidores do Rally dos Sertões, com chegada prevista para esse domingo (01) no Beach Park, em Aquiraz. Ele corre com uma L200 Triton, com apoio da concessionária Mito, autorizada da Mitsubishi.

Os outros são Riamburgo Ximenes, atual vice-lider do Campeonato Brasileiro, seu sobrinho George Ximenes, que estreia na categoria de UTVs – mesma categoria de Riamburgo.

Em sua 27ª edição, o Rally dos Sertões terá, pela 11ª vez, sua chegada no Ceará. Neste ano são 302 competidores inscritos e mais de 1.800 pessoas envolvidas diretamente no evento. São pilotos e navegadores de 21 estados brasileiros (163 cidades), que irão rodar diariamente no mínimo 475 km.

Rally dos Sertões

1ª etapa – 25/08

Campo Grande – MS/ Costa Rica – MS

Total: 487,42 km

2ª etapa – 26/08

Costa Rica – MS/ Barra do Garças – MT

Total: 644,36 km

3ª etapa – 27/08

Total: 764,82 km

4ª etapa – 28/08

São Miguel do Araguaia – GO/ Porto Nacional – TO

Total: 570,10 km

5ª etapa – 29/08

Porto Nacional – TO/ São Félix do Tocantins – TO

Total: 475,02 km

6ª etapa – 30/08

São Félix do Tocantins – TO/ Bom Jesus – PI

Total: 537,85 km

7ª etapa – 31/08

Total: 955,80 km

8ª etapa – 01/09

Tauá (PI)/ Aquiraz – CE

Total: 452,22 km

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Audi lança quarta geração do RS 6 Avant

Por silviomauro em Lançamento

21 de agosto de 2019

 

Moto V8 4.0 TFSI turbo com sistema híbrido, aceleração de 0 a 100 km/h em somente 3,6 segundos. Esses são alguns dos predicados do novo Audi RS 6 Avant Sport. Para quem não conhece, a RS é a divisão de super esportivos da marca alemã, feitos com características bastante específicas para garantir alta performance. Com rodas de até 22 polegadas, o modelo é um dos primeiros a apresentar o novo design da linha RS. Estará disponível a partir de 2020 na Europa e nos Estados Unidos e não teve seu preço divulgado.

Além do novo capô, junto com o teto elétrico, o RS 6 Avant também adota os faróis da linha de modelos A7 e oferece a opção dos faróis de laser RS Matrix LED com frisos escurecidos. Similar às luzes traseiras em LED, eles apresentam indicadores de direção dinâmicos junto com o sequenciamento específico do RS quando o veículo é travado e destravado.

O motor 4.0 TFSI do novo Audi RS 6 Avant entrega 441 kW e 800 Nm de torque, que é mantido neste alto nível entre 2.100 e 4.500 rpm. A perua de alto desempenho acelera de zero a 100 km/h em apenas 3,6 segundos. E em 12 segundos, o RS 6 Avant atinge 200 km/h. A velocidade máxima é controlada eletronicamente em 250 km/h. Com o pacote Dynamic opcional, a perua RS atinge até 280 km/h ou até mesmo 305 km/h com o pacote Dynamic plus.

Graças ao sistema elétrico principal de 48 Volts, o V8 turbo combina o desempenho máximo com alta eficiência. No sistema híbrido leve (MHEV), até 12 kW de potência podem ser recuperados durante uma desaceleração leve e armazenados em uma bateria separada de íons de lítio. Se o motorista tirar o pé do acelerador em velocidade entre 55 e 160 km/h, a gestão de tração seleciona uma das opções: Dependendo da situação de condução e ajuste no Audi drive select o novo RS 6 Avant recupera energia ou roda até 40 segundos com o motor desligado. Pressionar o acelerador faz o motor de partida com alternador reiniciar o motor. A tecnologia MHEV permite o funcionamento start/stop em velocidades de até 22 km/h.

O sistema cilindro sob demanda (COD) também está a bordo como outro componente de eficiência. Com carga e velocidade baixa a intermediária, ele desativa os cilindros 2, 3, 5 e 8 nas marchas altas, desligando a injeção e a ignição e fechando as válvulas de admissão e escape. No funcionamento de quatro cilindros os pontos operacionais nos cilindros ativos são deslocados em direção às cargas altas, em áreas do mapa característico com maior eficiência, enquanto os cilindros desativados funcionam grandemente sem perdas, como molas a gás. Quando o motorista pressiona o pedal do acelerador, eles são reativados instantaneamente.

