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Blog Paulo Sertek

por Paulo Sertek

EXPOSIÇÃO LACERDA 11 DE DEZEMBRO DE 2019 Florianópolis SC

Por paulosertek em Cultura, Política

04 de dezembro de 2019

EXPOSIÇÃO OCORRERA EM 11 DE DEZEMBRO DE 2019

Lançamento do livro Memórias de Jorge Lacerda: uma época de ouro na política catarinense

 

EXPOSIÇÃO LACERDA DEZEMBRO 2019

Assista o vídeo

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Órfãos digitais

FAMÍLIAS DIGITAIS

Na atualidade identificam-se três tipos de mentalidades em relação às novas tecnologias: a dos “nativos digitais”, nascidos depois de 1995, outra a dos nascidos antes de 1995: considerados “imigrantes digitais”, que vivem no mundo da tecnologia e procuram se adaptar às mudanças frequentes. Diferenciam-se dos nativos digitais, pela dificuldade de adaptação às novas tecnologias. Situação diferente é daqueles de 65 anos para cima considerados como “analfabetos digitais”, que se resistem ao emprego das tecnologias.

Não importa a categoria em que são classificados, porquanto, pode haver pais, ou educadores desnaturados, em todas estas classes, que, por ficarem alheios aos efeitos das mídias digitais no comportamento de crianças, adolescentes e jovens deixam os seus filhos na condição de “órfãos digitais”. Crianças ficam sem pai e nem mãe para sobreviverem imersos no mar da cultura digital e ficam privados das ajudas sobre como enfrentar os perigos da manipulação. Padecem certos adultos da falta de consciência e da responsabilidade pelos efeitos negativos do uso intemperante das mídias digitais entre crianças e jovens.

Pesa sobre a consciência dos responsáveis pela educação das crianças algumas omissões culposas que, resultam em: 1-distúrbios do sono: pela invasão dos celulares nos quartos das crianças e jovens prejudicando o necessário descanso; 2- obesidade: pois está comprovado o excesso de peso adquirido por crianças e jovens que ficam mais que 2 horas diárias na frente da TV; 3- acomodamento mental: devido à alta exposição à TV; 4-transtorno do jogo: causado pela adição aos jogos e 5- insociabilidade: pelo emprego precoce de vídeos e softwares como meios educativos prejudicando a sociabilidade das crianças e o experimento do real.

É necessário atuar positivamente para buscar o potencial educativo das mídias digitais, porém não se podem deixar as crianças como “órfãs digitais”, por causa do desconhecimento dos limites e dos cuidados requeridos para o uso das tecnologias.

Paulo Sertek  

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Assista ao vídeo sobre as Famílias Digitais do autor no seguinte endereço:

https://www.youtube.com/watch?v=uY6KLeB3oRI

 

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Jorge Lacerda: o itinerário de um líder

Visa conhecer trajetória de desenvolvimento de liderança do médico, advogado, jornalista e político como deputado federal em duas legislaturas e governador de Santa Catarina.

Tema destaca o papel educativo das narrativas de vida no desenvolvimento das qualidades humanas.

DOWNLOAD GRATUITO
ESTUDO SOBRE JORGE LACERDA EX-GOVERNADOR DE SC
JORGE LACERDA: UMA LUMINOSA MENSAGEM DE CULTURA
https://goo.gl/DpKN4b

 

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JORGE LACERDA: UM LÍDER FASCINANTE

Por paulosertek em Cidadania, Cultura, Discurso, Narrativa, Política

16 de outubro de 2019

Paulo Sertek Dr

Jorge Lacerda: um líder fascinante
https://youtu.be/L6r0nxIbr4o
Live do dia 14/10/2019 Brasil 19 H
download Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura, disponível para download:

https://goo.gl/DpKN4b

Trata-se de um método de trabalho de investigação que alia a análise de conteúdo de discurso com a pesquisa com narrativas aplicável a pessoas a quem se quer explicitar conhecimentos relevantes como fonte de aprendizado vivencial.

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Cultura é o decisivo

Por paulosertek em Cultura, Narrativa

29 de agosto de 2019

As narrativas representam na vida de um povo a sua memória compartilhada. Tornam-se conhecimentos que perpassam as gerações e dão sentido às suas realizações, sofrimentos e conquistas. Por outro lado, o povo cujo compartilhamento de histórias é débil, por não haver uma transmissão significativa de geração em geração, terá um comportamento como o das crianças que ficam encantadas pelo que é simplesmente lúdico.

