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Blog Paulo Sertek

por Paulo Sertek

Desenvolvimento Pessoal

O imperativo da inovação

Autor: Paulo Sertek
Editora: Intersaberes

A inteligência tem papel importante no desenvolvimento da capacidade criativa, porém, a vontade e a afetividade, também integram o potencial gerador de ideias novas. Criar requer aprimorar as capacidades de associar, selecionar, reestruturar, organizar e transformar em combinações únicas as experiências passadas e os conhecimentos e percepções presentes.

Às vezes julga-se que a criatividade seja um talento inato, no entanto, todos têm possibilidade de desenvolver habilidades e qualidades criativas de acordo com a sua potencialidade básica natural, portanto pode-se melhorar nesta competência com a educação pessoal.

Há experiências de que pessoas com talento médio conseguem muito bons resultados através da disciplina da aprendizagem no desenvolvimento efetivo da quantidade e qualidade das ideias, e uma melhora da capacidade de persuasão e de iniciativa.  Constata-se que os programas de desenvolvimento de pessoas bem orientados ajudam no crescimento do potencial de liderança, comunicação e autoconfiança.

As profissões da atualidade devido à necessidade de atualização, frente às mudanças culturais-demográficas, e dos mercados, exigem profissionais que desenvolvam a capacidade de pôr as ideias novas em ação.

Verificam-se muitas mudanças em períodos de tempo cada vez mais curtos, o que se comprova pela obsolescência mais intensa dos produtos e serviços nos últimos anos.  O trabalho burocrático será substituído pela inteligência artificial com a consequente necessidade de se desenvolver conhecimentos e tecnologias com novas formas de aplicação.

Chama atenção também a maior mudança de habilidades e conhecimentos requisitados hoje, comparados ao de alguns anos atrás, identificando-se forte demanda para pessoas criativas e inovadoras nas organizações, e não só em posições de direção, mas em todos os níveis funcionais.

Criatividade deve ser levada ao campo da inovação, âmbito específico do empreendedor, que se caracteriza por estar permanentemente conectado à exploração das mudanças.

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

Leia livro do autor: Empreendedorismo.  CLIQUE AQUI.

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Órfãos digitais

FAMÍLIAS DIGITAIS

Na atualidade identificam-se três tipos de mentalidades em relação às novas tecnologias: a dos “nativos digitais”, nascidos depois de 1995, outra a dos nascidos antes de 1995: considerados “imigrantes digitais”, que vivem no mundo da tecnologia e procuram se adaptar às mudanças frequentes. Diferenciam-se dos nativos digitais, pela dificuldade de adaptação às novas tecnologias. Situação diferente é daqueles de 65 anos para cima considerados como “analfabetos digitais”, que se resistem ao emprego das tecnologias.

Não importa a categoria em que são classificados, porquanto, pode haver pais, ou educadores desnaturados, em todas estas classes, que, por ficarem alheios aos efeitos das mídias digitais no comportamento de crianças, adolescentes e jovens deixam os seus filhos na condição de “órfãos digitais”. Crianças ficam sem pai e nem mãe para sobreviverem imersos no mar da cultura digital e ficam privados das ajudas sobre como enfrentar os perigos da manipulação. Padecem certos adultos da falta de consciência e da responsabilidade pelos efeitos negativos do uso intemperante das mídias digitais entre crianças e jovens.

Pesa sobre a consciência dos responsáveis pela educação das crianças algumas omissões culposas que, resultam em: 1-distúrbios do sono: pela invasão dos celulares nos quartos das crianças e jovens prejudicando o necessário descanso; 2- obesidade: pois está comprovado o excesso de peso adquirido por crianças e jovens que ficam mais que 2 horas diárias na frente da TV; 3- acomodamento mental: devido à alta exposição à TV; 4-transtorno do jogo: causado pela adição aos jogos e 5- insociabilidade: pelo emprego precoce de vídeos e softwares como meios educativos prejudicando a sociabilidade das crianças e o experimento do real.

