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Blog Paulo Sertek

por Paulo Sertek

#estratégia

Estratégia na empresa virtuosa

O bem do indivíduo não se contrapõe ao bem coletivo, para isto deve-se construir uma relação harmônica entre capital, trabalho e homem no âmbito produtivo, pois, de acordo com Jorge Lacerda ex-gov SC: “capital e trabalho não são valores que se combatem, ou se entredevorem, porque embasam e estruturam a harmonia indispensável à paz social”.

Jorge Lacerda, Carlos Lacerda e Magalhães Pinto abril de 1953.

Alguns estudos apontam convergências sobre esta possível harmonia na gestão de empresas e negócios que resulta do esforço das partes interessadas em atuar com sentido de solidariedade humana.
O ponto de partida é agir de acordo com as virtudes, especialmente a da justiça, que corresponde à vontade constante de dar a cada um o devido, e, a virtude é o hábito operativo bom, que aperfeiçoa o ser humano, e o torna mais possuidor dos valores morais.

Um empreendimento virtuoso exige que no planejamento estratégico seja configurada a missão institucional como contribuição a todos os envolvidos e que os valores éticos criem uma cultura que gere a confiança e o comprometimento nas relações internas e externas.

Esta orientação permite combater a tendência centrifuga de afastar-se da prática da virtude, que se traduz em fazer o bem e evitar o mal. Procedendo deste modo impede-se que os resultados econômicos em curto prazo corrompam a cultura da empresa.

Desenvolver profissionais com a mentalidade de serviço à sociedade exige a capacitação para criar ambientes virtuosos. Bem conhecidas são as virtudes fundamentais como a prudência, que permite a tomada de decisão por meio de critérios éticos; a justiça, a qual leva a dar a cada um aquilo que lhe é devido; a fortaleza, atributo propiciador de energia de caráter necessário para se empreender o que é justo e bom em cada momento; e a temperança que é a reitora dos “altos” e “baixos” das emoções.

A abordagem harmonizando a busca de resultados financeiros por meio da gestão virtuosa pode ser encontrada no livro de nossa autoria: Administração e Planejamento Estratégico referenciado no link a seguir.

Paulo Sertek
Doutor em Educação pela UFPR, Mestre em Tecnologia e desenvolvimento pela UTFPR, Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia Maua (SP).
Formado pelo ISE-IESE Program for Management Development.
Professor do Centro Universitário da Grande Fortaleza – UNIGRANDE

Confira o livro do autor
Editora IntersaberesAdministração e Planejamento Estratégico

Administração e planejamento estratégico

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Como ser um estudante estratégico

Por paulosertek em Educação

19 de Fevereiro de 2019

O estudante é a imagem da penúria de capacidade, como do ritmo de aprendizagem! Acentua-se a sua aridez com as disciplinas complexas para a inserção na vida do trabalho. Decisivo é que tenha senso proativo na escolha dos conhecimentos, habilidades e atitudes a serem conquistadas!

A visão de futuro do aprendente se verifica pela sua capacidade de análise das forças e debilidades pessoais e das oportunidades e desafios que as circunstâncias impõem. Ser estudante estratégico exige a tomada de consciência sobre as mazelas do seu ritmo de aprendizagem e das insuficiências no domínio dos conhecimentos relevantes das disciplinas básicas e aplicadas.

O “aprender a aprender” reclama a reflexão sobre os processos pessoais de aprendizagem e estabelecer o plano de ação visando sair da zona de conforto, e ter iniciativa em descobrir os pontos quentes, isto é: em que habilidades é necessário investir tempo e esforço para obter resultados eficazes. Destaco: a) como organizar o estudo; b) que estratégias de aprendizagem empregar; c) como desenvolver os interesses e a motivação. O estrategista é o que lidera o processo e assume o papel de protagonista de empreendedor do conhecimento, pois, em igualdade de condições, ou até em inferioridade, os que vencem habitualmente a preguiça são os que lideram!

