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Blog Paulo Sertek

por Paulo Sertek

Fevereiro 2019

Como desenvolver inovadores sociais

Veja o vídeo de introdução:

A economia solidária nasce da tendência natural do ser humano à ajuda mútua, do compartilhamento de serviços, de bens e de atividades. Os grupos de interesse aumentam o grau de solidariedade comunitária, e projetos sociais emergem entre novos atores situados fora do sistema de produção para o consumo, pois passam a viabilizar ações cooperativas.


Empreendedores sociais desenvolvem estratégias de interação entre pessoas e conectam portadores de necessidades, ou virtualidades complementares em projetos comuns. Inovadores sociais têm algo em comum: descobrem as fontes agregadoras da confiança mútua e criam instrumentos interativos que viabilizam a conectividade interpessoal.

O Airbnb nasceu da iniciativa de três jovens que criaram um serviço comunitário com ajuda da plataforma web para reservas de hospedagens de forma simples e direta. Na pratica resgata algo dos costumes anteriores ao desenvolvimento da rede hoteleira: simplesmente se negociava diretamente com algum parente, ou amigo que poderia facilitar um local para residir uma temporada.

O engenho consiste em tornar a troca válida e atrativa gerando um novo mercado para pessoas que aspiram viver de uma forma mais simples e gastando menos. Trata-se de um projeto alternativo ao da lógica do trabalhar mais, para ganhar mais, poder consumir mais e assim descansar melhor para ser feliz.

A inovação em design social exige alguns conhecimentos especiais, pois não são suficientes os do design de produtos e serviços. O inovador social deve ter competências interpessoais para captar a necessidade de grupos de interesse e descobrir qual é o gatilho, ou o fator multiplicador da interação humana. Capta o potencial de interesse em comunidades de prática, como, por exemplo: as das pessoas aficionadas em gastronomia que trocam espontaneamente experiências sobre receitas e pratos.

O design social começa a se destacar como disciplina emergente visando o desenvolvimento de inovadores sociais como catalizadores do compartilhamento social.

Currículo Lattes Paulo Sertek Dr

Paulo Sertek é formado pelo ISE -IESE Business School Program for Management Development
Engenheiro pela Escola de Engenharia Mauá
Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento pela UTFPR
Doutor em Educação pela UFPR
Vice Presidente da ANECE Associação Nordestina de Ensino Cultura e Esporte
Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza UNIGRANDE em Fortaleza-CE

Livros do autor, veja aqui
RESPONSABILIDADE SOCIAL E COMPETÊNCIA INTERPESSOAL
https://www.livrariaintersaberes.com.br/produtos/responsabilidade-social-e-competencia-interpessoal

Também pode ser boa sugestão o livro Empreendedorísmo.
Empreendedorismo
https://www.livrariaintersaberes.com.br/produtos/empreendedorismo-514005a0-3549-4cce-99fa-0ac5dfcc817e

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Democracia e nação

Por paulosertek em Cidadania, Educação, Política, Responsabilidade Social

25 de Fevereiro de 2019

“Os governos são como as montanhas: temos de guardar certa distância para vê-las em toda a sua majestade. As proximidades e paixões do momento cegam as vistas desarmadas de lentes de alcance. Só a perspectiva é que nos pode dar a nítida e exata visão da obra de um administrador.”

Passados 60 anos do desaparecimento de Jorge Lacerda, governador de Santa Catarina, em virtude de um acidente de avião em São José dos Pinhais. Também foram companheiros deste infortúnio o ex-presidente da República Nereu Ramos e Leoberto Leal, deputado federal. Com a perspectiva do tempo, vale ressaltar o que já se disse do governador catarinense: seu governo foi uma legítima escola de democracia. Jamais permitiu o menor arranhão às liberdades públicas e à livre manifestação do pensamento, mesmo quando este extravasava os limites do bom senso. As obras de arte genuínas se diferenciam das demais, na medida em que, com o passar do tempo, dão mais de si, não se esgotam, tornam-se perenes. Continuam atraindo as sucessivas gerações porque dão respostas novas. As outras obras, se esgotam, morrem, caem no esquecimento.

O mesmo, penso, se aplica à boa arte de governo. O bom governo de Lacerda continua influenciando a inteligência criadora nos tempos atuais. No entanto, para que haja o seu influxo no momento presente é necessária a difusão da memória histórica. Ao conhecer as experiências de outros, já que não podemos viver várias vidas, ampliam-se os horizontes próprios de sabedoria. Ao ler ou reler os discursos e as narrativas de vida, como as de Lacerda, dá-se o efeito análogo às obras de arte revisitadas, que produzem novas inspirações. O contato com as palavras referendadas por narrativas de vida evocam modelos de comportamento e oferecem conhecimentos novos, capazes de suscitar novas realidades.