É necessário atuar positivamente para buscar o potencial educativo das mídias digitais, porém não se podem deixar as crianças como “órfãs digitais”, por causa do desconhecimento dos limites e dos cuidados requeridos para o uso das tecnologias.

Paulo Sertek  

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Assista ao vídeo sobre as Famílias Digitais do autor no seguinte endereço:

https://www.youtube.com/watch?v=uY6KLeB3oRI

 

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Jorge Lacerda: o itinerário de um líder

Visa conhecer trajetória de desenvolvimento de liderança do médico, advogado, jornalista e político como deputado federal em duas legislaturas e governador de Santa Catarina.

Tema destaca o papel educativo das narrativas de vida no desenvolvimento das qualidades humanas.

DOWNLOAD GRATUITO
ESTUDO SOBRE JORGE LACERDA EX-GOVERNADOR DE SC
JORGE LACERDA: UMA LUMINOSA MENSAGEM DE CULTURA
https://goo.gl/DpKN4b

 

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Sem negociar a ética

O empreendedor-servidor é o que se entrega a iniciativas de valor social e se afasta da busca de um resultado da virtude que morre em si próprio. Líder-magnânimo pauta o seu comportamento pela excelência e excede-se no cumprimento dos deveres.

Magnanimidade, como ensina Aristóteles, é o ornamento das virtudes, e reluz como a qualidade dos que têm alma grande e desejo de fazer o bem a serviço de causas nobres e que repelem instintivamente o simplesmente fazer, rejeitam a pequenez de coração e não cedem ao rebaixamento negligente dos seus compromissos.

Os estudos biográficos de personalidades dos mais diferentes estilos permitem descobrir como esta qualidade aumenta significativamente o poder de incutir a visão de futuro.

Convêm ressaltar, entre outros, o empreendedor modelar que foi Jorge Lacerda-ex-gov SC, inspirador de várias gerações por meio dos seus conselhos, obras e ações, e que, ainda hoje estimula os que pretendem dar um pouco mais de si às causas nobres.

Adonias Filho, na sua nota sobre Jorge Lacerda, na introdução do livro póstumo de Jorge Lacerda, Democracia e Nação, organizado por Nereu Corrêa diz que: Jorge Lacerda era um católico, e no seu discurso sobre os soldados de Cristo – que se completa ao reivindicar a reconstrução do homem no sentido do espírito-, confirmando a consciência em sua fé, transmitia com valor ortodoxo o respeito à pessoa humana.

Jorge Lacerda sobressai como um grande temperamento, forjador de líderes, líder transformador e multiplicador das energias criadoras de cada pessoa. Nos deixa o legado: nas decisões que tomava enquanto político, tanto no legislativo como no executivo, observava-se um talento raro para harmonizar os resultados imediatos à visão de conjunto, de modo a não condicionar os frutos de longo prazo aos dividendos políticos mais vistosos. O seu perfil de estadista revela-se, sobretudo pela constância em agir, além das condições puramente efêmeras ao visar os frutos duradouros, sem transigir nas questões de valor ético.

Confira aqui o perfil de Jorge Lacerda.

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Confira o livro do autor aqui:

Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura

disponível para download:  https://goo.gl/DpKN4b

Jorge Lacerda: Uma luminosa mensagem de cultura. Autor: Paulo Sertek. Ano: 2015 São Paulo. Editora: Cultor de Livros

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Educação e o reino das sensações

Por paulosertek em Cultura, Desenvolvimento Pessoal, Educação, virtude

01 de junho de 2019

A cultura genuína provê o ser humano dos conhecimentos e dos valores existenciais que permitem uma forma de viver que ultrapasse o reino das sensações. Ortega y Gasset compara a cultura a um instrumento de sobrevivência no meio da correnteza que são as sensações e solicitações das realidades mutáveis. Associa a uma prancha que permite flutuar e navegar sobre a fugacidade do reino das sensações e dá a possibilidade de viver humanamente.