O motorista pode influenciar o som do motor usando o sistema Audi drive select. O sistema de escape esportivo opcional RS com as ponteiras dos canos de escape pretas garante uma experiência sonora esportiva ao máximo. Nos modos RS1 e RS2 passíveis de personalização, o cliente decide se o som deve ser esportivo ou balanceado.

O câmbio tiptronic de oito marchas tem uma nova função Controle de Partida que transmite a potência do 4.0 TFSI à tração permanente nas quatro rodas. As forças de tração são distribuídas aos eixos dianteiro e traseiro em proporção de 40:60 via diferencial central todo mecânico. Se uma roda derrapar, automaticamente mais torque de tração é direcionado ao eixo com melhor tração. Até 70% pode fluir para as rodas dianteiras e até 85% para as rodas traseiras.

O controle de torque seletivo por roda otimiza a condução ágil e segura do novo RS 6 Avant – ele freia as rodas suavemente com carga reduzida no lado interno de uma curva logo antes de começar a derrapar. O diferencial esportivo quattro no pacote opcional dynamic e pacote Dynamic plus altera o torque em curvas na velocidade necessária entre as rodas traseiras, melhorando assim a tração, estabilidade e dinâmica.

 

A suspensão adaptativa a ar do RS com amortecimento controlado foi ajustada especificamente para RS e fornece, graças ao novo módulo de mola a ar com 50% de taxa da mola a mais, uma velocidade máxima de 305 km/h pela primeira vez em conjunto com o pacote Dynamic plus. Ela pode ser ajustada em diversos modos e inclui o controle automático de nível. A carroceria do novo RS 6 Avant é 20 milímetros mais baixa do que o Audi A6 Avant com suspensão padrão e em velocidade de 120 km/h ou mais, ele abaixa mais 10 milímetros. O modo elevado aumenta a altura do veículo em 20 milímetros em baixa velocidade. A atuação muito ampla da suspensão a ar esportiva RS oferece ao motorista livre escolha entre conforto para longas distâncias e máximo desempenho.

A suspensão esportiva plus RS com Dynamic Ride Control (DRC) está disponível como alternativa. Ela usa molas de aço e amortecedores ajustáveis de três estágios, que são conectados entre si via linhas diagonais de óleo e uma válvula central. Em curvas em velocidades, as válvulas regulam o fluxo de óleo no amortecedor da roda dianteira com a mola defletida na parte externa da curva. Elas aumentam o suporte fornecido e reduzem a inclinação e os movimentos de rolagem. Isto permite a melhor aderência do RS 6 Avant ao pavimento e melhora a manobra. Uma nova geração de amortecedores com válvula de controle integrada garante diferença muito mais perceptível entre os modos individuais do sistema Audi drive select.

O RS 6 Avant vem como padrão com o esterçamento progressivo esportivo com sua relação direta. O sistema desenvolve forças de retorno significativamente maiores com crescente ângulo da direção para resposta de esterçamento preciso. Sua assistência elétrica recém-desenvolvida conecta diretamente o motorista e o pavimento. Opcionalmente com o pacote Dynamic e pacote Dynamic plus o RS 6 Avant vem com esterçamento dinâmico nas quatro rodas. Eles combinam o esterçamento dinâmico no eixo dianteiro, que usa uma engrenagem de onda infinitamente variável com um sistema de esterçamento no eixo traseiro com um eixo estriado e braços da suspensão.

Em baixas velocidades, as rodas traseiras viram até cinco graus na direção oposta em relação às rodas dianteiras. Isto reduz o círculo de curva em até um metro, tornando o RS 6 Avant mais ágil no tráfego urbano e curvas fechadas. Em velocidades intermediárias e altas, as rodas traseiras viram no máximo dois graus na mesma direção – promovendo estabilidade principalmente ao mudar rapidamente o curso.

O motorista pode mudar o caráter do RS 6 Avant usando o sistema dinâmico de manobra Audi drive select. Estão disponíveis seis perfis: comfort, auto, dynamic, efficiency, e os modos configuráveis individualmente específicos do RS, RS1 e RS2, que podem ser ativados diretamente usando o botão “RS MODE” no volante de direção. Isto abre automaticamente os displays específicos do RS no Audi virtual cockpit. O sistema dinâmico de manobra Audi drive select influencia a gestão do motor e transmissão, a direção assistida elétrica, a suspensão, o esterçamento dinâmico nas quatro rodas, o diferencial esportivo quattro, o som do motor e as características do ar-condicionado automático. O modo RS2 existe especificamente para influenciar o Controle Eletrônico da Estabilidade (ESC) diretamente ao apertar um botão.