No programa de doutorado em educação da UFPR, pesquisaram-se as contribuições de Jorge Lacerda para a educação tendo como objeto de estudo os seus discursos, encontrados no livro póstumo: Democracia e Nação, da editora José Olympio (1960), e as narrativas de vida, que em parte, encontram-se na biografia escrita por Cesar Pasold (1998): Jorge Lacerda – Uma vida muito especial, da editora da OAB catarinense.

Empregaram-se duas técnicas para identificar estas contribuições: a análise de conteúdo e a pesquisa narrativa, servindo-se da narratologia. Identificaram-se os conceitos subjacentes aos discursos e interpretaram-se os significados em função dos contextos narrativos. Verifica-se a atualidade dos ensinamentos através de conceitos e diretrizes replicáveis. Neste sentido, a obra lacerdiana, apresenta características plenamente válidas para a atualidade, no âmbito propriamente educativo, e em outros campos como o da cultura, da arte e da ciência política-administrativa.

Os discursos foram estudados por eixos temáticos, tais como: arte e cultura; educação, valores e interculturalidade; meios de comunicação; missão da universidade; visão de governo, nacionalidade e pátria e unidade econômico-sentimental. As análises permitiram encontrar alguns conceitos norteadores que perpassam as diversas falas e narrativas, podendo comprovar a realidade da analogia com as obras de arte perenes.
Tais conceitos norteadores foram identificados, como a subordinação da técnica aos valores do espírito, a cooperação social e cidadã, a missão da universidade, a visão de futuro e as raízes históricas, a defesa dos valores democráticos, a promoção da inteligência criadora, o diálogo intercultural, o desenvolvimento econômico e as relações entre capital e trabalho.

Os princípios nucleares que tornam perenes seus ensinamentos consistem na valorização do ser humano em sua liberdade e no compromisso com a prática da justiça social.

Adonias Filho, no prefácio do livro Democracia e Nação, refere-se ao ilustre catarinense: “(…) fixava a liberdade que sempre inunda como uma referência quase todos os discursos. Associando a liberdade à vocação criadora, situando-a como indispensável à inteligência, concluía por sua validade na área social como a mais ponderável na mecânica dos governos. Raros os estadistas que, fiéis a uma concepção ideológica, puderam afirmar como Jorge Lacerda: ‘meu governo presa a justiça e defende a liberdade.’ Não será preciso dizer, já agora, que foi um democrata.”

Revisitar os discursos e narrativas de vida de Jorge Lacerda e de outros brasileiros permite resgatar os conhecimentos provenientes da experiência e dar-lhes vida através da inteligência criadora.

Paulo Sertek é doutor em educação e autor do livro Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura, disponível para download: https://goo.gl/DpKN4b
Email: psertek@gmail.com


Documentário sobre a vida de Jorge Lacerda
Memórias de Jorge Lacerda

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A PIRAMIDE DO APRENDIZADO

Por paulosertek em Educação

21 de Fevereiro de 2019

Oi pessoal, apenas um comentário sobre a piramide do aprendizado que postaram no grupo de professores da UNIGRANDE onde leciono. Veja a figura:

Interessante que desde que postei no Face já fizeram 1000 compartilhamentos. Creio que deve ter sido um bom efeito para rever os conceitos de aprendizagem.

Vou fazer alguma matéria explicando a necessidade das aprendizagens ativas e interativas

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Estudo sobre os riscos do consumo da maconha

Por paulosertek em Educação, Política, Saúde

20 de Fevereiro de 2019

Acaba de sair estudo revisando o impacto a longo prazo do uso de maconha em 23 mil adolescentes, publicado numa das melhores revistas de psiquiatria do mundo. Resultados: adolescentes usuários de maconha (em comparação com adolescentes não usuários) tiveram

– risco 37% maior de desenvolver depressão na idade adulta
– risco 50% maior de ideação suicida na idade adulta
– risco de tentativa de suicídio triplicado na vida adulta

Conclusão dos autores: “a alta prevalência de adolescentes consumindo cannabis gera um grande número de adultos jovens que podem desenvolver depressão e comportamento suicida atribuíveis à cannabis. Este é um importante problema de saúde pública, que deve ser adequadamente abordado pelas políticas de saúde pública”. Enfatizam que as políticas de prevenção devem “educar os adolescentes a desenvolver habilidades para resistirem à pressão do grupo para usarem drogas”.

https://jamanetwork.com/journals/jamapsychiatry/article-abstract/2723657

Association of Cannabis Use in Adolescence and Risk of Depression, Anxiety, and Suicidality in Young AdulthoodA Systematic Review and Meta-analysis

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Como ser um estudante estratégico

Por paulosertek em Educação

19 de Fevereiro de 2019

O estudante é a imagem da penúria de capacidade, como do ritmo de aprendizagem! Acentua-se a sua aridez com as disciplinas complexas para a inserção na vida do trabalho. Decisivo é que tenha senso proativo na escolha dos conhecimentos, habilidades e atitudes a serem conquistadas!