Verifica-se quase sempre que a pressão do consumismo impele a uma vida humana imersa no reino das sensações imediatas, porém, o característico do homem é o definir-se como ser racional, portanto dotado de liberdade. Seria sinal de liberdade deixar-se levar pela correnteza das sensações, mas isto não significa que seja verdadeira liberdade, pois, se a correnteza levasse para a morte, esta escolha não seria verdadeiramente livre.

Os mecanismos da sociedade de consumo adestram contingentes enormes de indivíduos ao comportamento de atração-impulso-consumo, mais ou menos consciente e a produção de pessoas que se transformam em máquinas-de-desejo.

A habituação a ter ao alcance da mão absolutamente tudo o que se deseja gera pessoas descontentes de tudo e insaciáveis, especialmente, entre o segmento da população mais desafogado financeiramente, e de forma mais envolvente as crianças, adolescentes e jovens. As privações e contrariedades desestruturam o seu estado de animo.

Fenômeno muito atual são: a crescente imaturidade, a fragilidade diante das dificuldades e as variações de humor por não se saber lidar com as renuncias.

Para os educadores vale a pena a formulação do diagnóstico preventivo desta doença da vontade que evolui progressivamente, com as doses de condescendência, facilidade, moleza de caráter, consumo fácil, entre outros.

Oportuno considerar a abordagem da educação da liberdade de forma permanente, na medida em que, a liberdade é conquistada por meio de escolhas virtuosas e por vezes requerem a renuncia do mais agradável.

 

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Confira o livro do autor

Editora Intersaberes

Responsabilidade Social e Competência Interpessoal

http://www.intersaberes.com/item-catalogo/responsabilidade-social-e-competencia-interpessoal/

 

Autor: Paulo Sertek Dr
Editora Intersaberes

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Trabalho bem feito gerador de capital humano-social

A excelência profissional é atraente para as pessoas dotadas de sensibilidade e honradez. Pode ser que não seja compartilhada por todos, ou por muitos, porém o que se verifica é a qualidade da pessoa em função do cuidado das obras que executa. Enfim, do amor que se põe naquilo que se faz. O poeta Fernando Pessoa conta em um de seus poemas a sua experiência de que: “o meu dever me fêz”!

Emprestando as palavras do poeta Antonio Machado encontra-se o matiz da questão: Despacito y buena letra, que el hacer las cosas bien, importa más que el hacerlas”. Esta reflexão leva à necessidade de buscar o êxito da ação, porém sem descuidar do amor com que se faz. Este amor pode ter variações consideráveis. Ainda que se pudesse descrever que o motor de muitíssimas obras se dá em função do benefício financeiro, há inumeráveis comportamentos que ultrapassam a condição de benefício econômico, ganho de prestígio, autossatisfação, entre outros.

Há um tipo de conduta que estimula e aprimora a vida familiar e comunitária, que é o amor de amizade, que se diferencia do amor de concupiscência. O amor de doação, desinteressado representa o diferencial-chave do ser humano. O que o torna humano é o amor e não a violência, o ódio, a esperteza em levar a melhor.

O trabalho realizado por motivos de serviço, bem feito, bem acabado, feito por amor provoca transformações tangíveis e intangíveis. Tangíveis na medida em que a atividade realizada atinge graus de identificação com as necessidades humanas que encantam todo aquele que recebe um serviço que excede as suas expectativas. Nos aspectos intangíveis, ou não imediatos, melhoram o caráter daqueles que se esforçam por ver a oportunidade de servir mais e melhor os outros. Sim aqui Fernando Pessoa nos diz que “o meu dever me fêz”! Aparece neste pensamento a aquisição da arete grega, ou virtus no latim. Trata-se da aquisição dos bons hábitos através do aprendizado com a obra bem feita e elemento aglutinador de pessoas e gerador de capital humano-social.