As influências das narrativas ditadas pelo poder dominante, pela ideologia, pela fugacidade emotiva das mídias sociais, serão fatores de manipulação utilizados estrategicamente por oportunistas.

Há poucos dias me deparei com um texto sábio, que dá pistas para um trabalho cultural importante: “um povo que não perde suas narrativas tem alguma esperança de salvação”.

Certa vez encontrei num discurso de Jorge Lacerda (ex gov. SC) a ideia de que “um rio somente é fiel a sua nascente ao correr para o mar”. As narrativas como os rios que vem de longe permitem dar sentido a todo encadeamento de fatos históricos, fatos estes, que tornaram possíveis as realidades atuais e continuam fecundando e estimulando as realidades futuras.

É evidente que o cultivo, por exemplo, das virtudes da responsabilidade e do respeito, introduzidas dentro da cultura por meio dos exemplos, das histórias, do teatro e do cinema tornam-se fatores influenciadores de resultados sociais favoráveis ao bem comum, à paz e ao ambiente necessário para o progresso social.

Na perspectiva lacerdiana a cultura é o decisivo, pois, representa todo um modo de pensar e de viver que repercute como fonte de motivações benéficas. Ensinava que: “Os nossos compromissos com a nação não se insulam apenas nos aspectos eventuais de seus interesses imediatos. Transcendem, é natural, dessa órbita limitada, pois se fundem com as finalidades superiores da cultura. As nações sobrevivem na história, não pelos seus efêmeros empreendimentos materiais, mas, sobretudo, pela marca inapagável que sua cultura deixa na face do tempo”.

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura
Autor: Paulo Sertek
Ed.: Cultor de Livros
São Paulo, 2015

Leia livro do autor: Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura, disponível aqui: https://goo.gl/DpKN4b

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O que a escola não faz

Por paulosertek em Família, Violência, virtude

24 de agosto de 2019

O escritor Alessandro D’Avenia consegue colocar o leitor na cena do que é o inferno na vida de muitas pessoas em situações de ausência, do que, e de quem amar. Cruamente mostra o impacto nefasto da realidade brutal da violência, especialmente entre as crianças e adolescentes, pois “o inferno atua com muito mais eficácia na carne tenra”. No seu romance, “O que o inferno não é” descreve o comportamento de um menino malvado, órfão de pai e de mãe, que na escola tem um comportamento habitual violento, chegando ao limite de quase matar outro estudante a pancadas. Foi expulso por isso, e neste dia, o autor reproduz, de forma dramática, que o pelotão de professores se enfileira em ordem de execução e o fuzilam com olhares acusatórios. O diretor hierático escolta o criminoso, seguindo-o por trás como um algoz. O moleque, de olhar vidrado, com amargura e ódio, caminha com a sua sina, e de repente, ouve-se um soluço contido e ele se vira para trás: é sua professora que se parte de dor. O infeliz corre e se desvia do diretor que o tenta agarrar. Grita e esperneia em prantos, vou mudar, vou mudar, vou mudar!

Este menino, diz o autor, viverá desse momento em diante agarrado a esta professora. Começa o seu processo de transformação inexplicável, porém a razão, quase sem razão, é eloquente: “ninguém nunca tinha chorado por mim”.

O que aprendera na rua? A lutar, a brigar, a se defender, a roubar, a bater, a chutar, porém nunca tinha aprendido a amar e a ser amado. No seu meio somente aprendeu a destruir, foi o seu jeito de sinalizar a todos de que precisava de ajuda. A sua sobrevivência na selva da cidade violenta se deu ao desamparo completo de qualquer atenção ou afeto.

A transformação radical teve como gatilho a pedagogia que não se aprende na escola, pois “faltam lágrimas pela vida desses adolescentes, pela vida dessas crianças”.

O propósito do personagem principal do romance serve de princípio orientador de pais e mestres: “É preciso defender sua alma antes que alguém a despeje delas”.

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Autor: Paulo Sertek Dr
Editora Intersaberes

Consulte o livro do autor:

Responsabilidade Social e Competência Interpessoal

http://www.intersaberes.com/item-catalogo/responsabilidade-social-e-competencia-interpessoal/

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Viver para quê?

Por paulosertek em Comportamento, Sentido da vida

24 de agosto de 2019

Artigo publicado em um dos jornais de grande circulação do país fala sobre uma adolescente de 16 anos, que estava se drogando com outros jovens em um apartamento dos últimos andares e se lançou lá de cima para o chão. Morreu na hora!