A visão de futuro do aprendente se verifica pela sua capacidade de análise das forças e debilidades pessoais e das oportunidades e desafios que as circunstâncias impõem. Ser estudante estratégico exige a tomada de consciência sobre as mazelas do seu ritmo de aprendizagem e das insuficiências no domínio dos conhecimentos relevantes das disciplinas básicas e aplicadas.

O “aprender a aprender” reclama a reflexão sobre os processos pessoais de aprendizagem e estabelecer o plano de ação visando sair da zona de conforto, e ter iniciativa em descobrir os pontos quentes, isto é: em que habilidades é necessário investir tempo e esforço para obter resultados eficazes. Destaco: a) como organizar o estudo; b) que estratégias de aprendizagem empregar; c) como desenvolver os interesses e a motivação. O estrategista é o que lidera o processo e assume o papel de protagonista de empreendedor do conhecimento, pois, em igualdade de condições, ou até em inferioridade, os que vencem habitualmente a preguiça são os que lideram!

No final deste artigo indico um link que dá acesso a um questionário sobre meta-aprendizagem a fim de verificar quais são os pontos fortes e fracos em relação aos hábitos de estudo. Entre outras variáveis verifica-se que o estudante consciente de como tornar os seus processos de assimilação eficazes e eficientes, e exigir-se em aplicar os meios mais adequados às suas necessidades de desempenho, obterá resultados melhores do que aqueles que se dispersam.

A mudança exige saber em que mudar, querer mudar e fazer acontecer!
Sugiro além da avaliação com o questionário, a assistência do vídeo indicado a seguir, pois o estudante estratégico não fica satisfeito com o seu modo de estudar e é proativo.

Paulo Sertek é doutor em educação
Confira o questionário: https://docs.google.com/document/d/15vmh8rgdmezu0mkPIrs3VDANCuW–Wc0lF1_P61m9UY/edit?usp=sharing

Confira o vídeo: Janela de Johari: plano de desenvolvimento pessoal
https://www.youtube.com/watch?v=BNblp7HgXCM&t=56s

Paulo Sertek é doutor em educação e autor do livro Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura, disponível para download: https://goo.gl/DpKN4b
Email: psertek@gmail.com

Confira o vídeo Como ser um estudante estratégico

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Aprender com Jorge Lacerda

Por paulosertek em Educação, Política

15 de Fevereiro de 2019

Um exemplo marcante, uma narrativa expressiva provoca uma impressão permanente. Os modelos de atuação são mobilizadores do aprendizado.

Sugiro a leitura, no link abaixo, do livro de minha autoria sobre Jorge Lacerda ex-governador de Santa Catarina, pois visa o desenvolvimento do intelectual que pretende ampliar a sua participação na construção democrática. Esta produção literária é o resultado de quatro anos de pesquisa no doutorado da UFPR e outros três anos de estudos sobre as contribuições de Jorge Lacerda para a educação e política. Chegamos nesta pesquisa exploratória a respostas sobre os conhecimentos e as habilidades intelectuais e sociopolíticas que foram orientadoras desta personalidade marcante da história política brasileira.

Fiquei admirado nesta pesquisa sobre como a aprendizagem vivencial contribuiu para a construção da sua personalidade política. Dizia ele: “aprendi no contato com as nossas palpitantes realidades, diretamente com o povo.”

Já como deputado federal em 1950 soube que em São Joaquim SC havia um lavrador, o Senhor João, que tinha perdido sua esposa e filha de forma traumática e que mantinha com enorme fortaleza seus oito filhos. Depois de ter-se informado bem do sitio em que morava para lá rumou. O camponês, às seis e meia de um amanhecer extremamente frio, ao abrir a porta de sua cabana deparou-se, sentado na escada, com um homem elegantemente vestido com sobretudo preto, terno escuro e gravata, a cabeça coberta por elegante chapéu que imediatamente retirou ao se levantar, sorriu e disse:

-“Bom dia; meu nome é Jorge Lacerda. Estou aqui para buscar energia e inspirar-me em seu exemplo de homem e pai. O senhor me dá a honra de partilhar o seu chimarrão e o seu café da manhã?” Deste momento em diante firmou uma amizade que perdurou por toda a vida!

O trabalho nesta pesquisa foi o de garimpar quais foram as ideias, exemplos, práticas de virtude e anseios que levaram a um intelectual atuar como político.

Por que não aprender com Jorge Lacerda?