 

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia pela UTFPR e desenvolvimento, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Confira o livro do autor

Autor: Paulo Sertek Dr
Editora Intersaberes

Editora Intersaberes

Responsabilidade Social e Competência Interpessoal

http://www.intersaberes.com/item-catalogo/responsabilidade-social-e-competencia-interpessoal/

 

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Enfrentando a Turbo Década

Jorge Lacerda ex-gov SC na sua luta pela qualidade de vida e meio ambiente. 

Clique aqui para obter download do livro digital: Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura

No período dos 25 aos 35 anos de idade ocorrem muitas transformações na vida dos jovens e isto está se intensificando cada vez mais em virtude do ambiente de intensas mudanças na sociedade. A experiência do desconforto na procura de emprego e a experiência acumulada do adiamento da inserção profissional têm gerado fantasmas e apreensões.

Por vezes a formação acadêmica se estende além do curso de graduação, alguns fazem a pós-graduação e, em torno dos 25 anos, inicia o período em que se precipitam inúmeras decisões que requerem muita atenção para não ser afogado no turbilhão de definições do projeto de vida.

O primeiro emprego, o desejo de iniciar o próprio negócio, a vontade de tornar mais estável o relacionamento afetivo com o casamento e, tudo passa como num filme em alta velocidade. Aflige a todos a busca dos recursos para ter o apartamento, e, pouco depois vêm os filhos…

O progresso profissional exige tempo e dedicação, por outro lado cuidar da família também exige tempo e atenção aos pormenores. Estes dois ciclos, um do êxito profissional, e outro do êxito familiar, testam os limites das forças do ser humano.

Para harmonizar o cuidado da saúde, o descanso, o ócio produtivo, é necessário ter um projeto profissional que não esteja simplesmente atrelado ao que Viktor Frankl denominava como binômio sucesso-fracasso, mas antes guiar-se pelo binômio realização-sentido de existência. A Turbo Década proporciona desafios e oportunidades.

Como enfrentar estes desafios? Lembra-se daquela história que nos contavam nos cursos de administração de empresas? A experiência de preencher uma jarra de agua vazia, com os seixos de pedra, depois pedrisco, a seguir areia fina e depois agua e, com ordem coube tudo na jarra contra todas as previsões! Qual seria a conclusão? Administrar bem o tempo? É um caminho. Porém, se não se puser as coisas mais importantes em primeiro lugar, como são os valores éticos, a família, as amizades, reina a confusão. Recomendo a leitura do livro indicado abaixo.

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia pela UTFPR e desenvolvimento, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP), Formado pelo ISE-IESE Program for Management Development., Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Confira o livro do autor: Editora Intersaberes:

Responsabilidade Social e Competência Interpessoal

http://www.intersaberes.com/item-catalogo/responsabilidade-social-e-competencia-interpessoal/

 

Autor: Paulo Sertek Dr
Editora Intersaberes

 

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Estratégia na empresa virtuosa

O bem do indivíduo não se contrapõe ao bem coletivo, para isto deve-se construir uma relação harmônica entre capital, trabalho e homem no âmbito produtivo, pois, de acordo com Jorge Lacerda ex-gov SC: “capital e trabalho não são valores que se combatem, ou se entredevorem, porque embasam e estruturam a harmonia indispensável à paz social”.

Jorge Lacerda, Carlos Lacerda e Magalhães Pinto abril de 1953.

Alguns estudos apontam convergências sobre esta possível harmonia na gestão de empresas e negócios que resulta do esforço das partes interessadas em atuar com sentido de solidariedade humana.
O ponto de partida é agir de acordo com as virtudes, especialmente a da justiça, que corresponde à vontade constante de dar a cada um o devido, e, a virtude é o hábito operativo bom, que aperfeiçoa o ser humano, e o torna mais possuidor dos valores morais.

Um empreendimento virtuoso exige que no planejamento estratégico seja configurada a missão institucional como contribuição a todos os envolvidos e que os valores éticos criem uma cultura que gere a confiança e o comprometimento nas relações internas e externas.