Entre as suas coisas deixou as seguintes linhas: “Vou ver se aqui eu consigo dizer tudo o que sempre quis dizer. Em primeiro lugar, eu queria viver. Mas eu vivo, o problema não é esse. O problema é ter que viver para quê? Ou para quem? Eu quero encontrar algo que me faça querer viver eternamente”. Na carta explicava que se sentia muito vazia e escreveu: “Por que será que eu fico com raiva dos meninos que eu fico?”

Em poucas linhas encontra-se o retrato duma situação que poderia ocorrer em qualquer lugar, família, colégio ou faculdade. Entre outros fatores influenciadores de uma tragédia deste tipo encontra-se o vácuo existencial, que consiste na falta de algo de valor para se alcançar no futuro. Segundo os estudos de Victor Frankl a falta de sentido é amplificada pela violência, pela dependência de drogas e pela erotização.

Outro fator de risco é o desejo intenso por uma “liberdade”, como sendo o teste de todos os limites e de todas as possibilidades. Jacques Philippe acerta no ponto: “Quantos jovens mortos pelos excessos de velocidade ou overdose de heroína por causa de uma aspiração à liberdade que não soube encontrar os caminhos para realizar-se”!

Uma das ajudas para estas situações está no entendimento de que o ser humano necessita de um sentido existencial, ainda melhor, por ser dotado da inclinação para o sentido, se não cultivar uma finalidade transcendente ao seu viver, como é o serviço aos outros, perde a razão do existir. O ser humano necessita usar da liberdade para vincular-se a projetos de valor transcendente. A felicidade é fruto da doação de si mesmo.

Aplica-se ao caso o pensamento de Kierkegaard, pois: “A porta da felicidade abre só para o exterior; quem a força em sentido contrário acaba por fechá-la ainda mais”.

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Autor: Paulo Sertek Dr
Editora Intersaberes

Consulte o livro do autor:

Responsabilidade Social e Competência Interpessoal

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Violência na base da pirâmide

A violência, antes de aparecer nas primeiras páginas dos jornais, nos noticiários e nas redes sociais é o sinal externo de que a sociedade está há muito tempo doente, e acostumou-se com os comportamentos injustos, que ocorrem na vida familiar, na vida do trabalho, no transito, isto é, nas situações mais comuns do dia a dia. O descuido da qualidade moral nas pequenas ações acaba tendo efeitos cada vez maiores no ambiente coletivo.

O experimento das “janelas quebradas” comprovou que: para passar do descuido em pequenas coisas para o colapso social, basta a incúria prolongada e a falta de diligência em tomar as ações que visam manter as coisas bem arrumadas e limpas.

Frank Bird pesquisador da área de saúde e segurança no trabalho já havia observado a correlação entre, o volume de pequenos descuidos em hábitos de disciplina, de atenção, de limpeza, de organização e do uso de protetores, e a ocorrência de acidentes de trabalho com dano grave.

A pirâmide de Frank Bird, como ficou conhecida, indica que para 600 incidentes corriqueiros, que poderiam ser qualificados como “sem maior importância”, levam a 30 ocorrências de danos materiais, a 10 danos físicos leves, e acabam chegando a pelo menos um evento de dano físico sério ou acidente fatal.

Mesmo com as limitações das analogias: a do experimento “Broken Windows” e a da constatação de Frank Bird, a ideia de fundo é que, a fatalidade, é a ponta do iceberg e origina-se no descuido da educação familiar.

Apontando apenas para os meios preventivos, sabe-se que a violência miúda começa bem cedo e no âmbito da família. Um bom ponto de partida está no cuidado de políticas públicas voltadas ao bem estar familiar, à moradia digna e a eliminação da miséria.  Porém, ainda que estas ações preventivas exijam mudanças estruturais na economia, na educação, nos serviços públicos há ações que são decisivas, pois, mesmo com poucos recursos, atuar na base da pirâmide, no seio das famílias, por meio da educação das virtudes assegura a paz social.

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Consulte o livro do autor:

Autor: Paulo Sertek Dr
Editora Intersaberes

Responsabilidade Social e Competência Interpessoal

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Prudência e o bom governante

Por paulosertek em Comportamento, Ética na política, Liderança, Política, virtude

09 de agosto de 2019

Com a inteligência esclarecida, o conselho oportuno, e sendo pessoa de juízo, poupa-se muita dor de cabeça. Vale como referência a máxima do carpinteiro: “é necessário medir duas vezes e serrar somente uma”. É decisiva a ponderação para tomar a boa decisão, pois, a experiência circunstanciada na aprendizagem vivencial favorece a qualidade que os antigos gregos denominavam de sofrosine que se traduz por prudência, ou sabedoria.