O novo RS 6 Avant tem instaladas como padrão rodas de liga leve de 21 polegadas com pneus de tamanho 275/35. Está disponível como opcional uma roda específica do RS com 22 polegadas no projeto trapezoidal de 5 raios em V, equipada com pneus de tamanho 285/30. As pinças do sistema de freio de aço do RS com discos ventilados e perfurados (420 milímetros na frente, 370 milímetros na traseira), são pintadas em preto como padrão e estão disponíveis opcionalmente em vermelho. Com os freios de cerâmica RS opcionais, as pinças vêm à escolha em cinza, vermelho ou azul. Os discos medem 440 milímetros na frente e 370 milímetros na traseira. O sistema de freios de cerâmica do RS recém-desenvolvido pesa cerca de 34 kg menos do que o freio de aço. O Controle Eletrônico da Estabilidade (ESC) apresenta um modo esportivo ou pode ser totalmente desligado.

 

No painel, displays fornecem informação sobre pressão dos pneus, torque, potência, temperatura do óleo do motor, pressão do turbo, tempos de voltas, medições de aceleração e forças “G”. O display das luzes de mudança avisa ao motorista para mudar para marcha superior quando atingir a rotação máxima do motor. O head-up display opcional também fornece vários displays gráficos específicos.

O volante de direção em couro esportivo totalmente perfurado, com a base plana e novos paddles shift RS grades feitos de alumínio, apresenta botões multifuncionais que permitem também ao motorista selecionar diretamente os modos RS1 e RS2 do Audi drive select. Os logotipos RS e RS 6 adornam o interior no volante de direção, bancos e nos estribos iluminados dos estribos das portas. O emblema Audi Sport e projetado no pavimento quando as portas dianteiras ou traseiras são abertas.

O compartimento de bagagem tem capacidade entre 565 e 1.680 litros, a largura de carga entre os arcos das rodas agora é de 1,05 metro, 14 milímetros. O banco traseiro inteiriço dobrável com relação de 40:20:40 pode ser liberado e dobrado a partir do compartimento de bagagem – como resultado, o comprimento do compartimento de bagagem cresceu para 1,99 metro. Uma tampa traseira elétrica e o tampão do compartimento de bagagem são padrão. Em combinação com a chave conveniência opcional, o controle por sensor permite que a tampa traseira seja aberta com um movimento do pé. O engate de trailer giratório opcional apresenta uma função de liberação elétrica.

 

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Dia do combate à poluição: saiba mais sobre os catalisadores automotivos

Por silviomauro em Serviço

14 de agosto de 2019

 

Hoje, no Brasil, é o Dia do Combate à Poluição, data para divulgação de medidas efetivas para reduzir a poluição do ar. E de acordo com o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), organização sem fins lucrativos, autônoma e independente, que produz e dissemina conhecimento técnico-científico nas áreas de energia e clima, qualidade do ar, redução de emissões de gases de efeito estufa e mobilidade urbana, os veículos são os principais responsáveis pela poluição atmosférica nas grandes cidades. Fumaça, partículas totais em suspensão (PTS), partículas inaláveis (MP10), partículas inaláveis finas (MP2,5), dióxido de enxofre (SO2), dióxido de nitrogênio (NO2), monóxido de carbono (CO) e ozônio (O3) estão entre os principais poluentes emitidos por carros, caminhões e motos, de acordo com a entidade.

É fato que, para quem tem condições de ter um carro, é difícil deixa-lo na garagem para trocar pelo precaríssimo transporte público brasileiro. Mas é possível, pelo menos, dar uma pequena contribuição cuidando catalisador, componente responsável pela diminuição de gases emitidos pelo motor.

De acordo com a Basf, indústria alemã que fabrica vários componentes automotivos, a redução das emissões de poluentes supera os 95% com o uso do catalisador. Confira algumas informações que Vladimir Ferrari, gerente de desenvolvimento técnico de catalisadores da empresa, fornece sobre essa peça.

Como funciona o catalisador?

O catalisador é uma colmeia de cerâmica revestida por alguns componentes capazes de atuar na reação química dos hidrocarbonetos (HC), dos monóxidos de carbono (CO) e dos óxidos de nitrogênio (NOx), gases produzidos pelos motores a combustão movidos a gasolina e/ou etanol.

Os catalisadores exigem alguma manutenção?

O catalisador não exige cuidado específico. Mas é essencial fazer a manutenção adequada do veículo, respeitando as revisões, fazendo as trocas necessárias de peças e usando de combustíveis de boa qualidade – para esta última, uma dica é procurar abastecer sempre no mesmo posto de confiança, para evitar o risco de colocar combustível adulterado.

Qual é a vida útil dos catalisadores?