Esta orientação permite combater a tendência centrifuga de afastar-se da prática da virtude, que se traduz em fazer o bem e evitar o mal. Procedendo deste modo impede-se que os resultados econômicos em curto prazo corrompam a cultura da empresa.

Desenvolver profissionais com a mentalidade de serviço à sociedade exige a capacitação para criar ambientes virtuosos. Bem conhecidas são as virtudes fundamentais como a prudência, que permite a tomada de decisão por meio de critérios éticos; a justiça, a qual leva a dar a cada um aquilo que lhe é devido; a fortaleza, atributo propiciador de energia de caráter necessário para se empreender o que é justo e bom em cada momento; e a temperança que é a reitora dos “altos” e “baixos” das emoções.

A abordagem harmonizando a busca de resultados financeiros por meio da gestão virtuosa pode ser encontrada no livro de nossa autoria: Administração e Planejamento Estratégico referenciado no link a seguir.

Paulo Sertek
Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).
Formado pelo ISE-IESE Program for Management Development.
Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Confira o livro do autor
Editora IntersaberesAdministração e Planejamento Estratégico

Administração e planejamento estratégico

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Virtude: o melhor capital humano-intelectual

Modernidade líquida é o termo cunhado pelo filósofo Zygmunt Bauman que ainda nos traz luz para os processos educativos da atualidade.

Domina a pedagogia que prioriza os sentimentos, não à luz do desenvolvimento das virtudes, porém ao estímulo dos comportamentos caprichosos, gerando personalidades mais vulneráveis ao fracasso, à dor e à contrariedade. Pouco se aprende sobre constância e perseverança, e a disciplina praticamente inexiste no léxico pedagógico.
Os programas nos diversos níveis de escolaridade são fundamentados em uma enorme quantidade de teorias, entretanto padecem de uma síndrome: o medo de falar da virtude. Isto é da educação dos sentimentos por meio do fortalecimento da vontade.

Verifica-se que os estudantes desconhecem o que são as virtudes e falta promover a questão do crescimento da força de vontade.

Na literatura e prática educativa destaca-se a condição-chave da educação sócio emocional, mas carece da educação dos limites que significa educar a vontade debilitada entre muitas crianças e jovens.

Entre outras causas da deliquescência educativa, do estado alérgico à disciplina e à ascese moral estão a filosofia do comportamento moral e antropologia que pretendem adequar os processos educativos aos impulsos espontâneos da geração de gostos e interesses. Talvez seja necessário recordar que o fator motivacional-chave do crescimento na competência pessoal está no desenvolvimento do amor ao conhecimento e à conduta virtuosa. Estas conquistas se fazem por meio dos hábitos estáveis que geram as virtudes. A aquisição da virtude por parte dos estudantes é o melhor “capital humano-intelectual” gerador de uma sociedade empreendedora e inovadora.

Recomendo visitar os estudos de mestrado e doutorado em que foi possível identificar a correlação entre a prática das virtudes e os resultados acadêmicos e crescimento profissional.

Confira uma abordagem deste tipo para o âmbito educativo e profissional no livro do autor do artigo: Responsabilidade Social e Competência Interpessoal.

Paulo Sertek
Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e desenvolvimento pela UTFPR , Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).
Formado pelo ISE-IESE Program for Management Development.
Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Confira o livro do autorEditora IntersaberesResponsabilidade Social e Competência Interpessoal

Responsabilidade social e competência interpessoal

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Como desenvolver o talento criador-inovador

José Antônio Marina no seu livro sobre a Teoria da Inteligência Criadora ensina que: “Os grandes criadores manuseiam sempre mais informações que os demais. A realidade aparece cheia de possibilidades só diante dos olhos de quem será capaz de interpretá-la em um grande número de operações. Ter muitos possíveis quer dizer ser muito rico em operações”.

Este pode ser o roteiro do processo de desenvolvimento do talento criador-inovador. Focar em um campo de inovação em que se tem um interesse maior e desenvolver o hábito de garimpar ideias, soluções e conceitos na literatura sobre o que se fez para transformar em oportunidades, os casos de insucesso, de sucesso inesperado e os acidentes. Aprender a colher as sementes das pequenas ou grandes mudanças de paradigma.

