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Blog Paulo Sertek

por Paulo Sertek

Organizações

Liderar na crise

 

 

Os exércitos em tempo de paz são gerenciados, e em épocas de guerra devem necessariamente ser liderados. Este pensamento da área de gestão empresarial ganha força em tempos de crise, pois reclamam a presença de pessoas dotadas de qualidades que escasseiam no cenário da pandemia covid19.

Warren Bennis ensina que lideres atraem a atenção dos colaboradores pela capacidade de dirigir os esforços de pessoas, e a alocação de recursos físicos, financeiros, que são orientados para um ponto futuro envolto em incertezas. Peter Drucker também considerava que os lideres, não simplesmente assumiam riscos, mas sobretudo procuravam minimizar prudencialmente estes riscos, pois: “toda atividade econômica é, por definição de alto risco. E defender o ontem, isto é, não inovar, é muito mais arriscado do que fazer o amanhã”.

O pai da administração moderna empregava um paradoxo para a inovação social, demográfica e de mudanças de percepções das coletividades, porquanto era preciso trabalhar para “um futuro que já aconteceu”! As mudanças de percepção, provocadas pelo covid19, de caráter econômico, de saúde, de trabalhos a distância, de estrutura de mercados, já impactaram nas mentes e no bolso de nações e pessoas e viraram do avesso as concepções de trabalho, de relacionamento interpessoal, de vida familiar, de relação com o meio ambiente e das estruturas de segurança social.

Entre as capacidades do líder está a vontade determinada de propor e conduzir mudanças e saber ver nos grandes desafios as oportunidades de inovar como método de trabalho e de uma disciplina esforçada.

O Covid19 desafia as instituições implantadas no mundo e está testando o grau de resiliência das pessoas. Surge a necessidade de lideres inovadores que sabem intervir na realidade com domínio de conhecimentos, habilidades e atitudes especialmente em algumas áreas-chave: 1) saber avaliar a situação atual da sua atividade, 2) medir a sua real capacidade de enfrentar a crise e a pós-crise e 3) realizar mudanças decisivas.

Assista vídeo Liderar na Crise no canal youtube do autor clicando aqui.

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

 

 

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O imperativo da inovação

Autor: Paulo Sertek
Editora: Intersaberes

A inteligência tem papel importante no desenvolvimento da capacidade criativa, porém, a vontade e a afetividade, também integram o potencial gerador de ideias novas. Criar requer aprimorar as capacidades de associar, selecionar, reestruturar, organizar e transformar em combinações únicas as experiências passadas e os conhecimentos e percepções presentes.

Às vezes julga-se que a criatividade seja um talento inato, no entanto, todos têm possibilidade de desenvolver habilidades e qualidades criativas de acordo com a sua potencialidade básica natural, portanto pode-se melhorar nesta competência com a educação pessoal.

Há experiências de que pessoas com talento médio conseguem muito bons resultados através da disciplina da aprendizagem no desenvolvimento efetivo da quantidade e qualidade das ideias, e uma melhora da capacidade de persuasão e de iniciativa.  Constata-se que os programas de desenvolvimento de pessoas bem orientados ajudam no crescimento do potencial de liderança, comunicação e autoconfiança.

As profissões da atualidade devido à necessidade de atualização, frente às mudanças culturais-demográficas, e dos mercados, exigem profissionais que desenvolvam a capacidade de pôr as ideias novas em ação.

Verificam-se muitas mudanças em períodos de tempo cada vez mais curtos, o que se comprova pela obsolescência mais intensa dos produtos e serviços nos últimos anos.  O trabalho burocrático será substituído pela inteligência artificial com a consequente necessidade de se desenvolver conhecimentos e tecnologias com novas formas de aplicação.

Chama atenção também a maior mudança de habilidades e conhecimentos requisitados hoje, comparados ao de alguns anos atrás, identificando-se forte demanda para pessoas criativas e inovadoras nas organizações, e não só em posições de direção, mas em todos os níveis funcionais.

Criatividade deve ser levada ao campo da inovação, âmbito específico do empreendedor, que se caracteriza por estar permanentemente conectado à exploração das mudanças.

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).

Diplomado pelo ISE-IESE no Program for Management Development.

Leia livro do autor: Empreendedorismo.  CLIQUE AQUI.

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Enfrentando a Turbo Década

Jorge Lacerda ex-gov SC na sua luta pela qualidade de vida e meio ambiente. 

Clique aqui para obter download do livro digital: Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura

No período dos 25 aos 35 anos de idade ocorrem muitas transformações na vida dos jovens e isto está se intensificando cada vez mais em virtude do ambiente de intensas mudanças na sociedade. A experiência do desconforto na procura de emprego e a experiência acumulada do adiamento da inserção profissional têm gerado fantasmas e apreensões.

Por vezes a formação acadêmica se estende além do curso de graduação, alguns fazem a pós-graduação e, em torno dos 25 anos, inicia o período em que se precipitam inúmeras decisões que requerem muita atenção para não ser afogado no turbilhão de definições do projeto de vida.

O primeiro emprego, o desejo de iniciar o próprio negócio, a vontade de tornar mais estável o relacionamento afetivo com o casamento e, tudo passa como num filme em alta velocidade. Aflige a todos a busca dos recursos para ter o apartamento, e, pouco depois vêm os filhos…

O progresso profissional exige tempo e dedicação, por outro lado cuidar da família também exige tempo e atenção aos pormenores. Estes dois ciclos, um do êxito profissional, e outro do êxito familiar, testam os limites das forças do ser humano.

