Arquivos 26 de agosto de 2012 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

26 de agosto de 2012

Arquitetura e construção de Terra

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

26 de agosto de 2012

       Recentemente, Fortaleza abrigou o IV Congresso de Arquitetura e Construção em Terra. Importante evento que permitiu a troca de experiências entre os profissionais que trabalham com esta alternativa sustentável de construção.

Casa Supitina
Foto: Lucia Garzon (Tecnotierra)

       Uma das interessantes experiências mostradas no evento é a Casa Supitina (Beija-Flor), na Colômbia, feita com arquitetura de terra, uso de taipa de pilão, tijolos de terra crua (adobe), técnica de abóbadas para os tetos, e outras inovações e re(inserções) na materialização da construção.

       A arquiteta Lucia Garzon, autora do projeto, informa que cada construção implica em um custo energético e de emissões de gases de efeito estufa (GEE). O projeto também implicará no consumo de energia durante sua vida útil. Assim, reforça Lucia Garzon, “a arquitetura é nosso habitat e deve ser digna, amável, durável, saudável, funcional e respeitar o entorno; deve ajudar a sermos as pessoas que queremos ser”.

        O desafio consiste, então, em se encontrar a melhor maneira de fazer e, para Lucia, é utilizar tecnologias vernáculas (como adobe e taipa de pilão) com tecnologias contemporâneas. O resultado são casas que nascem da terra do mesmo lugar onde são fabricadas e é este um dos motivos da harmonia.

Foto: Tecnotierra

 Quanto custa uma casa  de barro?

        A casa Supitina (2010-2012) é uma construção de alto luxo, com várias inovações tecnológicas. Pela primeira vez foram utilizadas abóbadas mexicanas de adobe recostado. Muitas das paredes são de taipa de pilão com multicores. Usou-se câmara intermediária de ar para promover o isolamento térmico.

      Custo desta obra: um pouco mais de um milhão de reais. Economia na vida útil: 30% em reuso de água (banheiros, pias e cozinha); entre outras economias de custo e de vida útil, em virtude do respeito às variáveis ambientais.

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Arquitetura e construção de Terra

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

26 de agosto de 2012

       Recentemente, Fortaleza abrigou o IV Congresso de Arquitetura e Construção em Terra. Importante evento que permitiu a troca de experiências entre os profissionais que trabalham com esta alternativa sustentável de construção.

Casa Supitina
Foto: Lucia Garzon (Tecnotierra)

       Uma das interessantes experiências mostradas no evento é a Casa Supitina (Beija-Flor), na Colômbia, feita com arquitetura de terra, uso de taipa de pilão, tijolos de terra crua (adobe), técnica de abóbadas para os tetos, e outras inovações e re(inserções) na materialização da construção.

       A arquiteta Lucia Garzon, autora do projeto, informa que cada construção implica em um custo energético e de emissões de gases de efeito estufa (GEE). O projeto também implicará no consumo de energia durante sua vida útil. Assim, reforça Lucia Garzon, “a arquitetura é nosso habitat e deve ser digna, amável, durável, saudável, funcional e respeitar o entorno; deve ajudar a sermos as pessoas que queremos ser”.

        O desafio consiste, então, em se encontrar a melhor maneira de fazer e, para Lucia, é utilizar tecnologias vernáculas (como adobe e taipa de pilão) com tecnologias contemporâneas. O resultado são casas que nascem da terra do mesmo lugar onde são fabricadas e é este um dos motivos da harmonia.

Foto: Tecnotierra

 Quanto custa uma casa  de barro?

        A casa Supitina (2010-2012) é uma construção de alto luxo, com várias inovações tecnológicas. Pela primeira vez foram utilizadas abóbadas mexicanas de adobe recostado. Muitas das paredes são de taipa de pilão com multicores. Usou-se câmara intermediária de ar para promover o isolamento térmico.

      Custo desta obra: um pouco mais de um milhão de reais. Economia na vida útil: 30% em reuso de água (banheiros, pias e cozinha); entre outras economias de custo e de vida útil, em virtude do respeito às variáveis ambientais.