Vale a pena o estudo acurado do livro de Peter Drucker: Inovação e Espírito Empreendedor. Este livro tem sido fonte de inspiração permanente para muita gente. Drucker sistematiza em sete as fontes de inovação, tais como: o inesperado, as incongruências, as necessidades de processo, as estruturas da indústria e do mercado, as mudanças demográficas e o conhecimento novo. Sem sombra de dúvida é necessário buscar o conhecimento de autoridades na área para não ter que reinventar a roda.

Seguindo a trilha de Marina é necessário lidar e assimilar conhecimentos e saber manuseá-los, isto é, aplicá-los em situações-problema-insatisfação da realidade atual. De ordinário consiste em anotar os problemas a se resolver e, de forma sistemática, tentar encontrar soluções. O inovador opera com maior número de informações e desenvolve a capacidade de integrá-las em soluções inesperadas.

Para desenvolver sistematicamente o espirito criador-inovador é conveniente “trabalhar com duas possibilidades: a primeira é a de antecipar-se a um futuro que já aconteceu e outra é a de criar ou desenvolver um futuro, fazê-lo acontecer!” Estes dois aspectos sobre os fatores possibilitadores de realizações futuras exploro no livro de minha autoria: Empreendedorismo.

Paulo Sertek
Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia pela UTFPR e desenvolvimento, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).
Formado pelo ISE-IESE Program for Management Development.
Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Confira o livro do autorEmpreendedorismo, Ed. Intersaberes.http://www.intersaberes.com/item-catalogo/empreendedorismo/

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Como desenvolver o talento criador-inovador

José Antônio Marina no seu livro sobre a Teoria da Inteligência Criadora ensina que: “Os grandes criadores manuseiam sempre mais informações que os demais. A realidade aparece cheia de possibilidades só diante dos olhos de quem será capaz de interpretá-la em um grande número de operações. Ter muitos possíveis quer dizer ser muito rico em operações”.

Este pode ser o roteiro do processo de desenvolvimento do talento criador-inovador. Focar em um campo de inovação em que se tem um interesse maior e desenvolver o hábito de garimpar ideias, soluções e conceitos na literatura sobre o que se fez para transformar em oportunidades, os casos de insucesso, de sucesso inesperado e os acidentes. Aprender a colher as sementes das pequenas ou grandes mudanças de paradigma.

Vale a pena o estudo acurado do livro de Peter Drucker: Inovação e Espírito Empreendedor. Este livro tem sido fonte de inspiração permanente para muita gente. Drucker sistematiza em sete as fontes de inovação, tais como: o inesperado, as incongruências, as necessidades de processo, as estruturas da indústria e do mercado, as mudanças demográficas e o conhecimento novo. Sem sombra de dúvida é necessário buscar o conhecimento de autoridades na área para não ter que reinventar a roda.

Seguindo a trilha de Marina é necessário lidar e assimilar conhecimentos e saber manuseá-los, isto é, aplicá-los em situações-problema-insatisfação da realidade atual. De ordinário consiste em anotar os problemas a se resolver e, de forma sistemática, tentar encontrar soluções. O inovador opera com maior número de informações e desenvolve a capacidade de integrá-las em soluções inesperadas.

Para desenvolver sistematicamente o espirito criador-inovador é conveniente “trabalhar com duas possibilidades: a primeira é a de antecipar-se a um futuro que já aconteceu e outra é a de criar ou desenvolver um futuro, fazê-lo acontecer!” Estes dois aspectos sobre os fatores possibilitadores de realizações futuras exploro no livro de minha autoria: Empreendedorismo.

Paulo Sertek
Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia pela UTFPR e desenvolvimento, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).
Formado pelo ISE-IESE Program for Management Development.
Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Confira o livro do autorEmpreendedorismo, Ed. Intersaberes.http://www.intersaberes.com/item-catalogo/empreendedorismo/