No final deste artigo indico um link que dá acesso a um questionário sobre meta-aprendizagem a fim de verificar quais são os pontos fortes e fracos em relação aos hábitos de estudo. Entre outras variáveis verifica-se que o estudante consciente de como tornar os seus processos de assimilação eficazes e eficientes, e exigir-se em aplicar os meios mais adequados às suas necessidades de desempenho, obterá resultados melhores do que aqueles que se dispersam.

A mudança exige saber em que mudar, querer mudar e fazer acontecer!
Sugiro além da avaliação com o questionário, a assistência do vídeo indicado a seguir, pois o estudante estratégico não fica satisfeito com o seu modo de estudar e é proativo.

Paulo Sertek é doutor em educação
Confira o questionário: https://docs.google.com/document/d/15vmh8rgdmezu0mkPIrs3VDANCuW–Wc0lF1_P61m9UY/edit?usp=sharing

Confira o vídeo: Janela de Johari: plano de desenvolvimento pessoal
https://www.youtube.com/watch?v=BNblp7HgXCM&t=56s

Paulo Sertek é doutor em educação e autor do livro Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura, disponível para download: https://goo.gl/DpKN4b
Email: psertek@gmail.com

Confira o vídeo Como ser um estudante estratégico

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Como ser um estudante estratégico

Por paulosertek em Educação

19 de Fevereiro de 2019

O estudante é a imagem da penúria de capacidade, como do ritmo de aprendizagem! Acentua-se a sua aridez com as disciplinas complexas para a inserção na vida do trabalho. Decisivo é que tenha senso proativo na escolha dos conhecimentos, habilidades e atitudes a serem conquistadas!

A visão de futuro do aprendente se verifica pela sua capacidade de análise das forças e debilidades pessoais e das oportunidades e desafios que as circunstâncias impõem. Ser estudante estratégico exige a tomada de consciência sobre as mazelas do seu ritmo de aprendizagem e das insuficiências no domínio dos conhecimentos relevantes das disciplinas básicas e aplicadas.

O “aprender a aprender” reclama a reflexão sobre os processos pessoais de aprendizagem e estabelecer o plano de ação visando sair da zona de conforto, e ter iniciativa em descobrir os pontos quentes, isto é: em que habilidades é necessário investir tempo e esforço para obter resultados eficazes. Destaco: a) como organizar o estudo; b) que estratégias de aprendizagem empregar; c) como desenvolver os interesses e a motivação. O estrategista é o que lidera o processo e assume o papel de protagonista de empreendedor do conhecimento, pois, em igualdade de condições, ou até em inferioridade, os que vencem habitualmente a preguiça são os que lideram!

No final deste artigo indico um link que dá acesso a um questionário sobre meta-aprendizagem a fim de verificar quais são os pontos fortes e fracos em relação aos hábitos de estudo. Entre outras variáveis verifica-se que o estudante consciente de como tornar os seus processos de assimilação eficazes e eficientes, e exigir-se em aplicar os meios mais adequados às suas necessidades de desempenho, obterá resultados melhores do que aqueles que se dispersam.

A mudança exige saber em que mudar, querer mudar e fazer acontecer!
Sugiro além da avaliação com o questionário, a assistência do vídeo indicado a seguir, pois o estudante estratégico não fica satisfeito com o seu modo de estudar e é proativo.

Paulo Sertek é doutor em educação
Confira o questionário: https://docs.google.com/document/d/15vmh8rgdmezu0mkPIrs3VDANCuW–Wc0lF1_P61m9UY/edit?usp=sharing

Confira o vídeo: Janela de Johari: plano de desenvolvimento pessoal
https://www.youtube.com/watch?v=BNblp7HgXCM&t=56s

Paulo Sertek é doutor em educação e autor do livro Jorge Lacerda: uma luminosa mensagem de cultura, disponível para download: https://goo.gl/DpKN4b
Email: psertek@gmail.com

Confira o vídeo Como ser um estudante estratégico