Tomás de Aquino ensina na Suma Teológica que a prudentia se compõe fundamentalmente de três atos-chave: conhecer a realidade, julgar sobre a forma mais conveniente de agir e realizar efetivamente o que se decide.

A fase do conhecimento é a deliberação amadurecida: uma avaliação das situações da forma o mais objetiva possível. Para o juízo sobre a conveniência de uma determinada atuação é imprescindível ter critérios de referência, que dão apoio a juízos mais seguros sobre as possíveis decisões, como por exemplo: o critério-chave da defesa da vida, ou o que rege a segurança das construções, de que: o critério econômico não pode colocar em risco a idoneidade de uma construção prejudicando a segurança humana.

Os médicos seguem o critério do “primum non nocere”, primeiro não prejudicar, que se deve aplicar com mais força nas decisões de governo.

Para um determinado tipo de problema e suas circunstâncias, a pessoa prudente é a que ganha experiência nas pequenas ações diárias, aplicando os critérios mais adequados, e aprendendo no pequeno, obterá uma melhor capacidade de governo em situações conflitivas.

A prudência é uma virtude que se adquire por meio da serenidade e se distancia do governo guiado pela irreflexão.

Não haveria boa decisão se, depois de deliberar e julgar com critério adequado, a pessoa atuasse por influência do medo, da preguiça, da ira, e de outros vícios. Decidir-se bem requer a prática das quatro virtudes morais: prudência, justiça, fortaleza e temperança ou autodomínio. Não basta que alguém tenha boas intenções para ser um bom governante. 

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela

Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Sobre a virtude da prudência consulte o livro do autor:

Autor: Paulo Sertek Dr
Editora Intersaberes

Responsabilidade Social e Competência Interpessoal

http://www.intersaberes.com/item-catalogo/responsabilidade-social-e-competencia-interpessoal/

 

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Prudência e o bom governante

Por paulosertek em Comportamento, Ética na política, Liderança, Política, virtude

09 de agosto de 2019

Com a inteligência esclarecida, o conselho oportuno, e sendo pessoa de juízo, poupa-se muita dor de cabeça. Vale como referência a máxima do carpinteiro: “é necessário medir duas vezes e serrar somente uma”. É decisiva a ponderação para tomar a boa decisão, pois, a experiência circunstanciada na aprendizagem vivencial favorece a qualidade que os antigos gregos denominavam de sofrosine que se traduz por prudência, ou sabedoria.

Tomás de Aquino ensina na Suma Teológica que a prudentia se compõe fundamentalmente de três atos-chave: conhecer a realidade, julgar sobre a forma mais conveniente de agir e realizar efetivamente o que se decide.

A fase do conhecimento é a deliberação amadurecida: uma avaliação das situações da forma o mais objetiva possível. Para o juízo sobre a conveniência de uma determinada atuação é imprescindível ter critérios de referência, que dão apoio a juízos mais seguros sobre as possíveis decisões, como por exemplo: o critério-chave da defesa da vida, ou o que rege a segurança das construções, de que: o critério econômico não pode colocar em risco a idoneidade de uma construção prejudicando a segurança humana.

Os médicos seguem o critério do “primum non nocere”, primeiro não prejudicar, que se deve aplicar com mais força nas decisões de governo.

Para um determinado tipo de problema e suas circunstâncias, a pessoa prudente é a que ganha experiência nas pequenas ações diárias, aplicando os critérios mais adequados, e aprendendo no pequeno, obterá uma melhor capacidade de governo em situações conflitivas.

A prudência é uma virtude que se adquire por meio da serenidade e se distancia do governo guiado pela irreflexão.

Não haveria boa decisão se, depois de deliberar e julgar com critério adequado, a pessoa atuasse por influência do medo, da preguiça, da ira, e de outros vícios. Decidir-se bem requer a prática das quatro virtudes morais: prudência, justiça, fortaleza e temperança ou autodomínio. Não basta que alguém tenha boas intenções para ser um bom governante. 

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela

Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Sobre a virtude da prudência consulte o livro do autor:

Autor: Paulo Sertek Dr
Editora Intersaberes

Responsabilidade Social e Competência Interpessoal

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