Para harmonizar o cuidado da saúde, o descanso, o ócio produtivo, é necessário ter um projeto profissional que não esteja simplesmente atrelado ao que Viktor Frankl denominava como binômio sucesso-fracasso, mas antes guiar-se pelo binômio realização-sentido de existência. A Turbo Década proporciona desafios e oportunidades.

Como enfrentar estes desafios? Lembra-se daquela história que nos contavam nos cursos de administração de empresas? A experiência de preencher uma jarra de agua vazia, com os seixos de pedra, depois pedrisco, a seguir areia fina e depois agua e, com ordem coube tudo na jarra contra todas as previsões! Qual seria a conclusão? Administrar bem o tempo? É um caminho. Porém, se não se puser as coisas mais importantes em primeiro lugar, como são os valores éticos, a família, as amizades, reina a confusão. Recomendo a leitura do livro indicado abaixo.

Paulo Sertek

Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia pela UTFPR e desenvolvimento, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP), Formado pelo ISE-IESE Program for Management Development., Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Confira o livro do autor: Editora Intersaberes:

Responsabilidade Social e Competência Interpessoal

http://www.intersaberes.com/item-catalogo/responsabilidade-social-e-competencia-interpessoal/

 

Autor: Paulo Sertek Dr
Editora Intersaberes

 

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Estratégia na empresa virtuosa

O bem do indivíduo não se contrapõe ao bem coletivo, para isto deve-se construir uma relação harmônica entre capital, trabalho e homem no âmbito produtivo, pois, de acordo com Jorge Lacerda ex-gov SC: “capital e trabalho não são valores que se combatem, ou se entredevorem, porque embasam e estruturam a harmonia indispensável à paz social”.

Jorge Lacerda, Carlos Lacerda e Magalhães Pinto abril de 1953.

Alguns estudos apontam convergências sobre esta possível harmonia na gestão de empresas e negócios que resulta do esforço das partes interessadas em atuar com sentido de solidariedade humana.
O ponto de partida é agir de acordo com as virtudes, especialmente a da justiça, que corresponde à vontade constante de dar a cada um o devido, e, a virtude é o hábito operativo bom, que aperfeiçoa o ser humano, e o torna mais possuidor dos valores morais.

Um empreendimento virtuoso exige que no planejamento estratégico seja configurada a missão institucional como contribuição a todos os envolvidos e que os valores éticos criem uma cultura que gere a confiança e o comprometimento nas relações internas e externas.

Esta orientação permite combater a tendência centrifuga de afastar-se da prática da virtude, que se traduz em fazer o bem e evitar o mal. Procedendo deste modo impede-se que os resultados econômicos em curto prazo corrompam a cultura da empresa.

Desenvolver profissionais com a mentalidade de serviço à sociedade exige a capacitação para criar ambientes virtuosos. Bem conhecidas são as virtudes fundamentais como a prudência, que permite a tomada de decisão por meio de critérios éticos; a justiça, a qual leva a dar a cada um aquilo que lhe é devido; a fortaleza, atributo propiciador de energia de caráter necessário para se empreender o que é justo e bom em cada momento; e a temperança que é a reitora dos “altos” e “baixos” das emoções.

A abordagem harmonizando a busca de resultados financeiros por meio da gestão virtuosa pode ser encontrada no livro de nossa autoria: Administração e Planejamento Estratégico referenciado no link a seguir.

Paulo Sertek
Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).
Formado pelo ISE-IESE Program for Management Development.
Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Confira o livro do autor
Editora IntersaberesAdministração e Planejamento Estratégico

Administração e planejamento estratégico

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Estratégia na empresa virtuosa

O bem do indivíduo não se contrapõe ao bem coletivo, para isto deve-se construir uma relação harmônica entre capital, trabalho e homem no âmbito produtivo, pois, de acordo com Jorge Lacerda ex-gov SC: “capital e trabalho não são valores que se combatem, ou se entredevorem, porque embasam e estruturam a harmonia indispensável à paz social”.

Jorge Lacerda, Carlos Lacerda e Magalhães Pinto abril de 1953.

Alguns estudos apontam convergências sobre esta possível harmonia na gestão de empresas e negócios que resulta do esforço das partes interessadas em atuar com sentido de solidariedade humana.
O ponto de partida é agir de acordo com as virtudes, especialmente a da justiça, que corresponde à vontade constante de dar a cada um o devido, e, a virtude é o hábito operativo bom, que aperfeiçoa o ser humano, e o torna mais possuidor dos valores morais.

Um empreendimento virtuoso exige que no planejamento estratégico seja configurada a missão institucional como contribuição a todos os envolvidos e que os valores éticos criem uma cultura que gere a confiança e o comprometimento nas relações internas e externas.

Esta orientação permite combater a tendência centrifuga de afastar-se da prática da virtude, que se traduz em fazer o bem e evitar o mal. Procedendo deste modo impede-se que os resultados econômicos em curto prazo corrompam a cultura da empresa.

Desenvolver profissionais com a mentalidade de serviço à sociedade exige a capacitação para criar ambientes virtuosos. Bem conhecidas são as virtudes fundamentais como a prudência, que permite a tomada de decisão por meio de critérios éticos; a justiça, a qual leva a dar a cada um aquilo que lhe é devido; a fortaleza, atributo propiciador de energia de caráter necessário para se empreender o que é justo e bom em cada momento; e a temperança que é a reitora dos “altos” e “baixos” das emoções.

A abordagem harmonizando a busca de resultados financeiros por meio da gestão virtuosa pode ser encontrada no livro de nossa autoria: Administração e Planejamento Estratégico referenciado no link a seguir.

Paulo Sertek
Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).
Formado pelo ISE-IESE Program for Management Development.
Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Confira o livro do autor
Editora IntersaberesAdministração e Planejamento Estratégico

Administração e planejamento estratégico