De acordo com a exigência das montadoras, os catalisadores têm vida útil de cinco anos ou 80 mil quilômetros. Porém, depois desse prazo, o catalisador continua tendo sua função preservada. Desde que o proprietário siga as manutenções adequadas, certamente o catalisador terá a mesma vida útil do veículo.

O catalisador diminui a potência do motor ou pode prejudicar o funcionamento do carro?

O catalisador faz parte de um conjunto de peças projetadas para o perfeito funcionamento do motor, não interferindo em sua potência ou desempenho. Se o dispositivo for removido, sim, pode desregular todo o sistema e provocar o desgaste prematuro das peças. Além disso, a remoção é considerada uma infração grave, passível de multa.

Combustíveis adulterados podem comprometer o catalisador?

O principal inimigo do bom funcionamento do catalisador é o combustível de baixa qualidade. Além de compostos inadequados (como outros líquidos mais baratos colocados apenas para aumentar o volume) poderem afetar a conversão dos gases, resíduos podem aderir à superfície do dispositivo, prejudicando a sua performance.

Outras informações sobre a redução da poluição pelos catalisadores estão disponíveis em um vídeo produzido pela Basf, no endereço https://www.youtube.com/watch?v=V371wZKDVB8

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Dia do combate à poluição: saiba mais sobre os catalisadores automotivos

Por silviomauro em Serviço

14 de agosto de 2019

 

Hoje, no Brasil, é o Dia do Combate à Poluição, data para divulgação de medidas efetivas para reduzir a poluição do ar. E de acordo com o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), organização sem fins lucrativos, autônoma e independente, que produz e dissemina conhecimento técnico-científico nas áreas de energia e clima, qualidade do ar, redução de emissões de gases de efeito estufa e mobilidade urbana, os veículos são os principais responsáveis pela poluição atmosférica nas grandes cidades. Fumaça, partículas totais em suspensão (PTS), partículas inaláveis (MP10), partículas inaláveis finas (MP2,5), dióxido de enxofre (SO2), dióxido de nitrogênio (NO2), monóxido de carbono (CO) e ozônio (O3) estão entre os principais poluentes emitidos por carros, caminhões e motos, de acordo com a entidade.

É fato que, para quem tem condições de ter um carro, é difícil deixa-lo na garagem para trocar pelo precaríssimo transporte público brasileiro. Mas é possível, pelo menos, dar uma pequena contribuição cuidando catalisador, componente responsável pela diminuição de gases emitidos pelo motor.

De acordo com a Basf, indústria alemã que fabrica vários componentes automotivos, a redução das emissões de poluentes supera os 95% com o uso do catalisador. Confira algumas informações que Vladimir Ferrari, gerente de desenvolvimento técnico de catalisadores da empresa, fornece sobre essa peça.

Como funciona o catalisador?

O catalisador é uma colmeia de cerâmica revestida por alguns componentes capazes de atuar na reação química dos hidrocarbonetos (HC), dos monóxidos de carbono (CO) e dos óxidos de nitrogênio (NOx), gases produzidos pelos motores a combustão movidos a gasolina e/ou etanol.

Os catalisadores exigem alguma manutenção?

O catalisador não exige cuidado específico. Mas é essencial fazer a manutenção adequada do veículo, respeitando as revisões, fazendo as trocas necessárias de peças e usando de combustíveis de boa qualidade – para esta última, uma dica é procurar abastecer sempre no mesmo posto de confiança, para evitar o risco de colocar combustível adulterado.

Qual é a vida útil dos catalisadores?

De acordo com a exigência das montadoras, os catalisadores têm vida útil de cinco anos ou 80 mil quilômetros. Porém, depois desse prazo, o catalisador continua tendo sua função preservada. Desde que o proprietário siga as manutenções adequadas, certamente o catalisador terá a mesma vida útil do veículo.

O catalisador diminui a potência do motor ou pode prejudicar o funcionamento do carro?

O catalisador faz parte de um conjunto de peças projetadas para o perfeito funcionamento do motor, não interferindo em sua potência ou desempenho. Se o dispositivo for removido, sim, pode desregular todo o sistema e provocar o desgaste prematuro das peças. Além disso, a remoção é considerada uma infração grave, passível de multa.

Combustíveis adulterados podem comprometer o catalisador?

O principal inimigo do bom funcionamento do catalisador é o combustível de baixa qualidade. Além de compostos inadequados (como outros líquidos mais baratos colocados apenas para aumentar o volume) poderem afetar a conversão dos gases, resíduos podem aderir à superfície do dispositivo, prejudicando a sua performance.

Outras informações sobre a redução da poluição pelos catalisadores estão disponíveis em um vídeo produzido pela Basf, no endereço https://www.youtube.com/watch?v=V371wZKDVB8