Paulo Sertek é doutor em educação e autor do livro Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura, disponível para download: Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura

Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura
Autor: Paulo Sertek
Ed.: Cultor de Livros
São Paulo, 2015


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Faz o que quiseres!

Por paulosertek em Educação

14 de Fevereiro de 2019

Agostinho utiliza a expressão: “Ama e faz o que quiseres”. Aparentemente o autor das Confissões está sendo condescendente, e talvez alguém julgasse que ele “liberou o geral”. O amor acabaria justificando tudo, a ponto de se afirmar que o importante é fazer tudo com amor.

Convém pensar que dentro da ótica agostiniana Amar é idêntico ao conceito de querer o bem, querer o que é bom, enfim querer o bem viver. Com a palavra Amor refere-se à aspiração de todo ser humano ao ideal de excelência comportamental, como por exemplo: não dar no mesmo ser generoso com os outros que ser egoísta; ser leal a preferir contemporizar e mentir. Amar é uma prática que vai de mão dada à virtude. Outro conceito importante é o da virtude que inclina o ser humano a cultivar o melhor de si.

É necessário refletir sobre o “faz o que quiseres”, pois a primeira vista poderia se entender como escolher o que dá na “telha”, isto é, o que quiser sem mais considerações. Uma coisa é a liberdade de arbítrio: “fazer o que dá na telha”. Outra é a liberdade sustentável, que exige escolhas que afiançam a liberdade futura. Sempre que se escolhe algo que favoreça a pratica da virtude, ou do bem, resulta no aumento da autodeterminação na bondade.

Compreende-se melhor esta questão pensando que, na nossa inteligência, ainda que se pensasse que falar mal dos outros fosse algo salutar, este conhecimento não seria verdadeiro conhecimento. Escolher o mal pode ser sinal de que há liberdade na vontade, porém não é verdadeira liberdade. A liberdade genuína se verifica pela categoria de vínculos que uma pessoa escolhe durante a sua existência.

O uso continuado da liberdade na escolha dos atos maus geram os vícios, o que redunda em uma diminuição progressiva da liberdade. É o que se observa com a preguiça que, ao dominar progressivamente a conduta da pessoa conduz à condição de escravidão, pois já não consegue fazer o que verdadeiramente quer.

Quem Ama, quer de verdade por meio das virtudes, e por isso pode fazer o que quiser!

Paulo Sertek é doutor em educação e autor do livro Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura, disponível para download: https://goo.gl/DpKN4b

confira o meu video

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Faz o que quiseres!

Por paulosertek em Educação

14 de Fevereiro de 2019

Agostinho utiliza a expressão: “Ama e faz o que quiseres”. Aparentemente o autor das Confissões está sendo condescendente, e talvez alguém julgasse que ele “liberou o geral”. O amor acabaria justificando tudo, a ponto de se afirmar que o importante é fazer tudo com amor.

Convém pensar que dentro da ótica agostiniana Amar é idêntico ao conceito de querer o bem, querer o que é bom, enfim querer o bem viver. Com a palavra Amor refere-se à aspiração de todo ser humano ao ideal de excelência comportamental, como por exemplo: não dar no mesmo ser generoso com os outros que ser egoísta; ser leal a preferir contemporizar e mentir. Amar é uma prática que vai de mão dada à virtude. Outro conceito importante é o da virtude que inclina o ser humano a cultivar o melhor de si.

É necessário refletir sobre o “faz o que quiseres”, pois a primeira vista poderia se entender como escolher o que dá na “telha”, isto é, o que quiser sem mais considerações. Uma coisa é a liberdade de arbítrio: “fazer o que dá na telha”. Outra é a liberdade sustentável, que exige escolhas que afiançam a liberdade futura. Sempre que se escolhe algo que favoreça a pratica da virtude, ou do bem, resulta no aumento da autodeterminação na bondade.

Compreende-se melhor esta questão pensando que, na nossa inteligência, ainda que se pensasse que falar mal dos outros fosse algo salutar, este conhecimento não seria verdadeiro conhecimento. Escolher o mal pode ser sinal de que há liberdade na vontade, porém não é verdadeira liberdade. A liberdade genuína se verifica pela categoria de vínculos que uma pessoa escolhe durante a sua existência.

O uso continuado da liberdade na escolha dos atos maus geram os vícios, o que redunda em uma diminuição progressiva da liberdade. É o que se observa com a preguiça que, ao dominar progressivamente a conduta da pessoa conduz à condição de escravidão, pois já não consegue fazer o que verdadeiramente quer.

Quem Ama, quer de verdade por meio das virtudes, e por isso pode fazer o que quiser!

Paulo Sertek é doutor em educação e autor do livro Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura, disponível para download: https://goo.gl/DpKN4b

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